Questões de Concurso
Sobre redação - reescritura de texto em português
Foram encontradas 9.626 questões
Texto I, para responder às questões de 1 a 4.
A semana
1 Para um preso, menos 7 dias
Para um doente, mais 7 dias
Para os felizes, 7 motivos
4 Para os tristes, 7 remédios
Para os ricos, 7 jantares
Para os pobres, 7 fomes
7 Para a esperança, 7 novas manhãs
Para a insônia, 7 longas noites
Para os sozinhos, 7 chances
10 Para os ausentes, 7 culpas
Para um cachorro, 49 dias
Para uma mosca, 7 gerações
13 Para os empresários, 25% do mês
Para os economistas, 0,019 do ano
Para o pessimista, 7 riscos
16 Para o otimista, 7 oportunidades
Para a Terra, 7 voltas
Para o pescador, 7 partidas
19 Para cumprir o prazo, pouco
Para criar o mundo, o suficiente
Para uma gripe, a cura
22 Para uma rosa, a morte
Para a história, nada
Para Época, tudo
Internet: <http://epoca.globo.com> (com adaptações).
Acesso em 7/9/2010.
Assinale a alternativa correta com relação à estrutura do texto I.
Texto 02 para as questões 11 e 12.
Se no texto 02, o termo sabedoria fosse substituído por títulos, o texto CORRETO estaria contido na alternativa
Leia o texto a seguir para responder às questões de 5 a 7.
1 Configura-se cada vez mais como objetivo prioritário
a busca do desenvolvimento sustentável. Nesse contexto,
estão inseridas as políticas e as diretrizes do governo
federal, que foram implementadas pelo Ministério de Minas
5 e Energia, visando ao uso crescente de fontes renováveis e
limpas.
Em comparação aos demais países, o Brasil configura-
se como um país com grande presença de combustíveis
renováveis. No resto do mundo, a participação desses
10combustíveis é praticamente inexpressiva, e o que se
observa é a supremacia do uso dos derivados de petróleo.
O Brasil dispõe de uma matriz diversificada, haja vista
as alternativas que possui para produzir combustíveis de
naturezas fóssil e renovável, constituindo um ambiente
15 favorável para a introdução gradual do hidrogênio. Esse
energético, se produzido a partir de insumos de natureza
renovável, deixará o Brasil em sintonia com as iniciativas
internacionais para a redução das emissões atmosféricas e
a diminuição da dependência dos combustíveis fósseis.
José Lima de Andrade Neto. Internet: http://www.mme.gov.br. (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.
I – A palavra “a” (linha 9) poderá receber o sinal indicativo de crase, já que, no contexto, o uso do acento grave é facultativo.
II – O texto é narrativo/descritivo.
III – A expressão “haja vista” (linha 12) não pode ser substituída por haja visto ou hajam vistas.
IV – A expressão “Esse energético” (linhas 15 e 16) tem como referente “hidrogênio” (linha 15).
V – A oração “que foram implementadas pelo Ministério de Minas e Energia” (linhas 4 e 5) é subordinada adverbial temporal.
A sequência correta é:
Texto I
CIDADANIA E EDUCAÇÃO
1.Cidadania, palavra que pode ser empregada em muitos sentidos. Desde sua origem na Roma antiga, a idéia de cidadania está vinculada ao princípio de que os habitantes têm o direito de participar da vida política da sociedade. O termo vem da palavra latina civis, que significa "habitante", e civitatis, que dava a condição de cidadão aos habitantes. Ou seja, dava-lhes o direito de participar ativamente na vida e no governo do povo.
2.Novamente, como no modelo grego de democracia, a cidadania na Roma antiga não era atribuída a todos os habitantes. Em primeiro lugar, estrangeiros e escravos não eram cidadãos, denominação garantida somente aos romanos livres. Em segundo lugar, mesmo entre os romanos livres havia uma distinção entre a cidadania e a cidadania ativa. Enquanto a primeira era uma denominação dada à maioria dos romanos, incluídas nesse grupo todas as mulheres, a segunda, que dava o direito efetivo de participar das atividades políticas e da administração pública, era destinada a um pequeno grupo de romanos (homens) livres.
[...]
