Questões de Concurso Sobre substantivos em português

Foram encontradas 4.410 questões

Q3115515 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Alguns motivos para você ver os morcegos com outros olhos

Geralmente, morcegos não são animais que despertam simpatia nas pessoas. Provavelmente o primeiro motivo é o fato de sempre serem associados aos vampiros e, depois, a probabilidade em potencial de transmitirem a raiva. Além desses dois fatores, há também o fato de alguns se alimentarem de sangue de gado, e também a aparência.

Primeiramente, é importante dizer que espécies hematófagas, ou seja, as que se alimentam de sangue, são apenas três. Dessa forma, dentre as mais de 1000 espécies que temos, em todo o mundo, somente estas possuem tal hábito alimentar.

Outra questão é o fato de que nossa espécie não faz parte do cardápio de nenhum outro animal, exceto em casos extremos. Assim, entre uma galinha e você, por exemplo, com certeza um morcego hematófago optará pelo primeiro, e entre uma galinha e uma espécie nativa, provavelmente esta será a escolhida. Isso porque morcegos preferem espécies que se encontram em seu habitat. No entanto, quando seu ambiente está fragilizado, ou destruído, a alternativa é buscar outro local que possa oferecer a ele abrigo e alimento.

Quanto à raiva, realmente os morcegos são capazes de transmiti-la, assim como qualquer mamífero, inclusive aqueles que vivem conosco, tais como gatos e cachorros; revelando a importância da vacinação. Além disso, na maioria dos casos, os responsáveis são os hematófagos e, como você já sabe, são apenas três.

Assim como cachorros com raiva, morcegos acometidos pelo vírus responsável por esta doença apresentam sintomas característicos: são avistados durante o dia, e no chão. Diante disso, caso veja algum indivíduo assim, é necessário somente se afastar e contatar o Centro de Zoonoses. 

Quanto à aparência, não há muito a ser dito, embora seja necessário perceber que temos uma tendência a dar juízo de valor para as outras espécies, de acordo com a visão que temos sobre elas, o que é algo discutível.

Morcegos são capazes de realizar, com eficiência, o controle populacional de diversas espécies, inclusive daquelas capazes de nos transmitir doenças ou causar prejuízos econômicos, como ratos, mosquitos e pragas de plantação em geral. Além disso, graças a eles, há a polinização eficiente de diversas plantas e a dispersão de sementes, auxiliando também na recomposição de ambientes destruídos. Só para se ter uma ideia, aproximadamente dois terços das angiospermas tropicais são polinizadas por morcegos − algumas, somente por eles!

Assim, percebe-se que os morcegos são animais muito importantes para a manutenção da vida de diversos ambientes e espécies, inclusive a nossa. Praticamente inofensivos, muitos são mortos em decorrência de preconceito e falta de conhecimento sobre a sua importância. Quanto a isso, é sabido que, em alguns países, muitas famílias constroem abrigos e disponibilizam bebedouros para tais animais, como forma de protegê-los e gozar de seus benefícios.

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/algunsmotivos-para-voce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/alguns-motivos-para-v oce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)
"Quanto à raiva, realmente os morcegos são capazes de transmiti-la, assim como qualquer mamífero, inclusive aqueles que vivem conosco, tais como gatos e cachorros."
Os substantivos 'gatos' e 'cachorros' têm o feminino 'gatas' e 'cachorras', respectivamente. Identifique em qual alternativa o feminino foi proposto de forma INCORRETA: 
Alternativas
Q3115292 Português
Em relação aos substantivos analise as afirmativas:

I.O feminino de 'poeta' é 'poetisa'.
II.O plural de 'escrivão' é 'escrivães'.
III.O diminutivo de 'barco' é 'barcaça'.
IV.O coletivo de 'porcos' é 'matilha'.
V.'fada' é um substantivo abstrato.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3114740 Português
Assinale a alternativa com o emprego de um substantivo coletivo:
Alternativas
Q3114048 Português
Visitante noturno

