Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4357241 Português
Brasil ocupa 11º lugar em ranking global de saúde dos profissionais


O Brasil ocupa o 11º lugar entre 30 países avaliados em relação à saúde geral, ou holística, dos seus profissionais.

A nova pesquisa do McKinsey Health Institute abrange 30 mil trabalhadores e mostra como eles percebem sua saúde e a relacionam com o ambiente de trabalho.

A Turquia lidera o ranking, com a maior porcentagem de pontuações positivas em relação à saúde dos profissionais (78%) e o Japão ocupa o último lugar (25%).

Profissionais entre 18 e 24 anos tiveram as pontuações mais baixas em relação à saúde holística. Entrevistados que trabalham em empresas maiores (com mais de 250 funcionários) tiveram pontuações de saúde holística mais altas do que aqueles em empresas menores. Os níveis são semelhantes em todos os setores pesquisados.

Em relação aos cargos, os gerentes tiveram as maiores pontuações de saúde holística.

Numa era em que o trabalho é caracterizado por mudanças rápidas, prazos implacáveis ??e cada vez mais exigências, o foco na saúde dos trabalhadores nunca foi tão relevante. À medida que as empresas enfrentam esses desafios, surge um entendimento de que apenas reagir às consequências do esgotamento não é suficiente.

Ao enfatizar a ligação entre a satisfação no trabalho e o bem-estar geral, o estudo aborda a necessidade de as organizações criarem culturas de trabalho que apoiem todo o espectro de saúde dos seus funcionários. O objetivo é atingir um equilíbrio harmonioso entre as exigências do trabalho e o bem-estar pessoal.

E esses pontos estão conectados. Aqueles que relataram experiências positivas no trabalho também indicaram melhor saúde holística. Além disso, foram mais inovadores e apresentaram melhor desempenho profissional.

No entanto, é crucial compreender a complexidade dessa dinâmica entre trabalho, bem-estar e saúde. Embora os facilitadores do trabalho (como recursos adequados, sistemas e liderança eficientes e uma cultura positiva) estejam ligados a uma boa saúde geral, o esgotamento está intimamente relacionado aos fatores de estresse no trabalho.

Portanto, apenas oferecer facilitadores sem rever as formas de trabalho pode não ser suficiente para prevenir o esgotamento. Da mesma forma, apenas negar as exigências e demandas não vai te levar, necessariamente, a um quadro de saúde holística.

"Os sintomas de esgotamento e a saúde holística podem coexistir", diz Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute. "Achar que seu trabalho é significativo ou ser resiliente são fatores importantes para uma melhor saúde holística. Mas isso por si só pode não protegê-lo do esgotamento se as demandas forem muito altas."

Como os adultos normalmente passam a maior parte do tempo no trabalho, os empregadores estão numa posição importante de influenciar o bem-estar dos seus funcionários.

A saúde geral não envolve apenas o bem-estar individual dos funcionários − é importante também para o sucesso financeiro da empresa.

Colaboradores esgotados e menos engajados são menos produtivos, se afastam com mais frequência e, como consequência, aumentam a taxa de turnover, o que se traduz em perdas financeiras.

Essas questões podem levar a uma perda de produtividade anual entre US$ 228 milhões e US$ 355 milhões para uma empresa média do índice S&P, que representa as maiores companhias listadas nos EUA, de acordo com um estudo do McKinsey Health Institute. "É hora de os empregadores irem além do esgotamento e também incluírem um foco no que será necessário para ajudar os funcionários a realmente prosperar em todas as dimensões da saúde − física, mental, social e espiritual", disse Brassey.

Metas x saúde

A busca pela produtividade a curto prazo e por metas imediatas pode entrar em conflito com investimentos focados no bem-estar dos funcionários. Contudo, conciliar essas ideias muitas vezes contraditórias requer uma liderança adaptativa. "Os líderes devem trabalhar com a tensão entre as exigências imediatas de desempenho organizacional e rentabilidade e as necessidades de saúde e flexibilidade a longo prazo da sua força de trabalho", observa Natalia Weisz, professora de liderança na IAE Business School da Argentina

É um processo de aprendizagem organizacional em que todos devem enfrentar alguma forma de perda. Isso porque priorizar a saúde dos profissionais obriga as empresas a mudar suas estruturas. "Requer abandonar hábitos, crenças e até valores profundamente enraizados, muitos dos quais podem parecer estar em desacordo com os valores da eficiência e lucratividade", afirma Weisz.


