Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4229579 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Não dá para usar por semanas: com que frequência devo lavar a calça jeans?


A calça jeans surgiu como uma peça resistente, pensada para trabalhadores que precisavam de roupas duráveis e práticas. Com o tempo, principalmente a partir dos anos 1950, virou um item básico no guarda-roupa.

Mas essa resistência também levanta uma dúvida comum: precisa lavar sempre?

Bem, a recomendação da própria indústria é evitar lavagens frequentes, tanto para preservar o tecido quanto para reduzir o desperdício de água. Inclusive, há quem defenda limpezas pontuais, com pano úmido ou escova, em vez de colocar a peça na máquina toda vez.

Apesar de não exigir lavagem constante, o jeans também não deve ficar "esquecido" por semanas.

Especialistas explicam que roupas acumulam suor, células mortas e microrganismos — como bactérias e fungos. Como o jeans é um tecido mais grosso, ele pode reter umidade, criando um ambiente favorável para esses organismos.

Na prática, funciona assim:

- Pode ser usada 3 a 4 vezes antes de uma nova lavagem;

- Se houve muito suor, calor ou uso prolongado, o ideal é lavar antes;

- Em ambientes com maior exposição à sujeira (como transporte público cheio, ou hospitais), a frequência deve ser maior.

- Ignorar esses cuidados pode favorecer problemas de pele, como dermatite atópica, urticária ou até candidíase em áreas mais abafadas do corpo.
De acordo com as informações do texto, a recomendação de evitar lavagens constantes do jeans baseia-se em uma perspectiva:
Alternativas
Q4229198 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tire os homens da estante


Se não compro livros de forma consciente, atento para o perfil dos autores e das temáticas que consumo, alguém está tomando essa decisão por mim

Eu te proponho um desafio: retire todos os livros escritos por homens da sua estante. Preste atenção no resultado. Provavelmente, há grandes lacunas, espaços em branco que refletem a falta de diversidade na escolha das nossas leituras. Se essa tarefa te parece muito desafiadora, fique tranquilo, porque eu já fiz isso com a minha estante há alguns anos. E, realmente, restou muito mais parede do que livros naquele cenário.

Agora imagina se a gente começar a fazer isso pensando em autoras e autores negros ou obras escritas por pessoas da comunidade LGBTQIA+. Vamos além: deixar apenas livros de autores do Norte e do Nordeste do Brasil. O resultado chega a ser assustador. Será, então, que eu preciso começar a prestar atenção em quem estou lendo na hora de comprar a minha próxima leitura?

Quando trago esse tipo de reflexão nas minhas redes sociais, sempre recebo comentários como "eu escolho uma obra pela história e não pela autoria" ou "não me importa se o autor é homem ou branco". De acordo com essas pessoas, os espaços vazios na estante não passariam de uma mera coincidência. Eu não tenho dúvidas de que muita gente não faz essa escolha de forma proposital e realmente se deixa levar pelo automático. Mas o problema está justamente aí: se eu não estou comprando livros de forma consciente, atento para o perfil dos autores e das temáticas que consumo, alguém está tomando essa decisão por mim.

E a resposta é simples, já que, quando entro em grandes livrarias ou nas listas de mais vendidos, a tendência é que os autores em destaque sigam um mesmo padrão. O que chega com mais facilidade para o consumidor não é diverso. E isso é o resultado de anos e anos de um mercado editorial que privilegiou e abriu mais portas para um certo perfil de autores e narrativas. Ou seja, o que aprendemos a enxergar como literatura universal nada mais era do que um recorte específico de um certo grupo.

Para que se tenha ideia, uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília, em 2017, revelou que, entre os anos de 1965 e 2014, mais de 70% dos romances lançados foram escritos por homens, 90% por brancos e mais da metade com origem em São Paulo ou Rio de Janeiro. Ainda que na última década a preocupação com a diversidade no mercado editorial tenha crescido, a situação ainda está longe de ser equilibrada.

Por outro lado, a recente pesquisa "Panorama do consumo de livros" no Brasil concluiu que as mulheres pretas e pardas da classe C formam o maior grupo consumidor de livros no país (15% do total do público que adquiriu um livro em 2025). Ou seja, há um desencontro entre quem mais consome livros e quem mais vende.

A proposta não é ignorar o enredo da história, mas sim prestar atenção também em quem a escreveu ou na diversidade das temáticas consumidas, para que a sua estante não reflita a decisão de um sistema que pensa diferente de você. Acreditar em uma ideia de neutralidade no consumo cultural é ignorar que escolha consciente e escolha automática vão produzir estantes muito diferentes, e só você pode escolher qual será a sua.


