Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4333507 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

De acordo com o texto, qual é a temperatura mínima indicada para o uso do ar-condicionado?
Alternativas
Q4333506 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Por que é recomendada a limpeza periódica e a troca de filtros nos equipamentos de ar-condicionado?
Alternativas
Q4333505 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Quais são as pessoas mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de arcondicionado? 
Alternativas
Q4333504 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Pode-se dizer que a principal consequência do uso abusivo do ar-condicionado?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAURGS Órgão: HCPA Prova: FAURGS - 2023 - HCPA - Analista I (Hotelaria) |
Q4327860 Português
No livro Se Disney administrasse seu hospital (LEE, 2008), o autor traz um exemplo de uma funcionária que foi treinada pelo seu gerente: “Ela coloca a eficiência acima da cortesia porque ela foi treinada assim pelo seu gerente, que só está interessado no quanto ela conseguirá executar em um tempo alocado e nunca perguntou com quantas pessoas ela foi ______, nem a auxiliou no processo de execução de seu trabalho”.

Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto acima. 
Alternativas
Q4326614 Português
Leia o trecho abaixo: "Era uma vez uma pequena vila onde todos os habitantes se conheciam. Certo dia, algo estranho aconteceu, e ninguém sabia explicar. O povo ficou preocupado, mas logo encontrou uma solução." Qual é a principal ideia do texto acima?
Alternativas
Q4308628 Português
A tirinha a seguir ilustra um diálogo entre Mafalda e Susanita. Durante o diálogo, Mafalda apresenta uma crítica. Após a leitura, é possível concluir que: 
Imagem associada para resolução da questão


Fonte:https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/36433279761/mafalda-por-quinohttpwwwquinocomar?is_related_post=1#notes
Alternativas
Q4308626 Português

Vivemos em uma sociedade letrada, onde quase todas as relações são permeadas pela linguagem escrita. Participar ativamente desta sociedade significa conhecer e fazer uso eficiente da leitura e da escrita – práticas complexas quando levamos em conta o próprio conceito de escrita como sistema associado a um patrimônio cultural e social. Desta forma, ler e escrever não significam dominar simplesmente o código, mas perceber as implicações políticas/sociais/culturais e, sobretudo, os conteúdos ideológicos constitutivos dos textos orais e escritos.

AMARAL, C. W. do. Alfabetização numa perspectiva crítica: análise das práticas pedagógicas. Dissertação. (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Campinas, 2002.Página 91.


Qual alternativa descreve corretamente a habilidade necessária para uma participação eficaz na sociedade letrada, de acordo com o texto? 

Alternativas
Q4300957 Português
TEXTO 2

Captura_de tela 2026-09-14 161601.png (300×173)

Disponível em: https://www.teoeominimundo.com.br/tirinhas-sobre-politica. Acesso em 12 set. 23.
O Texto 2 objetiva
Alternativas
Q4300911 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Com quantas pautas se faz o ‘BBB’?

Reality da Globo trouxe, neste ano, temas como racismo e relacionamento tóxico que repercutiram do lado de fora da casa

Por Alex Bessas

    Na 21ª edição do “Big Brother Brasil”, a mais longa de toda história do reality e que chegou ao fim no último dia 4, foram muitas as discussões que se iniciaram na casa e que reverberaram para muito além dela. Cancelamento, racismo, LBGTfobia, relações tóxicas, capacitismo e manipulação foram alguns dos temas debatidos e que, ao se infiltrarem em milhões de lares Brasil afora, ganharam novas camadas e foram se constituindo coletivamente.  
    E, dessa vez, a própria Globo, responsável pela atração, parece ter compreendido a necessidade de encarar as discussões que emergiram durante esses cem dias de “BBB”. Trata-se de uma significativa mudança de postura, que contraria opiniões expressas há dez anos pelo diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho. À época, ele havia classificado o programa como apenas um “jogo cruel”, rechaçando que aquele fosse um espaço apropriado para o debate de pautas sociais. Atual apresentador do formato, Tiago Leifert também já criticou participantes por levantarem bandeiras – em 2018, por exemplo, fez um duro discurso de eliminação direcionado a sister Nayara, que se percebia como representante da comunidade negra. 
    Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality –, a verdade é que o “BBB”, desde as primeiras edições, se mostrou um eficiente meio para a popularização das mais variadas causas. “Felizmente, desde 2020, os debates têm sido incorporados na construção narrativa e na abordagem do apresentador junto ao público”, observa Pablo Moreno Fernandes Viana, doutor em comunicação e professor de comunicação social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele avalia que, se comparada a abordagem de anos anteriores, a produção do “BBB” tratou os temas que foram aparecendo na casa, neste 2021, de uma maneira mais interessante e interessada. “E creio que, em edições futuras, será impossível escapar desses debates, visto que a sociedade aceitou participar desse processo de discussão e enfrentamento dessas opressões, dentro daquilo que chamamos de desconstrução”, opina. 

