Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2351577 Português
Leia atentamente o texto abaixo:

“A anfibologia, recurso linguístico muitas vezes explorado por escritores e poetas, consiste na ambiguidade sintática de uma expressão, gerando mais de uma interpretação possível. Entretanto, é preciso discernimento por parte do leitor para captar a mensagem pretendida.”

Considerando o texto, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta sobre o papel do leitor na interpretação de um texto que faz uso da anfibologia. 
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Q2351571 Português
Leia o texto a seguir com atenção:

“O hospital é o epicentro da vida e da morte, onde o pulsar da existência se entrelaça com a iminência do fim. As paredes silenciosas testemunham histórias de superação e despedidas prematuras. No corredor, a esperança caminha de mãos dadas com a fragilidade. Na sala de espera, os suspiros ecoam como prenúncios do desconhecido.”

Com base no texto, assinale a alternativa correta.
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Q2351505 Português
Leia o fragmento abaixo:

"A metamorfose da lagarta em borboleta é uma verdadeira alquimia da natureza. Nesse processo, a criatura rastejante e terrestre transforma-se em uma delicada e alada criatura, pronta para desbravar os céus."

A expressão "alquimia da natureza" pode ser interpretada como:
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Q2351504 Português
Leia o trecho a seguir:

"Ao erguer os olhos para o firmamento, contemplava as constelações que, como bordados celestiais, pontilhavam o manto noturno. Toda a imensidão cósmica parecia convergir para um único ponto, despertando no observador uma sensação de pequenez diante da grandiosidade do universo."

Qual alternativa melhor expressa a ideia central do trecho?
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Q2351221 Português
Assinale a frase em que ocorre ambiguidade motivada pela ordem dos termos.
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Q2351218 Português
Assinale o segmento abaixo em que o enunciador do texto faz comentários sobre seus meios de expressão e não sobre o processo de composição da narrativa. 
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Q2351212 Português
Sabendo que o texto argumentativo é aquele que apresenta razões para defender ou atacar uma opinião ou tese, com a finalidade de convencer alguém sobre algo, assinale o segmento que pode ser classificado como argumentativo, pois mostra uma tese e um argumento.
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Q2351211 Português
Abaixo estão cinco pequenos textos publicitários; assinale o que apela para a sedução do leitor para seu convencimento. 
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Q2351210 Português
Observe um pequeno texto do filósofo John Locke:
“Pois, tendo resolvido examinar o entendimento humano e os caminhos do conhecimento, não pelas opiniões dos outros, mas pelo que pudesse reunir eu mesmo com base em minhas próprias observações, eu deliberadamente evitei a leitura de todos os livros que tratassem de alguma maneira do meu tema, de modo que nada pudesse enviesar-me de alguma forma.”
A afirmação correta sobre o tema principal desse fragmento é:
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Q2351208 Português

Observe o seguinte texto: 


“Estava sentada à mesa, a ler o Diário de Notícias, no seu roupão de manhã, de fazenda preta, com largos botões de madrepérola; o cabelo louro um pouco desmanchado, com um tom seco do calor do travesseiro...”


Trata-se de um texto descritivo; assinale a consideração correta sobre o fator “tempo” neste tipo de texto. 

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Q2351093 Português

Texto CG1A1


        Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas.

        No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. 


Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações)

Acerca dos mecanismos de coesão textual empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.


No penúltimo período do segundo parágrafo, o segmento “seus depoimentos” refere-se aos depoimentos do presidente Dutra reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes

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Q2351092 Português

Texto CG1A1


        Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas.

        No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. 


Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações)

Acerca dos mecanismos de coesão textual empregados no texto CG1A1, julgue o próximo item.


A expressão “em maio de 1949” (penúltimo período do segundo parágrafo) indica a data da organização da citada coletânea por Shozo Motoyama

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Q2351091 Português

Texto CG1A1


        Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas.

        No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. 


Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue o item a seguir. 


Entende-se do texto que, apesar do impacto das descobertas de César Lattes, a ciência brasileira ainda ocupava uma posição marginal no cenário mundial quando da criação do CNPq. 

Alternativas
Q2351090 Português

Texto CG1A1


        Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas.

        No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. 


Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue o item a seguir. 


À época da criação do CNPq, a física nuclear era um campo de conhecimento estratégico na política nacional e internacional, conforme se infere do texto. 

Alternativas
Q2351089 Português

Texto CG1A1


        Em 1947, o físico brasileiro César Lattes causou grande impacto nos meios científicos internacionais e conquistou reconhecimento com sua descoberta que elucidou alguns problemas pendentes de solução no campo da radiação cósmica e confirmou a teoria do físico japonês Hideki Yukawa sobre a existência de uma partícula supostamente responsável pela ligação entre prótons e nêutrons nos núcleos atômicos. Esse último aspecto foi bastante para dar um relevo todo especial à descoberta, enriquecendo seu significado com a possibilidade de novas aberturas no controle das forças nucleares, tão cobiçado depois das explosões atômicas. Toda a imprensa mundial e brasileira aclamou a descoberta, e a ciência brasileira saiu do porão para a sala de visitas.

        No ano seguinte, Lattes voltou a causar impacto após conseguir a produção artificial daquela partícula em um acelerador do tipo circular, em Berkeley, nos Estados Unidos da América. E em 1949, a física no Brasil começou a se institucionalizar com a criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Junto com ela, a ciência, em geral, também organizava sua entidade representativa, com o surgimento da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) naquele mesmo ano. Foi nesse caldo cultural que o almirante Álvaro Alberto ganhou mais argumentos para persuadir o governo brasileiro. Segundo seus depoimentos reproduzidos na coletânea 50 anos do CNPq contados pelos presidentes, organizada por Shozo Motoyama, em maio de 1949, após a leitura de relatórios sobre a questão atômica, o presidente Dutra enviou ao Congresso Nacional um anteprojeto para criação do Conselho Nacional de Pesquisas, já prevendo seu papel na política nuclear. Depois de uma longa tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, nascia o CNPq, com o almirante como seu primeiro presidente. 


Rodrigo Cunha. 60 anos do CNPq: da política nuclear ao desafio da descentralização. In: Ciência e Cultura, São Paulo, v. 63, n.º 2, 2011 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas no texto CG1A1, julgue o item a seguir. 


Depreende-se do texto que o almirante Álvaro Alberto estava envolvido com o projeto de criação do que viria a ser o CNPq enquanto César Lattes conquistava reconhecimento científico internacional. 

Alternativas
Q2351029 Português


FONTE: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-de-mafalda-podem-ser-usadas-em-aulasde-historia-geografia-e-sociologia/.


O último quadrinho, com o dicionário na lixeira, revela o seguinte pensamento de Mafalda, que não fora explicitado:
Alternativas
Q2351028 Português


FONTE: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-de-mafalda-podem-ser-usadas-em-aulasde-historia-geografia-e-sociologia/.


Ainda que não se conheça a personagem Mafalda (a menina nos três primeiros quadrinhos) nem suas características, gostos e manias, a leitura da tirinha permite inferir o seguinte sentido, reforçado pela linguagem verbal e não verbal dessa personagem: 
Alternativas
Q2351027 Português




FONTE: https://tvmemory.blogspot.com/2014/10/caulos-jornal-do-brasil1976.html.

Suponha que o texto de Caulos será utilizado por um professor para estimular o aluno a produzir uma exposição síncrona (ao vivo, em tempo real, com comunicação simultânea) sobre o gênero a que ele pertence. Nesse caso, qualquer que seja a plataforma utilizada por ele para a transmissão, uma interpretação plausível (aceitável, possível, coerente) que ele poderá fazer sobre o sentido veiculado pelo texto é: 
Alternativas
Q2351020 Português




FONTE: https://minhalinguaeeu.blogspot.com/2010/03/lingua-eidioma.html.

Um excelente exercício de leitura e compreensão, no texto, dos diferentes registros linguísticos é a percepção de que o mesmo personagem/falante utiliza a língua de modos distintos a depender de vários fatores. Isso é o que se percebe se compararmos a fala de Calvin (menino): 
Alternativas
Q2351019 Português




FONTE: https://minhalinguaeeu.blogspot.com/2010/03/lingua-eidioma.html.

Suponha que o texto anterior foi utilizado em uma aula de língua portuguesa. Caso o aluno perguntasse a respeito, você diria que o termo “língua”, no último quadrinho, foi empregado pelo personagem Calvin com o seguinte sentido, encontrado no Dicionário on-line Michaelis (https://michaelis.uol.com.br/modernoportugues/busca/portugues-brasileiro/l%C3%Adngua/.:
Alternativas
Respostas
13241: D
13242: D
13243: C
13244: A
13245: C
13246: D
13247: D
13248: E
13249: C
13250: B
13251: E
13252: E
13253: E
13254: C
13255: C
13256: C
13257: C
13258: D
13259: A
13260: B