Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4226423 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
“realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.”

A oração destacada no trecho retirado do texto:
Alternativas
Q4226420 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
“mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda” Em qual das opções abaixo o elemento coesivo sublinhado NÃO apresenta a mesma significação do conectivo “mas”? 
Alternativas
Q4226417 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
Em “Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego”, as orações configuram:
Alternativas
Q4226416 Português
Leituras têm impacto especial quando estamos doentes

Ficar acamado nunca é divertido,mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda

10 jan.2023 às 8h00

    Longos períodos de convalescença são ideais para quem deseja colocar a leitura em dia. Sempre que estou doente, busco a companhia de um livro. Agora mesmo, enquanto me recuperava de uma infecção por Covid em plena temporada de festas, a primeira coisa que fiz foi encher uma mochila com material de leitura e carregá−la comigo para a cama.

    Este é um hábito que me acompanha desde menina, quando os meus pais procuravam algo para me entreter nos momentos em que eu não estava bem. Assim, lembro de receber muitos livros e revistas de quadrinhos quando precisava ficar de molho, me recuperando de algum processo alérgico, de uma gripe ou mesmo de um acidente.

    A leitura, nessas circunstâncias, nos ajuda a combater o tédio e a inquietação. Não sei se isto também acontece com vocês, mas é justamente quando estou doente que paro para questionar a vida e refletir sobre o que preciso fazer para ser uma pessoa minimamente satisfeita.

    Não sou, nem nunca fui uma doente fácil. Bastam dois dias de cama para me deixar angustiada. Sou inquieta, gosto de trabalhar e de me mexer, e fico de mau humor quando percebo que o meu corpo pede arrego.
    
    A impossibilidade de realizar tarefas simples e corriqueiras como tomar banho de cabeça, cozinhar ou ir ao supermercado para comprar frutas faz com que a minha imaginação antecipe cenários em que não terei mais condições de viver sozinha e de fazer as minhas coisas por conta própria.

    Assim, ao constatar a fragilidade e o desconforto causados pela doença, é bastante comum que eu me pergunte se estou levando uma boa vida, se realmente estou a fazer o melhor para mim e para as pessoas que, de alguma forma, contam comigo e apostam na minha felicidade. Nesses momentos, a leitura me resgata e ajuda a superar a angústia.

    A convalescença, como toda quebra de rotina, faz com que a nossa relação com o tempo seja alterada. Quando estamos acamados, perdemos a noção da hora. Acordamos tarde, dormimos cedo e passamos as noites entre o sono e a vigília, a querer adiantar os ponteiros do relógio.

    Toda essa confusão faz com que acabemos voltando a nossa atenção para nós mesmos, em uma tentativa de mantermos a ilusão de que temos controle sobre algo. Assim, doentes, achamos que não nos resta outra coisa a não ser pensar compulsivamente sobre as nossas vidas.

    Ler — o ato de tomar um livro nas mãos e virar as suas páginas uma por uma, em uma sequência crescente e determinada, pacientemente acompanhando o desenrolar de uma história e me esforçando para entender as implicações do que está no papel — é algo que sempre me ajuda a sair de um estado de obsessiva preocupação comigo mesma.

     [...]

    Tenho para mim que a disciplina inspirada pela leitura, ao permitir com que nos tornemos mais atenciosos e pacientes para acompanharmos uma trama do começo ao fim, também seja capaz de restaurar certa impressão de rotina na vida de quem está acamado, ajudando−o mais uma vez a emprestar ordem, ritmo e propósito às suas reflexões.

    Talvez seja por isso, não tenho certeza, que as leituras feitas durante os nossos períodos de convalescença acabam se tornando tão determinantes para nós, como se elas possuíssem uma dimensão transformadora. Consultando a memória, identifico alguns dos livros que me marcaram ao longo dos anos e percebo que muitos foram lidos justamente quando eu estive de cama. Mas será que eles teriam tido o mesmo impacto em minha vida caso eu os tivesse encontrado em outro momento?

    Penso que não. Ao menos no meu caso, os longos períodos de convalescença têm o efeito de suavizar algumas das minhas resistências, fazendo com que eu me sinta um pouco mais disposta a conhecer a obra de autores que normalmente não encontrariam lugar entre as minhas preferências.

   Essa é provavelmente uma dasrazões pelas quais a gente tenha a impressão de que essas leituras de alguma maneira operam uma transformação em nossas vidas. Pois, se estamos lendo algo interessante, porém diferente de quase tudo aquilo a que geralmente temos acesso, então, realmente faz sentido achar que algo em nós esteja mudando graças àquela leitura.

    [...]

   Ficar doente nunca é divertido, mas a companhia de um bom livro é sempre bem−vinda, principalmente quando ela nos empresta novas ferramentas para enfrentar os desafios que nos são impostos pela vida.


Albuquerque, Juliana de. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana−de− albuquerque/2023/01/leituras−tem−impacto−especial−quando− estamos−doentes.shtml Acesso em 12 jan. 2023.
Baseando−se nos estudos de concordância verbal, avalie as frases e, em seguida, assinale a opção que apresenta a afirmação CORRETA.

