Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4380158 Português
m relação à estrutura sintática do trecho retirado do texto “Alguns adolescentes recorrem a ele para evitar interações sociais”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4379992 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

A respeito da conjunção destacada no trecho “A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, [...]” (10º§), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4379991 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

O termo “enquanto”, utilizado no contexto “Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global.” (3º§), classifica-se como:
Alternativas
Q4379990 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Dentre os trechos transcritos a seguir, assinale aquele cuja construção possui predicado verbal.
Alternativas
Q4379987 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Quanto à concordância empregada em “Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, [...].” (1º§), analise as assertivas correlatas a seguir e a relação proposta entre elas.


I. “A concordância do trecho ‘se cerca de 20% da floresta for destruída’ foi realizada corretamente.”

POIS

II. “Quando o sujeito é constituído por expressão partitiva, o verbo pode ir para o singular, destacando o conjunto como uma unidade.”


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4379984 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Os trechos a seguir foram estruturados com recursos coesivos, EXCETO:
Alternativas
Q4379983 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Analise o fragmento: “Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.” (5º§). Sintaticamente, o trecho destacado classifica-se como: 
Alternativas
Q4379978 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Considerando o título do texto – “O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva”, é correto afirmar que a segunda oração:
Alternativas
Q4379659 Português

Leia o trecho da crônica “Minhas fila” a seguir para responder à questão.

A fila é um sofrimento. É mesmo? Depende de como você encara uma fila. Em primeiro lugar, você não pode levar a fila a sério. Existem filas e filas. Uma fila de banco, por exemplo, é completamente diferente de uma fila de padaria.

A pior fila, por consenso, é a fila do banco. Sim, você começa a sofrer com ela no dia anterior. Amanhã vou ter de ir ao banco. E você já dorme com aquela fila na cabeça. Sonha com ela. Ela vai até à rua. Ninguém está feliz na fila do banco, já notou? O sujeito que está ali está sofrendo. Já chega sofrendo. Ele sabe que vai sair dali um pouco mais pobre, no mínimo.

Mas o pior na fila do banco é que a gente, que está mais atrás, olha a quantidade de papelzinho que o da frente tem na mão e logo pensa: isso vai longe. E quando a menina do caixa pede licença e sai para obter uma orientação do gerente lá na outra sala? Todo mundo olha o relógio. E a inveja que a gente fica do segundo da fila? Dá vontade de matar o sujeito. E aquele que disfarça? Está só com um papelzinho na mão. Mas quando chega na vez dele, abre uma pasta. Uma pasta!

Mas toda fila tem seus encantos (basta saber curtir). Menos a fila da fome, esperando comida. Não dá para olhar para a foto (na primeira página dos jornais) daqueles brasileiros e fazer brincadeira. Aquela fila é uma coisa muito séria, gente.

(Mário Prata, Minhas tudo. Adaptado)

A alternativa redigida de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e de pontuação é:
Alternativas
Q4379654 Português

Leia o texto II a seguir para responder à questão.

A conta que a IA não fechou

A corrida pela inteligência artificial levou muitas empresas a acreditar que seria possível substituir profissionais por tecnologia de forma rápida e com redução de custos. Contudo, a realidade começa a mostrar que essa decisão nem sempre produz os resultados esperados.

Começamos a ver as organizações recontratando funcionários que haviam sido dispensados após a adoção de sistemas de IA. O movimento, conhecido como AI boomerang, evidencia que eficiência não depende apenas de velocidade, mas também de conhecimento, contexto e capacidade de decisão.

A inteligência artificial é extremamente competente para automatizar tarefas repetitivas, organizar grandes volumes de dados e apoiar processos. No entanto, ainda apresenta limitações quando precisa interpretar cenários complexos, compreender nuances, lidar com situações inesperadas ou construir relações de confiança com clientes e parceiros.

O caso da Ford ilustra bem essa realidade. Após ampliar o uso da IA em determinadas operações, a empresa percebeu que a tecnologia não conseguia entregar, sozinha, o padrão de qualidade esperado e trouxe de volta especialistas técnicos para atuar em conjunto com sistemas automatizados.

(Sílvia Letícia, Artigos, 06.08.2026. Disponível em: www.opovo.com.br/)

Observe os termos em destaque nas passagens:
… eficiência não depende apenas de velocidade, mas também de conhecimento, contexto e capacidade de decisão. (2º parágrafo)
… a empresa percebeu que a tecnologia não conseguia entregar, sozinha, o padrão de qualidade esperado e trouxe de volta especialistas técnicos… (4º parágrafo)
Esses termos relacionam as afirmações em sequência, introduzindo entre elas aspectos semânticos compatíveis com as ideias, respectivamente, de
Alternativas
Q4379651 Português

Leia o texto I a seguir para responder à questão.

