Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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I. Em “Embora tenha ganhado grande visibilidade pública recentemente, a IA resulta de um processo histórico mais longo”, caso as duas orações sejam invertidas, o uso da vírgula é facultativo. II. No trecho “Em contextos educacionais marcados por desigualdades de infraestrutura digital, a comunidade internacional também tem discutido abordagens”, é possível suprimir a vírgula, pois seu uso para separar locuções adverbiais é facultativo. III. A supressão das vírgulas em “Uma dessas perspectivas é conhecida como IA Desplugada na Educação (do inglês, AIED Unplugged), que propõe o desenho de aplicações de IA capazes de operar com poucos recursos tecnológicos, utilizando dispositivos já disponíveis” não acarreta alteração de sentido ou incorreção ao período.
Quais estão corretas?
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Placas_de_identifica%C3%A7%C3%A3o_de_ve%C3%ADculos_no_Mercosul (com alterações)
Crianças e adolescentes agora precisam de autorização judicial em casos de exposição comercial nas redes sociais, tanto em rede própria quanto em canais de adultos. A determinação já está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
A norma determina que, caso os chamados influenciadores mirins não tenham o alvará, os conteúdos devem ser suspensos imediatamente pelas plataformas digitais, enquanto a situação não for regularizada. Além disso, as redes digitais, como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Kwai, não podem monetizar (pagar por visualizações/anúncios) ou impulsionar conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de crianças e adolescentes sem autorização judicial.
Apesar de o ECA Digital estar em vigor desde março, a legislação deu três meses para estas normas relacionadas às plataformas digitais começarem a valer.
O ECA digital também proíbe que os serviços de tecnologia da informação veiculem, monetizem ou impulsionem conteúdos que exponham crianças ou adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou publiquem dados que permitam sua identificação.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) já tinha encaminhado um ofício às principais plataformas digitais com recomendações para adequação à nova legislação, na parte que trata das atividades artísticas online de crianças e adolescentes. Entre as recomendações, está a de que as plataformas notifiquem todos os perfis sobre a obrigatoriedade de autorização judicial para conteúdos remunerados e adotem meios de verificação dos que já possuem alvará para atividade artística de crianças e adolescentes.
Porém, nos primeiros meses de vigência da norma, admite-se, temporariamente, o comprovante de protocolo do requerimento para justificar a regularização em curso.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-
06/plataformas-passam-exigir-autorizacao-para-remunerar-menores
(adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que a Torre de Pisa inclina mas não cai?
A Torre de Pisa começou a se inclinar ainda nos primeiros anos de sua construção devido à extrema maciez do solo onde foi erguida. O terreno não conseguiu sustentar o peso da estrutura de forma uniforme, fazendo com que a torre afundasse entre três e quatro metros e passasse a inclinar gradualmente para um dos lados.
Especialistas explicam que as condições do solo são a principal causa da inclinação. Como uma parte da fundação encontrou um terreno mais instável e macio, a sustentação da torre ficou desigual desde o início da obra.
Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente. No século vinte, medições mostraram que o problema se agravava de forma contínua, o que passou a gerar preocupação sobre a estabilidade e a segurança da construção.
A situação se tornou ainda mais alarmante após o desabamento de outra torre italiana, ocorrido em 1989. O episódio serviu como alerta para as autoridades, levando ao fechamento da Torre de Pisa no ano seguinte para realização de estudos e obras de estabilização.
Diversas soluções foram analisadas pelos engenheiros até que fosse escolhida a técnica considerada mais segura. O método adotado consistiu na retirada controlada de parte do solo localizado sob um dos lados da fundação. Sem alterar diretamente a estrutura da torre, foram removidos trinta e sete metros cúbicos de terra do lado norte da base, permitindo uma leve correção da inclinação.
Os trabalhos de estabilização duraram onze anos. Após a intervenção, a inclinação da torre foi reduzida em mais de quarenta centímetros, tornando a construção novamente segura para visitantes.
Especialistas destacam que um edifício inclinado não significa necessariamente risco imediato de desabamento. Em muitos casos, a estrutura se adapta ao longo do tempo à própria inclinação. No caso da Torre de Pisa, os engenheiros afirmam que ela deverá permanecer estável e segura por pelo menos mais duzentos anos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq6p8ln0gj2o.adaptado.
Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga"
No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.
Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.
"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.
Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.
Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos − cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos − constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.
Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.
Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.
Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia − animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.
O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado
"Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval."
As vírgulas empregadas no trecho estão corretas porque:
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No fragmento “O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta, em diferentes graus, comunicação, linguagem, interação social e comportamento.”, todas as vírgulas foram empregadas com base na mesma regra de pontuação, ou seja, isolar elementos de mesma função sintática que compõem uma enumeração.
