Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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A Importância da Comunicação no nosso dia a dia
A comunicação é um pilar fundamental no contexto da educação e desempenha um papel essencial na vida moderna. Em todos os aspectos da existência humana, desde a organização da sociedade até o desenvolvimento individual, a comunicação eficiente é a chave para o sucesso.
A base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, reside na comunicação. É através dela que expressamos nossos pensamentos, compartilhamos nossas emoções, transmitimos ideias e demonstramos nossos comportamentos. Além disso, a comunicação é uma ferramenta valiosa na resolução de conflitos e na construção de conexões saudáveis e significativas.
Aprimorar suas habilidades de comunicação é um investimento valioso que pode levar a um crescimento pessoal significativo e ao destaque no mercado de trabalho. Portanto, dedicar tempo para aprimorar sua capacidade de se comunicar eficazmente é uma escolha inteligente que pode moldar seu futuro de maneira positiva.
Texto Adaptado
TECMAIS. A importância da comunicação no nosso dia a dia. Site
Relâmpago, 7 out. 2023. Atualizado em: 6 maio 2024. Disponível em:
https://www.tecmais.com.br/post/a-import%C3%A2ncia-da-comunica%
C3%A7%C3%A3o-no-nosso-dia-a-dia . Acesso em: 10 fev. 2026.
A Importância do Controle e da Avaliação de Políticas Públicas para a Implementação Progressiva dos Direitos Sociais
Com o advento do Estado Social, passou-se a exigir do Poder Público a tutela dos chamados direitos fundamentais de segunda geração, que abrangem, além dos direitos sociais, os culturais e os econômicos. A Constituição Federal Brasileira de 1988 se caracteriza como representativa desse processo, visto que passou a garantir diversos direitos dessa natureza, de forma ampla e inédita. Ocorre, contudo, que não se mostra simples a tarefa de, efetivamente, ofertar esses direitos à sociedade, sendo necessário que o Estado vá muito além do que apenas prevê-los em sua Constituição.
Diante desse contexto, as políticas públicas assumem grande relevância, configurando-se como os instrumentos pelos quais o Estado promove a concretização dos direitos sociais. Tais mecanismos permitem ao Estado a organização dos escassos recursos à sua disposição − podendo, com isso, aplicá-los da maneira mais adequada à consecução de metas e objetivos politicamente definidos, como é o caso da implementação dos direitos sociais.
Ante esse panorama, mostra-se urgente o fortalecimento das instâncias de controle da atuação da Administração Pública, no que diz respeito à análise de políticas públicas. O aprofundamento do controle exercido sobre a condução de políticas públicas, com a participação dos cidadãos e da sociedade civil organizada, tem o potencial de tornar a atuação dos gestores públicos mais adequada e responsiva às necessidades sociais.
Texto Adaptado
FAGUNDES, Pedro Ribeiro. A Importância do Controle e da Avaliação de Políticas Públicas para a Implementação Progressiva dos Direitos Sociais. Cadernos, [S.l.], v. 1, n. 13, p. 27 - 48, nov. 2024. ISSN 2595-2412. Disponível em: . Acesso em: 10 fev. 2026.
“Bom dia senhores motoristas favor conferir o nível de combustível antes de iniciar a rota.”
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta, segundo as regras da norma-padrão.
“Prezados colaboradores, informamos que a chefia solicitou a entrega dos relatórios. Pede-se que os documentos enviem-se até sexta-feira.”
Assinale a alternativa que reescreve o trecho final de acordo com as regras de colocação pronominal e pontuação da norma culta.
“Atenção motoristas evitem estacionar em frente ao portão principal.”
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta conforme a norma-padrão.
No período “Portanto, combater a evasão é investir diretamente no capital humano do país, um desafio premente para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida” (último parágrafo), a vírgula antes de “um desafio premente” é utilizada para separar um aposto explicativo.
TEXTO I ATENÇÃO BÁSICA COMO PILAR DO SUS Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil se estrutura em diferentes níveis de complexidade, sendo a Atenção Básica, também conhecida como Atenção Primária à Saúde, a principal porta de entrada e o centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo prioritário para expandir e consolidar a Atenção Básica. Nela, equipes multiprofissionais, que incluem médicos, enfermeiros e, de forma essencial, Agentes Comunitários de Saúde (ACS), atuam em um território definido, acompanhando de perto um número determinado de famílias. agentes, por residirem na própria comunidade em que trabalham, criam um vínculo de confiança e conhecem a realidade local, o que facilita a identificação de problemas de saúde e de situações de risco. Eles realizam visitas domiciliares, orientam sobre prevenção de doenças, acompanham gestantes e idosos e atuam como uma ponte entre a população e os serviços de saúde. Dados do Ministério da Saúde indicam que municípios com alta cobertura da ESF apresentam melhores indicadores de saúde, como a redução da mortalidade infantil. fortalecimento da Atenção Básica é, portanto, uma estratégia fundamental para garantir um sistema de saúde mais eficiente e justo, capaz de promover a saúde e prevenir doenças, em vez de apenas tratar os problemas depois que eles já surgiram. Investir nesse nível de atenção significa investir na qualidade de vida da população a longo prazo. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre saúde pública no brasil) base no texto acima, julgue o item a seguir.
Leia a matéria jornalística a seguir como texto de referência para responder à questão.
Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna
Em quatro anos, houve uma redução de cerca de 6,7 milhões de leitores no Brasil. É o que mostra a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura, realizada em 2024. De acordo com o relatório, a falta de tempo, o desinteresse pelo hábito e a preferência por outras atividades, como consumir conteúdos nas redes sociais, são os principais fatores que distanciam as páginas das pessoas.
Segundo a pesquisa, leitor é “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro de qualquer gênero, impresso ou digital, nos últimos três meses”. Apenas 27% dos entrevistados terminaram a leitura de uma obra por completo, no período trimestral anterior às entrevistas. Para Carlota Boto, professora de Filosofia da Educação e diretora da Faculdade de Educação (FE) da USP, a prática de ler é importante pela conexão com sinais gráficos escritos. “Toda a nossa cultura da modernidade passa pelo acesso a um conjunto cultural que foi, digamos assim, acessado pelas letras, pela sistemática do impresso. E, nesse sentido, a leitura se torna um exercício importante para o acesso a esse legado cultural”, explica.
A especialista destaca que a ação de ler deve ser incentivada desde a infância: “A leitura possibilita para as crianças a independência em relação à cultura letrada. […] Possibilita o contato com o mundo da imaginação e com as narrativas”. Segundo ela, por meio da prática ocorre o desenvolvimento da postura crítico-criativa desde cedo.
Dos entrevistados pela Pesquisa Retratos da Leitura, 17% foram influenciados pela família para gostar da atividade: 9% pela mãe ou responsável do sexo feminino, 4% por algum parente e 4% pelo pai ou figura do sexo masculino. “É muito rica a prática de pais que, diante de crianças que ainda não estão alfabetizadas, leem o livro para elas. E depois, à medida que elas vão se alfabetizando, eles vão lendo juntos. Tudo isso facilita o encanto pela leitura.”
Carlota cita o papel da escola na promoção da literatura: “Cabe ao professor ler junto com os alunos, estimulá-los com a leitura em voz alta, a leitura silenciosa”. De acordo com um levantamento feito pela Associação dos Membros de Contas do Brasil (Atricon), três em cada dez escolas públicas brasileiras têm bibliotecas e 18 milhões de estudantes frequentam instituições de ensino que não as possuem. A diretora da Faculdade de Educação da USP salienta que a leitura feita por adolescentes está baseada nas obras indicadas pelos professores ou nas solicitadas pelos vestibulares.
Em relação aos adultos e idosos, ela afirma que as obras consumidas são mais próximas de seus gostos pessoais: “Um livro de romance, um clássico, um de suspense… Qual é o seu interesse maior?”. Além disso, para Carlota, é necessário esforço para manter o hábito. “Se o adolescente é cobrado pela leitura, o adulto não é. Quanto mais afastado da prática, mais afastado ele ficará.”
A Pesquisa Retratos da Leitura traz outro dado: a média de obras lidas por inteiro, nos três meses anteriores às entrevistas, foi de 2,04. Esse valor apresenta uma diminuição quando comparado com o que foi mostrado na edição de 2019 do relatório, na qual o número era de cerca de 2,6 obras.
Para a professora, a redução nos parâmetros apresentados se dá pela dinâmica da vida atual. “Somos uma sociedade multifacetada. Hoje, assistimos à televisão ao mesmo tempo que lemos um texto, ao mesmo tempo que estamos com o celular ligado ao lado, então, tudo isso vai, evidentemente, dispersar a concentração”, afirma. Segundo ela, as atividades digitais são mais atrativas pela conectividade rápida e imediata, primordiais na chamada era da dopamina. Os aplicativos e interações on-line são feitos como forma de estímulo à liberação da dopamina, hormônio que dá a sensação de prazer e a busca constante por recompensas.
Para quem deseja retomar o hábito da leitura ou pretende iniciar a prática, Carlota Boto faz recomendações: “Vá a uma livraria, reserve um dinheiro para fazer a compra de um bom livro e busque um que seja de interesse seu. […] Um livro é difícil de ler nas primeiras 20 páginas, depois ele se torna muito fácil de ser lido, quando interessa ao seu leitor”.
Fonte: LOPES, Isabella. Hábito de leitura no Brasil perde espaço para redes sociais e para o ritmo da vida moderna. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/habito-de-leitura-no-brasil-perde-espaco-para-redes-sociais-e-para-oritmo-da-vida-moderna/. Acesso em: 5 jan. 2026 (adaptado).
De acordo com a norma-padrão da língua, a vírgula está corretamente empregada em:
Analise os enunciados e responda de acordo com a síntese, a pontuação e o sentido, marque V ou F:
I. ( ) Na frase “Chegaram cedo”, o sujeito está oculto.
II. ( ) Em “Choveu muito ontem”, não há sujeito expresso nem implícito.
III. ( ) Em “Os alunos, que estudaram, passaram”, as vírgulas alteram o sentido da frase.
IV. ( ) Em “Silêncio ensurdecedor tomou conta da sala”, ocorre oxímoro.
V. ( ) Em “Vamos estudar, alunos”, a vírgula in dica vocativo.
A sequência correta é:

A – A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras(5º parágrafo).
B – Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos (2º parágrafo).
O emprego dos dois-pontos no enunciado acima serviu para:
Burnout nas relações de trabalho: O que as empresas precisam fazer para evitar um passivo bilionário
O aumento de 14,5% no número de ações judiciais por burnout nos primeiros quatro meses de 2025, conforme levantamento divulgado pela imprensa nacional, é mais do que uma estatística preocupante, é um sinal claro de que as empresas precisam tratar a saúde mental como um vetor de risco jurídico. Segundo o levantamento, feito exclusivo para a Folha de S. Paulo, foram 5.248 novos processos ajuizados no período, com pedidos que somam R$ 3,75 bilhões em indenizações, com valor médio superior a R$ 368 mil por ação.
Reconhecida pela OMS – Organização Mundial da Saúde, desde 2022, como uma síndrome ocupacional relacionada ao esgotamento crônico no trabalho, a síndrome de burnout passou a ser enquadrada, no Brasil, como doença do trabalho nos termos do art. 20, §1º, alínea “d”, da Lei nº 8.213/1991. Isso significa que, ao se configurar o nexo entre a atividade profissional e o adoecimento, o trabalhador pode ser afastado com direito ao benefício previdenciário acidentário (auxílio-doença por acidente de trabalho), além de eventuais repercussões cíveis e trabalhistas.
