Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Assinale a opção que indica o anti-hipertensivo indicado para esses casos, de primeira escolha.
Nesse momento, a melhor conduta é
Analise o eletrocardiograma a seguir.

Este exame foi apresentado por uma paciente de 72 anos, com quadro de hipotensão postural nos dias quentes.
Qual o diagnóstico eletrocardiográfico?
Leia o caso a seguir.
Um paciente chega ao pronto-socorro apresentando súbita dispneia, dor torácica aguda que irradia para pescoço e mandíbula, taquicardia, dor epigástrica e náuseas sem vômitos. Ele relatou ter passado recentemente por uma cirurgia e imóvel permanente por um período prolongado. Os exames revelaram uma frequência cardíaca elevada, eletrocardiograma com supra do seguimento ST de 1,5mm em duas derivações consecutivas, saturação de oxigênio reduzida e uma tomografia computadorizada pulmonar sem sinais de trombo em nenhum vaso sanguíneo pulmonar.
Com base nesse caso clínico, qual é o diagnóstico mais provável para o paciente?
Leia o caso a seguir.
Um paciente de 44 anos, sexo masculino, negro, com IMC > 27kg/m², capacidade abdominal de 107 cm procura a unidade básica de saúde para consulta de rotina. Nega queixas e é tabagista e sedentário. O médico verifica a pressão arterial na técnica adequada e, nas três medições realizadas a PA é de 138 x 85 mmHg.
Diante desse quadro a conduta é adequada
I - Os fatores ambientais comuns incluem doença materna (p. ex., diabetes, rubeola, lúpus eritematoso sistêmico) ou ingestão materna de agentes teratogênicos (p. ex., lítio, isotretinoína, anticonvulsivantes).
II - A idade materna é um fator de risco conhecido para certas doenças genéticas, sobretudo síndrome de Down, que podem incluir cardiopatias. Não está claro se a idade materna é um fator de risco independente para cardiopatias congênitas.
III - Certas anormalidades cromossômicas numéricas (aneuploidias), como a trissomia do 21 (síndrome de Down), trissomia do 18, trissomia do 13 e monossomia do X (síndrome de Turner) estão fortemente associadas a cardiopatias congênitas. No entanto, essas anomalias representam apenas de 5 a 6% dos pacientes com cardiopatias congênitas.
IV - Muitos outros casos envolvem deleções subcromossômicas (microdeleções), duplicações subcromossômicas ou mutações em um único gene. Muitas vezes, essas mutações causam síndromes congênitas que afetam vários órgãos além do coração.
I - As radiografias mostram a forma e o tamanho do coração e o contorno dos grandes vasos sanguíneos nos pulmões e no tórax. O formato ou tamanho anormal do coração e anomalias, como depósitos de cálcio nos vasos sanguíneos, são facilmente observados.
II - Uma radiografia torácica também pode detectar informações sobre o quadro clínico dos pulmões, particularmente se os vasos sanguíneos nos pulmões estiverem anormais e se houver líquido no interior ou em torno dos pulmões.
III - A aparência dos vasos sanguíneos nos pulmões é muitas vezes mais útil para estabelecer um diagnóstico do que a aparência do próprio coração. Por exemplo, o alargamento das artérias pulmonares (as artérias que levam sangue do coração para os pulmões) e o estreitamento das artérias dentro do tecido pulmonar sugerem hipertensão nas artérias pulmonares, o que pode levar ao espessamento do músculo do ventrículo direito (a câmara cardíaca inferior que bombeia o sangue para os pulmões através das artérias pulmonares).
I. Oxigenioterapia (2 a 4L/min) em pacientes com risco intermediário e alto, na presença de Saturação de O2 < 90% e/ou sinais clínicos de desconforto respiratório.
II. Controle glicêmico com protocolos de utilização de insulina intermitente; deve ser considerado em pacientes com níveis glicêmicos > 180 mg/dL, com cautela, para evitar episódios de hipoglicemia.
III. Administrar betabloqueadores via oral nas primeiras 24h em pacientes sem contraindicações como sinais de insuficiência cardíaca, sinais de baixo débito e risco aumentado de choque cardiogênico.
De acordo com as recomendações das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre o Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST, está correto o que se afirma em
A Fibrilação Atrial (FA) é a principal fonte emboligênica de origem cardíaca de que se tem conhecimento, representando cerca de 45% dos casos quando comparada com outras cardiopatias, como infarto do miocárdio, aneurismas ventriculares e doenças valvares. Em alguns cenários existe a indicação da reversão desta arritmia com a cardioversão elétrica.
(II Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial – 2016.)
De acordo com as orientações da normativa citada, em pacientes estáveis, o tempo mínimo de anticoagulação com varfarina para que se possa realizar a cardioversão elétrica com segurança é: