Quando a circulação espontânea voltou, o paciente continuav...
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Quando a circulação espontânea voltou, o paciente continuava inconsciente, e foram verificados PA = 70 mmHg x 45 mmHg e FC = 165 bpm. Realizou-se então ou ECG de 12 derivações, conforme apresentado a seguir.

Nesse momento, deve-se proceder com