Armadilhas e potenciais distorções dificultam debate

     Também pesquisadora da comunicação, Sophia Mendonça lembra que, por ser um programa de entretenimento com grande repercussão, tanto em termos de audiência na televisão quanto nessa ampliação por outras mídias, o “BBB” tem papel importante ao levantar debates que ajudam na construção da memória da sociedade, sobretudo em relação a assuntos com os quais muitas pessoas não têm contato sem ser pela representação midiática. “Não se trata de um processo de causa e efeito, porque são diversos os fatores que constroem essa memória, mas, a partir do momento em que uma figura pública personifica essas características e essas informações vão sendo difundidas, esses exemplos das mídias se tornam emblemáticos”, pontua.

[...]

Fonte: https://www.otempo.com.br/interessa/com-quantaspautas-se-faz-o-bbb-1.2482376  
A ideia central do texto é:  
Alternativas
Q4300910 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Com quantas pautas se faz o ‘BBB’?

Reality da Globo trouxe, neste ano, temas como racismo e relacionamento tóxico que repercutiram do lado de fora da casa

Por Alex Bessas

    Na 21ª edição do “Big Brother Brasil”, a mais longa de toda história do reality e que chegou ao fim no último dia 4, foram muitas as discussões que se iniciaram na casa e que reverberaram para muito além dela. Cancelamento, racismo, LBGTfobia, relações tóxicas, capacitismo e manipulação foram alguns dos temas debatidos e que, ao se infiltrarem em milhões de lares Brasil afora, ganharam novas camadas e foram se constituindo coletivamente.  
    E, dessa vez, a própria Globo, responsável pela atração, parece ter compreendido a necessidade de encarar as discussões que emergiram durante esses cem dias de “BBB”. Trata-se de uma significativa mudança de postura, que contraria opiniões expressas há dez anos pelo diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho. À época, ele havia classificado o programa como apenas um “jogo cruel”, rechaçando que aquele fosse um espaço apropriado para o debate de pautas sociais. Atual apresentador do formato, Tiago Leifert também já criticou participantes por levantarem bandeiras – em 2018, por exemplo, fez um duro discurso de eliminação direcionado a sister Nayara, que se percebia como representante da comunidade negra. 
    Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality –, a verdade é que o “BBB”, desde as primeiras edições, se mostrou um eficiente meio para a popularização das mais variadas causas. “Felizmente, desde 2020, os debates têm sido incorporados na construção narrativa e na abordagem do apresentador junto ao público”, observa Pablo Moreno Fernandes Viana, doutor em comunicação e professor de comunicação social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele avalia que, se comparada a abordagem de anos anteriores, a produção do “BBB” tratou os temas que foram aparecendo na casa, neste 2021, de uma maneira mais interessante e interessada. “E creio que, em edições futuras, será impossível escapar desses debates, visto que a sociedade aceitou participar desse processo de discussão e enfrentamento dessas opressões, dentro daquilo que chamamos de desconstrução”, opina. 

Armadilhas e potenciais distorções dificultam debate

     Também pesquisadora da comunicação, Sophia Mendonça lembra que, por ser um programa de entretenimento com grande repercussão, tanto em termos de audiência na televisão quanto nessa ampliação por outras mídias, o “BBB” tem papel importante ao levantar debates que ajudam na construção da memória da sociedade, sobretudo em relação a assuntos com os quais muitas pessoas não têm contato sem ser pela representação midiática. “Não se trata de um processo de causa e efeito, porque são diversos os fatores que constroem essa memória, mas, a partir do momento em que uma figura pública personifica essas características e essas informações vão sendo difundidas, esses exemplos das mídias se tornam emblemáticos”, pontua.

[...]

Fonte: https://www.otempo.com.br/interessa/com-quantaspautas-se-faz-o-bbb-1.2482376  
No trecho “Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality”, a expressão destacada no contexto quer dizer: 
Alternativas
Q4284899 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Q6_10.png (447×692)
Q6_10_.png (447×346)


Adaptado de: ISOLA, N. J. O profissionalismo muda tudo. Disponível em: . Acesso em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nicolas-jose-isola/2023/04/o-profissionalismo-mudatudo.shtml>. Acesso em: 9 maio 2023. 

