Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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Leia o poema “Guarda-chuvas” de Rosana Rios e responda a questão.
Guarda-chuvas
Rosana Rios
Tenho quatro guarda-chuvas
todos os quatro com defeito;
Um emperra quando abre,
outro não fecha direito.
Um deles vira ao contrário
seu eu abro sem ter cuidado.
Outro, então, solta as varetas
e fica todo amassado.
O quarto é bem pequenino,
pra carregar por aí;
Porém, toda vez que chove,
eu descubro que esqueci …
Por isso, não falha nunca:
se começa a trovejar,
nenhum dos quatro me vale –
eu sei que vou me molhar.
Quem me dera um guarda-chuva
pequeno como uma luva
Que abrisse sem emperrar
ao ver a chuva chegar!
Tenho quatro guarda-chuvas
que não me servem de nada;
Quando chove de repente,
acabo toda encharcada.
E que fria cai a água
sobre a pele ressecada!
Ai…
Leia o poema “Borboletas” de Vinícius de Moraes e responda à questão.
Borboletas
Vinícius de Moraes
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam Na luz
As belas
Borboletas.
Borboletas brancas
São alegres e francas.
borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!

Levei uma caixinha de doações que incluía roupinhas para bebês, assim como alguns sapatos e meias.
A bondade do homem é o seu bem maior.
O termo destacado é um exemplo de:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/arti cles/c51ylqgg8lwo.adaptado)
Assinale a opção que tenha um substantivo.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Trata-se de uma palavra de uma variante linguística regional.
II. Um sinônimo possível para o vocábulo seria “meninas”.
III. Trata-se de substantivo que não apresenta flexão de gênero.
Quais estão corretas?

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em relação à classe morfológica, a palavra é classificada como um substantivo.
II. Sua função sintática no trecho é a de adjunto adnominal.
III. Um sinônimo possível para o vocábulo é “singular”.
Quais estão corretas?
O vocábulo destacado é um substantivo composto formado por:
Circula em redes sociais, o seguinte poema de Silas Fonseca:

O texto é desenvolvido com o jogo de palavras e sobre isso pode-se afirmar que:
I. o substantivo "livro", designando objeto de leitura, é acompanhada de artigo "o"; ambos (substantivo e artigo) são flexíveis e mantêm relação de concordância nominal.
II. no verso "Não me livro", a palavra "livro" é o verbo "livrar", que mantém relação com o sujeito "eu" (implícito) e com o pronome pessoal "me".
III. o termo "livre" é um qualificador do "eu" que fala no texto.
Está correto o que se afirma em:
Todos esses que aí estão Atravancando o meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
QUINTANA, M. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, p. 257.
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
Os substantivos podem ser classificados de várias formas, de acordo com diferentes critérios.
Nesse contexto, na frase "Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta para ver quem pulava mais", os substantivos "fonte, água e aposta" podem ser classificados como:
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..." O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido. Texto Adaptado.
https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
A desinência "-S" é a forma mais comum de indicar o plural dos substantivos na língua portuguesa. Ela é adicionada ao final do substantivo na sua forma singular para marcar a presença de mais de um elemento do tipo mencionado.
Nas frases a seguir, assinale a alternativa cuja palavra em destaque, o "-S" do final representa plural.
Uma palavrinha
Uma senhora chegou perto de mim enquanto eu almoçava com a minha esposa no restaurante O Italiano. Pensei que quisesse uma selfie. Nada a ver, não era tietagem. Você se sente ainda mais anônimo quando deduz equivocadamente que alguém o reconheceu. A confusão levou-me a um profundo constrangimento.
Ela pediu uma palavrinha comigo.
Beatriz estranhou: que ser era aquele que aparecia de paraquedas, de repente, e solicitava uma conversa a sós com o marido?
A senhora unicamente me perguntou:
— Separar-se é complicado, não é?
E saiu. Foi embora. Largou a pergunta, a encomenda, a bomba reflexiva, e seguiu o seu rumo como um fantasma, entre mesas e mesas lotadas naquele domingo ensolarado. Sequer aguardou a minha resposta. Acabou sendo um consultório sentimental incidental.
Separar-se não é virar as costas, mas enfrentar de olhos arregalados uma mudança. Por isso é tão difícil. É mudar de casa, mudar de cenário, mudar de vida.
É ter que lidar com a frustração dos parentes que haviam se apegado à companhia de tanto tempo. É perder igualmente a família do par − o sogro, a sogra, os cunhados, os enteados.
É aguentar a saudade do que foi bom, o arrependimento do que foi ruim e, além disso, a tristeza do futuro irrealizado − os objetivos do casal que nunca serão alcançados, confinados nos rascunhos hipotéticos dos sonhos.
Separar-se, portanto, exige uma coragem monstruosa. É quando vocês não têm mais opção, não suportam mais se anular por alguém, não consegue mais ceder nada, restando apenas salvar a si mesmo.
Jamais diga a qualquer pessoa que se separar é fácil. É um desserviço. Pode ser necessário, a única saída, mas é duro. Pode ser imprescindível, mas é desolador.
Não é uma chave que você vira na porta, é uma chave que você devolve.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado.
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/6/7/uma-pa lavrinha