Trabalhar essa visão integrada de saúde não é apenas uma obrigação moral, mas também uma vantagem estratégica. Empregadores que dão prioridade ao tema estão preparados para criar ambientes em que os funcionários possam realmente se desenvolver e estabelecer um novo padrão do que significa ser uma organização bem-sucedida e com visão de futuro.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/brasil-ocupa-11o-lugar-em-rankin g-global-de-saude-dos-profissionais-veja-lista/
O que é mencionado como fundamental para uma melhor saúde holística, de acordo com Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute?
Alternativas
Q4357240 Português
Brasil ocupa 11º lugar em ranking global de saúde dos profissionais


O Brasil ocupa o 11º lugar entre 30 países avaliados em relação à saúde geral, ou holística, dos seus profissionais.

A nova pesquisa do McKinsey Health Institute abrange 30 mil trabalhadores e mostra como eles percebem sua saúde e a relacionam com o ambiente de trabalho.

A Turquia lidera o ranking, com a maior porcentagem de pontuações positivas em relação à saúde dos profissionais (78%) e o Japão ocupa o último lugar (25%).

Profissionais entre 18 e 24 anos tiveram as pontuações mais baixas em relação à saúde holística. Entrevistados que trabalham em empresas maiores (com mais de 250 funcionários) tiveram pontuações de saúde holística mais altas do que aqueles em empresas menores. Os níveis são semelhantes em todos os setores pesquisados.

Em relação aos cargos, os gerentes tiveram as maiores pontuações de saúde holística.

Numa era em que o trabalho é caracterizado por mudanças rápidas, prazos implacáveis ??e cada vez mais exigências, o foco na saúde dos trabalhadores nunca foi tão relevante. À medida que as empresas enfrentam esses desafios, surge um entendimento de que apenas reagir às consequências do esgotamento não é suficiente.

Ao enfatizar a ligação entre a satisfação no trabalho e o bem-estar geral, o estudo aborda a necessidade de as organizações criarem culturas de trabalho que apoiem todo o espectro de saúde dos seus funcionários. O objetivo é atingir um equilíbrio harmonioso entre as exigências do trabalho e o bem-estar pessoal.

E esses pontos estão conectados. Aqueles que relataram experiências positivas no trabalho também indicaram melhor saúde holística. Além disso, foram mais inovadores e apresentaram melhor desempenho profissional.

No entanto, é crucial compreender a complexidade dessa dinâmica entre trabalho, bem-estar e saúde. Embora os facilitadores do trabalho (como recursos adequados, sistemas e liderança eficientes e uma cultura positiva) estejam ligados a uma boa saúde geral, o esgotamento está intimamente relacionado aos fatores de estresse no trabalho.

Portanto, apenas oferecer facilitadores sem rever as formas de trabalho pode não ser suficiente para prevenir o esgotamento. Da mesma forma, apenas negar as exigências e demandas não vai te levar, necessariamente, a um quadro de saúde holística.

"Os sintomas de esgotamento e a saúde holística podem coexistir", diz Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute. "Achar que seu trabalho é significativo ou ser resiliente são fatores importantes para uma melhor saúde holística. Mas isso por si só pode não protegê-lo do esgotamento se as demandas forem muito altas."

Como os adultos normalmente passam a maior parte do tempo no trabalho, os empregadores estão numa posição importante de influenciar o bem-estar dos seus funcionários.

A saúde geral não envolve apenas o bem-estar individual dos funcionários − é importante também para o sucesso financeiro da empresa.

Colaboradores esgotados e menos engajados são menos produtivos, se afastam com mais frequência e, como consequência, aumentam a taxa de turnover, o que se traduz em perdas financeiras.

Essas questões podem levar a uma perda de produtividade anual entre US$ 228 milhões e US$ 355 milhões para uma empresa média do índice S&P, que representa as maiores companhias listadas nos EUA, de acordo com um estudo do McKinsey Health Institute. "É hora de os empregadores irem além do esgotamento e também incluírem um foco no que será necessário para ajudar os funcionários a realmente prosperar em todas as dimensões da saúde − física, mental, social e espiritual", disse Brassey.

