Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q4424827 Medicina
Um homem de 70 anos, com história de hipertensão arterial e infarto prévio, procura a Unidade de Saúde da Família com queixa de dispneia aos esforços, ortopneia e edema em membros inferiores há algumas semanas. Ao exame físico, apresenta turgência jugular, estertores crepitantes em bases pulmonares e edema de membros inferiores. Considerando o manejo do caso na Atenção Primária à Saúde, é correto afirmar que a conduta adequada é:
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Q4424606 Medicina
Homem de 64 anos, diabético, com síndrome coronariana crônica, mantém angina aos esforços habituais, CCS III, apesar de tratamento clínico na máxima dose tolerada com betabloqueador e bloqueador de canal de cálcio, além de terapia adequada para prevenção secundária. PA 108 × 68 mmHg e FC 56 bpm, limitando maior titulação dos antianginosos. FEVE 57%. Não apresenta insuficiência cardíaca. Cinecoronariografia demonstra lesões de 80% em DA proximal, 75% em circunflexa e 80% em coronária direita, com anatomia passível tanto de intervenção percutânea quanto cirúrgica. Não há lesão de tronco de coronária esquerda. SYNTAX score = 28. Risco cirúrgico baixo. Considerando que a indicação de revascularização foi estabelecida pela persistência de sintomas limitantes apesar do tratamento clínico tolerado, qual é a estratégia mais adequada? 
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Q4424605 Medicina
Mulher de 62 anos, com história de febre reumática na juventude, apresenta fibrilação atrial persistente documentada em ECG. Ao ecocardiograma, observa-se estenose mitral reumática moderada, aumento importante do átrio esquerdo e FEVE de 58%. Não apresenta insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, diabetes mellitus, doença vascular ou antecedente de AVC/AIT. Tem 62 anos e função renal preservada. Considerando o risco tromboembólico e a cardiopatia de base, qual é a melhor estratégia antitrombótica? 
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Q4424604 Medicina
Homem de 65 anos com DAC obstrutiva conhecida e FEVE 58% permanece com angina CCS II–III apesar de metoprolol succinato 200 mg/dia e anlodipino 10 mg/dia. Faz prevenção secundária adequada. PA 102/64 mmHg, FC 54 bpm. Nega sinais de congestão. ECG apresenta ritmo sinusal, QTc 418 ms. Função renal e hepática são normais. Qual é a melhor opção para escalonamento farmacológico dos sintomas?
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Q4424603 Medicina
Mulher de 67 anos apresenta primeiro episódio documentado de fibrilação atrial paroxística. É hipertensa, sem diabetes, insuficiência cardíaca, AVC/AIT ou doença vascular conhecida. Ecocardiograma mostra FEVE 64% e ausência de valvopatia relevante. Função renal normal. Não possui antecedente de sangramento. Segundo a Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial – 2025, qual estratégia é mais adequada? 
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Q4424602 Medicina
Mulher de 67 anos, IMC 36 kg/m², hipertensa e com ICFEp, apresenta NYHA II–III apesar de controle da PA e uso de diurético conforme congestão. FEVE 58%, eTFG 62 mL/min/1,73 m². Refere importante limitação funcional relacionada à dispneia e ao excesso ponderal. Não possui contraindicação às terapias propostas. Qual estratégia mais se aproxima das recomendações de 2025 para esse fenótipo? 
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Q4424601 Medicina
Mulher de 51 anos, sem doença cardiovascular manifesta, pratica atividade física regularmente, não fuma e apresenta PA controlada. Seu risco cardiovascular calculado inicialmente é intermediário. O pai sofreu IAM aos 46 anos e um irmão foi revascularizado aos 49 anos. LDL-c 112 mg/dL, HDL-c 54 mg/dL, TG 118 mg/dL. Lp(a) foi medida por causa da história familiar e resultou em 168 nmol/L. Qual interpretação é mais adequada? 
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Q4424600 Medicina
Homem de 63 anos teve IAM com angioplastia há três anos e, apesar de uso regular de atorvastatina 80 mg/dia, sofreu AVC isquêmico aterotrombótico há oito meses. Atualmente utiliza atorvastatina 80 mg associada a ezetimiba 10 mg/dia. LDL-c atual é 58 mg/dL, tendo sido 142 mg/dL antes do tratamento. Não refere eventos adversos medicamentosos. Segundo a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025, qual é a interpretação e estratégia mais apropriada? 