A expressão não passava a mão na cabeça das pessoas (l. 15-16) tem, no contexto em que ocorre, um sentido de 
Alternativas
Q4284897 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Q6_10.png (447×692)
Q6_10_.png (447×346)


Adaptado de: ISOLA, N. J. O profissionalismo muda tudo. Disponível em: . Acesso em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nicolas-jose-isola/2023/04/o-profissionalismo-mudatudo.shtml>. Acesso em: 9 maio 2023. 

Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.

I - A palavra escassos (l. 01) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por acanhados.
II - A palavra genuinamente (l. 13) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por ingenuamente.
III - A palavra meticulosidade (l. 30) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por minuciosidade.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4284894 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Q1_5.png (447×747)
Q1_5_.png (446×445)


Adaptado de: VIEIRA JUNIOR, I. Ler e viajar permitem encontrar o novo e conhecer a nós mesmos. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itamar-vieira-junior/2023/04/ler-e-viajar-permitem-encontrar-o-novo-econhecer-a-nos-mesmos.shtml>. Acesso em: 28 abr. 2023. 
A palavra contingente (l. 35) significa, no contexto em que ocorre, 
Alternativas
Q4284891 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Q1_5.png (447×747)
Q1_5_.png (446×445)


Adaptado de: VIEIRA JUNIOR, I. Ler e viajar permitem encontrar o novo e conhecer a nós mesmos. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itamar-vieira-junior/2023/04/ler-e-viajar-permitem-encontrar-o-novo-econhecer-a-nos-mesmos.shtml>. Acesso em: 28 abr. 2023. 
Abaixo são feitas algumas afirmações acerca de ideias veiculadas pelo texto.

I - Em Esse encontro com o outro – outro mundo, outros humanos, outras paisagens – são oportunidades de sair do espaço familiar e conhecido para penetrar o mistério do desconhecido (l. 52-55) é introduzida a explicação para o “sentimento” que o autor do texto teve ao visitar o Japão.
II - Em Talvez por isso, conserve essa paixão pela literatura: ler é como viajar e encontrar o novo, é reencontrar o familiar (l. 55-57), o autor afirma sua preferência pela leitura em detrimento das viagens. 
III - Em Viajando e lendo, não vamos apenas escrutinar o diferente, mas encontrar e conhecer a nós mesmos (l. 57-59), o autor do texto afirma que, além de examinarmos minuciosamente o diferente, experienciamos o autoconhecimento.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4273692 Português
Considere o fragmento abaixo:
"Na contemporaneidade, os processos globalizadores fazem com que, cada vez mais, haja múltiplas interações que diminuem as fronteiras entre os países e o isolamento das culturas locais. Estes processos criam mercados mundiais de bens materiais e dinheiro, assim como de bens culturais, e também provocam o aumento do número de migrantes. Esta situação, na qual estamos imersos, tem que ser considerada ao refletirmos a respeito das práticas atuais em qualquer campo de atividade."
(Fonte: MAGALHÃES, C. R.. O ensino da arte e a pluralidade cultural: trabalhando com a interculturalidade. In: V CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, 2010, Caxias do Sul. Anais do V CONGRESSO INTERNACIONAL DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, 2010. v. 1.)



Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4272900 Português

Fernando Sabino, 100 anos: memórias de um escritor brasileiro em Londres 






Durante visita à Universidade de Oxford, Fernando Sabino foi convidado por dois professores para um drinque. No bar, um deles dirigiu-se ao garçom — espantou-se o escritor — como quem se dirige a um ministro.

"Rogo-lhe a fineza de servir-nos dois uísques com gelo", pediu.

Dali a pouco, o garçom trouxe as bebidas.

"Oh, sinto muitíssimo!", adiantou-se o professor.

"Realmente, senhor: peço-lhe perdão, só trouxe dois. Sinto muito!", desculpou-se o garçom.

"Absolutamente! Eu é que peço perdão: por um lastimável equívoco, só pedi dois. A culpa foi minha!", retrucou o docente.

De um lado, o garçom tornou a pedir desculpas. Do outro, o professor voltou a protestar. E, no meio da intensa troca de mesuras e gentilezas, Sabino esperava, indócil, para tomar seu uísque.

"Não seria o caso de pedirmos mais um?", sugeriu, timidamente.

Mais alguns pedidos de desculpas depois, a bebida foi finalmente servida.

"Há momentos que a extrema delicadeza do inglês até me faz desconfiar que estão de brincadeira comigo", admitiu numa das crônicas de Livro aberto (2001), antologia que ele próprio apelidou de "obra póstuma em vida".

