Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Mistério! Cobra exótica é encontrada nas alturas de prédio no Bigorrilho, em Curitiba
Uma cobra apareceu na noite de terça-feira (15) em um apartamento no nono andar no bairro Bigorrilho, em Curitiba. O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência e levou o animal para o Passeio Público para se fazer a identificação. Ninguém ficou ferido.
De acordo com os bombeiros, a cobra foi encontrada atrás de um armário do apartamento, mas a responsável pelo imóvel não sabia informar como o animal foi parar ali. Outros moradores também foram questionados, mas ninguém se responsabilizou pela cobra.
“Entrou um chamado de que havia sido avistado uma cobra dentro do apartamento e ela estava embaixo de um armário. Como ela chegou lá não foi possível apurar. Aparentemente é uma cobra exótica, que não parece ser da nossa fauna. A suspeita é que seja o animal de estimação de alguém”, disse o bombeiro Valdecir, que atendeu à ocorrência em entrevista ao Bom Dia Paraná, da RPC, desta quarta-feira.
O susto foi grande por parte dos moradores e a cobra foi encaminhada ao Passeio Público, local em que o animal vai ser identificado e posteriormente definido o destino da cobra.
Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/misterio cobra-exotica-e-encontrada-nas-alturas-de-predio-no-bigorrilho-em curitiba/ Acesso em 19 de fevereiro de 2022.
Menina de 5 anos morre vítima da Covid-19 no Paraná, diz hospital
Uma menina de cinco anos morreu em decorrência da Covid-19, em Londrina, no norte do Paraná, segundo o Hospital Universitário (HU) da cidade. Sem velório, o enterro ocorreu no sábado (12), em Califórnia, também no norte.
A princípio, a vítima foi levada pela família ao Hospital da Providência, em Apucarana, também no norte, onde ela morava. Depois, foi transferida ao HU de Londrina. Segundo o HU, a criança tinha bronquite asmática como comorbidade e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no dia 6 de fevereiro.
Conforme a família, a criança havia tomado a primeira dose da vacina Pfizer, mas o caso se agravou e ela não resistiu. Em 2020, a menina também teve Covid-19 e apresentou complicações por causa da comorbidade que tinha.
Segundo a Secretaria de Saúde de Apucarana, até domingo (13), o município somava 526 mortes por Covid-19 e 31.043 diagnósticos positivos do novo coronavírus.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2022/02/14/menina de-5-anos-morre-vitima-da-covid-19-no-parana-diz-hospital.ghtml Acesso em 19 de fevereiro de 2022.

Texto 3
“Humorismo é a arte de fazer cócegas no raciocínio dos outros. Há duas espécies de humorismo: o trágico e o cômico. O trágico é o que não consegue fazer rir; o cômico é o que é verdadeiramente trágico para se fazer.”
Leon Eliachar. www.mercadolivre.com.br . Acesso em 13/07/2022.
No texto 3, algumas palavras são exemplo de Conotação. Assinale a alternativa que as apontam.
Texto 02 para a questão.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.
https://www.pensador.com/charles_chaplin_sobre_a_vida/ Acesso em 06/10/2022
Observe os itens abaixo e os termos destacados (em maiúscula)
I. “- não para o seu INFORTÚNIO.”
II. “Por que havemos de odiar e DESPREZAR uns aos outros?”
III. “A terra, que é boa e rica, pode PROVER todas as nossas necessidades.”
Sobre esses termos, está CORRETO afirmar que, respectivamente, significam
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).

Leia o texto que segue e responda à questão

Leia o texto que segue e responda à questão

Leia o texto que segue e responda à questão

Espécies escondidas nas profundezas do Atlântico

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55470722 – texto especialmente adaptado para esta prova).
Leia o texto abaixo para responder à questão.
O fim do mundo
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, “estremunhada”, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. Ainda há uns dias, a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês …
(Cecília Meireles. Adaptado).
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Homem no Mar
De minha varanda vejo, entre árvores e telhados, o mar. Não há ninguém na praia, que “resplende” ao sol. O vento é nordeste, e vai tangendo, aqui e ali, no belo azul das águas, pequenas espumas que marcham alguns segundos e morrem, como bichos alegres e humildes; perto da terra a onda é verde.
Mas percebo um movimento em um ponto do mar; é um homem nadando. Nada a favor das águas e do vento, e as pequenas espumas que nascem e somem parecem ir mais depressa do que ele. Justo: espumas são leves, não são feitas de nada, toda sua substância é água e vento e luz, e o homem tem sua carne, seus ossos, seu coração, todo seu corpo a transportar na água.
Ele usa os músculos com uma calma energia; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta. Não sei de onde vem essa admiração, mas encontro nesse homem uma nobreza calma, sinto-me solidário com ele, acompanho o seu esforço solitário como se ele estivesse cumprindo uma bela missão. Já nadou em minha presença uns trezentos metros; antes, não sei, duas vezes o perdi de vista, quando ele passou atrás das árvores, mas esperei com toda confiança que reaparecesse sua cabeça, e o movimento alternado de seus braços. Mais uns cinquenta metros, e o perderei de vista, pois um telhado o esconderá. Que ele nade bem esses cinquenta ou sessenta metros, isto me parece importante, é preciso que conserve a mesma batida de sua braçada, que eu o veja desaparecer assim como o vi aparecer, no mesmo rumo, no mesmo ritmo, forte, lento, sereno. Será perfeito; a imagem desse homem me faz bem.
É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo, pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando o vi ele já estava nadando; acompanhei-o com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele atingiu”.
Não desço para ir esperá-lo na praia e lhe apertar mão; mas dou meu silencioso apoio, minha atenção e minha estima a esse desconhecido, a esse nobre animal, a esse homem, a esse correto irmão.
(Rubem Braga).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, “especialmente” a do primogênito.