I. No trecho “Nomes hoje bastante conhecidos, como o psicólogo suíço Jean Piaget (1896–1980) e o russo Lev Vygotsky (1896–1934), consolidaram teorias sobre o desenvolvimento infantil pautadas na importância do brincar”, as vírgulas poderiam ser substituídas por duplo travessão. II. A expressão “por exemplo” é uma expressão retificadora e, portanto, deve ser sempre isolada por vírgula como em “Piaget mostrou, por exemplo, que o brincar é fundamental no processo de desenvolvimento cognitivo”. III. Em “Para ele, a brincadeira é fonte do desenvolvimento humano”, o uso da vírgula é facultativo.
Quais estão corretas?
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No período “Os conselhos de fiscalização profissional, portanto, estão submetidos ao sistema de concurso público, são obrigados à realização de processo licitatório e seus atos são controlados e fiscalizados pelo TCU.”, o isolamento da conjunção “portanto” por meio de vírgulas justifica‑se em virtude de sua posição intercalada no interior do período.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
Texto CG1A1
Onde não houver alimento, não haverá paz. Essa afirmação, simples e poderosa, carrega uma sabedoria ancestral: a agricultura sustenta vidas, estrutura territórios, garante estabilidade política, social e econômica e molda o destino das nações. Quando a produção agrícola prospera, comunidades florescem, mercados se fortalecem e sociedades avançam. Quando falha, a fome se instala, conflitos emergem e as estruturas sociais se fragilizam.
Em um mundo marcado por transformações aceleradas — crises climáticas, pressões energéticas e desigualdades persistentes —, a agricultura permanece no centro do debate global não apenas por alimentar bilhões de pessoas, mas por conectar, de forma indissociável, o que produzimos e consumimos, a energia que utilizamos e as condições climáticas que moldam nosso cotidiano.
Garantir segurança alimentar para uma população que ultrapassará 9,7 bilhões de pessoas até 2050 exige produzir mais e melhor, de forma sustentável, resiliente e inclusiva. Acelerar a transição energética tornou-se imperativo diante da necessidade de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar emissões. Enfrentar as mudanças climáticas requer ações integradas de adaptação e mitigação, capazes de proteger sistemas produtivos e ecossistemas naturais. Reduzir desigualdades sociais implica democratizar o acesso a oportunidades, tecnologias e mercados — sobretudo no meio rural, onde milhões de agricultores familiares e comunidades tradicionais ainda enfrentam vulnerabilidades estruturais.
Esses desafios não podem ser tratados isoladamente. Segurança alimentar, transição energética, ação climática e justiça social são agendas interdependentes: nenhuma avança sem as demais. Sistemas alimentares resilientes são essenciais para mitigar emissões; energia limpa é indispensável para sustentar a produção agrícola; inclusão social é condição para o progresso das pessoas e ampliação da adoção de tecnologias e práticas sustentáveis. Quando articuladas, essas agendas convertem avanços setoriais em ganhos sistêmicos e fortalecem a resiliência global.
Nesse contexto de interdependências, os trópicos ocupam posição estratégica. O cinturão tropical, que abrange as Américas, a África e a Ásia, concentra cerca de 40% das terras aráveis e 52% da água doce do planeta, distribuídas em regiões de cerrados, savanas e florestas tropicais, uma heterogeneidade que reflete a variedade de condições ecológicas e desafios produtivos dessa faixa do planeta.
A riqueza natural confere aos países tropicais um potencial produtivo extraordinário, capaz de alimentar populações locais e contribuir decisivamente para a segurança alimentar global. Ao mesmo tempo, essas mesmas regiões enfrentam elevada vulnerabilidade climática. Secas prolongadas, chuvas irregulares, ondas de calor, enchentes e a intensificação de pragas e doenças ameaçam safras, reduzem produtividade e ampliam a insegurança alimentar em escala regional. Transformar essa combinação de riqueza e vulnerabilidade em prosperidade duradoura exige ciência aplicada, cooperação internacional e políticas públicas consistentes. Exige, sobretudo, reconhecer que a agricultura tropical não é parte do problema, mas parte essencial da solução. Práticas como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a recuperação de pastagens degradadas, o plantio direto, a fixação biológica de nitrogênio, o uso de bioinsumos, a produção de bioenergia e o reaproveitamento de coprodutos e resíduos em processos de circularidade comprovam que é possível conciliar produtividade, conservação ambiental e mitigação de emissões.
Internet:
O corretor de imóveis na era digital: a tecnologia está transformando o mercado imobiliário
A jornada de compra de um imóvel mudou. O corretor de imóveis que deseja se destacar no mercado precisa acompanhar essa transformação. Hoje, praticamente todas as transações imobiliárias passam, em algum momento, pela Internet. Sites, redes sociais, vídeos, aplicativos e chats online são mais do que ferramentas de apoio; tornaram‑se o novo ponto de partida da busca por um imóvel.
Ter um site atualizado, estar presente nas redes sociais, produzir conteúdo relevante e adotar canais de atendimento digitais são medidas essenciais para corretores de imóveis e imobiliárias que desejam gerar visibilidade e atrair clientes. Recursos, como tour virtual, vídeos dos imóveis, agendamento online de visitas e atendimento via WhatsApp, fazem parte da rotina do novo corretor digital.
