Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Analise o cartaz:

Considerando o contexto do cartaz, depreende-se que o termo “lá”
Sem prejuízo do sentido, o termo sublinhado pode ser substituído por

I. A expressão 'autismo de alto desempenho' e 'síndrome de Asperger' estão em uma relação de sinonímia perfeita;
II. O uso do acento grave no trecho se justifica porque o vocábulo 'dificuldades' exige a preposição 'a' e a expressão 'outras formas' aceita a anteposição do artigo feminino 'a';
III. A vírgula antes da conjunção 'mas' pode ser retirada sem prejuízo para a correção gramatical do trecho.
Marque a opção CORRETA:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
Já na meninice fez coisas de sarapantar. De primeiro passou mais de seis anos não falando. Si o incitavam a falar exclamava:
— Ai! Que preguiça!...
E não dizia mais nada. Ficava no canto da maloca, trepado no jirau de paxiúba, espiando o trabalho dos outros e principalmente os dois manos que tinha, Maanape já velhinho e Jiguê na força do homem. O divertimento dele era decepar cabeça de saúva. Vivia deitado mas si punha os olhos em dinheiro, Macunaíma dandava pra ganhar vintém. E também espertava quando a família ia tomar banho no rio, todos juntos e nus. Passava o tempo do banho dando mergulho, e as mulheres soltavam gritos gozados por causa dos guaiamuns diz-que habitando a águadoce por lá. No mocambo si alguma cunhatã se aproximava dele pra fazer festinha, Macunaíma punha a mão nas graças dela, cunhatã se afastava. Nos machos guspia na cara. Porém respeitava os velhos, e frequentava com aplicação a murua a poracê o torê o bacororô a cucuicogue, todas essas danças religiosas da tribo.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. São Paulo: Ubu Editora, 2017, p. 13.
Leia o texto e responda a questão.

À medida que vencemos a covid-19, com diminuição dos números da doença em todo o Brasil, cresce a flexibilização das restrições trazidas pela pandemia, o que aumenta a circulação de outros vírus respiratórios, como a influenza.
Com a possiblidade de circulação dos dois vírus, influenza e covid-19, é hora de ter atenção redobrada com as pessoas mais vulneráveis a essas doenças. A vacina vai reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir sobrecarga sobre os serviços de saúde.

Já a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação do vírus no país, minimizando a carga da doença e protegendo a população, em especial as nossas crianças, que são mais vulneráveis, e os trabalhadores da saúde, considerando o risco de adoecimento e maior exposição ao vírus.
Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2022/vacinacao-contra-gripe-e-sarampo/a-importancia-da-vacina
Leia o texto e responda a questão.

À medida que vencemos a covid-19, com diminuição dos números da doença em todo o Brasil, cresce a flexibilização das restrições trazidas pela pandemia, o que aumenta a circulação de outros vírus respiratórios, como a influenza.
Com a possiblidade de circulação dos dois vírus, influenza e covid-19, é hora de ter atenção redobrada com as pessoas mais vulneráveis a essas doenças. A vacina vai reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir sobrecarga sobre os serviços de saúde.

Já a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação do vírus no país, minimizando a carga da doença e protegendo a população, em especial as nossas crianças, que são mais vulneráveis, e os trabalhadores da saúde, considerando o risco de adoecimento e maior exposição ao vírus.
Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2022/vacinacao-contra-gripe-e-sarampo/a-importancia-da-vacina
Leia o texto e responda a questão.

À medida que vencemos a covid-19, com diminuição dos números da doença em todo o Brasil, cresce a flexibilização das restrições trazidas pela pandemia, o que aumenta a circulação de outros vírus respiratórios, como a influenza.
Com a possiblidade de circulação dos dois vírus, influenza e covid-19, é hora de ter atenção redobrada com as pessoas mais vulneráveis a essas doenças. A vacina vai reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir sobrecarga sobre os serviços de saúde.

