Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 53.220 questões

Q4331851 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ORQUÍDEAS

Elas floresceram todas ao mesmo tempo. Abri a janela, olhei para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

Ao longo dos anos foram sendo amarradas, com displicência, ao redor dos troncos finos e grossos das árvores do jardim. Lá elas repousam o ano inteiro, expostas ao sol, ao vento, ao frio, ao calor.

Daqueles talos aparentemente estéreis nascem como por milagre as flores mais lindas, trazidas nos braços da Primavera. Vivem esquecidas no meu jardim, gestam a beleza em humilde silêncio.

Não exigem cuidados especiais. Ficam lá, em repouso. E de repente, bum! Dominam o jardim com a beleza inegável de suas flores. Não falo com elas, não presto atenção. Elas retribuem meu alheamento com alumbramento, dividem conosco sua gratuita beleza.


http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/
Ficam LÁ, em repouso.

É CORRETO afirmar que o advérbio "lá" retoma, considerando-se o contexto, a expressão:
Alternativas
Q4331850 Português
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ORQUÍDEAS

Elas floresceram todas ao mesmo tempo. Abri a janela, olhei para fora e lá estavam: brancas, violetas, amarelas, gritando de alegria ao sol da manhã!

Ao longo dos anos foram sendo amarradas, com displicência, ao redor dos troncos finos e grossos das árvores do jardim. Lá elas repousam o ano inteiro, expostas ao sol, ao vento, ao frio, ao calor.

Daqueles talos aparentemente estéreis nascem como por milagre as flores mais lindas, trazidas nos braços da Primavera. Vivem esquecidas no meu jardim, gestam a beleza em humilde silêncio.

Não exigem cuidados especiais. Ficam lá, em repouso. E de repente, bum! Dominam o jardim com a beleza inegável de suas flores. Não falo com elas, não presto atenção. Elas retribuem meu alheamento com alumbramento, dividem conosco sua gratuita beleza.


http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/
No período "Elas retribuem meu alheamento com alumbramento, dividem conosco sua gratuita beleza", as orações relacionam-se sintaticamente por meio do processo de: 
Alternativas
Q4330900 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
O trecho, "Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.", é classificado como um período: 
Alternativas
Q4330899 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
No trecho, "Por fim, tornou-se um homem LIVRE e caminhou como tal", a palavra destacada pertence a seguinte classe gramatical:
Alternativas
Q4330896 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
A forma verbal grifada em "- Cansado viajante, por que CARREGA essa pedra tão grande?" é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo:
Alternativas
Q4330895 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
No período, "- É estranho, respondeu o viajante, MAS eu nunca tinha realmente notado que a carregava.", a palavra destacada expressa uma ideia de:
Alternativas
Q4330893 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
No trecho, "- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?" as vírgulas foram empregadas para: 
Alternativas
Q4330892 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A Mala de Viagem

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra.

Nas costas, carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas.

Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:

- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?

- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.

Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida, veio outro transeunte que lhe perguntou:

- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada? 

- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.

Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias.

E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.

Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não. Era a falta de consciência da existência delas.

Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.

Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber.


Acesso em: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006143.php 
Qual a classificação do sujeito da primeira oração do trecho, "- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, pois eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo"? 
Alternativas
Q4330055 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Para muitos, a hora de escolher a profissão é um desafio. São diversos cursos _____ disposição e, junto com isso, o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente. Além de pesquisar cursos e instituições de ensino, buscar ajuda profissional é uma boa alternativa.


"A orientação profissional é um processo e uma construção. Ela mostra um pouco da pessoa e quais habilidades ou interesses podem ser direcionados para determinadas áreas dentro da universidade", afirma Diogo Scandolara, psicólogo, consultor empresarial e palestrante, especialista em orientação profissional e atendimento _____ jovens e adolescentes.


Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar, mas não impor _____ profissão de seus filhos. "Vários fatores estão envolvidos nessa escolha. As características individuais, o que pretende conseguir com a carreira, a relação com os pais. _____ vezes, eles esperam a continuidade de um negócio ou esperam que o filho seja aquilo que eles não foram. Também, valores e crenças", explica Scandolara. [...]


(Disponível em https://www.furb.br/web/1704/noticias/interacao-abre-com-palestra-sobre-orientacao-profissional/8837. Acesso em: 20/set/2021.[adaptado])

Em "Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar...", a palavra destacada neste trecho do texto:


I. É um numeral.


II. É sinônima de "consoante".


III. Exprime conformidade.


Está de acordo com o texto:

Alternativas
Q4330053 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Para muitos, a hora de escolher a profissão é um desafio. São diversos cursos _____ disposição e, junto com isso, o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente. Além de pesquisar cursos e instituições de ensino, buscar ajuda profissional é uma boa alternativa.


