Questões de Concurso Sobre português

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Q3782868 Português

A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao

TEXTO a seguir: 



Fui aos alforjes, tirei um colete velho, em cujo bolso trazia as cinco moedas de ouro, e durante esse tempo cogitei se não era excessiva a gratificação, se não bastavam duas moedas. Talvez uma. Com efeito, uma moeda era bastante para lhe dar estremeções de alegria. Examinei-lhe a roupa; era um pobre-diabo, que nunca jamais vira uma moeda de ouro. Portanto, uma moeda. Tirei-a, via reluzir à luz do sol; não a viu o almocreve, porque eu tinha-lhe voltado as costas; mas suspeitou-o talvez, entrou a falar ao jumento de um modo significativo; dava-lhe conselhos, dizia-lhe que tomasse juízo, que o “senhor doutor” podia castigá-lo; um monólogo paternal. Valha-me Deus! até ouvi estalar um beijo: era o almocreve que lhe beijava a testa. 


ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. In: Obra completa. 3 ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1971.



Alforjes: Saco fechado em ambas as extremidades e com uma abertura no centro de modo a formar duas bolsas 



Almocreve: Indivíduo que tem por ofício alugar ou conduzir bestas de carga; arrocheiro, mula. 

Como se trata de uma narrativa em primeira pessoa, as vozes de outrem se fazem saber por alguns procedimentos, dentre eles,  
Alternativas
Q3782867 Português

A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao

TEXTO a seguir: 



Fui aos alforjes, tirei um colete velho, em cujo bolso trazia as cinco moedas de ouro, e durante esse tempo cogitei se não era excessiva a gratificação, se não bastavam duas moedas. Talvez uma. Com efeito, uma moeda era bastante para lhe dar estremeções de alegria. Examinei-lhe a roupa; era um pobre-diabo, que nunca jamais vira uma moeda de ouro. Portanto, uma moeda. Tirei-a, via reluzir à luz do sol; não a viu o almocreve, porque eu tinha-lhe voltado as costas; mas suspeitou-o talvez, entrou a falar ao jumento de um modo significativo; dava-lhe conselhos, dizia-lhe que tomasse juízo, que o “senhor doutor” podia castigá-lo; um monólogo paternal. Valha-me Deus! até ouvi estalar um beijo: era o almocreve que lhe beijava a testa. 


ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. In: Obra completa. 3 ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1971.



Alforjes: Saco fechado em ambas as extremidades e com uma abertura no centro de modo a formar duas bolsas 



Almocreve: Indivíduo que tem por ofício alugar ou conduzir bestas de carga; arrocheiro, mula. 

Assinale a opção em que o elemento em destaque possui a mesma função do pronome destacado em “Examinei-lhe a roupa”.
Alternativas
Q3782866 Português

A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao

TEXTO a seguir: 



Fui aos alforjes, tirei um colete velho, em cujo bolso trazia as cinco moedas de ouro, e durante esse tempo cogitei se não era excessiva a gratificação, se não bastavam duas moedas. Talvez uma. Com efeito, uma moeda era bastante para lhe dar estremeções de alegria. Examinei-lhe a roupa; era um pobre-diabo, que nunca jamais vira uma moeda de ouro. Portanto, uma moeda. Tirei-a, via reluzir à luz do sol; não a viu o almocreve, porque eu tinha-lhe voltado as costas; mas suspeitou-o talvez, entrou a falar ao jumento de um modo significativo; dava-lhe conselhos, dizia-lhe que tomasse juízo, que o “senhor doutor” podia castigá-lo; um monólogo paternal. Valha-me Deus! até ouvi estalar um beijo: era o almocreve que lhe beijava a testa. 


ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. In: Obra completa. 3 ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1971.



Alforjes: Saco fechado em ambas as extremidades e com uma abertura no centro de modo a formar duas bolsas 



Almocreve: Indivíduo que tem por ofício alugar ou conduzir bestas de carga; arrocheiro, mula. 