3.Em seu sentido tradicional, portanto, a cidadania expressa um conjunto de direitos e de deveres que permite aos cidadãos e cidadãs participar da vida política e da vida pública, podendo votar e ser votados, participar ativamente na elaboração das leis e exercer funções públicas, por exemplo. Partindo dessas ideias, podemos fazer um questionamento importante para a compreensão atual dos significados possíveis para cidadania: Será que a garantia de participação ativa na vida política e pública é suficiente para garantir a todas as pessoas o atendimento de suas necessidades básicas? Não acredito que a cidadania pressuponha apenas o atendimento das necessidades políticas e sociais, com o objetivo de garantir os recursos materiais que dêem uma vida digna às pessoas. Do meu ponto de vista é necessário que cada ser humano, para poder efetivamente participar da vida pública e política, se desenvolva em alguns aspectos que lhe dêem as condições físicas, psíquicas, cognitivas, ideológicas e culturais necessárias para uma vida saudável, uma vida que o leve à busca virtuosa da felicidade, individual e coletiva.
4.Entender a cidadania a partir da redução do ser humano a suas relações sociais e políticas não é coerente com a multidimensionalidade que nos caracteriza e com a complexidade das relações que estabelecemos com o mundo à nossa volta e com nós mesmos. Assim, a luta pela cidadania passa não apenas pela conquista de igualdade de direitos e de deveres a todos os seres humanos, mas também pela conquista de uma vida digna, em sua mais ampla concepção, para todos os cidadãos e cidadãs, habitantes do planeta. Tal tarefa, complexa por natureza, pressupõe a educação de todos, crianças, jovens e adultos, a partir de princípios coerentes com esses objetivos, com a intenção evidente de promover a cidadania pautada na democracia, na justiça, na igualdade, na equidade e na participação ativa de todos os membros da sociedade.
5.Nessa direção é imperativo uma “Educação para a cidadania”, elemento essencial para a democracia e que remete a algumas ideias de Machado (1997). Para esse autor “educar para a cidadania significa prover os indivíduos de instrumentos para a plena realização desta participação motivada e competente, desta simbiose entre interesses pessoais e sociais, desta disposição para sentir em si as dores do mundo”. (p. l06)
6.Estamos falando, portanto, da formação e da instrução das pessoas para sua capacitação à participação motivada e competente na vida política e pública da sociedade. Ao mesmo tempo, entendo que essa formação deva visar ao desenvolvimento de competências para lidar com a diversidade e o conflito de ideias, com as influências da cultura e com os sentimentos e emoções presentes nas relações do sujeito consigo mesmo e com o mundo. Além disso, deve garantir a possibilidade e a capacidade de indignação com as injustiças cotidianas. Nesse sentido, a educação para a cidadania e para a vida em uma sociedade democrática não pode se limitar ao conhecimento das leis e regras, ou a formar pessoas que aprendam a participar da vida coletiva de forma consciente.
7.É necessário algo mais, que é o trabalho para a construção de personalidades morais, de cidadãos e cidadãs autônomos que buscam de maneira consciente e virtuosa a felicidade e o bem pessoal e coletivo.
[...]
8.Trabalhar na formação desse cidadão e dessa cidadã pressupõe considerar as diferentes dimensões constituintes da natureza humana: a sociocultural, a afetiva, a cognitiva e a biofisiológica e atuar intencionalmente sobre elas. Atuar sobre a dimensão sociocultural pressupõe propiciar uma educação que leve as pessoas a conhecer criticamente os dados e fatos sobre a cultura e a realidade social em que estão inseridas, assim como ao domínio dos conteúdos essenciais ao exercício da cidadania, principalmente a língua e as matemáticas.
9.Atuar sobre a dimensão afetiva pressupõe oferecer condições para que as pessoas conheçam a si mesmas, seus próprios sentimentos e emoções, que construam o auto-respeito e valores considerados socialmente desejáveis. No caso da dimensão cognitiva, partimos do princípio de que a construção de determinadas capacidades intelectuais ou de formas mais complexas de organizar o pensamento é importante para a compreensão da realidade e para a organização das relações das pessoas com o mundo. Por fim, temos a dimensão biofisiológica, que é nosso próprio corpo, sede de nossa personalidade. Garantir seu desenvolvimento adequado, respeitando as diferenças e características individuais, é essencial para o enriquecimento de nossas experiências e para a interação com o mundo a nossa volta.