        O inseto apareceu sobre a mesa como todos os insetos: sem se fazer anunciar. E sem que se atinasse por que motivo escolhera aquele pouso. Não parecia bicho da noite, desses que não podem ver lâmpada acesa, e logo se aproximam, fascinados. Era uma coisinha insignificante, encolhida sobre o papel e ali disposta, aparentemente, a passar o resto de sua vida mínima, sem explicação, sem sentido para ninguém.
        Ninguém? O homem, que tem o hábito de ficar altas horas entre papéis e livros, sentiu-lhe a presença e pensou imediatamente em esmagar o intruso. Chegou a mover a mão. Não o mataria com os dedos, mas com outra folha de papel.
        Deteve-se. Não seria humano liquidar aquele bichinho só porque estava em lugar indevido, sem fazer mal algum. Inseto nocivo? Talvez. Mas sua ignorância em entomologia não lhe dava chance de decidir entre a segurança e a injustiça. E na dúvida, era melhor deixar viver aquilo, que nem nome tinha para ele. Com que direito aplicaria pena de morte a um desconhecido infinitamente desprovido de meios sequer para reagir, quanto mais para explicar-se?
        O inseto parecia pouco ligar para ele, juiz autonomeado e algoz em perspectiva. Dormia ou modorrava, sobre a mesa literária, indiferente, simplesmente. Chegara por acaso, sumiria daí a pouco; deixá-lo viver a seu modo, que era um viver anônimo, desligado de inquietações humanas, invariável dentro da natureza; curto e pobre.
        Uma ternura imprevista brotou no homem pelo animáculo que momentos antes pensara em destruir. Como se alguém viesse de longe para vê-lo, fazer-lhe companhia, em sua noite de trabalho. Não conversava, não incomodava, era uma questão apenas de estar à sua frente, imóvel, em secreta comunhão. Ele fora o escolhido de um inseto, que poderia ter voado para outro apartamento, onde houvesse outra vigília de escrevedor de coisas, mas fora aquela a casa de sua preferência.
        A menos que o acaso determinasse aquele encontro? Era possível. O inseto voara a esmo. O homem quis aferrar-se a essa hipótese, bem plausível. Já se envergonhava de ter envolvido o estranho numa aura de sensibilidade, e talvez voltasse ao impulso inicial de eliminação. A essa altura, espantou-se com a mobilidade de suas reações. Passava de verdugo a sentimentalão, depois a observador cético e crítico, finalmente perdia-se na confusão das várias atitudes que podemos assumir diante de um inseto instalado na mesa de um escritório, a uma hora que ainda não é madrugada, mas já é noite alta e de sono profundo.
        Aquietou-se, afinal, na contemplação do “bicho da terra tão pequeno”. Era alguma coisa parecida com um botão marrom rombudo, que tivesse olhos e um projeto de asas – o suficiente para deslocar-se no espaço em aventuras breves. Aquela não era uma aventura simples: a altura do edifício exigia esforço grande para chegar da árvore até o décimo primeiro andar. Entretanto, o botão vivo o fizera, e ali estava, tranquilo ou cansado, à mercê do gigante indeciso, que procurava entender, não propriamente sua presença, mas a turbação íntima que essa presença despertava no gigante.
        O homem não pensou em recorrer às enciclopédias para identificar o visitante. Ainda que chegasse a identificá-lo como espécie, não avançaria muito no conhecimento do indivíduo, que era único por ser entre todos o que o visitava. E na multidão de insetos, imagináveis e inimagináveis, só lhe interessava aquele, companheiro noturno vindo de não se sabe onde, a caminho de ignorado rumo.
        Já não escrevia. Olhava. Mirava. Sentia-se também olhado e mirado, quando o inseto fez ligeiro movimento que o colocou diretamente sob o foco de luz. Seria exagero encontrar expressão naqueles dois pontinhos negros e reluzentes, mas o fato é que deles parecia vir para os olhos do homem um sinal de atenção ou curiosidade. E os dois, homem e inseto, assim ficaram longo tempo, na muda inspeção, ou conversa, que não conduzia a nada.
        A nada? Muitas conversas entre homens também não levam a resultado algum, mas há sempre a esperança de um entendimento que pode vir das palavras ou de uma troca desprevenida de olhares. E o olhar pode penetrar mais fundo que as palavras. O homem sabia disso. Mas aí notou que, sabendo falar alguma coisa, não era perito em ver diretamente o real. A figura do inseto dizia-lhe pouco. Dos dois, talvez fosse ele, homem, o que menos habilitado se achava para uma forma de comunicação, aquém – ou além – dos códigos tradicionais.
        Distraiu-se avaliando essas limitações e, ao voltar à observação do visitante, este havia desaparecido, decepcionado talvez com a incomunicabilidade dos gigantes. Não é todas as noites que um inseto nos visita. E, se consegue insinuar-nos alguma coisa, nunca jamais foi captada para os homens que merecem crédito; só os ficcionistas é que costumam registrá-la, mas quem leva a sério ficcionistas?

