Questões de Concurso Sobre português

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Q3781888 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Considere as passagens:
•  Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta... (1° parágrafo)
•  Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. (2° parágrafo)
•  ... o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata [...] e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória. (2° parágrafo)
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), as expressões destacadas são responsáveis pela coesão
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Q3781887 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

De acordo com Kleiman (2017), “Embora nem todas as relações entre uma palavra e seu contexto linguístico sejam passíveis de descrição e classificação, muitas delas são predizíveis, especialmente quando levamos em conta questões sobre gênero textual. [...] Muitas vezes, continuar lendo após o aparecimento da palavra desconhecida irá deixar claro o significado dessa palavra, pois a definição vem em seguida.” A explicação da autora é comprovada com a passagem do texto:
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Q3781886 Português

Leia o texto para responder a questão:


        Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.


        Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.


(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Com base no conceito de conhecimento textual exposto por Kleiman (2008), quando se desenvolve atividade de leitura em sala de aula com o texto apresentado, há que se reconhecer que nele se identifica a estrutura
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Q3781885 Português
Ao analisar a repetição como estratégia de construção do texto falado, Koch (2007) explica que “... podem-se, com relação ao português brasileiro, características peculiares, talvez comuns a algumas outras línguas, mas, certamente, não à maioria delas.” Entre essas peculiaridades, uma de ordem sintática, com redundância de informação, ocorre em:
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Q3781884 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Em relação à frase do 2° parágrafo “— A gente combinamos de não morrer!”, são análises coerentes com o exposto por Bechara (2015), Bagno (2003) e Martins (2008), correta e respectivamente:
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Q3781883 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Considerando a estrutura do período simples e dos grupos oracionais, conforme o conceitua Evanildo Bechara (2015), o período do último parágrafo “— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!” admite a seguinte reescrita e análise, em conformidade com a norma-padrão:
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Q3781882 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
A habilidade BNCC EF67LP38 prevê “Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras.” No caso do conto lido, identifica-se uma metáfora na passagem
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Q3781881 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Considere as frases:
— A gente combinamos de não morrer! (2o parágrafo)
— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo! (4° parágrafo) A habilidade BNCC EF69LP47 prevê “Analisar, em textos narrativos ficcionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, os recursos coesivos que constroem a passagem do tempo e articulam suas partes, [...] os efeitos de sentido decorrentes [...] do uso de pontuação expressiva...”. Com base nesse conhecimento, conclui­ -se corretamente que, nas frases transcritas, o uso do ponto de exclamação sinaliza, correta e respectivamente:
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Q3781880 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (2008), na passagem do 3° parágrafo “Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: ‘Quem não tem colírio usa óculos escuros.’”, constata-se a intertextualidade
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Q3781879 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Em prática de leitura em sala de aula, com base em Dolz, Noverraz e Schneuwly (Gêneros orais e escritos na escola. 2004), os alunos devem reconhecer que, no texto de Conceição Evaristo, a capacidade de linguagem dominante e o domínio social de comunicação são, correta e respectivamente:
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Q3781878 Português
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:

        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:

        — A gente combinamos de não morrer!

        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”

        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:

        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!

(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
De acordo com Antonio Candido (2011), “... todo processo de comunicação pressupõe um comunicante, no caso o artista; um comunicado, ou seja, a obra; um comunicando, que é o público a que se dirige; graças a isso define-se o quarto elemento do processo, isto é, o seu efeito. Esse caráter não deve obscurecer o fato de a arte ser, eminentemente, comunicação expressiva, expressão de realidades profundamente radicadas no artista, mais que transmissão de noções e conceitos.” Com base nas considerações, entende-se que o texto de Conceição Evaristo
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Q3781874 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

De acordo com Rojo (em R. Rojo; E. Moura, [orgs.]. Multiletramentos na escola. 2012), um texto como a tira do Recruta Zero exige do leitor o multiletramento, porque sua leitura
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Q3781873 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

