Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3895975 Português
A acentuação gráfica das palavras oxítonas obedece a critérios fonológicos e morfológicos bem definidos pela ortografia oficial. Analise as afirmativas a seguir, levando em conta as regras que determinam o uso do acento gráfico em oxítonas:

I.As palavras oxítonas terminadas em -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s, são acentuadas, como em sofá, você e avó.

II.São acentuadas as oxítonas terminadas em ditongo nasal -em ou -ens, como ninguém, também e armazéns.

III.Recebem acento gráfico as oxítonas terminadas em ditongo aberto -éu, -éi ou -ói, seguidas ou não de -s, como herói, anéis e céu.

IV.Palavras como heroico e assembleia mantêm o acento gráfico no ditongo aberto, uma vez que seguem a mesma regra de acentuação das oxítonas terminadas em -éi e -ói.

V.Oxítonas terminadas em -i ou -is, como tatuí e juris, são sempre acentuadas por apresentarem tonicidade na última sílaba.

Com base nas regras de acentuação das oxítonas, assinale a alternativa em que estão todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3895972 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, firmado entre os países lusófonos, trouxe alterações significativas na grafia de diversas palavras, com o objetivo de uniformizar o idioma e simplificar o sistema ortográfico. As mudanças afetaram o uso do hífen, dos acentos gráficos, do trema e do próprio alfabeto.

Com base nas novas normas ortográficas estabelecidas pelo acordo, assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de acordo com as regras vigentes da ortografia atual.
Alternativas
Q3895944 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implementado em 2009, buscou uniformizar a escrita entre os países lusófonos, alterando o uso de acentos, do hífen e ampliando o alfabeto oficial. Apesar das simplificações, algumas regras continuam exigindo atenção, especialmente nos casos de homônimos, ditongos e compostos prefixados.

Com base nas regras da nova ortografia, relacione corretamente as palavras da Coluna 01 às explicações correspondentes na Coluna 02.

Coluna 01

(__)Anti-inflamatório

(__)Veem

(__)Ideia

(__)Super-homem

(__)Autoescola

Coluna 02

I.Perde o acento no hiato ee, conforme a nova regra sobre o acento circunflexo.

II.O hífen é empregado porque o prefixo termina com a mesma letra que inicia o segundo elemento.

III.Não recebe hífen porque o prefixo termina em vogal diferente da que inicia o segundo elemento.

IV.Mantém o hífen por o segundo elemento iniciar com "h".

V.Perde o acento do ditongo aberto éi nas paroxítonas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3895846 Português

A homonímia é um fenômeno lexical que, embora pareça simples à primeira vista, exige atenção à relação entre forma, som e sentido das palavras. A classificação correta das palavras homônimas e parônimas é essencial para o uso preciso da língua e para a compreensão das sutilezas semânticas que podem gerar ambiguidades no discurso. Analise as afirmativas a seguir e, com base nas regras gramaticais e nos exemplos tradicionais da norma culta, identifique quais estão corretas.


I.As palavras "colher" (verbo) e "colher" (substantivo) são exemplos de homônimos homógrafos, pois possuem a mesma grafia, mas pronúncia e sentido diferentes.


II.As palavras "conserto" e "concerto" são exemplos de homônimos homófonos, pois possuem a mesma pronúncia, mas grafia e significado distintos.


III.As palavras "livre" (adjetivo) e "livre" (verbo) constituem homônimos perfeitos, uma vez que coincidem na escrita e na pronúncia, embora apresentem significados diferentes.


IV.As palavras "descrição" e "discrição" são homônimos homófonos, pois, embora parecidas na grafia e na sonoridade, pertencem a classes gramaticais diferentes.


V.As palavras "absolver" e "absorver" são parônimos, que apresentam grafia e som semelhantes, mas significados diferentes.


Com base nas informações acima, assinale a alternativa em que estão todas as afirmativas corretas:

        

Alternativas
Q3895843 Português
O domínio das regras de acentuação gráfica exige não apenas memorização, mas também a compreensão fonológica das sílabas tônicas e de suas terminações. As palavras oxítonas, cuja última sílaba é a tônica, obedecem a critérios específicos que as diferenciam de paroxítonas e proparoxítonas. Observe as palavras oxítonas acentuadas e associe-as às regras de acentuação correspondentes.


COLUNA 01 − PALAVRAS OXÍTONAS

(__)O jovem herói foi homenageado pela bravura demonstrada no resgate.

(__)Todos disseram "amém" ao final da celebração.

(__)O tradicional mocotó nordestino é servido bem quente durante o inverno.

(__)Vocês deveriam revisar o relatório antes de enviá-lo ao diretor.

(__)Os alunos mais fiéis permaneceram até o encerramento da palestra.


COLUNA 02 − REGRAS DE ACENTUAÇÃO

I.Oxítonas terminadas em -a, -e ou -o, seguidas ou não de -s, são acentuadas.

II.Oxítonas terminadas em ditongo aberto -éu, -éi ou -ói, seguidas ou não de -s, são acentuadas.