Fonte: ARAÚJO, Ulisses F. A construção de escolas democráticas: histórias sobre complexidade, mudanças e resistências. São Paulo: Moderna, 2002. p. 32-40.
Reconstruindo a cadeia referencial dos dois primeiros parágrafos, assinale a alternativa que representa corretamente a cadeia referencial.
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Texto 2
Anunciado que a tela O Ator, uma das mais célebres do pintor Pablo Picasso, foi rasgada involuntariamente por uma mulher que assistia a uma aula de educação artística para adultos no Museu Metropolitan, em Nova York. Interessada em conferir de perto os detalhes da obra, ela perdeu o equilíbrio e caiu sobre a tela, causando um rasgão de 15 centímetros no canto inferior da pintura. O quadro era avaliado em 130 milhões de dólares. Com o acidente, deve perder metade desse valor. Pintada entre 1904 e 1905, a tela é conhecida como o marco inicial da fase rosa de Picasso, período anterior ao cubismo. A expectativa é que O Ator volte a ser exibido, restaurado, apenas no fim de abril.
(Revista Veja, 3 de fevereiro de 2010)
Os termos grifados em “Restaurado, ainda se presta a belíssimos concertos de música barroca.” (texto 1) e “A expectativa é que O Ator volte a ser exibido, restaurado, apenas no fim de abril.” (texto 2) foram desenvolvidos, respectivamente, sem alteração de sentido, na seguinte alternativa:
(Adaptado de Conrado Navarro. Educação financeira e qualidade de vida. http://dinheirama.com/blog/2007/09/19/educacao-financeira-e-qualidadede-vida, acesso em 20 de outubro de 2010)
O sistema ortográfico em português é misto, ou seja, algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético – a pronúncia –, enquanto outras são escritas com base na etimologia. Obsessão, obcecar e obcecado são exemplos de palavras que seguem o critério etimológico, pois obedecem à grafia latina, de onde provieram. Ocorre que obcecado e obsessão não têm a mesma origem, ou seja, não provêm da mesma raiz latina, diferentemente de obcecar e obcecado. [...] Em síntese, obcecado e obsessão têm origens diversas, daí as grafias diferentes.
Outras palavras da língua portuguesa costumam despertar esse mesmo tipo de dúvida, como acender (atear fogo) e ascender (subir). A primeira provém do latim accendere, e a segunda do latim ascendere. As duas têm exatamente a mesma pronúncia, mas são escritas de modo diferente porque a raiz delas não é a mesma. A melhor maneira de ter certeza sobre a grafia de uma palavra, então, é a consulta a um bom dicionário, em que se encontra também a origem dela.
TERRA, Ernani. Nova Escola. São Paulo: Abril, p. 22, mar. 2010.
Considere as afirmativas abaixo, relacionadas ao Texto.
1. Na frase “Outras palavras da língua portuguesa costumam despertar esse mesmo tipo de dúvida…”, a palavra sublinhada funciona como um substantivo, porque pode aceitar o artigo definido, como no exemplo: “o despertar da dúvida”.
2. Na frase “…algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético – a pronúncia –, enquanto outras são escritas com base na etimologia.” ocorre um caso de ambiguidade, pela omissão do termo “palavras”, na segunda oração, permitindo que se dê ao enunciado interpretações alternativas.
3. Se o primeiro período do texto fosse reescrito como segue: “O sistema ortográfico em português é misto: algumas palavras são grafadas de acordo com o critério fonético, a pronúncia, enquanto outras são escritas com base na etimologia.”, ele estaria pontuado corretamente, de acordo com as regras da gramática normativa.
4. Se o sujeito (sublinhado) das orações do seguinte período “Ocorre que obcecado e obsessão não têm a mesma origem, ou seja, não provêm da mesma raiz latina…” fosse substituído por “obsessão”, a grafia dos demais elementos da frase resultante não se alteraria.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Fumar em espaços fechados é um atentado à saúde de quem está por perto. Permitir que fumantes dispersem partículas tóxicas no ar que outras pessoas respiram é próprio de países que desprezam a vida humana.
Antes que você, leitor, diga que sou moralista e preconceituoso, apresso-me em confessar que fui dependente de nicotina por 19 malfadados anos, durante os quais fumei em ambientes com mulheres grávidas, crianças e senhoras de idade. A meu favor, posso alegar apenas a ignorância em que éramos mantidos naquele tempo: não sabíamos quanto o cigarro nos prejudicava nem fazíamos ideia dos malefícios causados a terceiros.
