Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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O propranolol, carvedilol e nebivolol são fármacos utilizados, pertencentes ao grupo dos:
Legenda: Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA); Bloqueadores do receptor da angiotensina II (BRA); Bloqueadores do canal de cálcio (BCC);
I - Deve-se administrar inibidores da ECA a pacientes com doença renal crônica ou diabetes porque esses fármacos também podem proteger os rins.
II - Deve-se administrar BCC em meninas que menstruam se há risco de gestação porque os inibidores da ECA e BRA têm efeitos significativos sobre o feto.
III - BCC também não têm efeito significativo sobre o perfil químico do sangue.
IV - Os diuréticos tiazídicos foram utilizados como tratamento inicial, mas, geralmente, a ingestão de sal em adolescentes é tão alta que raramente são eficazes.
Assinale a alternativa correta:
Diante do exposto, assinale a alternativa que corresponde ao diagnostico mais provável e conduta mais assertiva.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Quando a circulação espontânea voltou, o paciente continuava inconsciente, e foram verificados PA = 70 mmHg x 45 mmHg e FC = 165 bpm. Realizou-se então ou ECG de 12 derivações, conforme apresentado a seguir.

Nesse momento, deve-se proceder com
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, com diagnósticos prévios de diabetes, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e gota, há mais de 10 anos sem acompanhamento médico e sem medicação, recebeu a visita da filha que mora em outro estado, que, preocupada com o pai, agendou consulta em uma clínica médica. O médico que o avaliou, tendo em vista o tempo sem acompanhamento, solicitou exames laboratoriais para avaliação do paciente para, a partir daí, instituir conduta. O paciente apresentava índice de massa corporal (IMC) de 31 kg/m². O resultado do ecocardiograma do paciente evidenciou fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35% e insuficiência aórtica moderada, MAPA com valor pressórico médio = 162 mmHg x 102 mmHg, glicemia em jejum = 130 mg/dL, hemoglobina glicada = 7%, colesterol total = 244 mg/dL, triglicerídeos = 69 mg/dl, HDL = 76 mg/dL e LDL = 154 mg/dL.