Questões de Concurso Comentadas sobre clínica médica humana em medicina

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Q1687013 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A paciente pode manter o uso de biperideno, em baixas doses, associado ao propranolol de ação prolongada até que seja alcançada a melhora clínica.

Alternativas
Q1687012 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O tratamento, para esse caso, com melhor chance de sucesso, é o uso de propranolol de ação prolongada.

Alternativas
Q1687011 Medicina

Idosa de 74 anos de idade comparece à consulta médica em uma unidade básica de saúde por causa de tremor na cabeça. Faz uso regular de captopril em razão de hipertensão arterial sistêmica e, desde o início desse ano, está em uso de levodopa e biperideno. Quando questionada acerca de hábitos de vida, informa que é evangélica, nunca fumou e nem consumiu bebida alcoólica. Conta que agendou uma consulta na rede privada e foi diagnosticada com doença de Parkinson (DP). Relata que fez uso de levodopa, mas, como não houve melhora com esse tratamento, o médico preferiu acrescentar biperideno. Mesmo assim não obteve melhora. Por esse motivo, procurou atendimento na rede pública. Percebe que o tremor piora quando está nervosa e melhora se estiver tranquila. Ao exame físico, observam-se PA = 135 mmHg x 85 mmHg; FC = 85 bpm; FR = 18 irpm; e SatO2 em torno de 95% em ar ambiente. Não apresenta rigidez de nuca, nem bradicinesia, nem alteração na postura. Ao exame neurológico, demonstra presença de tremor na cabeça, tipo SIM-SIM, e um discretíssimo tremor em mãos (postural). O restante do exame neurológico está normal. Apresentou exames laboratoriais normais, quais sejam TC de crânio e ecodoppler de carótidas e vertebrais.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para essa paciente, o provável diagnóstico é de tremor essencial.

Alternativas
Q1687010 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena para tentar alcançar a meta do tratamento proposto por seu médico e retornou com resultado de exame de LDL = 90 mg/dL. Nesse caso, a melhor opção é associar ezetimibe ao tratamento.

Alternativas
Q1687009 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente fez uso de sinvastatina em dose plena, buscando alcançar a meta de LDL proposta por seu médico, mas queixou-se de muitas dores musculares. A primeira conduta que seu médico deve ter é a de suspender, temporariamente, a sinvastatina e, depois, tentar reintroduzi-la.

Alternativas
Q1687008 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para esse caso, a meta terapêutica é atingir LDL abaixo de 100 mg/dL.

Alternativas
Q1687007 Medicina

Homem de 50 anos de idade, assintomático, comparece à consulta médica para exames de rotina. Nega hipertensão arterial e diabetes. Nega tabagismo e uso de medicamentos de forma contínua. Informa que é etilista e ingere em torno de duas garrafas long neck de cerveja por semana. Nega história familiar de relevância. Seu peso é 80 kg e a estatura é 1,60 m, o que leva a um IMC de 31,25 kg/m². Verificam-se PA = 139 mmHg x 96 mmHg; FC = 90 bpm; FR = 18 ipm; e SatO2 em torno de 97% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram hemograma normal; glicemia de jejum = 115 mg/dL; colesterol total = 236 mg/dL; HDL = 30 mg/dL; triglicerídeos = 196 mg/dL; TSH = 3,5; e creatinina = 0,8 mg/dL.


Com relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O paciente é considerado de risco cardiovascular intermediário.

Alternativas
Q1687006 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Quando o paciente retornou após seis anos do diagnóstico de diabetes e apresentando piora clínica, fez-se necessário iniciar a utilização de um segundo medicamento e, nesse caso, uma excelente opção é o uso de insulina.

Alternativas
Q1687005 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A piora clínica apresentada pelo paciente, ao longo dos seis anos de diagnóstico, não era esperada, mas é facilmente explicada por meio da provável dificuldade do paciente em seguir as orientações médicas, principalmente com relação ao tratamento não medicamentoso (dieta e exercícios físicos).


Alternativas
Q1687004 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Não há embasamento científico para justificar a opção de iniciar o tratamento, nesse caso clínico, de forma não medicamentosa. A melhor opção, portanto, seria iniciar o tratamento de forma medicamentosa, e uma das melhores drogas indicadas naquele momento seria a glibenclamida.

Alternativas
Q1687003 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Para esse paciente (por não apresentar complicações crônicas e ter risco baixo para hipoglicemias), pode-se estabelecer, como meta terapêutica, uma HbA1c = 7%.