Existiam indícios, é fato, mas os fabricantes investiam fortunas em propaganda para desqualificá-los. Essa gente praticou (e continua praticando) o crime mais repugnante da história do capitalismo.
Nos últimos 20 anos, entretanto, as evidências científicas se tornaram tão contundentes que ficou impossível negar oóbvio: fumantes passivos são pessoas que fumam. Logo, estão sujeitas às mesmas doenças que encurtam a vida dos ependentes de nicotina.
Acaba de ser publicado no “The New England Journal of Medicine”, a revista médica de maior circulação, um estudo escocês que ilustra o impacto da proibição do cigarro em ambientes fechados.
Em 2005, foi decretado na Escócia o “The Smoking, Health and Social Care Act” (ato para cuidar da saúde de fumantes), que baniu o cigarro de todos os espaços públicos e locais de trabalho, a partir de março de 2006.
Dez meses antes de a lei entrar em vigor, pesquisadores da Universidade de Glasgow passaram a coletar dados sobre o número de pessoas internadas com doença coronária aguda, em nove hospitais, responsáveis pelo atendimento de 63% dos casos existentes no país. Os resultados foram comparados com aqueles obtidos nos dez meses seguintes ao início da proibição.
Por meio de entrevistas, os pacientes foram divididos em três grupos: fumantes, ex-fumantes e não-fumantes. Para confirmar, todos foram submetidos a um exame para determinar a presença de cotinina (um dos metabólicos da nicotina) na circulação.
Nos dez meses que antecederam a vigência da lei, foram internados 3.235 pacientes com quadros coronarianos agudos. Nos dez meses seguintes à proibição, esse número caiu para 2.684. Ou seja, 551 casos a menos; redução de 17%.
Houve queda em todos os grupos: 14% nos fumantes, 19% nos ex-fumantes e 21% nos não-fumantes, a diminuição mais acentuada.
Todos os estudos demonstram que legislações restritivas ao fumo em espaços públicos não só reduzem o número de fumantes passivos como fazem cair os níveis de cotinina no sangue dos próprios fumantes.
Embora por ignorância, má-fé ou ganância exista quem se oponha a elas, não há mais dúvida de que leis desse tipo beneficiam indistintamente crianças e adultos, jovens e velhos, quem fuma e quem não o faz.
Se o Brasil adotasse leis como as dos países norte-americanos e europeus, quanto sofrimento nós evitaríamos?
Até quando faremos parte do grupo de países atrasados, que dá ao dependente de nicotina o direito de jogar a fumaça de seu cigarro para dentro dos pulmões dos outros?
(http://arquivoetc.blogspot.com/2008/08/drauzio-varella-fumantes-passivos.html/com adaptações)
O trecho “Logo, estão sujeitas às mesmas doenças que encurtam a vida dos dependentes de nicotina”, sem causar alteração de sentido, pode ser alterado para:
D. Plácida Brás Cubas revela como D. Plácida aceitou a função de “alcoviteira” para os encontros adúlteros entre ele e Virgília
[...] Virgília fez daquilo um brinco; designou as alfaias mais idôneas, e dispô-las com a intuição estética da mulher elegante; eu levei para lá alguns livros, e tudo ficou sob a guarda de D. Plácida, suposta, e, a certos respeitos, verdadeira dona da casa. Custou-lhe muito a aceitar a casa; farejava a intenção, e doía-lhe o ofício; mas afinal cedeu. Creio que chorava, a princípio: tinha nojo de si mesma. Ao menos, é certo que não levantou os olhos para mim durante os primeiros dois meses; falava-me com eles baixos, séria, carrancuda, às vezes triste. Eu queria angariá-la, e não me dava por ofendido, tratava-a com carinho e respeito; forcejava por obter-lhe a benevolência, depois a confiança. Quando obtive a confiança, imaginei uma história patética dos meus amores com Virgília, um caso anterior ao casamento, a resistência do pai, a dureza do marido, e não sei que outros toques de novela. D. Plácida não rejeitou uma só página da novela; aceitou-as todas. Era uma necessidade da consciência. Ao cabo de seis meses quem nos visse a todos três juntos diria que D. Plácida era minha sogra. Não fui ingrato; fiz-lhe um pecúlio de cinco contos, [...] como um pão para a velhice. D. Plácida agradeceu-me com lágrimas nos olhos, e nunca mais deixou de rezar por mim, todas as noites, diante de uma imagem da Virgem, que tinha no quarto. Foi assim que lhe acabou o nojo. ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. p.171 / Fragmento)
De acordo com a norma culta e a coesão textual do trecho “Custou-lhe muito a aceitar a casa” (2º§) indique a reescrita correta:
TEXTO 3:
XXXXXX
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Solução oral (gotas): embalagens com 1 e 25 frascos de 15 ml
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO
(...)
