Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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A descrição do texto refere-se à:
Assinale a alternativa CORRETA:
A respeito das principais cardiopatias congênitas acianóticas, assinale:
1. Comunicação interatrial (CIA).
2. Comunicação interventricular (CIV).
3. Persistência do canal arterial (PCA).
4. Defeito no septo atrioventricular (DSVA).
( ) Provoca uma comunicação inadequada entre o átrio e o ventrículo, dificultando a função cardíaca.
( ) Há um defeito entre as paredes dos ventrículos, provocando uma comunicação inadequada destas câmaras e a mistura de sangue oxigenado e não oxigenado.
( ) Ocorre uma comunicação anormal entre os átrios cardíacos, que são as câmaras mais superiores.
( ) Existe naturalmente no feto para ligar o ventrículo direito do coração à aorta, para que o sangue siga em direção à placenta e receba oxigênio, mas deve se fechar logo após o nascimento. A sua persistência pode provocar dificuldades na oxigenação do sangue do recém-nascido.
A sequência CORRETA é:
Sobre as cardiopatias congênitas, é correto, afirmar que, EXCETO:
Leia o caso a seguir.
Um paciente de 56 anos de idade desenvolve dor torácica opressiva aguda durante a relação sexual. Associado a esse quadro, apresenta náuseas e vômitos com mais de 30 minutos de duração. Apresenta como comorbidades hipertensão arterial sistêmica e disfunção erétil, para as quais faz uso de Ramipril 5mg/dia e um inibidor da 5-fosfodiesterase antes das relações sexuais. No exame físico: paciente em GEG, com fácies de dor, corado, extremidades frias, sudoréico, acianótico, afebril e hidratado. ACV: RCR 2T BNF s/sopros, com TEC> 5s, PA= 80 x 50 mmHg, FC= 98 bpm. Foi realizado eletrocardiograma na emergência

Qual a conduta a ser tomada nesse contexto?
Leia o caso a seguir.
Um homem, 69 anos, em tratamento irregular para hipertensão, procura a emergência com quadro de dispneia e edema de membros inferiores (MMII) que vem progredindo na última semana. Ao ser atendido, encontra-se com FR 30 irpm, FC 90 bpm, PA 190 × 110 mmHg, está orientado, mas verbalizando com dificuldade, reflexo hepatojugular positivo a 45 graus e edema de MMII (3+/4+). Ausculta pulmonar com crepitações em 2/3 inferiores de ambos hemitoraces, ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular, em 2T com desdobramento de B2. Pulsos palpáveis e simétricos. Nega dor precordial. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal e sem achados patológicos.
Exames laboratoriais séricos mostram função renal normal, enzimas cardíacas negativas. Saturação de oxigênio 89% em ar ambiente.
No controle do quadro agudo, são medidas eficazes:
Leia o caso a seguir.
Paciente gestante de 26 semanas, hipertensa prévia, realizava tratamento irregular da pressão. Encaminhada ao cardiologista, foi atendida com hipertensão arterial PA 170 x 100 mmHg.
A droga escolhida pelo cardiologista, devido ao estado
gravídico, foi:
Um paciente do sexo masculino de 76 anos de idade que fuma um maço de cigarros havia 20 anos, procurou o pronto-socorro com quadro de dispneia, dor torácica e hemoptise iniciadas havia duas horas. Ele negou ter tido febre. Informou ter sido submetido à colecistectomia por videolaparoscopia havia uma semana, sem intercorrências no período pós-operatório imediato, e ter recebido alta hospitalar no dia seguinte a cirurgia.
Ao exame físico, encontrava-se em bom estado geral, normocorado, hidratado e afebril. Sua pressão arterial era igual a 120 mmHg × 80 mmHg e a frequência cardíaca igual a 110 bpm, à ausculta cardíaca não houve alterações, ao exame do aparelho respiratório não houve alterações e a aturação periférica de oxigênio estava em 95% (em repouso e ar ambiente); extremidades com edema isolado em membro inferior direito.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir.
Na presença de sinais de sobrecarga de ventrículo direito ao
ecocardiograma e de elevação da troponina, a realização de
trombólise química está indicada.
Uma paciente de 29 anos de idade, assintomática, compareceu ao ambulatório para consulta de rotina. Ela relatou histórico de cardite reumática aos oito anos de idade e negou outros problemas de saúde. Ao exame físico apresentava FC de 68 bpm, PA de 110 mmHg x 60 mmHg, com bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos com sopro holossistólico, grau ++++/6+ no 5o espaço intercostal à esquerda, irradiando para axila esquerda. Não foram detectadas outras anormalidades significativas. O resultado do ECG é apresentado a seguir.