É nesse contexto que se impõe às empresas a necessidade de uma atuação mais ativa e preventiva. A responsabilização do empregador, nesses casos, se funda na teoria da responsabilidade subjetiva, exigindo-se a comprovação de culpa ou dolo. No entanto, uma jurisprudência cada vez mais sensível ao tema tem flexibilizado a análise do nexo causal, especialmente em ambientes organizacionais marcados por metas agressivas, jornadas excessivas, ausência de pausas e práticas de gestão disfuncionais.
Embora a NR-1, que trata do GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, tenha seu item específico sobre riscos psicossociais adiado para vigência plena em 2026, seu conteúdo já serve como marco técnico de orientação. A nova redação da NR-1, aprovada pela Portaria nº 6.730/2020 do Ministério do Trabalho, estabelece a obrigatoriedade de identificação, avaliação e controle dos riscos ocupacionais – incluindo os de natureza psicossocial – no PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos.
Assim, ainda que o não cumprimento específico das medidas voltadas à saúde mental não seja, neste momento, objeto de penalidades administrativas, o descumprimento do dever geral de cautela e diligência na gestão dos riscos do trabalho já pode ser utilizado como elemento de prova em ações judiciais. Nesse sentido, negligenciar a elaboração de um PGR adequado pode representar omissão culposa.
A defesa eficaz das empresas não passa apenas pela contestação individual das ações judiciais, mas pela adoção de medidas estruturantes de compliance trabalhista e gestão preventiva dos riscos ocupacionais. Isso inclui o mapeamento real dos fatores psicossociais no ambiente de trabalho; o treinamento de lideranças e RH para identificação precoce de sinais de adoecimento; programas internos de promoção à saúde mental, com registros e protocolos bem documentados; a adequação do PGR aos riscos psicossociais, mesmo antes da obrigatoriedade legal; e a revisão periódica de práticas de gestão para evitar exposição indevida a situações potencialmente lesivas.
Empresas que atuam proativamente têm, além de uma posição jurídica mais sólida, argumentos concretos para afastar o nexo causal, comprovando que adotaram todas as medidas razoáveis para prevenir o dano. Esse tipo de postura será cada vez mais valorizado tanto pela jurisprudência quanto pelas auditorias fiscais e pelo próprio mercado, especialmente diante da criação do selo de saúde mental corporativa, anunciado pelo Ministério do Trabalho em 2024.
A judicialização da saúde mental não é uma abstração, é um fenômeno concreto que já mobiliza bilhões de reais em passivo trabalhista. O burnout, por sua natureza complexa e multifatorial, exige das empresas uma postura técnica, preventiva e juridicamente embasada. Ignorar esse cenário é permitir que um risco previsível se transforme em prejuízo certo.
(Ernane de Oliveira Nardelli. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: dezembro de 2025.)
A pontuação é fundamental para a construção das relações semânticas, sendo que seu uso correto pode definir que tipo de estrutura sintática adotar para se obter determinado sentido. Leia o excerto abaixo:
Ouvidoria da Mulher da OAB compartilha boas práticas de atendimento no 6º Cojum
A Ouvidoria da Mulher do Conselho Federal da OAB participou do 6º Colégio de Ouvi dorias Judiciais das Mulheres (Cojum), realizado em Goiânia (GO). No evento, realizado na última semana, a ouvidora nacional da mulher da OAB, Katianne Wirna, apresentou o painel Boas prá ticas da Ouvidoria da Mulher, compartilhando ações em curso com as seccionais da Ordem, com foco na padronização de procedimentos, aperfei çoamento dos atendimentos e fortalecimento da atuação conjunta.
[...]
A atividade reuniu magistradas e desembar gadoras ouvidoras da mulher de tribunais regio nais eleitorais, tribunais estaduais e tribunais do trabalho. A coordenação do encontro foi da ouvi dora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Tâ nia Reckziegel, que também participou do painel.
[...]
Fonte: https://www.oab.org.br/noticia/63600/ouvidoria-da mulher-da-oab-compartilha-boas-praticas-de-atendimento no-6-cojum
A partir da noção de importância do uso da vírgula e de suas relações sintático-semânticas, marque a opção correta, de acordo com o excerto do texto, quanto ao emprego de vírgula antes de “que”.