Fernando Tavares Sabino, que completaria 100 anos no dia 12 de outubro, morou em Londres de 1964 a 1966. Foi convidado pelo ministro das Relações Exteriores do Governo João Goulart, João Augusto de Araújo Castro, para assumir o posto de adido cultural da embaixada do Brasil na capital inglesa.

Encontrar um lugar para morar foi o primeiro desafio enfrentado por Fernando Sabino em Londres. Em apenas quatro meses, visitou 58 imóveis, entre casas e apartamentos. De uns, até gostou, mas algumas das exigências dos proprietários, como não ter crianças, inviabilizava a locação. Sabino teve sete filhos: Eliana, Leonora, Pedro, Virgínia, Verônica, Bernardo e Marina.

De outros imóveis, porém, não gostou nem um pouco. Ou eram longe demais, ou não tinham banheiro.

Houve um, em Maida Vale, que Sabino adorou: bom tamanho, boa localização, bom preço. Mas outro pretendente, para azar do escritor, levou a melhor. "Amaldiçoei o felizardo, sem saber tratar-se de uma respeitável senhora que admiro de longa data: Marlene Dietrich", relatou na crônica Onde Morar.

Noutra crônica, Sabino conta a história de uma brasileira que, sem conhecer a cidade ou dominar o idioma, se distraiu olhando as vitrines das lojas e perdeu o marido de vista. Sem dinheiro para voltar ao hotel, caiu no choro. Logo, alguns ingleses se aproximaram, solícitos. "Perdi meu marido", choramingava ela. E achou por bem traduzir: "I lost my husband!". Um homem tirou o chapéu, comovido. "Sinto muito, minha senhora: meus pêsames!".

Assim que chegou a Londres, Sabino foi advertido por colegas brasileiros: cuidado, eles levam tudo ao pé da letra! "Diga a um deles, por delicadeza, que apareça em sua casa qualquer hora dessas, para ver só: ele aparece", explicou.

Eliana, a primogênita, confirma: "Se ele dissesse a um inglês: 'Venha jantar lá em casa um dia desses', o inglês retrucaria sem pestanejar: 'Quando?'. E ele se via obrigado a marcar um dia e ter que avisar a esposa de que dois dias depois um inglês praticamente desconhecido viria para o jantar".

"Fora isso, só mais um problema de adaptação o afligia: a mão inversa do trânsito inglês", prossegue a filha do escritor. "Ele tentava facilitar sua direção repetindo baixinho: 'dirigir na contramão, dirigir na contramão'"...


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgrpye6744xo. Adaptado.

"Há momentos que a extrema delicadeza do inglês até me faz desconfiar que estão de brincadeira comigo", admitiu numa das crônicas de Livro aberto (2001), antologia que ele próprio apelidou de "obra póstuma em vida".
Assinale a opção correta de acordo com o texto base. 
Alternativas
Q4269713 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

No que se refere aos aspectos relacionados à sociedade e ao meio ambiente, de acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4269712 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aspectos econômicos e culturais se associam à questão demográfica para acelerar o ritmo da deterioração dos recursos ambientais. A quantidade de resíduos sólidos produzidos pelas populações guarda relação não só com o nível de riqueza, refletido na capacidade econômica para consumir, mas também com os valores e hábitos de vida, determinantes do grau de disposição para a realização do consumo. É ilustrativa a comparação da cultura americana e japonesa: enquanto os primeiros geram cerca de dois quilogramas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante ao dia, os japoneses, também de elevado poder aquisitivo, apresentam comportamentos que resultam numa geração significativamente menor, pouco superior a um quilograma. Os brasileiros, apesar de possuírem renda per capita significativamente menor, ficam próximos aos níveis japoneses (ABRELPE, 2008). Essa simples comparação sinaliza para o alinhamento cultural do Brasil com os maiores níveis de geração de resíduos, quando ponderada a capacidade financeira da sociedade para tal. No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos (GRU), como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global. 


Godecke, M. V., Naime, R. H., & Figueiredo, J. A. S. (2013). O Consumismo e a Geração de Resíduos Sólidos Urbanos  Brasil. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, 8(8), 1700−1712.

Assinale a alternativa CORRETA que concorda com o disposto no texto.
Alternativas
Q4269551 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que torna a garrafa do Macallan 1926 leiloada tão especial, de acordo com o texto?
Alternativas
Respostas
13261: C
13262: C
13263: B
13264: D
13265: E
13266: B
13267: C
13268: E
13269: D
13270: D
13271: C
13272: E
13273: C
13274: E
13275: C
13276: B
13277: D
13278: D
13279: A
13280: C