Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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(MARQUES JÚNIOR, Alaôr Messias. Educação legislativa: as escolas do Legislativo e a função educativa do parlamento. E-Legis, Brasília, n. 3, p. 73–86, 2º semestre 2009.)
Considerando o conceito de capacidade apresentado no trecho e sua relação com os eixos da democracia, assinale a alternativa que corresponde ao aspecto relacionado à informação e ao conhecimento:
Leia o poema de Mário Quintana e responda à questão seguinte
LIBERDADE
É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre
Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter uma identidade
Que está dentro de nós e se descobre
Liberdade é não ter medo
Mas ter, sim, o respeito
Respeito esse que possamos compartilhar com o mundo
Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Sobre a relação entre alfabetismo e ambiente digital apresentada no texto, analise as assertivas:
I. O uso do telefone celular em parte da aplicação busca observar como habilidades de alfabetismo se articulam ao mundo digital.
II. O texto sugere que o ambiente digital pode oferecer oportunidades, mas também impor limites à participação social.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
A comparação entre os percentuais de 2018 e 2024, no caso dos jovens de 15 a 29 anos, contribui para mostrar que:
I. Houve agravamento discreto do problema nesse grupo, apesar da estabilidade no dado geral.
II. O analfabetismo funcional foi eliminado entre os jovens após a retomada da pesquisa.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Acerca das partes, pode-se afirmar que: