Questões de Concurso Sobre português
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“No sertão, o ‘ocê’ é mais do que pronome: é o jeito de falar, de chegar, de estar.”
(GUIMARÃES ROSA, João. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.)
A citação apresenta uma forma regional do pronome “você”. Com base nesse exemplo, identifique a afirmativa correta sobre variação linguística.
Analise a frase abaixo.
"Os desafios e as oportunidades presentes no cenário educacional atual são enormes e exigem uma postura comprometida dos professores."
Assinale a alternativa que apresenta a análise correta da concordância nominal e verbal nessa frase.
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
Qual é a ideia principal do texto?
Analise o trecho a seguir:
"A chef concluiu: "Saiu por onde entrou!" E eu me perguntava: isso é realmente importante?"
Considerando os recursos de pontuação presentes no trecho acima e seus efeitos discursivos, assinale a alternativa que analisa corretamente a função e a correção dos sinais empregados:
"Cada voz, uma visão. Onze pessoas, onze reações. Pensei: se isso acontece com uma abelha, imagine com temas sérios."
Com base no trecho e considerando os princípios da coesão e da coerência textual, assinale a alternativa que interpreta corretamente a relação entre os elementos linguísticos e a progressão do texto:
Deputado federal na década de 1990, o atual prefeito de Itumbiara, José Gomes, compareceu a um comício de campanha eleitoral na sua cidade, em meio a ameaças insinuadas de adversários políticos. Ele denunciou as ameaças em seu discurso e disse que se preparava para enfrentá-las, tendo inclusive contratado um jagunço. Acrescentou com ironia: “Como faço tudo com transparência, vou lhes apresentar o meu jagunço”. Em seguida, levantou o braço direito, e mostrou ao público, o pequenino Vasconcelos - anão e figura popular na cidade. Como se diz popularmente, o público que assistia ao comício morreu de rir.
ROCHA, Hélio. Jaguncinho. In: ROCHA, Hélio. Folhetim Político – historietas do folclore político goiano. Goiânia: Kelps, 2010, p. 88. [Adaptado].
De acordo com o texto, qual ação o público esperava do candidato?
Basta considerar que tudo o que havia em Goiás de civilização fora feito ainda no tempo colonial. Desde a independência que Goiás tornou-se um mundo-da-lua, uma terra de ninguém, uma ficção geográfica. Enquanto durava tal panorama, jazia o sertão no maior atraso, num momento em que a civilização humana alcançava elevado desenvolvimento em outros pontos da terra, graças à exploração de nossas riquezas.
ÉLIS, Bernardo. A vida são as sobras. Goiânia: Kelps, 2000, p. 119. [Adaptado].
O contraste apresentado no texto denuncia qual problema social?
A partir do fato de que nesse estudo foi considerada a inclusão de benefícios sociais para a estimativa do déficit habitacional em Goiás, é possível avaliar o impacto desses benefícios na redução dessa carência. Em 2023, os programas sociais em Goiás, contribuíram para reduzir em mais de 40 mil famílias que comprometem mais de 30% do rendimento com aluguel, redução de 18,7% desse componente.
Souza Junior, E. M.; Lima, A. R. L. Déficit Habitacional em Goiás. Goiânia-GO: Instituto Mauro Borges – IMB, 2024, p. 15. [Adaptado].
Qual tipo de programa social contribuiu para a redução apresentada no texto?