Em “Talvez uma”, observa-se a seguinte estratégia coesiva
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Q3782865 Português

A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao

TEXTO a seguir: 



Fui aos alforjes, tirei um colete velho, em cujo bolso trazia as cinco moedas de ouro, e durante esse tempo cogitei se não era excessiva a gratificação, se não bastavam duas moedas. Talvez uma. Com efeito, uma moeda era bastante para lhe dar estremeções de alegria. Examinei-lhe a roupa; era um pobre-diabo, que nunca jamais vira uma moeda de ouro. Portanto, uma moeda. Tirei-a, via reluzir à luz do sol; não a viu o almocreve, porque eu tinha-lhe voltado as costas; mas suspeitou-o talvez, entrou a falar ao jumento de um modo significativo; dava-lhe conselhos, dizia-lhe que tomasse juízo, que o “senhor doutor” podia castigá-lo; um monólogo paternal. Valha-me Deus! até ouvi estalar um beijo: era o almocreve que lhe beijava a testa. 


ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. In: Obra completa. 3 ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1971.



Alforjes: Saco fechado em ambas as extremidades e com uma abertura no centro de modo a formar duas bolsas 



Almocreve: Indivíduo que tem por ofício alugar ou conduzir bestas de carga; arrocheiro, mula. 

A redução gradativa do valor a ser oferecido como gratificação ao almocreve revela no texto
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Q3782816 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3782815 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase do texto foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do acento indicativo de crase.
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Q3782814 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Considere as seguintes frases do 3º parágrafo:
•  “Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados?”
•  “Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão...”
Considerando o sentido com que foram empregadas no texto, as palavras em destaque têm como sinônimos, correta e respectivamente,
Alternativas
Q3782813 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Em “Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível...” (6º parágrafo), o autor utiliza uma metáfora para expressar a ideia de que
Alternativas
Q3782812 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Com base na leitura do texto, é correto afirmar que o autor procura
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Q3782811 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída pela expressão apresentada, sem prejuízo da norma-padrão de emprego dos pronomes.
Alternativas
Q3782810 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Ode à vida


    No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na  época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.


    A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes  que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.


    A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro  sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há  também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”


    Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.


(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)

Considere as frases a seguir:
•  “Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos…” (3º parágrafo)
•  “‘Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela…’” (3º parágrafo)
É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3782809 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Ode à vida


    No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na  época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.


    A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes  que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.


    A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro  sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há  também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”


    Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.


(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido próprio.
Alternativas
Q3782808 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Ode à vida


    No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na  época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.


    A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes  que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.


    A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro  sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há  também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”


    Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.


(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)

Com base no texto, é correto afirmar que a obra de Lídia Jorge se distingue por um modo de representação literária que
Alternativas
Q3782807 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Ode à vida


    No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na  época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.


    A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes  que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.


    A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro  sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há  também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”


    Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.


(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)

A partir das informações presentes no texto, é correto afirmar que o romance Misericórdia surgiu
Alternativas
Q3782806 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão abaixo:


                


(André Dahmer. Disponível em: https://memorialdademocracia.com.br/card/linguagens-da-cultura-na-internet)

Considere as frases a seguir:
•  “E quanto podemos cobrar pelo uso do balanço?” (1o quadro)
•  “Então mande derrubar.” (3o quadro)
Os trechos destacados podem ser substituídos, em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal, respectivamente, por:
Alternativas
Q3782805 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão abaixo:


                


(André Dahmer. Disponível em: https://memorialdademocracia.com.br/card/linguagens-da-cultura-na-internet)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que nela se faz uma crítica à
Alternativas
Q3782765 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O futuro chegou!


Apesar da aparente solidão, ela vivia cercada de lembranças: objetos herdados, fotografias antigas e utensílios que atravessaram gerações, cada qual trazendo marcas do tempo. Sua casa refletia essa memória afetiva, onde até a colher de pau e a panela de pressão mostravam sinais de desgaste, tal como sua própria dona.

