Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q4383472 Português
Há verbos derivados de outras palavras que são formados pelo acréscimo de “isar” ou “izar”.
Assinale a alternativa em que a ortografia está INADEQUADA.  
Alternativas
Q4383360 Português
Há verbos derivados de outras palavras que são formados pelo acréscimo de “isar” ou “izar”.
Assinale a alternativa em que a ortografia está INADEQUADA.  
Alternativas
Q4383279 Português
Marque com X a sequência de palavras DIFERENTES. 
Alternativas
Q4383277 Português
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE a palavra FE__ADURA:
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Q4383272 Português
Algumas palavras da língua portuguesa causam dúvidas: escreve-se junto ou separado?
Assinale a palavra que está escrita INCORRETAMENTE:
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Q4383267 Português

Utilize o texto a seguir para responder a questão.


Papagaios é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Papagaios está localizada há 151 km da capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte. 

Observe as palavras retiradas do texto: Papagaios, Minas Gerais e Belo Horizonte. São escritas com letras maiúsculas porque são: 
Alternativas
Q4383266 Português

Observe as palavras do quadro e responda a questão.


Escolha e marque com X a palavra que contém o maior número de letras:
Alternativas
Q4383264 Português

Observe as palavras do quadro e responda a questão.


Se tivéssemos que colocar as palavras em ordem alfabética, a ordem CORRETA seria:
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Q4383248 Português
Das palavras destacadas abaixo, somente uma NÃO deve ser preenchida o espaço com “J”.  
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Q4383245 Português
Em relação à acentuação gráfica, todas as palavras proparoxítonas devem receber acento.
Observa-se essa regra em: 
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Q4383244 Português
Levando em consideração a escrita das palavras, assinale aquela que apresenta inadequação ortográfica. 
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Q4383240 Português
Há verbos derivados de outras palavras que são formados pelo acréscimo de “isar” ou “izar”. Assinale a alternativa em que a ortografia está INADEQUADA. 
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Q4382961 Português
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa e o acordo ortográfico vigente.
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Q4382957 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A escrava


    Em um salão onde se achavam reunidas muitas pessoas distintas, e bem colocadas na sociedade, e depois de versar a conversação sobre diversos assuntos mais ou menos interessantes, recaiu sobre o elemento servil. 

    O assunto era por sem dúvida de alta importância. A conversação era geral; as opiniões, porém, divergiam. Começou a discussão.

     — Admira-me — disse uma senhora de sentimentos sinceramente abolicionistas —, faz-me até pasmar como se possa sentir, e expressar sentimentos escravocratas, no presente século, no século dezenove! A moral religiosa e a moral cívica aí se erguem, e falam bem alto esmagando a hidra que envenena a família no mais sagrado santuário seu, e desmoraliza, e avilta a nação inteira!

    Levantai os olhos ao Gólgota, ou percorrei-os em torno da sociedade, e dizei-me:

    — Para que se deu em sacrifício o Homem Deus, que ali exalou seu derradeiro alento? Ah! Então não é verdade que seu sangue era o resgate do homem! É então uma mentira abominável ter esse sangue comprado a liberdade!? E depois, olhai a sociedade... Não vedes o abutre que a corrói constantemente!... Não sentis a desmoralização que a enerva, o cancro que a destrói?

    Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e será sempre um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado; ainda dela nos vem o opróbrio, a vergonha; porque de fronte altiva e desassombrada não podemos encarar as nações livres; por isso que o estigma da escravidão, pelo cruzamento das raças, estampa-se na fronte de todos nós. Embalde procurará um dentre nós, convencer ao estrangeiro que em suas veias não gira uma só gota de sangue escravo...

    E depois, o caráter que nos imprime e nos envergonha!

    O escravo é olhado por todos como vítima — e o é.

    O senhor, que papel representa na opinião social?

    O senhor é o verdugo — e esta qualificação é hedionda.

    Eu vou narrar-vos, se me quiserdes prestar atenção, um fato que ultimamente se deu. Poderia citar-vos uma infinidade deles; mas este basta, para provar o que acabo de dizer sobre o algoz e a vítima.

     E ela começou:

    — Era uma tarde de agosto, bela como um ideal de mulher, poética como um suspiro de virgem, melancólica e suave como sons longínquos de um alaúde misterioso.

    Eu cismava, embevecida na beleza natural das alterosas palmeiras que se curvaram gemebundas, ao sopro do vento, que gemia na costa.

    E o sol, dardejando seus raios multicores, pendia para o ocaso em rápida carreira.

    Não sei que sensações desconhecidas me agitavam, não sei!... Mas sentia-me com disposições para o pranto.

    De repente uns gritos lastimosos, uns soluços angustiados feriram-me os ouvidos, e uma mulher correndo, e em completo desalinho, passou por diante de mim, e como uma sombra desapareceu.

    Segui-a com a vista. Ela espavorida, e trêmula, deu volta em torno de uma grande moita de murta, e colando-se no chão nela se ocultou.