Enquanto aguardava a consulta de retorno, a paciente precisou ir à emergência devido a palpitações. Ela relatou que as palpitações haviam iniciado quatro dias antes e eram acompanhadas de cansaço aos grandes esforços. Ela estava hemodinamicamente normal e não havia mudanças significativas do exame físico prévio. Segue o resultado do ECG realizado no pronto-socorro, figura I, e a ampliação da última linha do ECG, na figura II.

figura I

figura II
A respeito do caso clínico precedente, julgue o item subsecutivo.
Recomenda-se o uso de amiodarona no momento do
atendimento no pronto-socorro.
Uma paciente de 29 anos de idade, assintomática, compareceu ao ambulatório para consulta de rotina. Ela relatou histórico de cardite reumática aos oito anos de idade e negou outros problemas de saúde. Ao exame físico apresentava FC de 68 bpm, PA de 110 mmHg x 60 mmHg, com bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos com sopro holossistólico, grau ++++/6+ no 5o espaço intercostal à esquerda, irradiando para axila esquerda. Não foram detectadas outras anormalidades significativas. O resultado do ECG é apresentado a seguir.

Enquanto aguardava a consulta de retorno, a paciente precisou ir à emergência devido a palpitações. Ela relatou que as palpitações haviam iniciado quatro dias antes e eram acompanhadas de cansaço aos grandes esforços. Ela estava hemodinamicamente normal e não havia mudanças significativas do exame físico prévio. Segue o resultado do ECG realizado no pronto-socorro, figura I, e a ampliação da última linha do ECG, na figura II.

figura I

figura II
A respeito do caso clínico precedente, julgue o item subsecutivo.
A dilatação atrial foi o provável mecanismo para
o surgimento da arritmia que levou a paciente à emergência.
Uma paciente de 29 anos de idade, assintomática, compareceu ao ambulatório para consulta de rotina. Ela relatou histórico de cardite reumática aos oito anos de idade e negou outros problemas de saúde. Ao exame físico apresentava FC de 68 bpm, PA de 110 mmHg x 60 mmHg, com bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos com sopro holossistólico, grau ++++/6+ no 5o espaço intercostal à esquerda, irradiando para axila esquerda. Não foram detectadas outras anormalidades significativas. O resultado do ECG é apresentado a seguir.

Enquanto aguardava a consulta de retorno, a paciente precisou ir à emergência devido a palpitações. Ela relatou que as palpitações haviam iniciado quatro dias antes e eram acompanhadas de cansaço aos grandes esforços. Ela estava hemodinamicamente normal e não havia mudanças significativas do exame físico prévio. Segue o resultado do ECG realizado no pronto-socorro, figura I, e a ampliação da última linha do ECG, na figura II.

figura I

figura II
A respeito do caso clínico precedente, julgue o item subsecutivo.
Na consulta ambulatorial, o ecocardiograma com doppler
colorido está indicado para a confirmação diagnóstica e o
estabelecimento da conduta apropriada.
Uma paciente de 29 anos de idade, assintomática, compareceu ao ambulatório para consulta de rotina. Ela relatou histórico de cardite reumática aos oito anos de idade e negou outros problemas de saúde. Ao exame físico apresentava FC de 68 bpm, PA de 110 mmHg x 60 mmHg, com bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos com sopro holossistólico, grau ++++/6+ no 5o espaço intercostal à esquerda, irradiando para axila esquerda. Não foram detectadas outras anormalidades significativas. O resultado do ECG é apresentado a seguir.

Enquanto aguardava a consulta de retorno, a paciente precisou ir à emergência devido a palpitações. Ela relatou que as palpitações haviam iniciado quatro dias antes e eram acompanhadas de cansaço aos grandes esforços. Ela estava hemodinamicamente normal e não havia mudanças significativas do exame físico prévio. Segue o resultado do ECG realizado no pronto-socorro, figura I, e a ampliação da última linha do ECG, na figura II.

figura I

figura II
A respeito do caso clínico precedente, julgue o item subsecutivo.
Trata-se de um caso de insuficiência valvar mitral.
Um paciente previamente hígido de 42 anos de idade compareceu ao pronto-socorro com queixa de vertigem incapacitante associada a náuseas havia dois dias. Apresentava-se hemodinamicamente normal e observou-se um nistagmo horizontal unidirecional, com piora dos sintomas aos movimentos da cabeça. Não foram observadas ou relatadas outras anormalidades significativas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item seguinte.
O quadro clínico é indicativo de uma causa periférica.
Um paciente de 69 anos de idade com histórico de hipertensão e hiperlipidemia foi atendido no pronto-socorro queixando-se de precordialgia ao repouso havia uma hora, associada a náuseas e sudorese. A dor era opressiva, subesternal e com irradiação para ambos os ombros. Ele percebeu que a dor melhorava parcialmentte ao decúbito lateral esquerdo. Ao exame físico, apresentava-se hemodinamicamente normal e sem anormalidades significativas. O ECG realizado na admissão é apresentado a seguir.