Alternativas
Q1687002 Medicina

Um paciente de 55 anos de idade agenda consulta médica, queixando-se de emagrecimento. Seu peso atual é 90 kg e sua estatura é 1,70 m (IMC = 31,1 kg/m²). Além da perda de peso, nota muita sede. Ao exame físico constatam-se PA = 150 mmHg x 95 mmHg, FR = 16 ipm, SatO2 em torno de 96%. Nos membros inferiores, observam-se pulsos palpáveis, cacifo negativo, e o fundo de olho está normal. Exames laboratoriais apresentam glicemia em jejum = 230 mg/dL; HbA1c = 7,5%; creatinina = 0,7 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL; colesterol total = 270 mg/dL; e LDL = 240 mg/dL. O médico que realiza o atendimento opta por um tratamento inicial não medicamentoso e, após 90 dias, o paciente retorna com exame de HbA1c = 8%. O médico assistente decide, então, iniciar o tratamento medicamentoso com metformina, além de manter o tratamento não medicamentoso (dieta e exercício físico). O paciente evolui com melhora do lipidograma, perde peso e alcança a meta terapêutica estipulada. Durante seis anos, usa continuamente a metformina e faz acompanhamento médico regular. Porém, no final do sexto ano de tratamento, retornou com os seguintes resultados: glicemia de jejum = 250 mg/dL e HbA1c = 8,8%. Nesse momento, seu médico assistente teve que aumentar a dose da metformina para a posologia máxima permitida.


Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Pode-se afirmar que esse paciente tem diagnóstico de diabetes tipo 2, obesidade e possivelmente hipertensão arterial sistêmica (HAS).

Alternativas
Q1686796 Medicina

Um paciente de 66 anos de idade iniciou com quadro de dor súbita periumbilical de forte intensidade, irradiada para todo o abdome superior, de início há aproximadamente duas horas. Passou, então, a apresentar vômitos e febrícula. Durante exame físico, perceberam-se taquicardia sinusal (FC = 125 bpm), SatO2 = 100% em ar ambiente, PA = 130 mmHg x 90 mmHg e FR = 20 irpm. O abdome encontra-se globoso e distendido, com pouca dor à palpação difusa e sem sinais de irritação peritoneal. O paciente refere ser tabagista ativo, cerca de 100 anos-maço, e ter passado de fibrilação atrial paroxística. A angiotomografia computadorizada de abdome total confirmou isquemia mesentérica da mesentérica superior.


Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


O tronco celíaco é um vaso curto e calibroso, que se situa ao nível da décima segunda vértebra torácica e primeira lombar. Divide-se em três ramos: artéria gástrica esquerda, artéria hepática comum e artéria esplênica.

Alternativas
Q1686795 Medicina

Uma paciente de 60 anos de idade, que nunca fumou, compareceu a consulta por causa de dor torácica atípica para angina. Em exames de imagem do tórax, identificaram-se lesão nodular com densidade de partes moles em topografia de lobo médio, além de linfonodos aumentados peri-hilar à direita, paratraqueal à direita e subcarinal. A paciente foi submetida à biópsia dos linfonodos mediastinais por mediastinoscopia cervical, com evidência de neoplasia maligna nos linfonodos analisados. As tomografias de crânio e de abdome não evidenciaram leões metastáticas.


Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


No momento, a paciente tem indicação de quimioterapia neoadjuvante.

Alternativas
Q1686794 Medicina

Uma paciente de 60 anos de idade, que nunca fumou, compareceu a consulta por causa de dor torácica atípica para angina. Em exames de imagem do tórax, identificaram-se lesão nodular com densidade de partes moles em topografia de lobo médio, além de linfonodos aumentados peri-hilar à direita, paratraqueal à direita e subcarinal. A paciente foi submetida à biópsia dos linfonodos mediastinais por mediastinoscopia cervical, com evidência de neoplasia maligna nos linfonodos analisados. As tomografias de crânio e de abdome não evidenciaram leões metastáticas.


Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A paciente tem indicação de estudo de painel genético do tumor para avaliar a indicação de imunoterapia.