    Surpresa com a aparição daquela mulher, que parecia foragida, daquela mulher que um minuto antes quebrara a solidão com seus ais lamentosos, com gemidos magoados, com gritos de suprema angústia, permaneci com a vista alongada e o olhar fixo, no lugar que a vi ocultar-se.

    Ela muda, e imóvel, ali quedou-se.

    Eu então a mim mesma, interroguei:

    — Quem será a desditosa?

    Ia procurá-la — coitada! Uma palavra de animação, um socorro, algum serviço, lembrei-me, poderia prestar-lhe. Erguime. Mas, no momento mesmo em que este pensamento, que acode a todo homem em idênticas circunstâncias, se me despertava, um homem apareceu no extremo oposto do caminho.

    Era ele de cor parda, de estatura elevada, largas espáduas, cabelos negros, e anelados.

    Fisionomia sinistra era a desse homem, que brandia, brutalmente, na mão direita um azorrague repugnante; e da esquerda deixava pender uma delgada corda de linho.

     — Inferno! Maldição! — bradara ele com voz rouca. — Onde estará ela? — e perscrutava com a vista por entre os arvoredos desiguais que desfilavam à margem da estrada.

    — Tu me pagarás — resmungava ele. — E aproximando-se de mim:

    Não viu, minha senhora — interrogou com acento, cuja dureza procurava reprimir —, não viu por aqui passar uma negra, que me fugiu das mãos ainda há pouco? Uma negra que se finge doida... Tenho as calças rotas de correr atrás dela por estas brenhas. Já não tenho fôlego.

    Aquele homem de aspecto feroz era o algoz daquela pobre vítima, compreendi com horror. De pronto, tive um expediente:

    — Vi-a — tornei-lhe com a naturalidade que o caso exigia —, vi-a, e ela também me viu, corria em direção a este lugar; mas, parecendo intimidar-se com minha presença, tomou direção oposta, volvendo-se repentinamente sobre seus passos. Por fim, vi-a desaparecer, internando-se na espessura, muito além da senda que ali se abre.

    E, dizendo isto, indiquei-lhe com um aceno a senda que ficava a mais de cem passos de distância, aquém do morro em que me achava.

    Minhas palavras inexatas, o ardiu de que me servi, visavam a fazê-lo retroceder: logrei o meu intento.


REIS, Maria Firmina dos. A escrava. 2. ed. Brasília: Edições Câmara, 2019. Adaptado. 
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à grafia das palavras retiradas do texto, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4382693 Português
TEXTO I

Os piores entre nós

Instituições não existem. Só existem pessoas

    Instituições são ficções. Em Sapiens, Yuval Harari chama a Peugeot, a montadora francesa de automóveis, de uma ficção jurídica: os carros, as fábricas e os funcionários existem fisicamente, mas a empresa é uma entidade imaginária cuja existência depende de leis e do que ele chama de uma “história compartilhada” na qual combinaram de acreditar. Mas ninguém jamais tocou na Peugeot ou jantou com ela – a Peugeot não é um organismo vivo ou um objeto físico. A mesma coisa pode ser dita de um governo, de um Congresso ou de um Tribunal. Essas instituições são ficções, representadas essencialmente pelas pessoas que as compõem.
    Instituições não existem. Só existem pessoas – e elas podem ser competentes ou incapazes, virtuosas ou maléficas, generosas ou psicopatas.
    O economista Douglas North, no seu livro Instituições, Mudança Institucional e Desempenho Econômico, diz que instituições são as regras do jogo em uma sociedade. Instituições são a Constituição, as leis, os regulamentos, as tradições e as regras não escritas de convívio social. Segundo North, as instituições de um país determinam seu desenvolvimento. Mas regras, em si, não são suficientes. É preciso que as pessoas decidam respeitá-las.
    Em 2011, ao falar no Senado dos EUA, Antonin Scalia, juiz da Suprema Corte americana, lembrou que a antiga União Soviética – que ele, ecoando Ronald Regan, chamou de império do mal – tinha uma Constituição que garantia direitos muito mais amplos do que os previstos na Constituição americana. Mas eram direitos de papel, que nada valiam diante do Estado soviético. Scalia disse que a liberdade americana não é garantida por palavras, mas por uma estrutura de governo que, dividindo o Estado em vários poderes que competem entre si, impede a hegemonia de qualquer um deles. O confronto entre os poderes não é um problema – essa foi a mensagem de Scalia. A disputa entre poderes é a garantia de nossa liberdade.
    Daron Acemoglu e James Robinson, autores de Por Que as Nações Fracassam, dividem as instituições em dois grupos: extrativas – quando extraem riqueza da sociedade para concentrá-la nas mãos de poucos – e inclusivas – quando permitem que a maior parte da sociedade se beneficie da riqueza. Nossas instituições são, evidentemente, extrativas. Mesmo as mais inclusivas são conduzidas por pessoas, e a condução refletirá a concepção que essas pessoas têm do Estado. Para algumas delas, a função do Estado é enriquecêlas.
    No prefácio de sua excepcional tradução de A República de Platão, Allan Bloom comenta a preocupação de Sócrates com a educação dos governantes: “Os regimes dependem das virtudes dos homens e não das instituições; se as virtudes mais altas não estiverem presentes nos governantes, um regime inferior será instituído. Não há guardiões acima dos guardiões [...]”.
    Alguém precisa dizer isso aos brasileiros que, repetidamente, caem na armadilha ideológica e emocional de atribuir abstrações políticas (“democracia”, “Estado Democrático de Direito”, “Constituição”, “tribunal” ou “conselho”) o mágico poder de consertar as imoralidades e punir os crimes, apenas para ver essas abstrações sendo usadas como justificativa para mais imoralidades e mais crimes. As instituições às quais confiamos nossos direitos se revelaram quadrilhas organizadas para nos expropriar.
    Instituições não existem. Só existem pessoas. E um indivíduo ou um grupo, investido de grande poder, só será contido por outros indivíduos, ou grupos com poder semelhantes, que recusem submissão. Mas, em nosso país, a submissão parece estar sempre ao alcance de um uísque puro malte, um contrato de “assessoria” e uma promessa de manter em segredo mensagens, fotos e vídeos comprometedores.
    Os incentivos da política são perversos em todos os lugares, como já explicou Niall Ferguson em A Grande Degeneração. Políticos são estimulados a mentir, fraudar e roubar porque a recompensa é enorme, e o custo – a possibilidade de punição – é baixo. Mas, quando essas práticas contaminam até as áreas do Estado responsáveis pela aplicação da lei, a pergunta que o cidadão se faz é: como é possível que tenhamos selecionado, para nos governar, os piores entre nós?