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
·· Ação esperada do medicamento: XXXXXX é utilizado como analgésico e antipirético,
ou seja, no combate à dor e à febre. Sua ação analgésica se faz sentir cerca de 30 minutos
após a administração e se prolonga por 4 a 6 horas. ·· Cuidados de armazenamento:
Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz.
·· Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação, o que pode ser verificado na
embalagem externa do produto. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver
vencido.
Gravidez e lactação: Embora seja permitido o uso de XXXXXX durante a gravidez, sua
administração deve ser restrita aos casos necessários e por curto período. Informe seu
médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe
também se está amamentando.
· Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. No caso de persistência dos sintomas, procure
orientação médica.
· Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.
· Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.”
·· Ingestão concomitante com outras substâncias: Evite ingerir o medicamento juntamente
com alimentos, pois sua absorção ficará mais lenta. Evite também ingerir álcool durante o
tratamento, pois o uso de XXXXXX com álcool é tóxico para o fígado.
·· Contra- indicações e Precauções: Pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico (aspirina)
devem ter cuidado ao usar o XXXXXX
Caso surja durante o uso de XXXXXX qualquer reação inesperada, o tratamento deve ser
descontinuado e seu médico deve ser informado.
Siga rigorosamente a dose recomendada. No caso de ingestão acidental de dose excessiva
ou suspeita de que isto tenha ocorrido, procure imediatamente um serviço médico de urgência.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou
durante o tratamento.
“NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.”
(...)
INDICAÇÕES
Como analgésico- antipirético. O XXXXXX está indicado para aliviar dores leves ou moderadas
e para reduzir a febre. Só proporciona alívio sintomático; quando for necessário, deve-se
administrar uma terapia adicional para tratar a causa da dor ou da febre. O XXXXXX pode
ser utilizado quando a terapia com ácido acetilsalicílico não for aconselhável ou for contraindicada,
por exemplo, em pacientes que recebem anticoagulantes ou uricosúricos,
hemofílicos ou pacientes com outros problemas hemorrágicos e naqueles com enfermidade
do trato gastrointestinal superior.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes reconhecidamente hipersensíveis ao XXXXXX ou aos outros componentes da
fórmula.
PRECAUÇÕES
Ocorrendo reação de hipersensibilidade ao XXXXXX, a administração do medicamento
deve ser suspensa. Gravidez: Não se têm descrito problemas em humanos. Embora não
tenham sido realizados estudos controlados, demonstrou- se que o XXXXXX atravessa a
placenta. É admitido seu uso durante a gravidez; entretanto, deve ser sempre considerado
o risco potencial de qualquer medicamento causar dano ao feto. Seu uso deve ser restrito
aos casos necessários e deve ser por curto período.
Sensibilidade Cruzada e/ou Problemas Associados: Os pacientes com intolerância ao
ácido acetilsalicílico podem não apresentá- la em relação ao XXXXXX ; no entanto, têm sido
descritas ligeiras reações broncoespasmódicas com paracetamol em alguns asmáticos
sensíveis ao ácido acetilsalicílico (menos de 5% dos ensaiados).
TEXTO 3:
XXXXXX
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Solução oral (gotas): embalagens com 1 e 25 frascos de 15 ml
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO
(...)
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
·· Ação esperada do medicamento: XXXXXX é utilizado como analgésico e antipirético,
ou seja, no combate à dor e à febre. Sua ação analgésica se faz sentir cerca de 30 minutos
após a administração e se prolonga por 4 a 6 horas. ·· Cuidados de armazenamento:
Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz.
·· Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação, o que pode ser verificado na
embalagem externa do produto. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver
vencido.
