Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 51.046 questões
A conjunção destacada pode ser trocada sem prejuízo de sentido por todas as apresentadas abaixo, EXCETO:
Texto-base para as questão
Momento Num Café
(Manuel Bandeira)
Quando o enterro passou
Os homens que se achavam no café
Tiraram o chapéu maquinalmente
Saudavam o morto distraídos
Estavam todos voltados para a vida
Absortos na vida
Confiantes na vida.
Um no entanto se descobriu num gesto largo e demorado
Olhando o esquife longamente
Este sabia que a vida é uma agitação feroz e sem finalidade
Que a vida é traição
E saudava a matéria que passava
Liberta para sempre da alma extinta.
Disponível em:
https://mosqueteirasliterarias.comunidades.net/momento−numa− biblioteca Acesso em: 10 jan. 2023 08
“Um no entanto se descobriu num gesto largo e demorado / Olhando o esquife longamente”
O elemento coesivo “no entanto” carrega, com relação à estrofe anterior, uma ideia de:
Texto-base para as questão
Momento Num Café
(Manuel Bandeira)
Quando o enterro passou
Os homens que se achavam no café
Tiraram o chapéu maquinalmente
Saudavam o morto distraídos
Estavam todos voltados para a vida
Absortos na vida
Confiantes na vida.
Um no entanto se descobriu num gesto largo e demorado
Olhando o esquife longamente
Este sabia que a vida é uma agitação feroz e sem finalidade
Que a vida é traição
E saudava a matéria que passava
Liberta para sempre da alma extinta.
Disponível em:
https://mosqueteirasliterarias.comunidades.net/momento−numa− biblioteca Acesso em: 10 jan. 2023 08


Comprei um carro novo, mas ele estava com defeito.
Leia o texto para responder à questão.
Caju indigesto
A bordo de uma empresa aérea brasileira, serve-se uma “castanha de cajú”, assim mesmo, com acento agudo no caju. Escrevendo a palavra errada na embalagem, há o perigo de indigestão. Relembrando: as palavras oxítonas terminadas em “i” e “u” não são acentuadas.
(Arnaldo Niskier, Na Ponta da Língua, 2001. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Papel civilizatório do ensino integral
Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.
Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.
Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.
O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?
Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Papel civilizatório do ensino integral
Não existe bala de prata para resolver os problemas da educação − e os resultados, em geral, demoram a aparecer. Há, contudo, caminhos já testados e capazes de conduzir as escolas rumo a um salto de qualidade: um deles, a oferta de ensino em tempo integral. Eis uma iniciativa a ser priorizada em todo o País, ainda mais diante dos desafios inerentes à implementação do novo ensino médio. Bem, se há um ajuste que precisa ser feito, é acelerar a ampliação da carga horária.
Chega a ser intuitivo: à medida que crianças e adolescentes passam mais horas nas salas de aula, as oportunidades de aprendizagem também aumentam. “Escola em tempo integral nos países desenvolvidos se chama escola”, destacou Nogueira Filho, diretor executivo do Todos pela Educação, em recente entrevista ao Estadão. Essa é a regra nas nações que obtêm melhor desempenho no exame internacional Pisa, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A fala do diretor executivo do Todos pela Educação joga luz sobre um dos principais desafios da implementação da reforma do ensino médio. Como se sabe, a reforma flexibilizou a organização curricular das escolas: além das tradicionais aulas de formação básica, como Português, Matemática e Biologia, passaram a ser ofertadas novas disciplinas agrupadas em itinerários formativos que ocupam atualmente 40% da carga horária. O resultado é que sobra menos tempo para as aulas de formação básica, aquelas que preparam para o vestibular − e isso, claro, gera críticas.
Ora, a solução passa por ampliar a jornada escolar − acomodando as disciplinas da parte obrigatória e da parte flexível do currículo sem prejuízo de nenhuma delas. Uma escola que se pretenda atrativa para os jovens precisa ir além dos conteúdos tradicionais, e é isso que a reforma promete. Ao romper com o modelo de currículo único e flexibilizar a oferta de disciplinas, dando aos jovens a oportunidade de escolha, a reforma acenou com avanços inequívocos. Mas esse lado inovador do novo ensino médio não deve implicar perdas para a formação básica dos estudantes.
O Brasil está atrasado na oferta de ensino em tempo integral. À exceção de alguns Estados que perceberam a importância estratégica da medida, o País condena a imensa maioria de seus alunos a uma carga horária insuficiente. No caso das redes públicas de ensino médio, apenas 20% dos jovens frequentavam jornadas de 7 horas ou mais no ano passado; no ensino fundamental, a média nacional era ainda mais baixa: 14%. Como esperar que as escolas deem conta da sua tarefa de formar cidadãos para o século 21 nesse modelo anacrônico de um único turno de aulas?
Não se ignora que a ampliação da jornada escolar exige mais recursos. Mas aqui vale a máxima de que mais caro é não fazer o devido investimento. Com a expansão do ensino em tempo integral, não é somente a reforma do ensino médio que ganhará uma chance de virar realidade: a educação brasileira, finalmente, terá a oportunidade de cumprir seu papel civilizatório.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.04.2023. Adaptado)
Com relação ao período acima, suas orações e respectivos termos, é INCORRETO o que se afirma em:
As vírgulas no período acima foram empregadas para: