Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3506275 Português
Texto 2

Há um conhecido conto do escritor Hans Christian Andersen, datado de meados do séc. XIX, o qual, admitidas algumas variações e versões, remete a uma estória em que certos golpistas que, diante da excessiva vaidade de um rei, aplicam-lhe um golpe. Prometem vestes maravilhosas e especiais, a custos altíssimos. Quando indagados pelo rei sobre as suas vestimentas, os vigaristas afirmam, diante de uma mesa vazia: – Aqui estão elas. O rei, por sua vez, para não admitir sua ignorância diante dos desconhecidos marcou um desfile para a apresentação daquelas “nobres e maravilhosas” vestes.
No dia do desfile, o rei surge absolutamente nu, com servos segurando a sua cauda invisível. Os súditos ao seu redor, em razão da reação e das palavras do rei acerca das suas vestes, seguem espelhando a ilusão de que estaria o rei integralmente vestido. Até que um menino grita: – O rei está nu! Ocasião em que todos se permitiram acreditar que, diante de seus olhos, de fato, sempre esteve o rei nu, tal como a realidade lhes entregava. Com vergonha, por um período, o rei se recolheu.
A linha entre o que vive a Justiça do Trabalho nos últimos tempos e o conto que ultrapassa os séculos é mais tênue do que se pode imaginar. 

ALLAN, Nuredin Ahmad. O rei não ficou nu sozinho: a atual situação da
Justiça do Trabalho. Disponível em:
<https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-rei-nao-ficou-nu-sozinho-aatual-situacao-da-justica-do-trabalho/>. Acesso em: 21 mai. 2025.
[Adaptado].
O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se identifica a intertextualidade com um conhecido conto literário. Esse fator de organização textual é feito por meio de uma  
Alternativas
Q3506274 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
No trecho “Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança”, a oração coordenada apresenta uma 
Alternativas
Q3506273 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
Na frase “Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros.”, a palavra destacada é 
Alternativas
Q3506272 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
As palavras “veraz” e “veracidade” originam-se de um mesmo radical de origem latina. Em seus processos de formação, identifica-se a derivação  
Alternativas
Q3506271 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
No texto, verifica-se o predomínio da modalidade retórica
Alternativas
Q3506265 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.
No que concerne à concordância nominal presente na frase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3506264 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3506263 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que "as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula".
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada: 
Alternativas
Q3506262 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.
Na frase em questão, tem-se a presença de: 
Alternativas
Q3506261 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
A Boeing tem "reiteradamente" argumentado que seria melhor trazê-los de volta "na Starliner", demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival.
Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3506260 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
A ideia principal é o núcleo do texto, enquanto as ideias secundárias a complementam com explicações ou exemplos. As ideias implícitas não estão expressas diretamente, exigindo inferências do leitor (MEDEIROS, 2019).

No que concerne à identificação das ideias principais, secundárias e implícitas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3506259 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.

Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams "darão" início à jornada de volta à Terra nesta semana.


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3506258 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional. A ideia era permanecer lá por oito dias.
Com base no texto, é correto afirmar que a permanência prolongada dos astronautas na Estação Espacial Internacional se deve:
Alternativas
Q3506257 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial "serão substituídos por quatro colegas", um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.
Sintaticamente, nesta frase, o termo destacado exerce a função de:
Alternativas
Q3506256 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3506109 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

A frase Existirmos, a que será que se destina? terá tradução adequada e permanecerá gramaticalmente correta nesta outra redação: 
Alternativas
Q3506108 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3506107 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.
Numa nova, correta e coerente redação da frase acima, o segmento sublinhado poderá ser substituído por:
Alternativas
Q3506105 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Há um correto reconhecimento de como opera um dos principais caminhos tomados pelo homem nesta proposição:
Alternativas
Q3506104 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Em nosso caminho da busca de sentido da nossa própria vida,
Alternativas
Respostas
28841: D
28842: B
28843: A
28844: B
28845: C
28846: A
28847: D
28848: B
28849: A
28850: B
28851: A
28852: A
28853: C
28854: C
28855: A
28856: E
28857: D
28858: C
28859: E
28860: B