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Boca de luar. Brasil, Editora Record, 1984.) 
O autor faz uso do termo “multidão” para designar uma grande quantidade conjunta de insetos (8º§). Uma outra forma de designar o coletivo desses animais poderia se dar pelo termo: 
Alternativas
Q3113169 Português
Leia o texto e responda a questão abaixo:

'Dama dos Cravos', símbolo da revolução que pôs fim à ditatura em Portugal, morre aos 91 anos


Celeste Caeiro foi quem começou a distribuir flores para os soldados na chamada 'Revolução dos Cravos', em 25 de abril de 1974. Movimento foi a base para o estabelecimento da democracia no país.


        Celeste Caeiro, que ficou conhecida como a "Dama dos Cravos" durante a revolução que colocou fim à ditadura portuguesa, morreu nesta sexta-feira (15) aos 91 anos. Na década de 1970, ela distribuiu cravos aos soldados que se rebelaram contra o regime ditatorial de Portugal. Por causa disso, o movimento ficou conhecido como "Revolução dos Cravos".
        Em 25 de abril de 1974, o restaurante de Lisboa onde Celeste trabalhava estava prestes a comemorar o aniversário de inauguração. Naquele dia, os proprietários compraram cravos para a equipe, composta por muitas mulheres.
        Com os soldados se rebelando contra a ditadura, o restaurante resolveu cancelar a festa de aniversário. Celeste ficou responsável por levar todas as flores para casa.
        Em entrevistas após a revolução, Celeste contou que foi abordada por jovem soldado que pediu um cigarro a ela. Como não tinha um, ela resolveu entregar um cravo ao militar.
        Outros soldados que foram passando por Celeste também ganharam flores. Muitos deles resolveram colocar os cravos nos canos dos rifles e nos tanques. A partir daí, vendedores de flores começaram a oferecer mais cravos aos rebeldes. Jornalistas e fotógrafos que cobriam a revolução registraram a cena, que ganhou as capas de jornais do mundo inteiro.
        A revolução militar terminou com a queda do regime ditatorial que já durava 40 anos, iniciando a transição para o estabelecimento da democracia em Portugal. O movimento foi pacífico.
        "O momento mais lindo da nossa democracia não teria sido tão lindo sem Celeste Caeiro. Obrigado por tudo", escreveu o jornalista Helio Carvalho em uma rede social.