IA e as tendências do futuro

O uso da inteligência artificial (IA) já é uma realidade em todo o mundo, provocando mudanças profundas em todos os ramos da atividade humana, incluindo os negócios. Além disso, trata-se de uma ferramenta à disposição de qualquer pessoa que possua um smartphone ou notebook.

Constatar essa realidade implica também reconhecer que nenhum exercício de futurologia conseguirá prever todas as consequências dessas mudanças. Porém, essas possibilidades têm de ser estudadas de modo a identificar tendências e preparar governos e empresas para conviver com a revolução tecnológica.

Relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de maio de 2025, anota o seguinte: “A obtenção de taxas mais elevadas de adoção de IA pode aumentar a produtividade do trabalho e gerar outros resultados desejáveis, como menores taxas de defeitos na produção, reduzindo a necessidade de insumos materiais. As informações para políticas públicas provenientes deste e de outros estudos comparáveis provavelmente se tornarão mais importantes à medida que mais empresas buscarem se tornar usuárias ativas de IA”.

Esses temas serão debatidos no Futura Trend, evento que terá em pauta o processo acelerado de transformação digital e os impactos da inteligência artificial generativa na reconfiguração da sociedade, na educação e na economia. Será debatida, também e de forma aprofundada, a questão do letramento digital e da educação, a partir da primeira infância, para o acesso à tecnologia, o que evitará mais uma geração de excluídos da era digital, como aconteceu nos anos 1990 e início do ano 2000.

O seminário, portanto, está inserido no grande debate que hoje mobiliza países de todo o mundo para estudar as tendências que regularão a sociedade permeada pela inteligência artificial. 

(Editorial, 06.08.2026. Disponível em: www.opovo.com.br. Adaptado)

A IA é uma ferramenta acessível a _________________ cidadãos que _________________ de um smartphone ou um notebook. Hoje, mais de um brasileiro a _________________ em seu cotidiano, e o uso irrestrito dessa tecnologia se consolidará quando se _________________ as consequências de sua adoção.
De acordo com a norma-padrão de emprego dos verbos e de concordância, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q4379650 Português

Leia o texto I a seguir para responder à questão.

IA e as tendências do futuro

O uso da inteligência artificial (IA) já é uma realidade em todo o mundo, provocando mudanças profundas em todos os ramos da atividade humana, incluindo os negócios. Além disso, trata-se de uma ferramenta à disposição de qualquer pessoa que possua um smartphone ou notebook.

Constatar essa realidade implica também reconhecer que nenhum exercício de futurologia conseguirá prever todas as consequências dessas mudanças. Porém, essas possibilidades têm de ser estudadas de modo a identificar tendências e preparar governos e empresas para conviver com a revolução tecnológica.

Relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de maio de 2025, anota o seguinte: “A obtenção de taxas mais elevadas de adoção de IA pode aumentar a produtividade do trabalho e gerar outros resultados desejáveis, como menores taxas de defeitos na produção, reduzindo a necessidade de insumos materiais. As informações para políticas públicas provenientes deste e de outros estudos comparáveis provavelmente se tornarão mais importantes à medida que mais empresas buscarem se tornar usuárias ativas de IA”.

Esses temas serão debatidos no Futura Trend, evento que terá em pauta o processo acelerado de transformação digital e os impactos da inteligência artificial generativa na reconfiguração da sociedade, na educação e na economia. Será debatida, também e de forma aprofundada, a questão do letramento digital e da educação, a partir da primeira infância, para o acesso à tecnologia, o que evitará mais uma geração de excluídos da era digital, como aconteceu nos anos 1990 e início do ano 2000.

O seminário, portanto, está inserido no grande debate que hoje mobiliza países de todo o mundo para estudar as tendências que regularão a sociedade permeada pela inteligência artificial. 

(Editorial, 06.08.2026. Disponível em: www.opovo.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho entre parênteses substitui o trecho destacado, de acordo com a norma-padrão e com sentido compatível com o original.
Alternativas
Q4379649 Português

Leia o texto I a seguir para responder à questão.

IA e as tendências do futuro

O uso da inteligência artificial (IA) já é uma realidade em todo o mundo, provocando mudanças profundas em todos os ramos da atividade humana, incluindo os negócios. Além disso, trata-se de uma ferramenta à disposição de qualquer pessoa que possua um smartphone ou notebook.

Constatar essa realidade implica também reconhecer que nenhum exercício de futurologia conseguirá prever todas as consequências dessas mudanças. Porém, essas possibilidades têm de ser estudadas de modo a identificar tendências e preparar governos e empresas para conviver com a revolução tecnológica.

Relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de maio de 2025, anota o seguinte: “A obtenção de taxas mais elevadas de adoção de IA pode aumentar a produtividade do trabalho e gerar outros resultados desejáveis, como menores taxas de defeitos na produção, reduzindo a necessidade de insumos materiais. As informações para políticas públicas provenientes deste e de outros estudos comparáveis provavelmente se tornarão mais importantes à medida que mais empresas buscarem se tornar usuárias ativas de IA”.

Esses temas serão debatidos no Futura Trend, evento que terá em pauta o processo acelerado de transformação digital e os impactos da inteligência artificial generativa na reconfiguração da sociedade, na educação e na economia. Será debatida, também e de forma aprofundada, a questão do letramento digital e da educação, a partir da primeira infância, para o acesso à tecnologia, o que evitará mais uma geração de excluídos da era digital, como aconteceu nos anos 1990 e início do ano 2000.

O seminário, portanto, está inserido no grande debate que hoje mobiliza países de todo o mundo para estudar as tendências que regularão a sociedade permeada pela inteligência artificial. 

(Editorial, 06.08.2026. Disponível em: www.opovo.com.br. Adaptado)

A construção entre parênteses que substitui o trecho destacado, em conformidade com a norma-padrão de regência e de crase, é:
Alternativas
Q4379575 Português
A infinita fiadeira


   A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.

  E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cacimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias, armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.

   Para a mãe-aranha aquilo não passava de mau senso. Para que tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.

   — Não faço teias por instinto.

   — Então, faz por quê?

   — Faço por arte.

   Benzia-se a mãe, rezava o pai. Mas nem com preces. A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após concertação, a mandaram chamar. A mãe:

   — Minha filha, quando é que assentas as patas na parede?

   E o pai:

   — Já eu me vejo em palpos de mim…

   Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:

   — Estamos recebendo queixas do aranhal.

   — O que é que dizem, mãe?

   — Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.

   Até que se decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele devaneio seria causado por falta de namorado. Não tendo nunca digerido um machito. E organizaram um amoroso encontro.

   — Vai ver que custa menos que engolir mosca – disse a mãe.

  E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?

   A aranhiça levou o namorado a visitar a sua coleção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria prova de seu amor.

   A família desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime.

  Uma aranha assim, com mania de gente? Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, apresentou-se no mundo dos humanos, logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?

   — Faço arte.

   — Arte?

  E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais velho, lembrou-se que houvera um tempo, em tempos de que já se perdera memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pouco rentáveis produtos – chamados de obras de arte – tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembrava bem de que tipos. Aranhas, ao que parece.


COUTO, Mia. A infinita fiadeira. In: COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
“[...] ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade.”

A respeito do verbo destacado, no contexto em que se insere, é correto dizer que:
Alternativas
Q4379574 Português
A infinita fiadeira


   A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.

  E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cacimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias, armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.

   Para a mãe-aranha aquilo não passava de mau senso. Para que tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.

   — Não faço teias por instinto.

   — Então, faz por quê?

   — Faço por arte.

   Benzia-se a mãe, rezava o pai. Mas nem com preces. A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após concertação, a mandaram chamar. A mãe:

   — Minha filha, quando é que assentas as patas na parede?

   E o pai:

   — Já eu me vejo em palpos de mim…

   Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:

   — Estamos recebendo queixas do aranhal.

   — O que é que dizem, mãe?

   — Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.

   Até que se decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele devaneio seria causado por falta de namorado. Não tendo nunca digerido um machito. E organizaram um amoroso encontro.

   — Vai ver que custa menos que engolir mosca – disse a mãe.

  E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?

   A aranhiça levou o namorado a visitar a sua coleção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria prova de seu amor.

   A família desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime.

  Uma aranha assim, com mania de gente? Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, apresentou-se no mundo dos humanos, logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?

   — Faço arte.

   — Arte?

  E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais velho, lembrou-se que houvera um tempo, em tempos de que já se perdera memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pouco rentáveis produtos – chamados de obras de arte – tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembrava bem de que tipos. Aranhas, ao que parece.


COUTO, Mia. A infinita fiadeira. In: COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
“Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer.”

A oração ressaltada é tipificada como:
Alternativas
Q4379573 Português
A infinita fiadeira


   A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.

  E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cacimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias, armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.

   Para a mãe-aranha aquilo não passava de mau senso. Para que tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.

   — Não faço teias por instinto.

   — Então, faz por quê?

   — Faço por arte.

   Benzia-se a mãe, rezava o pai. Mas nem com preces. A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após concertação, a mandaram chamar. A mãe:

   — Minha filha, quando é que assentas as patas na parede?

   E o pai:

   — Já eu me vejo em palpos de mim…

   Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:

   — Estamos recebendo queixas do aranhal.