I − A multidão de fãsinvadia as áreas desocupadas.
II − Banana ou maçã agradam a criança.
III − Nem vôlei nem basquete é seu esporte favorito.
IV − Minha avó, com meu avô, faleceu neste último mês.
Alternativas
Q4225195 Português
“Enquanto tocavam a música, Scrooge lembrou todas as coisas que o Fantasma havia lhe mostrado, e foi se enternecendo aos poucos. Pensou que, se tivesse tido a oportunidade de escutar aquela canção há mais tempo, poderia ter cultivado com suas próprias mãos as doçuras da vida, para sua própria felicidade, sem ter precisado da pá do sacristão que enterrara Jacob Marley” (Um conto de Natal - Charles Dickens). Neste trecho, ao todo, há quantas orações?
Alternativas
Q4225192 Português
Assinalar a alternativa que apresenta a ordem ADJUNTO ADVERBIAL + SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO VERBAL na construção da sentença:
Alternativas
Q4225029 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa… Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente, surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita.”
Os modalizadores destacados, podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4225028 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
“Ainda que a madrugada pareça longa”. Essa oração exprime, em relação à posposta uma:
Alternativas
Q4223631 Português
Assinalar a frase em que ocorre ERRO de pontuação: 
Alternativas
Q4212450 Português
Ainda em relação ao trecho da questão anterior. Qual desses verbos indica um estado ou uma característica do sujeito?
Alternativas
Q4212441 Português
Explicitamente, há a presença de uma frase que não pode ser considerada oração em: 
Alternativas
Q4212127 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do eu ou mim esteja INCORRETO.
Alternativas
Q4212040 Português
Atente-se para as frases abaixo:
I. Tantas datas lhe informaram, ao mesmo tempo.
II. Muitas palestras assistiram, durante o congresso.
III. Eu o pagarei assim que puder.
IV. Confiei-lhe estes segredos.
V. Sempre lhe quis como meu filho.
Observando a regência, estão CORRETOS:
Alternativas
Q4211958 Português
Atente-se para o cartaz a seguir.

“Fé é confiar que ela se abrirá.” Pode-se afirmar que a palavra destacada está como:
Alternativas
Q4211844 Português
“Certa vez, no cinema, uma turma de adolescentes gritava e fazia zorra com um laser vermelho mirado para a tela. A sessão ficou tão insuportável que saí no meio do filme”, conta a historiadora Emanuele de Maupeou,”
Em relação aos verbos destacados, aquele que apresenta um sujeito posposto é:
Alternativas
Q4211839 Português
“Agora dá licença que vou ali tomar meus remédios e depois eu volto para ensinar mais...” Os termos destacados expressam, respectivamente:
Alternativas
Q4211265 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


Chips evitam testes com animais


    Parabéns aos pesquisadores alemães que estão desenvolvendo essa maravilhosa tecnologia que permite à ciência, sem maltratar seres vivos, continuar o desenvolvimento de novos medicamentos e até mesmo de novos cosméticos – pois a vaidade faz muita gente esquecer ou desconsiderar a crueldade cometida contra animais em experimentos. Parabéns aos brasileiros que estão trazendo essa tecnologia para nosso país (...)


M.C.A., Belo Horizonte, pelo Facebook
“Muitas empresas brasileiras não realizam testes em animais”. Essa frase foi construída a partir da temática do texto. Pode-se AFIRMAR que o núcleo do sujeito do verbo destacado é:
Alternativas
Q4211262 Português
Leia o texto a seguir.


O que é Aforismo:


    Aforismo é um texto breve que enuncia uma regra, um pensamento, um princípio ou uma advertência. É um estilo de sentença que articula literatura e filosofia em que a percepção da vida, da sociedade, ou tudo que venha a ser objeto de pensamento, é realçado pela expressividade de uma mensagem verdadeira e concisa. Veja os exemplos a seguir:


I. “Seria cômico se não fosse trágico”.

II. “O tempo dura bastante para aqueles que sabem aproveitá-lo”.

III. “Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum”. 
““Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum”.

A oração destacada exprime em relação à posposta uma:
Alternativas
Q4211256 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...



O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.



As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
“Nem sempre podia usar vestido novo.
Mas passeava no jardim pela manhã!!!”

A palavra que pode ser substituída pela destacada sem prejuízo de sentido é:
Alternativas
Q4211252 Português
Leia, com muita atenção, o poema abaixo:


Lembranças do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes, outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados.

O guarda-civil sorria, passavam bicicletas,...

A menina pisava a relva para pegar um pássaro...



O mundo inteiro, a Alemanha, a China,

tudo era tranquilo em redor de Clara.



As crianças olhavam o céu!

Não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos!

Não havia perigos.

Os perigos que Clara temia eram

a gripe, o calor, os insetos...

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

Nem sempre podia usar vestido novo.

Mas passeava no jardim pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs, naquele tempo!!!


(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lembranças do mundo antigo. In: _ Sentimento do Mundo, 1940.)
“Clara passeava no jardim com as crianças.” Os termos destacados expressam, respectivamente, circunstâncias de: 
Alternativas
Respostas
17181: B
17182: D
17183: C
17184: A
17185: D
17186: D
17187: C
17188: A
17189: D
17190: C
17191: C
17192: C
17193: B
17194: D
17195: D
17196: C
17197: A
17198: B
17199: A
17200: B