Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 182.682 questões

Q3411282 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Qual situação o texto descreve como uma vantagem potencial do uso de carros elétricos para quem possui células fotovoltaicas em casa?
Alternativas
Q3411281 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
De acordo com o texto, qual é a desvantagem relacionada ao valor de revenda dos carros elétricos? 
Alternativas
Q3411280 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
O autor menciona que a produção e uso de carros elétricos não contribuem tanto para a descarbonização quanto se pensa. Qual é a principal razão para isso? 
Alternativas
Q3411279 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Segundo o texto, qual é um dos principais problemas dos carros elétricos que persiste desde sa invenção? 
Alternativas
Q3411250 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01 



Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1.º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas recomeça...



Disponível em: https://www.pensador.com. Acesso em: 27 fev. 2024. Adaptado. 

Analise as afirmativas, de acordo com a estrutura linguística do texto. 


I. O termo “bendito” foi usado com a significação de “abençoado”.


II. Os termos “continua” e “recomeça” possuem o mesmo sentido.


III. O termo “pois” foi usado para inserir uma ideia de explicação.


IV. O “-re”, na palavra “recomeça”, acrescenta sentido ao “começa”.


V. O termo “não” modifica o sentido de “vida” e “recomeça”. 




Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3411249 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01 



Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1.º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas recomeça...



Disponível em: https://www.pensador.com. Acesso em: 27 fev. 2024. Adaptado. 

De acordo com o texto, “segunda-feira”, o primeiro dia “de cada mês e de cada ano novo” sinalizam 
Alternativas
Q3411142 Português
Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, o pronome destacado é do tipo pessoal do caso oblíquo.
Alternativas
Q3411141 Português
Assinale a alternativa em que a conjugação do verbo da sentença indica a segunda pessoa do plural. 
Alternativas
Q3410968 Português
O que são recursos coesivos em um texto? 
Alternativas
Q3410967 Português
O que caracteriza uma dissertação argumentativa: 
Alternativas
Q3410966 Português
Qual é o papel das preposições na coesão textual: 
Alternativas
Q3410965 Português
O que é dissertar, de acordo com a explicação fornecida: 
Alternativas
Q3410964 Português
Qual é a característica principal de uma descrição objetiva: 
Alternativas
Q3410868 Português
A cultura popular é a expressão mais legítima e espontânea de um povo, e diversas danças fazem parte da cultura popular. Leia o texto que segue sobre esse tema. As danças populares, transmitidas de geração em geração, contribuem para a construção da __________ de um povo. A catira é uma dança____________ de origem indígena (cateretê), realizada só por homens e caracterizada pelo ritmo marcado por ____________ e batidas dos pés.
As palavras que completam corretamente as lacunas do texto são, respectivamente:
Alternativas
Q3410844 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]

Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
Em “[...] com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito [...]”, o termo “boicotando” foi usado no texto com o sentido de 
Alternativas
Q3410843 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]

Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
No trecho “Mas isso não passa de um grande mito.”, a palavra “mito” foi usada com o significado de 
Alternativas
Q3410842 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]

Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
Tentar mudar drasticamente os antigos hábitos gera
Alternativas
Q3410841 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]

Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
De acordo com o texto, o nosso cérebro 
Alternativas
Q3410840 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
[...]

Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
De acordo com o texto, a transformação dos antigos hábitos deve ser feita de forma
Alternativas
Q3410839 Português
Texto 01

O básico que funciona: o poder dos hábitos simples para mudar sua vida
Christiane Gonçalves

Muita gente acredita que para melhorar a saúde e ter mais qualidade de vida é preciso mudar radicalmente. Mas isso não passa de um grande mito. Se o seu objetivo é perder peso, começar um exercício, se manter mais focado, ser menos estressado, acordar mais cedo ou fazer qualquer modificação na rotina, o caminho é adquirir hábitos simples.

Tomar sol, beber mais água e trocar o celular por um livro antes de dormir parece algo sem importância, mas a verdade é que essas práticas podem ser muito poderosas.

Mudar não quer dizer começar do zero. Por isso, não adianta implementar hábitos radicais na rotina para obter uma mudança significativa, pelo contrário.

Quem já tentou perder peso através de uma dieta radical sabe bem disso. No início parece fácil – e até gostoso – modificar completamente os hábitos alimentares. Mas, no geral, essa mudança dura apenas algumas semanas.

De acordo com a médica e psicoterapeuta Cristiane Marino, isso acontece porque o cérebro e o corpo não lidam bem com mudanças bruscas e impostas.

“Toda mudança radical imposta bruscamente para o nosso corpo, gera uma resistência imediata. Inconscientemente, com o tempo, a gente acaba boicotando aquele hábito que começamos a seguir com toda empolgação. E aí, aos poucos, vamos deixando essa mudança de lado”, explica a médica. Por isso, ela orienta que os hábitos sejam introduzidos na rotina de forma muito suave, de modo que não gere resistência nem boicote.

No livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, a autora Clarissa Pinkola Estés escreveu o seguinte: “Grandes mudanças são resultado cumulativo de ajustes mínimos”. Em outras palavras, não adianta querer resetar a programação cerebral, que já está acostumada há décadas com o mesmo tipo de situação, de um dia para o outro, com uma imposição abrupta. Sendo assim, a melhor maneira de obter aquela mudança de vida tão desejada, é optar pelos hábitos simples. Uma mudança aqui, outro ajuste ali e quando você percebe, a transformação aconteceu de forma natural e já faz parte da rotina.
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Disponível em: vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 6 jun. 2024. Adaptado.
De acordo com o texto, para se ter saúde e qualidade de vida é necessário
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Respostas
37921: C
37922: B
37923: A
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