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Q4424599 Medicina
Mulher de 58 anos, hipertensa e dislipidêmica, procura a emergência por episódio de dor retroesternal em aperto durante caminhada, com duração de 20 minutos. Não possui DAC conhecida. ECGs seriados não mostram alterações isquêmicas. Troponinas ultrassensíveis pelo protocolo institucional de 0/2 h permanecem abaixo dos pontos de corte, sem delta significativo. A paciente permanece estável, mas sua avaliação clínica a coloca em risco intermediário, não preenchendo critérios para alta imediata. Creatinina 0,8 mg/dL, FC 62 bpm, ritmo sinusal e ausência de alergia a contraste. Qual é a estratégia diagnóstica mais apropriada? 
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Q4424598 Medicina
Homem de 54 anos, hipertenso e tabagista, procura a emergência por dor retroesternal opressiva irradiada para o membro superior esquerdo, associada a sudorese. Os sintomas começaram 45 minutos antes da chegada. ECG realizado 7 minutos após admissão mostra ritmo sinusal, sem supradesnivelamento ou infradesnivelamento significativo do segmento ST. A primeira troponina cardíaca ultrassensível encontra-se abaixo do percentil 99. O paciente está hemodinamicamente estável e apresenta melhora parcial da dor. Considerando a Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência – 2025, qual é a estratégia mais apropriada? 
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Q4424597 Medicina
Homem de 68 anos tem HAS, DAC, ICFEr com FEVE 32% e fibrilação atrial permanente. Utiliza sacubitril/valsartana, carvedilol, espironolactona, dapagliflozina e furosemida. Ao exame físico, PA 158 × 92 mmHg, FC 62 bpm, K 4,8 mEq/L e função renal em laboratório complementar normal, com bom nível de estabilidade. Uma vez confirmada HAS descontrolada, qual opção é mais adequada para intensificar o controle pressórico? 
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Q4424596 Medicina
Homem de 67 anos, hipertenso há 15 anos, diabético, portador de doença renal crônica estágio 3a e gota, comparece para reavaliação por controle pressórico inadequado. Refere duas crises de artrite gotosa no último ano e edema maleolar progressivo ao final do dia. Nega dispneia, ortopneia ou dor torácica. Está em uso de enalapril 20 mg 2x/dia, anlodipino 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia. Relata boa adesão. MRPAapresenta média de 148 × 88 mmHg. Ao exame: PA152 × 90 mmHg, FC 68 bpm, edema maleolar bilateral +/4+, sem turgência jugular ou estertores. Ecocardiograma mostra FEVE 62% e hipertrofia ventricular esquerda concêntrica. Exames laboratoriais: Creatinina: 1,6 mg/dL; TFGe: 48 mL/min/1,73 m²; K: 5,0 mEq/L; Ácido úrico: 9,6 mg/dL; Relação albumina/creatinina urinária: 420 mg/g. Considerando o controle inadequado da PA, as comorbidades, a lesão de órgão-alvo e os potenciais efeitos adversos do tratamento atual, qual é a estratégia farmacológica mais apropriada? 
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Q4424594 Medicina
Homem de 59 anos, hipertenso, interrompeu os anti-hipertensivos há uma semana. Durante avaliação em pronto atendimento por ansiedade e cefaleia leve, apresenta PA 194 × 116 mmHg. Está lúcido, sem déficit neurológico, dor torácica, dispneia ou alteração visual. Fundoscopia sem papiledema, ECG sem sinais de isquemia aguda, creatinina semelhante ao basal e troponina negativa. Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, qual é a conduta mais adequada? 
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Q4424592 Medicina
Mulher de 52 anos, assintomática, sem uso de anti-hipertensivos, apresenta PAde 136 × 84 mmHg em consulta de rotina. É diabética, dislipidêmica e apresenta espessura relativa 0,44 e índice de massa em 123 ao ecocardiograma. Em duas consultas subsequentes, foram obtidos valores de 134 × 82 mmHg e 138 × 86 mmHg, com técnica adequada. Diante da discrepância entre os valores pressóricos de consultório e seu elevado risco cardiovascular, foi realizada MAPA, cuja média de 24 horas foi 134 × 82 mmHg, com valores elevados também durante o período de vigília. De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, qual é a interpretação mais adequada? 
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Q4423451 Medicina