(https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/11/15/dama-dos-cravos-simbolo-da-revolucao-que-colocou-fim-a-ditatura-emportugal-morre-aos-91-anos.ghtml])
Analise a citação e assinale a opção que apresenta a classificação correta dos termos destacados:
“Naquele dia, os proprietários compraram cravos para a equipe, composta por muitas mulheres.” 
Alternativas
Q3113164 Português

Leia a tirinha e responda a questão abaixo: 


TEXTO.png (816×268)


(https://bibliotecaearte.blogspot.com/2014/07/tirinhas-de-quadrinhos-charge-imagem.html) 

Analise a citação:
“Um bom e grande livro!”
As palavras em destaque podem ser classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3112124 Português

Analise a citação:


“Tem telefone automático”


Assinale a opção que apresenta a respectiva classificação das palavras acima:

Alternativas
Q3111386 Português
Leia o texto a seguir:

Total de mulheres responsáveis por domicílios cresce, revela Censo

    Os homens são maioria (50,9%) entre as pessoas responsáveis pelas unidades domésticas no Brasil, com um total de 37 milhões, mas a quantidade de mulheres, no entanto, está bem próxima (49,1%) e somou 36 milhões.

      Como mostrou a pesquisa Censo Demográfico 2022: Composição domiciliar e óbitos informados, os dados indicam uma mudança importante em relação a 2010, quando o percentual de homens responsáveis (61,3%) era significativamente maior que o de mulheres (38,7%).

      Ainda segundo a pesquisa - divulgada no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - o percentual de mulheres nesta condição supera os 50% em 10 estados. Em Pernambuco, ficou em 53,9%, seguido de Sergipe 53,1%, Maranhão 53,0%, Amapá 52,9%, Ceará 52,6%, Rio de Janeiro 52,3%, Alagoas e Paraíba 51,7%, Bahia 51,0% e Piauí 50,4%.

       Segundo o Censo 2022, havia cerca de 72 milhões 522 mil 372 unidades domésticas no Brasil. O número é 15 milhões a mais do que o anotado em 2010, quando existiam 57 milhões. A quantidade média de moradores ficou em 2,8 pessoas. Esse resultado é menor do que em 2000 (3,7 pessoas) e em 2010 (3,3). Entre as unidades domésticas, cerca de 72,3% têm até três moradores e 28,7% têm dois residentes.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/10/1052629-total-de-mulheresresponsaveis-por-domicilios-cresce-revela-censo.html. Acesso em 28/10/2024
No título do texto (“Total de mulheres responsáveis por domicílios cresce, revela Censo”), a palavra em destaque é classificada como: 
Alternativas
Q3110628 Português

Leia o texto a seguir:


    Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a sociedade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende-se a negligência estatal e a não eficiência da legislação como causas desse desafio.

    A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considerada em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade.

    Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constitucionais estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés de promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos.

    Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessas populações torne-se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional. (Maria Eduarda Braz) Texto disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/04/10/enem2022-leia-redacoes-nota-mil.ghtml. Acesso em 22SET2024

Na frase “Ainda não se sabe o porquê de sua vinda ao Brasil”, a palavra grifada é: 
Alternativas
Q3110438 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O desafio global da obesidade

Mais de um bilhão de pessoas vivem com obesidade em todo o mundo, mostram estimativas globais publicadas por uma revista científica inglesa.

A equipe internacional de cientistas afirma que há uma necessidade urgente de grandes mudanças na forma como a obesidade é combatida.

A obesidade aumenta o risco de desenvolvimento de muitos problemas de saúde graves, incluindo doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. Em muitas nações, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis.

Em alguns casos, houve campanhas de marketing agressivas promovendo alimentos não saudáveis, enquanto o custo e a disponibilidade de alimentos mais saudáveis são mais problemáticos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0v38dy8vygo.adaptado
A equipe internacional de cientistas afirma que há uma necessidade urgente de grandes mudanças na forma como a obesidade é combatida.
Assinale a opção em que todos os vocábulos sejam substantivos.
Alternativas
Q3109858 Português
Tratando-se do plural dos substantivos simples, associe (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.