Com base em Barbosa e Rojo (em Nascimento; Cristovão; Lousada [org.]. 2019), pode-se concluir, corretamente, que a tira é um gênero de texto que circula no mesmo campo que
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Q3781872 Português



(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 22.09.2025)

Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), conclui-se corretamente que o pronome “Elas”, no 1° quadro, tem emprego
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Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781811 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Acerca de determinadas passagens do texto, analise as assertivas abaixo:

I. No primeiro parágrafo, o autor afirma que a ciência é muito jovem, ou seja, há pouco tempo a humanidade a vê como fator importante na validação de produtos que promovam ganhos monetários e sociais.
II. No segundo parágrafo, entende-se que o conhecimento depende da comunicação entre os cientistas através de troca de ideias novas, visto que o que se descobre na atualidade prescinde do que já foi realizado.
III. No último parágrafo, o autor alerta sobre publicações suspeitas e/ou duvidosas que são consumidas por pessoas que não possuem conhecimento técnico especializado em uma determinada área, a ponto de considerarem as informações como “verdades incontestáveis”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781810 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Com base nos seguintes trechos do texto, são propostas de mudanças que provocam necessidade de ajuste nos respectivos contextos de ocorrência:

I. Troca de “levam” por “conduzem”, no trecho “tecnologias, das mais simples às mais sofisticadas, que levam à melhor qualidade de vida”.
II. Uso de “dão publicidade” em lugar de “publicam”, no trecho “os cientistas publicam seus achados na forma de artigos científicos”.
III. Troca de “está sujeito” por “submete-se”, no trecho “os cientistas são humanos e seu trabalho está sujeito a erros”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781809 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa a seguir que apresenta a correta conversão para a voz passiva pronominal da frase abaixo, retirada do texto.

“Com o tempo, foram criados mecanismos de controle de qualidade para a publicação de artigos
científicos”. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781808 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Com base no seguinte trecho, retirado do texto, “Isso existe há décadas e nunca foi um grande problema para cientistas”, são propostas de reescrita que NÃO causariam incorreção ou alteração de sentido:

I. A forma verbal “há” poderia ser substituída por “fazem”.
II. A forma verbal “foi” poderia ser substituída por “constituiu-se”.
III. A expressão “para cientistas” poderia ser deslocada para imediatamente após a conjunção “e”.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781807 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Quanto à correta acentuação gráfica da Língua Portuguesa, considerando palavras retiradas do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra “específico” é proparoxítona por conter acentuação gráfica; entretanto, caso fosse retirado o acento, passaria a ser paroxítona e pertenceria a outra classe gramatical.
( ) Tanto a palavra “indispensável” quanto a palavra “impecável”, ao serem flexionadas para o plural, perdem o acento gráfico.
( ) As palavras “publicação” e “decisão” são oxítonas, e o til é usado para indicar vogal nasal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: IGP-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - IGP-RS - Perito Criminal |
Q3781806 Português
Quando os resultados de um artigo científico são muito surpreendentes, desconfie: pode ser mentira provocada por ciência defeituosa

Por Leandro R. Tessler 



(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Sobre as locuções, presentes no texto, que iniciam orações “À medida que”, no trecho “À medida que se criou uma comunidade científica”, e “ainda que”, no trecho “ainda que, por vezes, essas ideias e crenças não sejam boas”, analise as assertivas abaixo:

I. “À medida que”, por definição, introduz uma oração que exprime um fato que ocorre, aumenta ou diminui na mesma proporção daquilo que se declara na oração principal.
II. “ainda que” inicia uma oração que em geral exprime um fato – real ou suposto – em contradição com o que se exprime na principal.
III. A locução “À medida que” poderia ser substituída, correta e adequadamente, por “Ao passo que”.
IV. A locução “posto que” poderia ser usada para substituir “ainda que”, mantendo-se o sentido original.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
33241: E
33242: B
33243: D
33244: B
33245: D
33246: A
33247: E
33248: B
33249: C
33250: E
33251: D
33252: C
33253: E
33254: D
33255: C
33256: B
33257: D
33258: C
33259: E
33260: D