III.Oxítonas terminadas em ditongo nasal -em ou -ens são acentuadas.

IV.Oxítonas terminadas em vogal tônica -e no plural recebem acento gráfico.

V.Oxítonas terminadas em ditongo aberto -éi são acentuadas.


Correlacione corretamente as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3895842 Português
Com base nas normas vigentes do Acordo Ortográfico, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q3894893 Português
A implementação do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe mudanças significativas, especialmente no que tange ao uso do hífen, gerando muitas dúvidas que persistem no ambiente escolar e profissional. O professor de Língua Portuguesa deve dominar essas regras para orientar corretamente os alunos, explicando a lógica por trás das alterações, como a relação entre o final do prefixo e o início da palavra seguinte. As regras gerais envolvem a junção quando as letras são diferentes (exceto 'h') e a separação por hífen quando as letras são iguais, mas há muitas exceções e casos específicos para prefixos como 'sub-', 'co-', 'pós-', 'pré-', entre outros.

Acerca das regras de hifenização vigentes, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Após o prefixo 'sub-', utiliza-se sempre o hífen quando a palavra seguinte iniciar por 'h' ou 'r', como em 'sub-humano' e 'sub-região'.
(__)Os prefixos 'pós-', 'pré-' e 'pró-' (tônicos, acentuados) passaram a se aglutinar com a palavra seguinte, resultando em formas como 'posgraduação' e 'prevestibular'.
(__)O prefixo 'co-' aglutina-se na maioria dos casos, mesmo quando a palavra seguinte começa com 'o' (ex: 'coordenar'), sendo uma exceção à regra de letras iguais.
(__)Utiliza-se o hífen quando o prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa com 'r' ou 's', devendo essas consoantes ser duplicadas, como em 'antirracista' e 'ultrassom'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3894858 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, implementado com o objetivo de unificar a grafia nos países lusófonos, trouxe mudanças significativas, especialmente nas regras de acentuação gráfica. Alterações na acentuação de ditongos abertos em paroxítonas (como 'ideia'), a eliminação do acento em hiatos específicos (como 'feiura') e a supressão de alguns acentos diferenciais (como em 'para') são exemplos notórios. Compreender essas mudanças é vital não apenas para a escrita formal, mas também para a correta pronúncia e identificação de palavras que, embora mantenham a fonética, tiveram sua grafia alterada, impactando materiais didáticos e documentos oficiais.

Acerca das regras de acentuação gráfica vigentes após o Novo Acordo Ortográfico, marque V, para a afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O acento diferencial em "pôde" (pretérito perfeito) para diferenciar de "pode" (presente) foi abolido pelo Novo Acordo, sendo seu uso agora considerado facultativo.
(__)Palavras como "feiura" e "baiuca" perderam o acento no 'i' ou 'u' tônico porque o Novo Acordo eliminou o acento de todas as palavras paroxítonas que formam hiato.
(__)O Novo Acordo Ortográfico eliminou o acento agudo de todas as palavras proparoxítonas que contenham ditongos abertos, como "helicóptero" ou "arquétipo".
(__)Palavras paroxítonas terminadas em 'i' ou 'is', como "táxi" e "júri", continuam sendo acentuadas normalmente, pois essa regra não sofreu alteração com o Acordo. 

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3894819 Português
A implementação do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe modificações significativas, especialmente na supressão de acentos gráficos, visando à unificação da ortografia nos países lusófonos. Essas mudanças afetaram regras consolidadas, como a acentuação dos ditongos abertos (ei, oi), dos hiatos (i, u) tônicos e a eliminação de diversos acentos diferenciais, gerando a necessidade de uma revisão profunda por parte dos falantes. A análise de palavras como 'ideia', 'heroico', 'feiura', 'creem' e o uso do acento diferencial em 'pôde' (passado) versus 'pode' (presente) são exemplos centrais dessas alterações. Acerca das regras de acentuação vigentes, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e, F para as falsas:

(__)A palavra 'feiura' perdeu o acento agudo no 'u' tônico do hiato porque o Novo Acordo determinou que o 'i' e o 'u' tônicos precedidos de ditongo em palavras paroxítonas não seriam mais acentuados.

(__)A palavra 'heroico' deixou de ser acentuada porque a nova regra eliminou o acento agudo de todos os ditongos abertos ('ei', 'oi'), tanto em palavras oxítonas quanto em paroxítonas.

(__)O acento diferencial foi completamente abolido da língua portuguesa, de modo que formas verbais como 'pôr' (verbo) e 'pôde' (pretérito) não recebem mais acento para se diferenciarem de 'por' (preposição) e 'pode' (presente).

(__)O Novo Acordo Ortográfico suprimiu o acento agudo dos ditongos abertos 'ei' e 'oi' em palavras paroxítonas (ex: ideia, assembleia, heroico) e o acento circunflexo dos hiatos 'ee' e 'oo' (ex: creem, leem, voo).