Gravidez e lactação: Embora seja permitido o uso de XXXXXX durante a gravidez, sua
administração deve ser restrita aos casos necessários e por curto período. Informe seu
médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe
também se está amamentando.
· Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. No caso de persistência dos sintomas, procure
orientação médica.
· Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.
· Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.”
·· Ingestão concomitante com outras substâncias: Evite ingerir o medicamento juntamente
com alimentos, pois sua absorção ficará mais lenta. Evite também ingerir álcool durante o
tratamento, pois o uso de XXXXXX com álcool é tóxico para o fígado.
·· Contra- indicações e Precauções: Pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico (aspirina)
devem ter cuidado ao usar o XXXXXX
Caso surja durante o uso de XXXXXX qualquer reação inesperada, o tratamento deve ser
descontinuado e seu médico deve ser informado.
Siga rigorosamente a dose recomendada. No caso de ingestão acidental de dose excessiva
ou suspeita de que isto tenha ocorrido, procure imediatamente um serviço médico de urgência.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou
durante o tratamento.
“NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.”
(...)
INDICAÇÕES
Como analgésico- antipirético. O XXXXXX está indicado para aliviar dores leves ou moderadas
e para reduzir a febre. Só proporciona alívio sintomático; quando for necessário, deve-se
administrar uma terapia adicional para tratar a causa da dor ou da febre. O XXXXXX pode
ser utilizado quando a terapia com ácido acetilsalicílico não for aconselhável ou for contraindicada,
por exemplo, em pacientes que recebem anticoagulantes ou uricosúricos,
hemofílicos ou pacientes com outros problemas hemorrágicos e naqueles com enfermidade
do trato gastrointestinal superior.
CONTRA-INDICAÇÕES
Pacientes reconhecidamente hipersensíveis ao XXXXXX ou aos outros componentes da
fórmula.
PRECAUÇÕES
Ocorrendo reação de hipersensibilidade ao XXXXXX, a administração do medicamento
deve ser suspensa. Gravidez: Não se têm descrito problemas em humanos. Embora não
tenham sido realizados estudos controlados, demonstrou- se que o XXXXXX atravessa a
placenta. É admitido seu uso durante a gravidez; entretanto, deve ser sempre considerado
o risco potencial de qualquer medicamento causar dano ao feto. Seu uso deve ser restrito
aos casos necessários e deve ser por curto período.
Sensibilidade Cruzada e/ou Problemas Associados: Os pacientes com intolerância ao
ácido acetilsalicílico podem não apresentá- la em relação ao XXXXXX ; no entanto, têm sido
descritas ligeiras reações broncoespasmódicas com paracetamol em alguns asmáticos
sensíveis ao ácido acetilsalicílico (menos de 5% dos ensaiados).
“... Embora seja permitido o uso de xxxxxx durante a gravidez, sua administração deve ser restrita...”
A reescritura que conserva o sentido original do trecho acima é:
“... eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera...” (l.19)
A reescritura que conserva o sentido original da passagem acima é:
Acerca das ideias e estruturas do texto acima, julgue o próximo item.
O vocábulo “sequer” (l.14) atribui sentido negativo ao trecho
que introduz, o qual poderia ser corretamente reescrito do
seguinte modo: não sendo registrados como desobediência
civil ou protesto.
As relações sociais além do espaço e do tempo

A partir da leitura do texto, julgue o item a seguir
No texto, o trecho “A tecnologia abriu um fluxo praticamente ininterrupto de informações” (l.2-3) poderia ser reescrito, sem perda de valor semântico, da seguinte forma: A tecnologia possibilitou uma troca quase incessante de informações.
Leia o texto abaixo, que sofreu pequenas adaptações e alterações, extraído da obra Estação Carandiru, de Drauzio Varella, para responder à questão.
São tantas as situações que se apresentam na cadeia que uma vida é pouco para conhecê-las. Essa lição de humildade dada pelos cadeeiros mais experientes ajudou-me a relaxar e a desenvolver técnicas defensivas para não ser feito de idiota o tempo todo.
A advertência clara do Pedrinho, de que eu não podia contar com meus auxiliares para desmascarar os farsantes, tornou-me mais atento às expressões faciais. Enquanto o doente fala; há que olhá-lo direto nos olhos, mudo, o olhar fixo por uns segundos a. mais após o término de cada frase. Nos momentos de dúvida, deixar cair o silêncio, abaixar a cabeça sobre a ficha médica como se fosse escrever e dar um bote com os olhos na direção dos enfermeiros e quem mais esteja por perto, para surpreender neles as expressões de descrédito.