Texto de: Jornal O Globo. "Tire os homens da estante". Publicado em
Ao afirmar que, se não escolhe seus livros de forma consciente, "alguém está tomando essa decisão por mim", o autor defende a ideia de que:
Alternativas
Q4229197 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tire os homens da estante


Se não compro livros de forma consciente, atento para o perfil dos autores e das temáticas que consumo, alguém está tomando essa decisão por mim

Eu te proponho um desafio: retire todos os livros escritos por homens da sua estante. Preste atenção no resultado. Provavelmente, há grandes lacunas, espaços em branco que refletem a falta de diversidade na escolha das nossas leituras. Se essa tarefa te parece muito desafiadora, fique tranquilo, porque eu já fiz isso com a minha estante há alguns anos. E, realmente, restou muito mais parede do que livros naquele cenário.

Agora imagina se a gente começar a fazer isso pensando em autoras e autores negros ou obras escritas por pessoas da comunidade LGBTQIA+. Vamos além: deixar apenas livros de autores do Norte e do Nordeste do Brasil. O resultado chega a ser assustador. Será, então, que eu preciso começar a prestar atenção em quem estou lendo na hora de comprar a minha próxima leitura?

Quando trago esse tipo de reflexão nas minhas redes sociais, sempre recebo comentários como "eu escolho uma obra pela história e não pela autoria" ou "não me importa se o autor é homem ou branco". De acordo com essas pessoas, os espaços vazios na estante não passariam de uma mera coincidência. Eu não tenho dúvidas de que muita gente não faz essa escolha de forma proposital e realmente se deixa levar pelo automático. Mas o problema está justamente aí: se eu não estou comprando livros de forma consciente, atento para o perfil dos autores e das temáticas que consumo, alguém está tomando essa decisão por mim.

E a resposta é simples, já que, quando entro em grandes livrarias ou nas listas de mais vendidos, a tendência é que os autores em destaque sigam um mesmo padrão. O que chega com mais facilidade para o consumidor não é diverso. E isso é o resultado de anos e anos de um mercado editorial que privilegiou e abriu mais portas para um certo perfil de autores e narrativas. Ou seja, o que aprendemos a enxergar como literatura universal nada mais era do que um recorte específico de um certo grupo.

Para que se tenha ideia, uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília, em 2017, revelou que, entre os anos de 1965 e 2014, mais de 70% dos romances lançados foram escritos por homens, 90% por brancos e mais da metade com origem em São Paulo ou Rio de Janeiro. Ainda que na última década a preocupação com a diversidade no mercado editorial tenha crescido, a situação ainda está longe de ser equilibrada.

Por outro lado, a recente pesquisa "Panorama do consumo de livros" no Brasil concluiu que as mulheres pretas e pardas da classe C formam o maior grupo consumidor de livros no país (15% do total do público que adquiriu um livro em 2025). Ou seja, há um desencontro entre quem mais consome livros e quem mais vende.

A proposta não é ignorar o enredo da história, mas sim prestar atenção também em quem a escreveu ou na diversidade das temáticas consumidas, para que a sua estante não reflita a decisão de um sistema que pensa diferente de você. Acreditar em uma ideia de neutralidade no consumo cultural é ignorar que escolha consciente e escolha automática vão produzir estantes muito diferentes, e só você pode escolher qual será a sua.


Texto de: Jornal O Globo. "Tire os homens da estante". Publicado em
A reflexão proposta pelo autor sobre a composição das estantes de livros aproxima-se das discussões contemporâneas sobre formação de leitores, sobretudo porque destaca a importância de:
Alternativas
Q4229194 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A remada viking e a herança cultural da Noruega


Na Copa do Mundo de 2026, a seleção da Noruega chamou a atenção por uma comemoração que rapidamente se tornou uma marca registrada de seus jogadores e torcedores. Após as vitórias, os atletas se sentavam no gramado e simulavam movimentos de remada em perfeita sincronia, enquanto o capitão Martin Ødegaard comandava um tambor. O gesto fazia referência aos antigos navegadores escandinavos conhecidos como vikings.

Os vikings eram povos originários da Escandinávia — especialmente das regiões que hoje correspondem à Noruega, à Suécia e à Dinamarca. Entre os séculos VIII e XI, eles se destacaram por suas viagens marítimas, atividades comerciais e expedições por diversas partes da Europa e até da América do Norte.

A tecnologia naval desenvolvida por esse povo permitia a construção de embarcações rápidas e resistentes, capazes de navegar em mares e rios. Por isso, os navios vikings tornaram-se símbolos de exploração, mobilidade e expansão cultural.