Alternativas
Q1686793 Medicina

Uma paciente de 60 anos de idade, que nunca fumou, compareceu a consulta por causa de dor torácica atípica para angina. Em exames de imagem do tórax, identificaram-se lesão nodular com densidade de partes moles em topografia de lobo médio, além de linfonodos aumentados peri-hilar à direita, paratraqueal à direita e subcarinal. A paciente foi submetida à biópsia dos linfonodos mediastinais por mediastinoscopia cervical, com evidência de neoplasia maligna nos linfonodos analisados. As tomografias de crânio e de abdome não evidenciaram leões metastáticas.


Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Neoplasia pulmonar tipo pequenas células é o tipo histológico de melhor prognóstico.

Alternativas
Q1686792 Medicina

Uma paciente de 60 anos de idade, que nunca fumou, compareceu a consulta por causa de dor torácica atípica para angina. Em exames de imagem do tórax, identificaram-se lesão nodular com densidade de partes moles em topografia de lobo médio, além de linfonodos aumentados peri-hilar à direita, paratraqueal à direita e subcarinal. A paciente foi submetida à biópsia dos linfonodos mediastinais por mediastinoscopia cervical, com evidência de neoplasia maligna nos linfonodos analisados. As tomografias de crânio e de abdome não evidenciaram leões metastáticas.


Em relação a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Adenocarcinoma de pulmão é um diagnóstico possível tendo em vista a paciente ser não fumante.

Alternativas
Q1686768 Medicina

Um paciente de 17 anos de idade apresenta dor periumbilical, de início há 24 horas, que, nas últimas oito horas, passou a localizar-se na fossa ilíaca direita. Revela quadro de inapetência e de febrículas. Nega disúria, polaciúria ou hematúria. Durante exame físico, constataram-se TAx = 37,7 ºC, SatO2 = 99% em ar ambiente, FC = 80 bpm e dor à palpação da fossa ilíaca direita, com dor súbita à descompressão. Exames laboratoriais mostraram discreta leucocitose, sem formas jovens. Ultrassonografia total de abdome evidenciou apêndice cecal com paredes espessadas, tamanho aumentado e não compressível. O paciente é previamente hígido, atleta, maratonista e ciclista de grandes distâncias. Além disso, negava uso contínuo de medicações, negava alergias e nunca tinha realizado cirurgias prévias.


Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Tricotomia pré-operatória, 24 horas antecedentes à cirurgia, deve ser realizada.

Alternativas
Q1686767 Medicina

Um paciente de 17 anos de idade apresenta dor periumbilical, de início há 24 horas, que, nas últimas oito horas, passou a localizar-se na fossa ilíaca direita. Revela quadro de inapetência e de febrículas. Nega disúria, polaciúria ou hematúria. Durante exame físico, constataram-se TAx = 37,7 ºC, SatO2 = 99% em ar ambiente, FC = 80 bpm e dor à palpação da fossa ilíaca direita, com dor súbita à descompressão. Exames laboratoriais mostraram discreta leucocitose, sem formas jovens. Ultrassonografia total de abdome evidenciou apêndice cecal com paredes espessadas, tamanho aumentado e não compressível. O paciente é previamente hígido, atleta, maratonista e ciclista de grandes distâncias. Além disso, negava uso contínuo de medicações, negava alergias e nunca tinha realizado cirurgias prévias.


Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


Infecção de ferida operatória é uma complicação possível no pós-operatório desse paciente.

Alternativas
Q1686766 Medicina

Um paciente de 17 anos de idade apresenta dor periumbilical, de início há 24 horas, que, nas últimas oito horas, passou a localizar-se na fossa ilíaca direita. Revela quadro de inapetência e de febrículas. Nega disúria, polaciúria ou hematúria. Durante exame físico, constataram-se TAx = 37,7 ºC, SatO2 = 99% em ar ambiente, FC = 80 bpm e dor à palpação da fossa ilíaca direita, com dor súbita à descompressão. Exames laboratoriais mostraram discreta leucocitose, sem formas jovens. Ultrassonografia total de abdome evidenciou apêndice cecal com paredes espessadas, tamanho aumentado e não compressível. O paciente é previamente hígido, atleta, maratonista e ciclista de grandes distâncias. Além disso, negava uso contínuo de medicações, negava alergias e nunca tinha realizado cirurgias prévias.


Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.


A avaliação cardiológica desse paciente, de acordo com a New York Heart Association, permite classificá-lo em NYHA III.

Alternativas
Respostas
3101: E
3102: E
3103: C
3104: C
3105: C
3106: E
3107: E
3108: E
3109: E
3110: E
3111: C
3112: C
3113: C
3114: C
3115: C
3116: E
3117: C
3118: E
3119: C
3120: E