Apesar de todas essas inovações, o corretor de imóveis continua sendo uma peça central em todo o processo de intermediação imobiliária. O toque humano ainda é essencial, principalmente em etapas como visitas presenciais, elaboração de propostas e assinatura de contratos, que, embora ainda exijam trâmites físicos, já caminham para a digitalização com o uso de assinaturas eletrônicas e certificados digitais.
O profissional que alia o conhecimento técnico ao domínio das novas tecnologias tem um enorme diferencial competitivo. Mais do que vender imóveis, ele se posiciona como um consultor estratégico, que entende o perfil do cliente e entrega soluções sob medida.
Outras inovações vão ainda mais longe, como o uso de QR Codes nas placas de “vende‑se” ou a integração de todos os canais de contato do cliente em uma única plataforma. Tudo isso contribui para um relacionamento mais ágil, transparente e eficiente.
A transformação digital é uma realidade irreversível no mercado imobiliário, mas ela não elimina o papel do corretor de imóveis. Pelo contrário, amplia suas possibilidades, fortalece sua atuação e exige uma postura ainda mais profissional e conectada.
O corretor que deseja crescer e se manter competitivo precisa se adaptar a essa nova realidade. Dominar as ferramentas digitais, compreender os novos hábitos de consumo e investir em inovação são atitudes fundamentais para se destacar. Portanto, estar atento às tendências do mercado e buscar atualização constante são atitudes que fazem a diferença.
Internet:
Texto 1A16
A ética climática pode ser definida como o ramo de conhecimento que examina os fundamentos morais e os princípios de justiça relacionados às mudanças climáticas e suas consequências, abrangendo questões de equidade intra e intergeracional, justiça ambiental e responsabilidade diferenciada entre nações.
Esse campo de estudo procura resolver dilemas morais complexos, como a distribuição justa dos custos e benefícios das ações climáticas, a proteção de populações vulneráveis contra desastres climáticos e a alocação de responsabilidades entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Tendo em vista essa disparidade econômico-regional e a vulnerabilidade por ela gerada, em 2001 as 194 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) decidiram criar o Fundo para os Países Menos Desenvolvidos (LDCF) — um dos únicos mecanismos dessa natureza dedicado a ajudar os países a se adaptarem às novas realidades climáticas. O LDCF, juntamente com o Fundo Especial para a Mudança do Clima (SCCF), deve servir ao Acordo de Paris. Ambos os fundos são geridos pelo Fundo Global para o Meio Ambiente.
No âmbito da hermenêutica jurídica, a ética climática pode ser instrumental na interpretação e na aplicação do direito para a resolução de casos concretos que chegam ao Poder Judiciário. Ao interpretar normas ambientais ou decidir sobre litígios que envolvem questões climáticas, os intérpretes podem, ainda, fazer a vinculação conceitual com o princípio da precaução, que sugere a adoção de medidas preventivas diante de riscos de danos graves ou irreversíveis, mesmo na ausência de certeza científica plena.
Esse princípio está alinhado com a ideia de justiça intergeracional, que busca garantir que as gerações futuras tenham acesso a um ambiente seguro e saudável. Além disso, a consideração da justiça ambiental pode levar à adoção de decisões que priorizem a proteção das populações mais vulneráveis, frequentemente as mais afetadas por eventos climáticos extremos, como secas, inundações e ondas de calor.
A hermenêutica jurídica também pode incorporar a noção de responsabilidades comuns, mas diferenciadas, reconhecendo que os países desenvolvidos, por terem historicamente contribuído mais para a emissão de gases de efeito estufa, têm uma responsabilidade maior em mitigar os efeitos das mudanças climáticas e ajudar financeiramente os países em desenvolvimento a lidar com esses desafios.
Esse também foi o expresso pensamento de Al Gore quando declarou, em 2006, que as mudanças climáticas ― não são tanto um problema político quanto o é uma questão ética‖, destacando a necessidade de que os países mais desenvolvidos economicamente assumam responsabilidade por essas demandas. Estudos apontam também que é um problema de difícil mensuração, solução e articulação, uma vez que envolve nações independentes e controvérsias de natureza científica, econômica, legal e de relações internacionais.
Não obstante o conceito de ética no âmbito das relações internacionais, é possível interpretar também a ética da vulnerabilidade de pessoas e comunidades que sejam mais suscetíveis aos efeitos climáticos. Há iniciativas, inclusive, que buscam apurar tais vulnerabilidades com base em critérios objetivos, como o índice de vulnerabilidade climática, que algumas cidades e municípios brasileiros têm adotado.
Revista CNJ, v. 8, n.º 1, jul. – dez./2024. Internet: <http://www.cnj.jus.br/> (com adaptações).
I. O professor disse que, depois da aula, não gosta de conversar com os estudantes.
II. O professor disse, depois da aula, que não gosta de conversar com os estudantes.
Considerando essas normas da pontuação na Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a vírgula está empregada corretamente.