Durante muito tempo, a cultura popular difundiu a imagem dos vikings como guerreiros loiros, de olhos azuis e pertencentes a um povo homogêneo. Entretanto, estudos genéticos recentes demonstraram que eles possuíam grande diversidade étnica, com ascendência proveniente de diferentes regiões da Europa e da Ásia.

As pesquisas também indicam que a identidade viking não dependia da origem genética, mas de um modo de vida compartilhado. Segundo os cientistas, havia vikings que sequer possuíam genes escandinavos, o que reforça a ideia de que as identidades culturais são construções históricas e sociais, frequentemente mais diversas do que os estereótipos sugerem.

Por essa razão, a remada viking adotada pela torcida norueguesa durante a Copa do Mundo de 2026 ultrapassa uma simples comemoração esportiva. O gesto representa a valorização de uma herança cultural que, à luz das pesquisas atuais, revela-se mais plural e diversa do que tradicionalmente se imaginava.


Texto adaptado de: BBC News Brasil. "Quem eram os vikings e por que a Noruega celebra a 'remada viking' na Copa do Mundo". Publicado em 23 jun. 2026. 
A leitura do texto permite compreender que a associação entre a remada viking, adotada pela torcida norueguesa na Copa do Mundo de 2026, e as pesquisas sobre a diversidade dos povos vikings contribui para a formação cidadã, sobretudo por favorecer o questionamento de estereótipos culturais, ao:
Alternativas
Q4229190 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De quem são os meninos de rua?

Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.

Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.

Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

Na verdade, não existem meninos de Rua. Existem meninos na Rua. E toda vez que um menino está na rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua e por quê.

Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos de Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.

Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".

Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.


Marina Colasanti. Revista Manchete, 1986. 
Ao inserir a narrativa de João e Maria em sua crônica, Marina Colasanti não pretende apenas estabelecer uma comparação temática entre crianças abandonadas. O recurso intertextual contribui, sobretudo, para:
Alternativas
Q4229189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De quem são os meninos de rua?

Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.

Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.

Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

Na verdade, não existem meninos de Rua. Existem meninos na Rua. E toda vez que um menino está na rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua e por quê.

Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos de Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.

Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".

Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.


Marina Colasanti. Revista Manchete, 1986. 
No trecho: "Na verdade, não existem meninos de rua. Existem meninos na rua." é possível inferir que a autora: 
Alternativas
Q4229173 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
De acordo com o texto, a sustentabilidade depende:
Alternativas
Q4229171 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
A expressão “Nesse contexto”, utilizada no segundo parágrafo, exerce no texto a função de:
Alternativas
Q4229170 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
No primeiro parágrafo, o autor associa o modelo tradicional de desenvolvimento econômico principalmente:
Alternativas
Q4229169 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
 Considerando as ideias desenvolvidas no texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente sua tese central.
Alternativas
Q4228980 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O pavão, Rubem Braga



Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao

O texto começa observando um pavão, depois compara essa observação com a arte e com o amor. O narrador muda o jeito de ver o pavão quando aprende algo novo e passa a dar a ele novos significados.. Considerando essa progressão de ideias, assinale a alternativa que expressa a relação estabelecida entre o pavão e o amor. 
Alternativas
Q4228979 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O pavão, Rubem Braga



Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao

Embora o texto explique o fenômeno que produz as cores do pavão, essa não é sua ideia principal. A explicação científica é usada para ajudar o leitor a compreender a reflexão apresentada pelo narrador. Com base nisso, assinale a alternativa que mostra a função dessa explicação no texto.
Alternativas
Q4228773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
De acordo com o texto "HEPATITE B", qual percentual de cobertura da vacinação contra hepatite B nas primeiras horas de vida foi alcançado em 2025? 
Alternativas
Q4228771 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Qual órgão foi mencionado como responsável pelo anúncio da conquista brasileira no combate à hepatite B?
Alternativas
Q4228769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Segundo o texto "HEPATITE B", o fortalecimento da atenção primária contribuiu para: 
Alternativas
Q4228593 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", a identificação das alterações no gene EGFR possibilita:
Alternativas
Q4228592 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual empresa é mencionada no texto "ANVISA" como responsável pelo medicamento Datroway? 
Alternativas
Q4228591 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
De acordo com o texto "ANVISA", para quais pacientes o Datroway é indicado?
Alternativas
Q4228590 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", qual percentual aproximado dos casos de câncer de pulmão corresponde ao câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)? 
Alternativas
Q4228589 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual é o objetivo do texto "ANVISA" ao apresentar informações sobre o Datroway? 
Alternativas
Respostas
1401: C
1402: A
1403: C
1404: B
1405: A
1406: C
1407: C
1408: B
1409: C
1410: C
1411: B
1412: C
1413: E
1414: A
1415: D
1416: E
1417: A
1418: A
1419: D
1420: C