Questões de Concurso Sobre clínica médica humana em medicina

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Q3722922 Medicina

Paciente de 35 anos com tosse seca, linfadenopatia hilar bilateral e lesões cutâneas. Biopsia mostra granulomas não caseosos.


O diagnóstico mais provável é 

Alternativas
Q3722914 Medicina

Paciente de 52 anos com queixa de dispneia aos esforços. Espirometria com padrão restritivo. Tomografia de alta resolução mostra vidro fosco difuso com bronquiectasias por tração e faveolamento.


O diagnóstico mais provável é

Alternativas
Q3722871 Medicina

Mulher de 48 anos, sem comorbidades, é avaliada em consulta ambulatorial após detecção incidental de um nódulo em lobo direito da tireoide, durante exame físico de rotina. Refere boa saúde geral, sem sintomas compressivos ou disfônicos.


Ao exame, palpa-se nódulo firme, móvel à deglutição, de 2 cm, indolor, sem linfadenomegalias cervicais. Não há antecedentes familiares de câncer de tireoide ou exposição à radiação cervical. TSH sérico está dentro da faixa de normalidade. Ultrassonografia da tireoide mostra nódulo sólido, hipoecoico, com margens levemente irregulares, microcalcificações finas e ausência de halo periférico, compatível com classificação TI-RADS 4.


Considerando o caso descrito, a próxima etapa na condução é 

Alternativas
Q3722861 Medicina

Paciente feminina, 62 anos, procura atendimento por fadiga progressiva há 6 meses, associada a episódios de confusão mental, irritabilidade e dificuldade de concentração. Refere ainda parestesias em membros inferiores com sensação de “queimação” nos pés e instabilidade à marcha. Nega etilismo, tabagismo ou uso de medicamentos.


Ao exame físico: palidez cutâneo-mucosa (2+/4+), glossite atrófica, diminuição da sensibilidade vibratória e posicional em membros inferiores, sinal de Romberg positivo. Exames laboratoriais: Hb 8,2 g/dL, VCM 110 fL, leucócitos 3.200/mm³, plaquetas 98.000/mm³, LDH 890 U/L (VR: 120-480), bilirrubina indireta 2,8 mg/dL, ácido fólico normal. Esfregaço de sangue periférico revela neutrófilos hipersegmentados e macro-ovalócitos. Para estabelecer o diagnóstico etiológico mais provável, a combinação de exames mais adequada é 

Alternativas
Q3722369 Medicina

Paciente de 75 anos, com diagnóstico de mielofibrose em fase acelerada, apresenta cansaço progressivo, perda ponderal, dor abdominal e sofrimento emocional. Durante discussão em equipe multiprofissional, um membro questiona se a indicação de cuidados paliativos seria prematura, pois o paciente “ainda não está em fim de vida”.


Com base na definição atual da OMS, assinale a opção que melhor caracteriza os cuidados paliativos. 

Alternativas
Q3722096 Medicina

Uma paciente de 56 anos, com diagnóstico recente de leucemia mieloide aguda, foi admitida há 10 dias para início de tratamento quimioterápico com citarabina e antraciclina. Após 24 horas, evolui com dor abdominal importante, hipertermia de 38,8 oC e diarreia aquosa. A TC de abdome demonstra espessamento de mais de 10 mm na parede tanto do intestino delgado quanto do grosso.


Considerando-se o possível diagnóstico, assinale a afirmativa correta

Alternativas
Q3721109 Medicina

Uma paciente idosa, comatosa, com histórico colhido por familiares de piora cognitiva progressiva, dá entrada num plantão na Emergência. Ela tem histórico de tabagismo de 50 maços/ano e síndrome consumptiva, além de episódios de tosse e eventuais hemoptoicos. 

Foram solicitados exames laboratoriais, gasometria arterial e ela foi encaminhada para tomografia computadorizada. Os exames parciais demostraram hemograma com discreta anemia, sódio 109 mEq/L, escórias nitrogenadas normais, normocalemia, hipouricemia e discreta hipoxemia, sem acidemia. 

Ao exame físico, impressão clínica de hipohidratação leve, níveis pressóricos normais, emagrecimento e murmúrio vesicular reduzido em 1/3 superior de hemotórax direito.


A conduta adequada ao caso é 

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Q3720920 Medicina

Paciente, masculino, 60 anos, apresenta aumento dos níveis séricos de ácido úrico e dor intensa no primeiro dedo do pé.