Com a experiência que a repetição traz, ganhei segurança como médico e espontaneidade no trato com a malandragem. Devagar, aprendi que a cadeia infantiliza o homem e que tratar de presos requer sabedoria pediátrica. Muitas vezes é suficiente deixá-los se queixar ou simplesmente concordar com a intensidade do sofrimento que referem sentir, para aliviá-los. O ar de revolta que muitos traziam para a consulta desaparecia depois que lhes palpava o corpo e auscultava pulmões e coração. No final, não era raro encontrar ternura no olhar deles. A paciência de escutar e o contato do exame físico desarmavam o ladrão.
A comida servida na Casa de Detenção ê triste. Depois de alguns dias, não há cristão que consiga digeri-la; a queixa é geral. Os que não têm ganha-pão na própria cadeia ou família para ajudar sofrem. Riquíssima em amido e gordura, a dieta, entretanto, engorda. Obesidade aliada à falta de exercício físico é um dos problemas de saúde na Detenção.
As galerias são lavadas todo final de tarde pelos "faxinas", um grupo de homens que constitui a
espinha dorsal da cadeia. Tudo é limpo, ninguém ousa jogar lixo nas áreas internas. É raro ver um xadrez sujo,
e, quando acontece, seus ocupantes são chamados de maloqueiros, com desdém. Na Copa de 94, assisti
Brasil versus Estados Unidos num xadrez com 25 presos, no pavilhão Dois. Não havia um cisco de pó nos
móveis, o chão dava gosto de olhar. Em sistema de rodízio, cada ocupante era responsável pela faxina diária.
Leia o texto abaixo, que sofreu pequenas adaptações e alterações, extraído da obra Estação Carandiru, de Drauzio Varella, para responder à questão.
São tantas as situações que se apresentam na cadeia que uma vida é pouco para conhecê-las. Essa lição de humildade dada pelos cadeeiros mais experientes ajudou-me a relaxar e a desenvolver técnicas defensivas para não ser feito de idiota o tempo todo.
A advertência clara do Pedrinho, de que eu não podia contar com meus auxiliares para desmascarar os farsantes, tornou-me mais atento às expressões faciais. Enquanto o doente fala; há que olhá-lo direto nos olhos, mudo, o olhar fixo por uns segundos a. mais após o término de cada frase. Nos momentos de dúvida, deixar cair o silêncio, abaixar a cabeça sobre a ficha médica como se fosse escrever e dar um bote com os olhos na direção dos enfermeiros e quem mais esteja por perto, para surpreender neles as expressões de descrédito.
Com a experiência que a repetição traz, ganhei segurança como médico e espontaneidade no trato com a malandragem. Devagar, aprendi que a cadeia infantiliza o homem e que tratar de presos requer sabedoria pediátrica. Muitas vezes é suficiente deixá-los se queixar ou simplesmente concordar com a intensidade do sofrimento que referem sentir, para aliviá-los. O ar de revolta que muitos traziam para a consulta desaparecia depois que lhes palpava o corpo e auscultava pulmões e coração. No final, não era raro encontrar ternura no olhar deles. A paciência de escutar e o contato do exame físico desarmavam o ladrão.
A comida servida na Casa de Detenção ê triste. Depois de alguns dias, não há cristão que consiga digeri-la; a queixa é geral. Os que não têm ganha-pão na própria cadeia ou família para ajudar sofrem. Riquíssima em amido e gordura, a dieta, entretanto, engorda. Obesidade aliada à falta de exercício físico é um dos problemas de saúde na Detenção.
As galerias são lavadas todo final de tarde pelos "faxinas", um grupo de homens que constitui a
espinha dorsal da cadeia. Tudo é limpo, ninguém ousa jogar lixo nas áreas internas. É raro ver um xadrez sujo,
e, quando acontece, seus ocupantes são chamados de maloqueiros, com desdém. Na Copa de 94, assisti
Brasil versus Estados Unidos num xadrez com 25 presos, no pavilhão Dois. Não havia um cisco de pó nos
móveis, o chão dava gosto de olhar. Em sistema de rodízio, cada ocupante era responsável pela faxina diária.