"A orientação profissional é um processo e uma construção. Ela mostra um pouco da pessoa e quais habilidades ou interesses podem ser direcionados para determinadas áreas dentro da universidade", afirma Diogo Scandolara, psicólogo, consultor empresarial e palestrante, especialista em orientação profissional e atendimento _____ jovens e adolescentes.


Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar, mas não impor _____ profissão de seus filhos. "Vários fatores estão envolvidos nessa escolha. As características individuais, o que pretende conseguir com a carreira, a relação com os pais. _____ vezes, eles esperam a continuidade de um negócio ou esperam que o filho seja aquilo que eles não foram. Também, valores e crenças", explica Scandolara. [...]


(Disponível em https://www.furb.br/web/1704/noticias/interacao-abre-com-palestra-sobre-orientacao-profissional/8837. Acesso em: 20/set/2021.[adaptado])

No trecho "...afirma Diogo Scandolara...", os termos destacados exercem a função sintática de:

Alternativas
Q4329996 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Analise: “Passo os dias sentada em Zoom e calls.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4329995 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Analise: “De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo...” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FURB Órgão: FURB - SC Prova: FURB - 2021 - FURB - SC - Advogado |
Q4329703 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O Projeto Cognitum, da Universidade Regional de Blumenau (FURB), lançou em setembro um documentário e uma playlist com 14 podcasts sobre a história da pesquisa na instituição. A iniciativa, que conta a trajetória da pesquisa científica na FURB por meio de entrevistas com 14 professores das mais diferentes áreas do conhecimento, envolveu professores e alunos do Departamento de Comunicação, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e do Programa de Pós-Graduação em Administração da FURB. 

O documentário e a playlist com os 14 podcasts serão hospedados na página da FURB TV no YouTube. Todo o material foi gravado e editado durante as entrevistas e teve a participação dos laboratórios de vídeo e áudio do Departamento de Comunicação. Desenvolvido pelos professores Sandro Galarça, do curso de Jornalismo, Fabrícia Durieux Zucco, de Publicidade e Propaganda, e Marcos Antônio Mattedi, do curso de Ciências Sociais, o projeto vai resultar ainda na publicação de um livro impresso e de um e-book que vai contar a história da pesquisa realizada na Universidade ao longo de sua história, por meio da narrativa sobre a experiência destes profissionais.

_______ atividade assinala _______ importância da pesquisa científica no desenvolvimento da região do Vale do Itajaí. Sua intenção é dar visibilidade _______ expertises acadêmica e científica acumuladas na FURB. O projeto pretende dar mais visibilida    ______  importância da pesquisa científica e da história dos seus pesquisadores. Dessa forma, _______ universidade cumpre um papel fundamental, que é contribuir para uma sociedade mais crítica e bem informada sobre assuntos que lhe dizem respeito na dinâmica social.


https:/Nwww.furb.brhweb/1704/noticias/documentario-e-podcasts-narram-historia
-da-pesquisa-na-furb/8809. Acesso em 13/seti2021 [adaptado]  

Assinale as afirmativas sobre o primeiro parágrafo do texto:


"A iniciativa, que conta a trajetória da pesquisa científica na FURB por meio de entrevistas com 14 professores das mais diferentes áreas do conhecimento, envolveu professores e alunos do Departamento de Comunicação, do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e do Programa de Pós-Graduação em Administração da FURB".


I. O sujeito da primeira oração é composto.


II. Há uma oração explicativa entre vírgulas.


III. A última vírgula utilizada neste período composto serve para separar termos com mesma função sintática.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4328391 Português
Leia o texto para responder a questão.


Chimpanzés idosos mantêm poucos e bons amigos

Por Giorgia Cavicchioli


   É comum observar que os seres humanos vão reduzindo o número de amigos com o passar dos anos. Com isso em mente, a antropóloga Zarin P. Machanda, da Tufts University, e a psicóloga e antropóloga Alexandra G. Rosati, da University of Michigan, começaram a se perguntar se os chimpanzés tinham o mesmo comportamento.

   De acordo com a Dra. Machanda, a ideia na mente dos humanos quando envelhecemos é: “Não tenho tempo para essas pessoas negativas na minha vida. Não quero perder meu tempo com toda essa negatividade”. Sendo assim, nós nos concentramos em alguns bons e poucos amigos e investimos neles. Essa explicação tem o nome de teoria da seletividade socioemocional.