Já a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação do vírus no país, minimizando a carga da doença e protegendo a população, em especial as nossas crianças, que são mais vulneráveis, e os trabalhadores da saúde, considerando o risco de adoecimento e maior exposição ao vírus.
Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2022/vacinacao-contra-gripe-e-sarampo/a-importancia-da-vacina
Leia o texto para responder a questão.
Querido André,
Quando eu nasci minhas duas irmãs e meu irmão já tinham mais de dez anos. Fico achando que é por isso que ninguém aqui em casa tem paciência comigo: todo o mundo já é bem grande há muito tempo, menos eu.
Não sei quantas vezes eu ouvi minhas irmãs dizendo: "A Raquel nasceu de araque. A Raquel nasceu fora de hora. A Raquel nasceu quando a mamãe já não tinha mais condições de ter filho."
Tô sobrando, André. Já nasci sobrando. É ou não é?
Um dia perguntei pra elas: "Por que é que a mamãe não tinha mais condições de ter filho?"
Elas falaram que a minha mãe trabalhava demais, já tava cansada, e que também a gente não tinha dinheiro pra educar direito três filhos, quanto mais quatro.
Fiquei pensando: mas se ela não queria mais filho por que é que eu nasci? Pensei nisso demais, sabe?
E acabei achando que a gente só devia nascer quando a mãe da gente quer ver a gente nascendo. Você não acha, não? Raquel.
Trecho do livro “A bolsa amarela” de Lygia Bojunga.
Leia o texto para responder a questão.
Querido André,
Quando eu nasci minhas duas irmãs e meu irmão já tinham mais de dez anos. Fico achando que é por isso que ninguém aqui em casa tem paciência comigo: todo o mundo já é bem grande há muito tempo, menos eu.
Não sei quantas vezes eu ouvi minhas irmãs dizendo: "A Raquel nasceu de araque. A Raquel nasceu fora de hora. A Raquel nasceu quando a mamãe já não tinha mais condições de ter filho."
Tô sobrando, André. Já nasci sobrando. É ou não é?
Um dia perguntei pra elas: "Por que é que a mamãe não tinha mais condições de ter filho?"
Elas falaram que a minha mãe trabalhava demais, já tava cansada, e que também a gente não tinha dinheiro pra educar direito três filhos, quanto mais quatro.
Fiquei pensando: mas se ela não queria mais filho por que é que eu nasci? Pensei nisso demais, sabe?
E acabei achando que a gente só devia nascer quando a mãe da gente quer ver a gente nascendo. Você não acha, não? Raquel.
Trecho do livro “A bolsa amarela” de Lygia Bojunga.
O robô carregador
Os dias de arrastar sacolas do mercado acabaram. Pelo
menos é o que promete a empresa italiana Piaggio, que criou
robôs que te seguem na rua, carregando as compras.
Os robôs se chamam Gita e Gitamini. O funcionamento é
simples: você coloca suas compras ou objetos dentro deles – o
menor comporta até 10 kg, o maior 20 kg –, sai andando e o
treco vai atrás.
Ele tem autonomia de 20 km e é esperto o suficiente para
desviar de obstáculos (inclusive à noite). Os preços: o menor
custa US$ 1.850, e o maior US$ 2.950. Você compraria?
Disponível em #Tech no Instagram
O robô carregador
Os dias de arrastar sacolas do mercado acabaram. Pelo
menos é o que promete a empresa italiana Piaggio, que criou
robôs que te seguem na rua, carregando as compras.
Os robôs se chamam Gita e Gitamini. O funcionamento é
simples: você coloca suas compras ou objetos dentro deles – o
menor comporta até 10 kg, o maior 20 kg –, sai andando e o
treco vai atrás.
Ele tem autonomia de 20 km e é esperto o suficiente para
desviar de obstáculos (inclusive à noite). Os preços: o menor
custa US$ 1.850, e o maior US$ 2.950. Você compraria?
Disponível em #Tech no Instagram