Paciente, sexo masculino, 58 anos, portador de miocardiopatia dilatada não isquêmica diagnosticada há três anos, apresenta, atualmente, dispneia aos pequenos esforços apesar de tratamento farmacológico otimizado. Faz uso de sacubitril, valsartana, carvedilol, espironolactona e dapagliflozina nas maiores doses toleradas. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 106 × 68 mmHg, frequência cardíaca de 64 bpm, discreta turgência jugular, sem edema periférico importante. Exames complementares com ecocardiograma mostra ventrículo esquerdo dilatado, fração de ejeção de 28% e insuficiência mitral funcional discreta. O eletrocardiograma está demonstrado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Considerando a estratégia com maior potencial de melhora dos sintomas e do prognóstico, a conduta adequada é

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Q4423443 Medicina

Paciente de 57 anos, sexo masculino, sem doença cardiovascular conhecida, apresenta medidas repetidas de pressão arterial no consultório entre 158 × 96 e 162 × 98 mmHg. MAPA confirma hipertensão sustentada. Apresenta obesidade grau 1, LDL-colesterol de 162 mg/dL e função renal normal. Após orientação sobre mudanças do estilo de vida, decide-se iniciar tratamento farmacológico.


Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a estratégia é

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Q4423313 Medicina
Um homem de 58 anos chega ao pronto atendimento com dor retroesternal em aperto há 40 minutos, irradiada para o membro superior esquerdo, e o eletrocardiograma de 12 derivações deve ser registrado em até 10 minutos após a chegada. Ao posicionar os eletrodos precordiais, o técnico de enfermagem precisa evitar deslocamentos que modificam a morfologia das ondas e podem simular ou encobrir alterações isquêmicas. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE esse posicionamento.
Alternativas
Q4421231 Medicina
Um homem de 58 anos, tabagista e diabético, chega ao pronto-socorro com dor retroesternal em queimação iniciada há 2 horas. O ECG de 12 derivações realizado na admissão é normal.
Qual a conduta mais adequada neste momento?
Alternativas
Q4421228 Medicina
Homem de 68 anos, com histórico de cardiopatia isquêmica, é admitido na Unidade de Emergência com quadro de dor precordial há três horas, que evoluiu com dispneia e sudorese fria. Ao exame físico: PA82/54 mmHg, FC 112 BPM, FR 28 IRPM, SatO 86% em ar 2 ambiente. Apresenta estertores crepitantes nos dois terços inferiores de ambos os pulmões e tempo de enchimento capilar de 6 segundos. O ECG revela supra-desnivelamento do segmento STde V1 a V6. Qual a conduta farmacológica inicial mais adequada para estabilização hemodinâmica?
Alternativas
Q4418624 Medicina
Homem, 58 anos, hipertenso e tabagista, é atendido em Unidade Básica de Saúde de município do interior com dor torácica opressiva iniciada há 1 hora e 30 minutos, irradiando para o membro superior esquerdo e associada a sudorese. Eletrocardiograma realizado na unidade mostra supradesnivelamento do segmento ST em parede anterior, sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Não há contraindicações a fibrinolíticos. O tempo estimado entre o diagnóstico eletrocardiográfico e a efetiva abertura do vaso (ICP primária) é de 2 horas, considerando os tempos de transporte e de realização do procedimento, sem possibilidade de reduzir esse intervalo. Considerando o quadro clínico, o tempo de evolução e o tempo estimado até a reperfusão mecânica, assinale a alternativa que apresenta a estratégia de reperfusão mais adequada:
Alternativas
Respostas
161: A
162: E
163: A
164: C
165: C
166: E
167: D
168: A
169: D
170: B
171: A
172: B
173: C
174: E
175: B
176: C
177: A
178: B
179: D
180: X