Entre as seguintes alterações, assinale a que caracteriza a gota de forma mais específica.

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Q3720060 Medicina
Paciente do sexo feminino de 25 anos, gestante de 4 semanas, obesa e com dislipidemia, sem sintomas psíquicos anteriores, iniciou há 30 dias quadro de angústia, insônia, sensação de vazio, humor hipotímico, anedonia, falta de energia, perda de apetite e perda ponderal equivalente a 6%, pensamentos de morte, foi atendida no Posto de Saúde e medicada com sertralina.
Retornou após 20 dias com quadro de aceleração do pensamento, taquilalia, impulsividade, diminuição da necessidade de sono, hipersexualidade e paranoia.
A seguinte droga é sem contraindicação para essa paciente:
Alternativas
Q3720023 Medicina
A hipofosfatemia é definida como leve (2 a 2,5 mg/dL), moderada (1 a 2 mg/dL) ou grave (< 1 mg/dL). A hipofosfatemia leve a moderadamente grave geralmente é assintomática e muitas vezes não é identificada. Embora na maioria dos pacientes permaneça assintomática, a hipofosfatemia grave pode resultar em complicações potencialmente fatais. As principais sequelas clínicas geralmente ocorrem apenas em hipofosfatemia grave.
O seguinte distúrbio hidroeletrolítico é frequentemente associado à hipofosfatemia: 
Alternativas
Q3719586 Medicina
Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista, procura atendimento com queixa de dispepsia crônica. Nega perda ponderal significativa, disfagia ou vômitos persistentes. Foi submetido à endoscopia digestiva alta, que revelou gastrite atrófica multifocal leve, sem lesões ulceradas. A biópsia histológica evidenciou gastrite atrófica com metaplasia intestinal leve, escore OLGA II, associado a presença de Helicobacter pylori positivo.
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é 
Alternativas
Q3719582 Medicina
Paciente do sexo masculino, 62 anos, com histórico de dispepsia crônica, faz uso com relativa frequência de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Ele procura auxílio médico com queixa de hematêmese e melena recentes.
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.
Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso. 
Alternativas
Q3719578 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, relatando etilismo de 2 a 3 doses de bebida alcoólica por semana, sem comorbidades conhecidas. Relata que realizou transfusão sanguínea em 1991, após acidente automobilístico. Consulta apenas para realização de “exames de rotina”, sem queixas atuais. Refere apenas cansaço esporádico. Exame físico com bom estado geral, IMC 26, ausência de icterícia, circulação colateral ou ascite. Abdome com fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, indolor e com consistência preservada. Não apresenta esplenomegalia.
Exames laboratoriais:

• ALT: 92 U/L (valor de referência: até 41 UL); • AST: 85 U/L (valor de referência: até 40 U/L); • GGT: 110 U/L (valor de referência: até 60 U/L); • Bilirrubina total: 1,0 mg/dL (VR: até 1,2 mg/dL); • Albumina: 4,0 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL); • INR: 1,0; • Plaquetas: 145.000 mm3 (valor de referência: 150.000 – 400.000/mm3 ); • Sorologias: anti-HCV (reagente), HBsAg (não reagente), antiHBs (reagente) e anti-HBc total (reagente); • PCR-HCV (RNA viral): 1.200.000 UI/mL; • Genótipo HCV: 1ª; • Elastografia hepática (FibroScan): 12,5 kPa; • Ultrassonografia de abdome: fígado de contornos regulares, parênquima heterogêneo, sem ascite ou lesões focais.

A conduta mais adequada nesse caso é
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Q3719567 Medicina
Homem, 50 anos, fadiga, astenia, artralgias, impotência sexual, insuficiência pancreática e escurecimento da pele. EDA exibe varizes de esôfago. Laboratório exibe elevação do ferro e da ferritina. Iniciadas flebotomias terapêuticas.
O marcador mais sensível para essa condição é 
Alternativas
Q3719561 Medicina
Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica, desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:

– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.


Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é 
Alternativas
Q3719559 Medicina
Paciente do sexo masculino, 33 anos, previamente assintomático, relata episódios esporádicos de hematoquezia (“sangue está pingando no vaso sanitário ao final da evacuação”), sem proctalgia, sem diarreia, sem muco ou pus nas fezes. Nega perda ponderal e dores abdominais. Nega comorbidades. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal.
A conduta inicial mais adequada é
Alternativas
Q3719557 Medicina
Um homem de 43 anos, pedreiro, procurou assistência médica queixando-se de dor epigástrica em queimação, plenitude pósprandial, fadiga e episódios diarreicos. A dor muitas vezes o despertava de madrugada melhorando com a alimentação e a ingestão de alcalinos. Emagreceu cerca de 5 kg desde o início da dor, há 2 meses. Submetido a endoscopia digestiva alta que revelou duas úlceras A2 Sakita na parede anterior do bulbo duodenal de cerca de 10 mm e uma terceira úlcera no antro de cerca de 8 mm. O teste rápido da urease foi negativo e os seis fragmentos colhidos das bordas da lesão ulcerada gástrica foram negativos para malignidade. O paciente não fazia uso de antinflamatórios não esteroides (AINE’s), não bebia ou fumava. Tomografia abdominal revela massa de 2 cm na porção cefálica do pâncreas.
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é 
Alternativas
Q3719450 Medicina
Paciente masculino, 78 anos, procurou o cardiologista com queixas de dispneia progressiva aos esforços há 2 anos, que agora o impede de caminhar mais de um quarteirão. Relata episódios recentes de tontura e quase desmaio durante atividades mais intensas, além de dor torácica opressiva ao subir escadas, que alivia com repouso.
Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos de amplitude diminuída e ascenso lento (pulsus parvus et tardus). O ictus cordis é palpável no 6º espaço intercostal esquerdo, linha axilar média, com características propulsivas e sustentadas. Há frêmito sistólico palpável no 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno. À ausculta cardíaca, as bulhas são rítmicas, a 2ª bulha (B2) apresenta componente aórtico (A2) hipofonético. É audível uma quarta bulha (B4), em ápice cardíaco. Presente sopro sistólico ejetivo (crescendo-decrescendo) de alta intensidade (Grau IV/VI), com pico mesossistólico, mais audível na borda esternal direita alta (2º espaço intercostal) e em foco aórtico acessório (3º espaço intercostal esquerdo), com irradiação nítida para as carótidas e para o ápice (fenômeno de Gallavardin). O sopro diminui discretamente de intensidade à manobra de Valsalva.
O diagnóstico cardiovascular mais provável para esse paciente é
Alternativas
Q3719443 Medicina
Paciente feminina de 20 anos, HIV positiva em uso de terapia antirretroviral (CD4 e carga viral não disponíveis), foi admitida com tumoração em região cervical e submandibular esquerda de início há 7 dias, acompanhada de febre não aferida, prostração, dificuldade de deglutição progressiva e trismo intenso, impedindo abertura oral em mais 1 cm. Relata histórico de fratura de dente recente na região mandibular esquerda.
Ao exame físico, apresenta-se taquicárdica (FC 110 bpm), febril (Tax: 38,8 oC), com massa endurecida, dolorosa e quente na região afetada, e dor à mobilização lateral do pescoço. Exames laboratoriais de urgência demonstram leucocitose de 18.000/mm³ com desvio à esquerda (85% neutrófilos) e Proteína C Reativa (PCR) de 150 mg/L.
Na conduta diagnóstica e terapêutica inicial para esse quadro, é apropriada a seguinte conduta:
Alternativas
Q3719442 Medicina
Mulher de 58 anos foi internada para investigação de paraplegia em 72 horas de evolução, associada à perda urinária. Apresentava histórico de câncer de mama em tratamento quimioterápico por doença metastática óssea e pleural. Relatou febre de 38,5 oC na véspera e cansaço há 5 dias.
O exame físico demonstrava nível sensitivo em altura da 4ª vértebra torácica, redução da sensibilidade vibratória e propioceptiva e paraparesia espástica com sinais piramidais em ambos os membros inferiores. Havia dor em palpação de coluna torácica alta e presença de massa em topografia pélvica. Ao realizar a passagem de cateter vesical de demora, percebeu-se saída de aproximadamente 1 L de urina turva. O exame laboratorial de urgência demonstrou anemia normocítica e normocrômica, leucocitose com desvio e PCR ultrassensível elevada. Não havia alterações na bioquímica como disfunção renal ou hepática. Foram coletadas hemoculturas, pesquisa de elementos anormais urinários e urinocultura.

Sobre a abordagem desse quadro, é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
3001: B
3002: C
3003: D
3004: E
3005: E
3006: B
3007: A
3008: A
3009: D
3010: E
3011: B
3012: C
3013: C
3014: D
3015: E
3016: C
3017: C
3018: E
3019: D
3020: D