Considerando esse caso clínico, a imagem apresentada e aspectos a eles relacionados, julgue o item que se segue.
O quadro atual deve-se ao desequilíbrio entre a oferta e a
demanda de oxigênio pelo miocárdio, não tendo relação
direta com aterotrombose coronariana.
Um paciente de 69 anos de idade com histórico de hipertensão e hiperlipidemia foi atendido no pronto-socorro queixando-se de precordialgia ao repouso havia uma hora, associada a náuseas e sudorese. A dor era opressiva, subesternal e com irradiação para ambos os ombros. Ele percebeu que a dor melhorava parcialmentte ao decúbito lateral esquerdo. Ao exame físico, apresentava-se hemodinamicamente normal e sem anormalidades significativas. O ECG realizado na admissão é apresentado a seguir.

Considerando esse caso clínico, a imagem apresentada e aspectos a eles relacionados, julgue o item que se segue.
O eventual resultado normal da troponina ultrassensível na
admissão confirmará o diagnóstico de angina instável.
Um paciente de 69 anos de idade com histórico de hipertensão e hiperlipidemia foi atendido no pronto-socorro queixando-se de precordialgia ao repouso havia uma hora, associada a náuseas e sudorese. A dor era opressiva, subesternal e com irradiação para ambos os ombros. Ele percebeu que a dor melhorava parcialmentte ao decúbito lateral esquerdo. Ao exame físico, apresentava-se hemodinamicamente normal e sem anormalidades significativas. O ECG realizado na admissão é apresentado a seguir.

Considerando esse caso clínico, a imagem apresentada e aspectos a eles relacionados, julgue o item que se segue.
A melhora da dor ao decúbito lateral esquerdo está
relacionada a aumento da probabilidade de síndrome
coronariana aguda.
Um paciente, de 61 anos de idade e com antecedente de hipertensão arterial havia 15 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia dois anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais; nas últimas duas semanas, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca (FC) de 108 bpm, pressão arterial (PA) de 116 mmHg × 72 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 93% e estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente. O ictus cordis era propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular em galope (presença de terceira bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular e edema de membros inferiores na região maleolar bilateralmente. Observou-se hemoglobina 11,5g/dL; hematócrito 33 %; ferritina sérica 88 mg/L, saturação da transferrina 18%, volume corpuscular médio 86 fL e creatinina de 1,6 mg/dl. Os demais exames laboratoriais não revelaram outras anormalidades significativas. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico descrito e aspectos a ele
relacionados, julgue o próximo item conforme a Diretriz
Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.
Um paciente, de 61 anos de idade e com antecedente de hipertensão arterial havia 15 anos, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Havia dois anos, iniciou um quadro de dispneia progressiva, inicialmente aos esforços maiores que os habituais; nas últimas duas semanas, evoluiu para dispneia aos pequenos esforços. Relatou uso regular de enalapril, espironolactona e carvedilol nas doses máximas preconizadas Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca (FC) de 108 bpm, pressão arterial (PA) de 116 mmHg × 72 mmHg, turgência jugular a 45º, saturação de O2 (em ar ambiente) de 93% e estertores crepitantes em bases pulmonares bilateralmente. O ictus cordis era propulsivo no 6.º EICE linha axilar anterior, ritmo cardíaco regular em galope (presença de terceira bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular e edema de membros inferiores na região maleolar bilateralmente. Observou-se hemoglobina 11,5g/dL; hematócrito 33 %; ferritina sérica 88 mg/L, saturação da transferrina 18%, volume corpuscular médio 86 fL e creatinina de 1,6 mg/dl. Os demais exames laboratoriais não revelaram outras anormalidades significativas. O ecocardiograma revelou fração de ejeção de 38%.
Com relação ao caso clínico descrito e aspectos a ele
relacionados, julgue o próximo item conforme a Diretriz
Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.