   — O que é que dizem, mãe?

   — Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.

   Até que se decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele devaneio seria causado por falta de namorado. Não tendo nunca digerido um machito. E organizaram um amoroso encontro.

   — Vai ver que custa menos que engolir mosca – disse a mãe.

  E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?

   A aranhiça levou o namorado a visitar a sua coleção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria prova de seu amor.

   A família desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime.

  Uma aranha assim, com mania de gente? Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, apresentou-se no mundo dos humanos, logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?

   — Faço arte.

   — Arte?

  E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais velho, lembrou-se que houvera um tempo, em tempos de que já se perdera memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pouco rentáveis produtos – chamados de obras de arte – tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembrava bem de que tipos. Aranhas, ao que parece.


COUTO, Mia. A infinita fiadeira. In: COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
Atente-se à função das preposições enumeradas em 1 e em 2 para assinalar o item correto dentre as alternativas que seguem.

• “A filha saiu pelo mundo em ofício de¹ infinita teceloa.”
• “Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de² teias [...]
Alternativas
Q4379572 Português
A infinita fiadeira


   A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.

  E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cacimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias, armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.

   Para a mãe-aranha aquilo não passava de mau senso. Para que tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.

   — Não faço teias por instinto.

   — Então, faz por quê?

   — Faço por arte.

   Benzia-se a mãe, rezava o pai. Mas nem com preces. A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após concertação, a mandaram chamar. A mãe:

   — Minha filha, quando é que assentas as patas na parede?

   E o pai:

   — Já eu me vejo em palpos de mim…

   Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:

   — Estamos recebendo queixas do aranhal.

   — O que é que dizem, mãe?

   — Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.

   Até que se decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele devaneio seria causado por falta de namorado. Não tendo nunca digerido um machito. E organizaram um amoroso encontro.

   — Vai ver que custa menos que engolir mosca – disse a mãe.

  E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?

   A aranhiça levou o namorado a visitar a sua coleção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria prova de seu amor.

   A família desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime.

  Uma aranha assim, com mania de gente? Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, apresentou-se no mundo dos humanos, logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?

   — Faço arte.

   — Arte?

  E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais velho, lembrou-se que houvera um tempo, em tempos de que já se perdera memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pouco rentáveis produtos – chamados de obras de arte – tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembrava bem de que tipos. Aranhas, ao que parece.


COUTO, Mia. A infinita fiadeira. In: COUTO, Mia. O fio das missangas: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
A respeito da regência do verbo demarcado em I e em II, aponte a alternativa correta a seguir.

I. “[...] lembrou-se que houvera um tempo [...]”
II. “Não se lembrava bem de que tipos.” 
Alternativas
Q4379472 Português


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/comportamento/cultura/quando-jogar-videogame-deixa-de-ser-so-diversao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a análise sintática do fragmento retirado do texto “O ponto de atenção não é o jogo em si”, analise as assertivas a seguir:
 I. “O ponto de atenção” exerce a função de sujeito simples da oração, tendo o substantivo “ponto” como núcleo.
II. A forma verbal “é” atua como verbo de ligação, e “o jogo em si” exerce a função de predicativo do sujeito.
III. O segmento “não é o jogo em si” constitui um predicado verbal, cujo núcleo significativo se encontra no verbo.
IV. Por estar ligado ao verbo sem preposição, a expressão “o jogo em si” pode ser classificada como objeto direto de “é”, concomitantemente à sua função de predicativo do sujeito.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4379468 Português


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/comportamento/cultura/quando-jogar-videogame-deixa-de-ser-so-diversao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando as relações de sentido estabelecidas pelos elementos coesivos nos trechos retirados do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4379430 Português

Texto para a questão.

Mãe

Cora Coralina


Renovadora e reveladora do mundo

A humanidade se renova no teu ventre.

Cria teus filhos,

não os entregues à creche.

Creche é fria, impessoal.

Nunca será um lar

para teu filho.

Ele, pequenino, precisa de ti.

Não o desligues da tua força maternal. 


Que pretendes, mulher?

Independência, igualdade de condições…

Empregos fora do lar?

És superior àqueles

que procuras imitar.

Tens o dom divino

de ser mãe

Em ti está presente a humanidade.


Mulher, não te deixes castrar.

Serás um animal somente de prazer

e às vezes nem mais isso.

Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.

Tumultuada, fingindo ser o que não és.

Roendo o teu osso negro da amargura.

Analise a estrutura morfossintática do verso: "Que pretendes, mulher?" e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
641: D
642: D
643: C
644: B
645: C
646: X
647: A
648: A
649: E
650: B
651: A
652: E
653: D
654: C
655: B
656: D
657: A
658: A
659: D
660: B