A modernidade chegara sem pedir licença. Ela trocou o coador de pano pela cafeteira, a máquina de escrever pelo computador, adotou internet, redes sociais e passou a resolver a vida bancária pelo aplicativo. Mas, apesar dessas mudanças, certos hábitos permaneceram intactos, como o vício de fumar e o desinteresse pela cultura fitness.

As marcas da idade também se impunham: o nariz adunco, os óculos agora necessários para longe e para perto, o corpo flácido e redistribuído, tudo lembrava que o tempo avançara sem concessões. Mesmo assim, ela percebia que algumas sabedorias tardias pouco serviam, pois não haveria novas paixões nem motivos para renunciar a prazeres em nome de dores futuras.

Ao preencher o formulário para obter o cartão de estacionamento de idosa, olhando o gato branco estirado no tapete, constatou com serenidade o que evitara admitir por tanto tempo: o futuro havia chegado.

Texto Adaptado 


EFFENBERGER, Henriette. O futuro chegou!. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando a estrutura e a função das orações destacadas no trecho "Ao preencher o formulário para obter o cartão de estacionamento de idosa, olhando o gato branco estirado no tapete, constatou com serenidade o que evitara admitir por tanto tempo: o futuro havia chegado", assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das orações "Ao preencher o formulário para obter o cartão de estacionamento de idosa" e "olhando o gato branco estirado no tapete", segundo os critérios da gramática normativa.
Alternativas
Q3782764 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O futuro chegou!


Apesar da aparente solidão, ela vivia cercada de lembranças: objetos herdados, fotografias antigas e utensílios que atravessaram gerações, cada qual trazendo marcas do tempo. Sua casa refletia essa memória afetiva, onde até a colher de pau e a panela de pressão mostravam sinais de desgaste, tal como sua própria dona.

A modernidade chegara sem pedir licença. Ela trocou o coador de pano pela cafeteira, a máquina de escrever pelo computador, adotou internet, redes sociais e passou a resolver a vida bancária pelo aplicativo. Mas, apesar dessas mudanças, certos hábitos permaneceram intactos, como o vício de fumar e o desinteresse pela cultura fitness.

As marcas da idade também se impunham: o nariz adunco, os óculos agora necessários para longe e para perto, o corpo flácido e redistribuído, tudo lembrava que o tempo avançara sem concessões. Mesmo assim, ela percebia que algumas sabedorias tardias pouco serviam, pois não haveria novas paixões nem motivos para renunciar a prazeres em nome de dores futuras.

Ao preencher o formulário para obter o cartão de estacionamento de idosa, olhando o gato branco estirado no tapete, constatou com serenidade o que evitara admitir por tanto tempo: o futuro havia chegado.

Texto Adaptado 


EFFENBERGER, Henriette. O futuro chegou!. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Considere o seguinte trecho do texto:

"Sua casa refletia essa memória afetiva, onde até a colher de pau e a panela de pressão mostravam sinais de desgaste, tal como sua própria dona."

Sobre a estrutura dessa frase, analise as afirmativas a seguir, à luz da gramática normativa e dos mecanismos de organização frasal.

I.O deslocamento do segmento "tal como sua própria dona" para o início do período comprometeria a clareza referencial e a progressão temática do enunciado, pois eliminaria o paralelismo com o termo "sinais de desgaste".
II.A substituição do termo "onde" por "na qual" manteria a correção gramatical e a clareza referencial, embora atribua maior formalidade sintática ao trecho.
III.A modificação da expressão "refletia essa memória afetiva" por "guardava essas memórias afetivas" implicaria mudança de aspecto verbal e de sentido, substituindo um valor metafórico por um valor literal mais objetivo.
IV.A correção gramatical do período seria comprometida caso se suprimisse a vírgula após "afetiva", pois tal pontuação delimita uma oração adjetiva restritiva, essencial ao entendimento do referente "casa".

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3782763 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O futuro chegou!


Apesar da aparente solidão, ela vivia cercada de lembranças: objetos herdados, fotografias antigas e utensílios que atravessaram gerações, cada qual trazendo marcas do tempo. Sua casa refletia essa memória afetiva, onde até a colher de pau e a panela de pressão mostravam sinais de desgaste, tal como sua própria dona.

