Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4224237 Português

Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar





(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-afelicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, por que dormir bem é importante para o bem-estar?
Alternativas
Q4224236 Português

Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar





(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-afelicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

São hábitos que ajudam a aumentar a felicidade, segundo o texto: 
Alternativas
Q4224235 Português

Hábitos simples para aumentar a felicidade e o bem-estar





(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/habitos-simples-para-aumentar-afelicidade-e-o-bem-estar,225ca6193ce5221f681eeb3368e9899e2pro2gkl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é a principal finalidade do texto?
Alternativas
Q4224180 Português
A coesão textual é responsável pela conexão superficial entre os elementos de um texto, utilizando recursos como pronomes, conjunções, elipses e sinônimos para garantir a fluidez entre frases e parágrafos. Já a coerência diz respeito ao sentido lógico e à unidade temática, garantindo que as ideias se articulem de forma compreensível. Um texto coeso não é necessariamente coerente, e vice-versa, de modo que ambos os mecanismos devem atuar em conjunto para produzir um texto bem construído. Considere essas noções para responder à questão a seguir e assinale a alternativa em que o recurso coesivo empregado compromete a coerência do texto:  
Alternativas
Q4224097 Português

Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde





(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “nenhuma fruta deve ser considerada uma vilã para a população em geral”, retirado do texto, a palavra “vilã” significa:
Alternativas
Q4224096 Português

Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde





(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4224095 Português

Frutas podem exigir restrições em algumas condições de saúde





(Disponível em: https://www.metropoles.com/saude/frutas-restricoes-condicoes-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).

A principal intenção do texto é:
Alternativas
Q4223901 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 2

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/11/19/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 23 dez. 2025. 

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4223853 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Pode-se inferir que o trecho “Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso.” (1º§) indica, de acordo com o contexto, EXCETO:
Alternativas
Q4223852 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Pode-se compreender a partir do fragmento “Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar.” (2º§) que: 
Alternativas
Q4223849 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com o sentido produzido, no contexto, pelos vocábulos destacados, assinale a sugestão de substituição que não resultaria em comprometimento do sentido original.
Alternativas
Q4223846 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Considerando que as escolhas linguísticas são intencionais, assinale o trecho em que o termo que indica quem ou o que executa a ação não é apresentado ou referenciado para que determinada intenção linguística seja atendida. 
Alternativas
Q4223845 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Em “A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa” (título), é possível observar que: 
Alternativas
Q4223712 Português
Musculação reprograma células do fígado e ajuda a reverter danos da obesidade


Por Maria Fernanda Ziegler


Q1_10.png (664×601)
Q1_10_.png (661×245)

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/07/musculacao-reprograma-celulas-dofigado-e-ajuda-a-reverter-danos-da-obesidade.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes no texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A expressão “Essa área da ciência” (l. 15) retoma anaforicamente um ramo da ciência.
( ) Na linha 17, o pronome “ela” se refere a uma molécula química mencionada anteriormente.
( ) A presença de verbos dicendi ao longo do texto é um recurso utilizado para introduzir citações e indicar a fonte de informações.
( ) Em “O fígado busca se regenerar, mas, sem energia suficiente, esse processo falha”, o pronome demonstrativo se refere à insuficiência de energia.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4223710 Português
Musculação reprograma células do fígado e ajuda a reverter danos da obesidade


Por Maria Fernanda Ziegler


Q1_10.png (664×601)
Q1_10_.png (661×245)

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/07/musculacao-reprograma-celulas-dofigado-e-ajuda-a-reverter-danos-da-obesidade.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as informações apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. A ideia central do texto é que a musculação provoca uma reprogramação molecular no fígado, capaz de mitigar a doença hepática esteatótica, tese sustentada por resultados de uma pesquisa científica e complementada por explicações de um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.
II. Segundo o texto, a musculação altera permanentemente o código genético dos indivíduos, promovendo mudanças no DNA.
III. O estudo apresentado no texto evidencia que a musculação produz efeitos capazes de influenciar o funcionamento de órgãos que não participam diretamente da atividade física.
IV. Infere-se do texto que a recuperação da sensibilidade à insulina ocorre porque o treinamento de força aumenta diretamente a massa muscular dos camundongos, a qual passa a controlar os níveis de glicose no sangue.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4222961 Português

Leia o texto para responder à questão

Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: NAV Brasil Prova: FGV - 2026 - NAV Brasil - Psicólogo |
Q4222847 Português
Leia o trecho a seguir.

A educação de adultos não se compatibiliza com abordagens autoritárias, avaliações que restringem a criatividade e modelos pedagógicos inflexíveis. Ela se realiza em pequenos grupos de adultos motivados a manter a mente ativa e vigorosa, que iniciam sua aprendizagem ao confrontar situações significativas, exploram os reservatórios de suas próprias experiências antes de recorrer a textos e informações secundárias e participam de discussões conduzidas por educadores que também buscam a sabedoria, e não por autoridades detentoras de respostas prontas. Esse é o cenário da educação de adultos, a moderna busca pelo sentido da vida.
Adaptado de Lindeman, E. C. The Meaning of Adult Education. New York: New Republic, 1926, pp. 4-7.


Com base no trecho, uma prática compatível com a aprendizagem de adultos é 
Alternativas
Q4222456 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Para conferir credibilidade e autoridade científica ao seu alerta contra o uso estético da soroterapia, o texto utiliza como principal recurso de argumentação:
Alternativas
Q4222455 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
O texto emprega o termo detox entre aspas em suas ocorrências. Considerando os efeitos de sentido pretendidos pelo texto e as orientações da Anvisa, as aspas são utilizadas para:
Alternativas
Q4222451 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Ao constatar que o procedimento da soroterapia faz parte da prática médica em circunstâncias específicas, mas que passou a ser divulgado nas redes sociais para pessoas saudáveis com promessas de rejuvenescimento e "detox", pressupõe-se que:
Alternativas
Respostas
1501: B
1502: D
1503: A
1504: D
1505: A
1506: C
1507: D
1508: C
1509: B
1510: C
1511: A
1512: A
1513: C
1514: D
1515: A
1516: B
1517: E
1518: C
1519: D
1520: A