Questões de Concurso Comentadas sobre clínica médica humana em medicina

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Q1687079 Medicina

Uma paciente de 45 anos de idade, diagnosticada com diabetes tipo 1 desde os 10 anos de idade, há três anos realiza sessões de hemodiálise em intercorrências por causa da insuficiência renal causada pela diabetes. Faz uso regular de insulina. Desde o início da pandemia de Covid-19, tem apresentado episódios de depressão recorrentes e não adere ao tratamento psiquiátrico. Recusa-se a participar das sessões de psicoterapia agendadas pelo nefrologista que faz seu acompanhamento clínico nos últimos três anos.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Ao conversar com a paciente a respeito da possibilidade de alocá-la na lista de transplante de pâncreas, o médico esclarece os critérios para alocação, as possíveis contraindicações e as compatibilidades necessárias entre o doador e o receptor. A paciente, então, questiona se algum familiar poderia ser o doador. O médico relata que, entre os critérios de escolha do doador, estão IMC menor que 30 e ausência de história pessoal de diabetes mellitus e de esplenectomia.

Alternativas
Q1687077 Medicina

Uma paciente de 45 anos de idade, diagnosticada com diabetes tipo 1 desde os 10 anos de idade, há três anos realiza sessões de hemodiálise em intercorrências por causa da insuficiência renal causada pela diabetes. Faz uso regular de insulina. Desde o início da pandemia de Covid-19, tem apresentado episódios de depressão recorrentes e não adere ao tratamento psiquiátrico. Recusa-se a participar das sessões de psicoterapia agendadas pelo nefrologista que faz seu acompanhamento clínico nos últimos três anos.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A paciente do caso mencionado possuiu a principal indicação para realizar transplante de pâncreas: diabetes dependente de insulina.

Alternativas
Q1687065 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente é considerado de alto risco cardiovascular por causa da sua história de infarto há três anos. Isso indica uma condição cardíaca suficientemente grave ou instável que torna a atividade sexual um risco. Esse paciente, portanto, deve ser encaminhado ao cardiologista.

Alternativas
Q1687064 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Entre as opções de tratamento farmacológico, o médico assistente pode optar por sildenafila, avanafila, valdernafila e tadalafina. Antes da prescrição desses medicamentos, deve-se calcular o risco cardiovascular do paciente e, se necessário, encaminhá-lo ao cardiologista.

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Q1687063 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Pode-se afirmar que existem três formas de tratar o paciente: medicamento oral, medicamento injetável e implante de prótese peniana. Esta deve ser considerada como opção de primeira linha para tratar esse paciente.

Alternativas
Q1687062 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para o diagnóstico desse paciente com disfunção erétil, deve-se realizar anamnese geral e analisar o histórico sexual, utilizando instrumentos validados, como o Índice Internacional de Função Erétil (IIFE).

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Q1687061 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Solicitar dosagem de vitamina D, glicemia de jejum e hemoglobina glicada pode contribuir com a elucidação de possíveis causas da disfunção erétil.

Alternativas
Q1687060 Medicina

Um homem de 65 anos de idade, casado, procura atendimento médico com queixa de “impotência”. Relata que a “impotência” sexual começou após o início da pandemia de Covid-19 e que precisou que fazer isolamento social por ser do grupo do risco para a doença. Questionado acerca de comorbidades e hábitos de vida, informa diabetes, depressão e tabagismo. Ele sofreu um infarto há três anos e realizou hernioplastia inguinal há 10 anos. Faz uso contínuo de sertralina e metformina. Ao exame físico, verificaram-se PA = 130 mmHg x 80 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; SatO2 = 95% em ar ambiente; ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar normal; abdome globoso com circunferência abdominal de 118 cm, flácido e indolor; membros inferiores com edema discreto bilateral; pulsos presentes; e panturrilhas sem empastamento. O médico, então, após ouvir o relato do paciente e examiná-lo, conclui tratar-se de um caso de disfunção erétil.


A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Observam-se os seguintes fatores de risco para o desenvolvimento de disfunção erétil: diabetes mellitus, tabagismo, uso de sertralina, hernioplastia inguinal prévia e obesidade.

Alternativas
Q1687040 Medicina

Uma paciente, servidora pública, relata que, há 15 dias, teve contato com filhotes de gato no trabalho dela e está apresentando quadro de febre, rash e linfadenopatia cervical dolorosa. A paciente procura atendimento médico por causa desses sintomas e, após interrogatório médico, percebeu que estava em amenorreia há dois meses.


Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A principal hipótese diagnóstica para esse caso é uma doença que, em 80% a 90% das vezes, apresenta-se de forma assintomática.

Alternativas
Q1687039 Medicina

Uma paciente, servidora pública, relata que, há 15 dias, teve contato com filhotes de gato no trabalho dela e está apresentando quadro de febre, rash e linfadenopatia cervical dolorosa. A paciente procura atendimento médico por causa desses sintomas e, após interrogatório médico, percebeu que estava em amenorreia há dois meses.


Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Deve-se pensar em uma específica doença aguda, cujo período de incubação é de 10 dias a 23 dias e coincide com o período no qual a paciente relata que teve contato com os gatos.

Alternativas
Q1687038 Medicina

Uma paciente, servidora pública, relata que, há 15 dias, teve contato com filhotes de gato no trabalho dela e está apresentando quadro de febre, rash e linfadenopatia cervical dolorosa. A paciente procura atendimento médico por causa desses sintomas e, após interrogatório médico, percebeu que estava em amenorreia há dois meses.


Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O exame inicial (rastreamento) que deve ser solicitado é o teste de avidez para IgG antitoxoplasma.

Alternativas
Q1687018 Medicina

Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Durante o exame físico atual do paciente, espera-se que o sinal de Homans esteja presente durante a manobra de Laségue.

Alternativas
Q1687017 Medicina

Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Esse paciente apresenta um quadro de dor crônica, e o tratamento que se deve realizar é manter medidas fisioterápicas e prescrever anticonvulsivantes como drogas preferenciais.

Alternativas
Q1687015 Medicina

Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O quadro doloroso atual que o paciente apresenta é compatível com dor psicogênica.

Alternativas
Q1687014 Medicina

Um paciente de 40 anos de idade apresenta um quadro de edema e intensa dor em perna esquerda. Ao examiná-lo cuidadosamente, o médico percebe palidez cutânea, quando comparado com a perna direita. É hospitalizado e tratado com heparina e anticoagulante oral durante 10 dias. Demonstra melhora do edema e da palidez cutânea, alternada com áreas de livedo reticularis. No início, além da dor constante do tipo compressão da perna, relatava parestesias e alodinia. Teve alta hospitalar e foi prescrito anticoagulante, via oral, por mais um ano, além da utilização de meias elásticas durante o dia e elevação da perna ao dormir. Atualmente, quatro anos após esse evento, sente dor intermitente na perna esquerda e também no pé esquerdo, em queimação, que piora com o repouso noturno e com resfriamento. Essa dor é associada a disestesias e, esporadicamente, a espasmos mioclônicos. O exame físico do paciente indica PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 82 bpm, FR = 18 ipm e SatO2 em torno de 98% em ar ambiente. Na perna esquerda, verificam-se dermatite ocre até o terço superior da perna, associada a edema duro e escleroatrófico e ausência de pulsos pedioso e tibial posterior.


Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Os achados no exame físico da perna esquerda são compatíveis com achados de síndrome pós-trombótica.

Alternativas
Q1687013 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A paciente pode manter o uso de biperideno, em baixas doses, associado ao propranolol de ação prolongada até que seja alcançada a melhora clínica.

Alternativas
Q1687012 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O tratamento, para esse caso, com melhor chance de sucesso, é o uso de propranolol de ação prolongada.

Alternativas
Q1687011 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para essa paciente, o provável diagnóstico é de tremor essencial.

Alternativas
Q1687010 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena para tentar alcançar a meta do tratamento proposto por seu médico e retornou com resultado de exame de LDL = 90 mg/dL. Nesse caso, a melhor opção é associar ezetimibe ao tratamento.

Alternativas
Q1687009 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena, buscando alcançar a meta de LDL proposta por seu médico, mas queixou-se de muitas dores musculares. A primeira conduta que seu médico deve ter é a de suspender, temporariamente, a sinvastatina e, depois, tentar reintroduzi-la.

Alternativas
Respostas
5161: C
5162: E
5163: E
5164: C
5165: E
5166: C
5167: C
5168: E
5169: C
5170: C
5171: E
5172: E
5173: C
5174: E
5175: C
5176: E
5177: E
5178: C
5179: C
5180: C