( ) Os substantivos que terminam em “il” são pluralizados de duas formas: a) em palavras oxítonas terminadas em “il”, coloca-se “s” no lugar do “i”; b) em palavras paroxítonas terminadas em “il”, acrescenta-se “eis” no lugar do “il”.
( ) Os substantivos terminados em consoante “z” e “s” fazem o plural de duas formas: a) em substantivos monossilábicos ou oxítonos, há o acréscimo de “es”; b) os substantivos paroxítonos ou proparoxítonos são invariáveis.
( ) Os substantivos terminados em “ão” podem ser pluralizados de três formas: a) substituindo o “ão” por “ões”; b) substituindo o “ão” por “ães”, c) substituindo o “ão” por “ãos”.
( ) Os substantivos terminados em consoante “x” são invariáveis. 
Alternativas
Q3109053 Português

Leia o texto a seguir: 


Q1_8.png (438×400)


Fonte: https://www.noroesteonline.com/primeiro-caso-de-sarampo-e-registrado-em-ijui-em-2019/. Acesso em 30/10/2024

Na frase “O sarampo é uma doença infecciosa aguda e viral”, há:
Alternativas
Q3109010 Português

Leia o texto a seguir:


Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023



    Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.


    Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.


    Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).


    Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.


    Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.


    As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024

No título do texto (“Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023”), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3106930 Português
"A maioria das vacinas é aplicada no nosso corpo através de uma injeção, ou pela boca, na forma das famosas "gotinhas". Mas os cientistas sempre pensam em novas maneiras, como as vacinas intranasais, que são administradas por um spray no nariz. Outra ideia é administrar vacinas através da nossa alimentação."
Analise as afirmativas a seguir:

I.O vocábulo 'famosas' é um substantivo que está concordando com 'gotinhas'. 
II.O vocábulo 'novas' está concordando com o substantivo 'maneiras'.
III.O vocábulo 'administradas' está concordando com 'vacinas'.
IV. 'alimentação' é um adjetivo masculino.

Estão corretas:
Alternativas
Q3106286 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

PRECISA-SE

Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar.
P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.

(Clarice Lispector. "A descoberta do mundo", 1999)
Na frase "Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito", os termos "precisa-se" e "oferece-se" atuam como: 
Alternativas
Q3105202 Português
Leia o texto a seguir:


Natal: época de plena felicidade?



         Apesar de essa época ser, para alguns, a mais bonita e feliz do ano, o que se pode comemorar com a chegada do natal, que simbolicamente lembra o nascimento do menino Jesus, se ainda se vive num mundo de misérias?

      Quer seja na Europa, Ásia, África e nas Américas, o que se vê, ultimamente, são lutas armadas, catástrofes, egoísmos, orgulhos, ambições, enfim, vícios que são reproduzidos para todo o planeta, gerando desequilíbrio ambiental, pessoas desabrigadas, sem comida, água, emprego, expectativas.

     Além disso, outro ponto importante e que também tem contribuído para a miséria social, é a disseminação das drogas, em especial, o “crack”, que é uma droga que causa destruição dos neurônios e degeneração dos músculos do corpo, levando o indivíduo a uma aparência esquelética. Essa droga, que causa dependência de forma bastante rápida, move os usuários em busca do dinheiro para comprá-la. Na falta da moeda, o dependente furta, rouba e até mata, pois, o consumo dessa droga gera agressividade, levando o drogado a praticar violências e crimes, em busca de saciar sua vontade.

     Em contrapartida, alguns mais abastados, frutos de uma péssima distribuição de rendas, usufruem do bom e do melhor, sem, muitas vezes, importarem-se com o que veem nas ruas. Ao desfilarem nas vias públicas, em seus carros importados e com vidros fumês, parecem não enxergar pessoas sentadas nas calçadas, sem teto para morar, passando fome, sem futuro, sem sonhos. Até mesmo alguns políticos, pessoas que recebem altos salários no país, que deveriam criar políticas públicas de combate à pobreza e à fome, são os primeiros a furtar os recursos, que poderiam ser utilizados para diminuir o sofrimento dessas pessoas.