A modernidade chegara sem pedir licença. Ela trocou o coador de pano pela cafeteira, a máquina de escrever pelo computador, adotou internet, redes sociais e passou a resolver a vida bancária pelo aplicativo. Mas, apesar dessas mudanças, certos hábitos permaneceram intactos, como o vício de fumar e o desinteresse pela cultura fitness.

As marcas da idade também se impunham: o nariz adunco, os óculos agora necessários para longe e para perto, o corpo flácido e redistribuído, tudo lembrava que o tempo avançara sem concessões. Mesmo assim, ela percebia que algumas sabedorias tardias pouco serviam, pois não haveria novas paixões nem motivos para renunciar a prazeres em nome de dores futuras.

Ao preencher o formulário para obter o cartão de estacionamento de idosa, olhando o gato branco estirado no tapete, constatou com serenidade o que evitara admitir por tanto tempo: o futuro havia chegado.

Texto Adaptado 


EFFENBERGER, Henriette. O futuro chegou!. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base na expressão destacada no início do período " Mesmo assim, ela percebia que algumas sabedorias tardias pouco serviam, pois não haveria novas paixões nem motivos para renunciar a prazeres em nome de dores futuras", assinale a alternativa que apresenta, correta e rigorosamente, a classificação gramatical e o valor semântico dessa unidade, de acordo com a norma culta e a gramática descritiva do português.
Alternativas
Q3782726 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Era uma caixa de madeira


Era uma caixa de madeira rústica, construída pelo meu avô, com dobradiças improvisadas e uma tampa presa por um prego torto. Para mim, era uma obra-prima, talvez pela idade ou pelo brilho do verniz que guardava tudo aquilo que eu desejava para a minha vida. Dentro dela havia divisões simples, também envernizadas, que pareciam esconder pequenas aventuras.

Os compartimentos guardavam anzóis de vários tipos, chumbadas, linhas de náilon e até uma linha de cobre que eu nem sabia identificar, mas considerava especial. Naquelas peças eu via um arsenal capaz de resolver qualquer problema de pescaria, sobretudo quando manejado pelas mãos hábeis do meu avô. A caixa era, para mim, um universo inteiro.

Sempre que ele chegava em casa, colocava a caixa ao alcance dos meus olhos, anunciando horas de descobertas, cheiros de mato e pés molhados de rio. Mas um dia meu avô deixou de aparecer. Foi levado para Porto Alegre e, quando voltou, já não trazia sua caixa. Lembro-me da última vez em que o vi, imóvel, dentro de outra caixa, grande, envernizada, com o mesmo cheiro de mato que o acompanhava.

O Chevette ficou parado, coberto de poeira, até que um dia abri o porta-malas escondido. Lá estava ela: a caixa de madeira, intacta, com suas dobradiças de borracha e suas aventuras silenciosas. Observei cada detalhe, sem tocar em nada, porque tudo ali ainda era dele. Fechei o porta-malas certo de que, quando crescesse, eu também construiria uma caixa igual para guardar minha própria vida.


Texto Adaptado

ROSSONI, Emir. Era uma caixa de madeira. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Leia com atenção os trechos abaixo retirados do texto "Era uma caixa de madeira" e observe os verbos destacados. Em seguida, assinale a alternativa correta quanto ao tempo e modo em que esses verbos estão empregados.

I."Era uma caixa de madeira rústica..."
II."Sempre que ele chegava em casa..."
III."Fechei o porta-malas certo de que, quando crescesse ..."
IV."Colocava a caixa ao alcance dos meus olhos..."

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo e o modo de cada um desses verbos destacados (era, chegava, fechei, colocava).
Alternativas
Respostas
33221: D
33222: E
33223: C
33224: B
33225: E
33226: C
33227: A
33228: E
33229: B
33230: C
33231: E
33232: A
33233: B
33234: D
33235: A
33236: D
33237: A
33238: E
33239: A
33240: D