Fonte: MOTTA, Roberto. Revista Oeste, ed.342. Os piores entre nós. https://revistaoeste.com/revista/edicao-342/os-piores-entre-nos-2/ (adaptado). 
Analise cada afirmação abaixo, segundo as regras vigentes de acentuação gráfica, antes de julgar o que se pede.

( ) Em “Instituições são ficções. Em Sapiens, Yuval Harari chama a Peugeot, a montadora francesa de automóveis, de uma ficção jurídica: os carros, as fábricas e os funcionários existem fisicamente...” (1º par.), ambas as palavras em destaque podem ser consideradas proparoxítonas, o que justifica sua obrigatoriedade quanto à regra de acentuação.
( ) Em “Segundo North, as instituições de um país determinam seu desenvolvimento.” (3º par.), o vocábulo em destaque é acentuado pela regra das oxítonas.
( ) Em “Mesmo as mais inclusivas são conduzidas por pessoas, e a condução refletirá a concepção que essas pessoas têm do Estado.” (5º par.), apesar de ser um monossílabo tônico, a palavra em destaque é acentuada pela regra do acento diferencial.
( ) Em “...se as virtudes mais altas não estiverem presentes nos governantes, um regime inferior será instituído.” (6º par.), o vocábulo em destaque justifica o emprego do acento pela regra das paroxítonas.
( ) Em “Alguém precisa dizer isso aos brasileiros que, repetidamente, caem na armadilha ideológica e emocional de atribuir abstrações políticas...” (7º par.), as palavras em destaque possuem mesma tonicidade silábica, porém a primeira é acentuada pela regra do acento diferencial.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência.
Alternativas
Q4381904 Português
Assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q4381902 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q4381341 Português
Utilize o texto abaixo para responder a questão.


    A manufatura de lentes de óculos envolve etapas de corte, modelagem e polimento para garantir precisão e qualidade.

    Em algumas fábricas, há equipamentos modernos que realizam essas operações de forma automatizada.

    Após o polimento, as lentes são submetidas à aplicação de tratamentos que aumentam sua resistência.

    Em seguida, as lentes são avaliadas, e aquelas que atendem aos padrões são encaminhadas à montagem dos óculos.

    Ao final, os produtos são cuidadosamente verificados para que apresentem as características adequadas ao uso.
Analise as assertivas a seguir sobre pontuação e acentuação gráfica:

(__)- No trecho “envolve etapas de corte, modelagem e polimento para garantir precisão e qualidade”, o termo destacado deveria ser substituído por uma vírgula, visto que o período possui outro “e”;
(__)- “Fábricas” somente é proparoxítona, pois está no plural devido à presença de “algumas”;
(__)- Em “e aquelas que atendem”, deveria haver crase em “aquelas” pela regência indireta de “atender”;
(__)- No trecho “Ao final, os produtos são cuidadosamente verificados”, a vírgula após a expressão “Ao final” exerce função de isolar o adjunto adverbial de valor temporal, não havendo necessidade de substituí-la por uma estrutura introduzida por dois-pontos.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses acima:
Alternativas
Q4379536 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente: 
Alternativas
Q4379534 Português
Todas as palavras, abaixo, são grafadas corretamente com Z, exceto:
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: B
4: A
5: D
6: C
7: A
8: B
9: D
10: A
11: D
12: D
13: E
14: A
15: E
16: B
17: A
18: B
19: B
20: A