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3894337 Português
A implementação do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe modificações significativas, especialmente na supressão de acentos gráficos, visando à unificação da ortografia nos países lusófonos. Essas mudanças afetaram regras consolidadas, como a acentuação dos ditongos abertos (ei, oi), dos hiatos (i, u) tônicos e a eliminação de diversos acentos diferenciais, gerando a necessidade de uma revisão profunda por parte dos falantes. A análise de palavras como 'ideia', 'heroico', 'feiura', 'creem' e o uso do acento diferencial em 'pôde' (passado) versus 'pode' (presente) são exemplos centrais dessas alterações. Acerca das regras de acentuação vigentes, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e, F para as falsas:

(__)A palavra 'feiura' perdeu o acento agudo no 'u' tônico do hiato porque o Novo Acordo determinou que o 'i' e o 'u' tônicos precedidos de ditongo em palavras paroxítonas não seriam mais acentuados.

(__)A palavra 'heroico' deixou de ser acentuada porque a nova regra eliminou o acento agudo de todos os ditongos abertos ('ei', 'oi'), tanto em palavras oxítonas quanto em paroxítonas.

(__)O acento diferencial foi completamente abolido da língua portuguesa, de modo que formas verbais como 'pôr' (verbo) e 'pôde' (pretérito) não recebem mais acento para se diferenciarem de 'por' (preposição) e 'pode' (presente).

(__)O Novo Acordo Ortográfico suprimiu o acento agudo dos ditongos abertos 'ei' e 'oi' em palavras paroxítonas (ex: ideia, assembleia, heroico) e o acento circunflexo dos hiatos 'ee' e 'oo' (ex: creem, leem, voo).


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893888 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3893825 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3893755 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3893323 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3891968 Português
Assinale a alternativa que possui a grafia correta, quanto às regras ortográficas: 
Alternativas
Q3891967 Português
Assinale a alternativa que contém uma ou mais palavras com erro de acentuação gráfica. 
Alternativas
Q3891671 Português

Complete corretamente a lacuna do período a seguir:


“Ao longo da vida, todos enfrentam alguma __________, pois as mudanças e dificuldades fazem parte da experiência humana.”

Alternativas
Q3891669 Português
Marque a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente. 
Alternativas
Q3891663 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação: 
Alternativas
Q3890985 Português
O falso dilema entre responsabilidade de plataformas e liberdade de expressão


          O projeto de Lei 2.628/2022 (ECA Digital), aprovado na Câmara dos Deputados nesta semana, prevê regras equilibradas para proteger crianças e adolescentes dos graves riscos de violações de direitos no ambiente digital.

        Durante os debates, circulou entre seus críticos o argumento inconsistente de um suposto perigo de censura. Mas esse temor some com a simples leitura do texto, que contempla garantias para preservar e, mais, fortalecer a liberdade de expressão. Um dos cuidados ao longo do processo legislativo foi inclusive prever meios para superar a censura privada atualmente praticada pelas plataformas digitais.

      De modo inédito, por consenso entre governo e oposição — e como resultado da participação ativa da sociedade civil durante as discussões do texto —, o relatório do deputado Jadyel Alencar, aprovado no plenário da Câmara dos Deputados, incorporou um mecanismo-chave para defender a plena liberdade de expressão on-line: o devido processo na moderação.

        [...]

      Nosso exercício da liberdade de expressão está submetido a decisões obscuras de empresas privadas estrangeiras. O desenho previsto no projeto de lei é o melhor antídoto contra qualquer receio de censura, pois protege o usuário de abusos e do arbítrio.

          [...]

       A previsão legal do devido processo na moderação democratiza a liberdade de expressão no ambiente digital: o Eca Digital cria uma dinâmica segura e imediata entre usuário e plataforma, com deveres legais detalhados e proporcionais.

        Madura e equilibrada, a proposta é firme na retirada de conteúdos que violem direitos de crianças e adolescentes (artigo 29) e garante o devido processo (artigo 30). Em vez de escolher entre proteger crianças ou resguardar a liberdade de expressão, o projeto faz as duas coisas ao mesmo tempo. Por isso, é crucial que o Senado aprove rapidamente o Projeto de Lei 2.628/2022.

      O Brasil deve se tornar referência internacional contra os atuais índices alarmantes de violência online contra crianças e adolescentes, gerados em nome do lucro e da comodidade das plataformas digitais.

      O texto do Projeto de Lei 2.628/2022 protege direitos prioritários à luz dos pilares da democracia: liberdade de expressão, direito à comunicação e segurança jurídica.


https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/o-falso-dilema-entreresponsabilidade-de-plataformas-e-liberdade-de-expressao.shtml. Acesso em: 22 ago. 2025. Com adaptações.

São palavras que receberam acento gráfico por serem, respectivamente, paroxítona terminada em ditongo e proparoxítona: 
Alternativas
Respostas
1681: D
1682: C
1683: D
1684: A
1685: C
1686: C
1687: B
1688: B
1689: A
1690: C
1691: A
1692: E
1693: C
1694: D
1695: B
1696: C
1697: C
1698: A
1699: D
1700: C