   Junto com alguns colegas, as estudiosas relataram na revista Science, nesta quinta-feira (22), que ao menos os chimpanzés machos fazem a mesma coisa que os humanos. A equipe analisou apenas os machos pelo fato de eles já serem mais difíceis de fazer amizade enquanto as fêmeas são mais ligadas aos grupos familiares.

  Sendo assim, eles seriam mais fáceis de serem analisados. À medida que eles envelheciam, os machos desenvolveram mais amizades mútuas e menos amizades unilaterais. Além disso, eles também exibiram uma abordagem mais positiva em relação ao grupo como um todo.

  De acordo com as autoras do estudo, outros primatas não seguem esse tipo de padrão necessariamente. Alguns outros macacos tendem a se afastar das relações sociais e seus níveis de agressividade continuam altos mesmo depois de mais velhos.


Disponível em https://www.revistaplaneta.com.br/chimpanzes-idososmantem-poucos-e-bons-amigos/
Analise: “a psicóloga e antropóloga Alexandra G. Rosati, da University of Michigan, começaram a se perguntar se os chimpanzés tinham o mesmo comportamento.” E assinale a alternativa que explica o uso das vírgulas nesse contexto.
Alternativas
Q4328265 Português
Leia o texto para responder a questão.


Pix tem 100 milhões de chaves registradas A chave permite identificar rapidamente a conta do recebedor


   O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves hoje (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.

   A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória - sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.

   O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.

   No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.

   Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.


Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/pixtem-100-milhoes-de-chaves-registradas
Assinale a alternativa que apresenta uma conjunção.
Alternativas
Q4328264 Português
Leia o texto para responder a questão.


Pix tem 100 milhões de chaves registradas A chave permite identificar rapidamente a conta do recebedor


   O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves hoje (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.

   A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória - sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.

   O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.

   No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.

   Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.


Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/pixtem-100-milhoes-de-chaves-registradas
Analise: “Pix tem 100 milhões de chaves registradas” e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4328263 Português
Leia o texto para responder a questão.


Pix tem 100 milhões de chaves registradas A chave permite identificar rapidamente a conta do recebedor


   O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves hoje (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.

   A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória - sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.

   O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.

   No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.

   Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.


Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/pixtem-100-milhoes-de-chaves-registradas
Analise: “O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4325672 Português
Analise as afirmativas sobre os casos particulares de concordância verbal:
I- Concordância com verbos impessoais: O verbo estabelece sempre concordância com a 3.ª pessoa do singular, uma vez que não possui um sujeito: havia pessoas, houve problemas, faz dois dias, já amanheceu.
II- Concordância com a partícula apassivadora se: O verbo estabelece concordância com o objeto direto, que assume a função de sujeito paciente, podendo ficar no singular ou no plural: vende-se casa, vendem-se casas.
III- Concordância com a partícula de indeterminação do sujeito se: O verbo não estabelece sempre concordância com a 3.ª pessoa do singular quando a frase é formada por verbos intransitivos ou por verbos transitivos indiretos: precisa-se de funcionário, precisa-se de funcionários.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4325671 Português
Analise as afirmativas sobre os casos particulares de concordância verbal:
I- Concordância com pronome relativo que: O verbo estabelece concordância com o antecedente do pronome: sou eu que quero, somos nós que queremos, são eles que querem.
II- Concordância com pronome relativo quem: O verbo estabelece concordância com o antecedente do pronome ou fica na 3.ª pessoa do singular: sou eu quem quero, sou eu quem quer.
III- Concordância com: a maioria, a maior parte, a metade: Preferencialmente, o verbo estabelece concordância com a 3.ª pessoa do singular. Contudo, o uso da 3.ª pessoa do plural é igualmente aceitável: a maioria das pessoas quer, a maioria das pessoas querem.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4325668 Português
Analise as afirmativas sobre os verbos transitivos:
I- Verbos transitivos diretos e indiretos são, primeiramente, verbos transitivos, ou seja, verbos com significado incompleto, que necessitam da junção de complementos verbais para completar o seu sentido.
II- Quando um verbo transitivo é classificado de verbo transitivo direto e indireto, indica que esse verbo necessita tanto do objeto direto como do objeto indireto para transmitir um sentido completo.
 III- Nos verbos transitivos diretos e indiretos, anteriormente chamados de verbos bitransitivos, o objeto direto costuma indicar coisas e o objeto indireto costuma indicar pessoas.
Está correto o que se afirma em:  
Alternativas
Respostas
27201: A
27202: B
27203: C
27204: A
27205: B
27206: C
27207: C
27208: D
27209: A
27210: D
27211: A
27212: D
27213: A
27214: A
27215: E
27216: B
27217: A
27218: A
27219: D
27220: D