     Sendo assim, apoiando-se no que aqui foi explanado e ainda na máxima do livro de Eclesiastes, onde se diz que “a felicidade não é deste mundo”, entendendo a felicidade como ausência de todo mal e vivência plena do bem, como alguém poderia abrir a boca hoje e dizer que é feliz? Na verdade, o que poucos vivem são momentos de felicidade, ou, até mesmo, instantes de alegria interna, resultado de consequências de dever cumprido, pois dizer que é feliz, observando toda essa conjuntura de desgraça e de desordem, que assola o planeta inteiro, é se auto definir como uma pessoa egoísta, fria, insensível.


(Pacífico, André Fabiano. Coletânea da Academia Camarajibense de Letras. Babbeco. Olinda, 2011)
Na frase “Karla disse-lhe um não bem ríspido”, a palavra sublinhada é:
Alternativas
Q3104488 Português
Leia e interprete o texto a seguir, para responder à questão:

Um escritor, um literato, apresenta ao público, ou dá publicidade a uma obra; até que ponto um crítico tem o direito de, a pretexto de crítica, injuriá-lo? Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar. Não se pode compreender no nosso tempo, em que as coisas do pensamento são mostradas como as mais meritórias, que um cidadão mereça injúrias, só porque publicou um livro. Seja o livro bom ou mau. Os maus livros fazem os bons, e um crítico sagaz não deve ignorar tão fecundo princípio. Ao olhar do sábio, o vício e a virtude são uma mesma coisa, e ambos necessários à harmonia final da vida; ao olhar do crítico filósofo, os bons e maus livros se completam e são indispensáveis à formação de uma literatura.

(Lima Barreto - trecho do livro "Diário íntimo". Fonte: dominiopublico.gov.br)
Na frase "Um crítico não tem absolutamente direito de injuriar o escritor a quem julgar", aponte nas alternativas a seguir as classes gramaticais das palavras destacadas, nesta ordem:
Alternativas
Q3103778 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vacina comestível existe?


A maioria das vacinas é aplicada no nosso corpo através de uma injeção, ou pela boca, na forma das famosas "gotinhas". Mas os cientistas sempre pensam em novas maneiras, como as vacinas intranasais, que são administradas por um spray no nariz. Outra ideia é administrar vacinas através da nossa alimentação.

Para isso, os cientistas juntam um pedacinho do DNA de um microrganismo causador de alguma doença com o DNA de um vegetal. O vegetal passa a carregar informação genética desse microrganismo e, quando o ingerimos, nosso sistema imune é estimulado a nos proteger da doença.

Já existem pesquisas para desenvolver vacinas desse tipo contra cólera, raiva e hepatite. Os vegetais utilizados são bem comuns, como batatas, tomates, arroz etc. Já imaginou que legal será, no futuro, ver crianças serem vacinadas comendo uma banana?

(https://chc.org.br/artigo_category/mundo-de-curiosidades/)
Analise as afirmativas a seguir sobre os substantivos retirados do texto:

I.'corpo' e 'injeção' são substantivos masculinos.
II.O plural de 'nariz' é 'narizes'.
III.'gotinhas' é um substantivo masculino no diminutivo.
IV.'criança' é um substantivo sobrecomum.
V.'banana', 'batata' e 'tomate' são substantivos comum.

As afirmativas corretas são:
Alternativas
Q3103222 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Na frase “O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação” (4º parágrafo), as palavras em destaque são respectivamente classificadas como:
Alternativas
Q3102598 Português

As questões de 01 a 10 dizem respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.                       


                   

Relacione classes gramaticais (Coluna 1) com palavras do texto (Coluna 2).


Coluna 1


(1) Advérbio.

(2) Preposição.

(3) Verbo.

(4). Substantivo.


Coluna 2


( ) ‘Calor’ (linha 32).

( ) ‘a’ (linha 02).

( ) ‘Evapora’ (linha 15).

( ) ‘Mais’ (linha 01).

( ) ‘Dentro’ (linha 12).


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?

Alternativas
Respostas
481: C
482: A
483: B
484: C
485: C
486: D
487: B
488: A
489: D
490: D
491: D
492: A
493: D
494: C
495: B
496: C
497: A
498: A
499: D
500: B