Metas x saúde

A busca pela produtividade a curto prazo e por metas imediatas pode entrar em conflito com investimentos focados no bem-estar dos funcionários. Contudo, conciliar essas ideias muitas vezes contraditórias requer uma liderança adaptativa. "Os líderes devem trabalhar com a tensão entre as exigências imediatas de desempenho organizacional e rentabilidade e as necessidades de saúde e flexibilidade a longo prazo da sua força de trabalho", observa Natalia Weisz, professora de liderança na IAE Business School da Argentina

É um processo de aprendizagem organizacional em que todos devem enfrentar alguma forma de perda. Isso porque priorizar a saúde dos profissionais obriga as empresas a mudar suas estruturas. "Requer abandonar hábitos, crenças e até valores profundamente enraizados, muitos dos quais podem parecer estar em desacordo com os valores da eficiência e lucratividade", afirma Weisz.


Trabalhar essa visão integrada de saúde não é apenas uma obrigação moral, mas também uma vantagem estratégica. Empregadores que dão prioridade ao tema estão preparados para criar ambientes em que os funcionários possam realmente se desenvolver e estabelecer um novo padrão do que significa ser uma organização bem-sucedida e com visão de futuro.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/brasil-ocupa-11o-lugar-em-rankin g-global-de-saude-dos-profissionais-veja-lista/
Segundo a pesquisa do McKinsey Health Institute, qual país lidera o ranking de saúde geral dos profissionais?
Alternativas
Q4357239 Português
Sorvete, banho gelado e mais: o que você pode estar fazendo de errado no calor


Quinze estados e o DF seguem em alerta de grande perigo de onda de calor, com previsão de que as temperaturas continuem altas até a próxima sexta-feira (17), de acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O calorão impacta a saúde de toda a população, principalmente dos mais vulneráveis — como idosos, criança e pessoas com problemas de saúde, de acordo com Ministério da Saúde. A pasta alerta que nem tudo está valendo para se refrescar.

Evite alimentos com elevado teor de açúcar. Em entrevista à CNN, Gabriel Teixeira, gerente médico do Hospital Nipo-Brasileiro, explica que o excesso de açúcar pode contribuir para desidratação à medida que o organismo tenta eliminar as substâncias. A recomendação é optar por sorvetes naturais, feitos com frutas e sem açúcar.

Assim como o açúcar desidrata nosso organismo, bebidas que contém álcool tem o mesmo potencial. Isso acontece por conta do hormônio antidiurético (ADH), responsável por fazer com que nossos rins reabsorvam água.

Por essa razão, caipirinha, cerveja e outros bebidas levam o organismo a urinar mais — eliminando mais água. E a principal recomendação nos dias quentes é manter o corpo hidratado. Cada pessoa tem uma recomendação ideal para o consumo de água, a depender do peso e altura. Mas, em geral, homens devem ingerir 2,5 litros de água e mulheres, 2 litros, ao longo do dia.

Um dos maiores desafios em lidar com as altas temperaturas é manter o corpo hidratado, por isso a orientação do Ministério da Saúde é aumentar a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, mesmo sem ter sede.

Entretanto, água demais pode fazer mal. Em casos raros, o consumo de mais de 20 litros de água por dia pode levar à hiponatremia (perda de eletrólitos de sódio) por hiper-hidratação. Os sintomas incluem de confusão à convulsão.

As mudanças radicais de temperatura fazem com que o corpo perca sua capacidade de se autorregular. Os sintomas incluem fraqueza, oscilação na pressão, tontura, náuseas, convulsões e desmaio. Em casos mais graves, as mudanças abruptas levam até mesmo ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Na troca de ambiente frio para o quente, os vasos sanguíneos dilatam, o que reduz a pressão arterial. Já do calor para o frio, acontece uma elevação da pressão arterial, por conta da rápida vasoconstrição. "Não há necessidade de tomar banho com água totalmente gelada, por questões de conforto. A água pode estar morna, mas evite banhos com temperatura alta", recomenda o médico.

Apesar de uma alternativa refrescante, os equipamentos reduzem a umidade relativa do ar. Doze estados estão em alerta de perigo potencial para baixa umidade do ar para os próximos dias, segundo o Inmet. A baixa umidade resseca os olhos, pele e pode prejudicar as vias respiratórias.

Para além dos riscos de mudanças radicais de temperatura do ambiente, os especialistas ressaltam que é necessário usar o ar-condicionado sem exagero e buscar formas de manter o ambiente úmido. A recomendação é usar umidificadores de ar, toalhas molhadas ou baldes de água.



https://www.cnnbrasil.com.br/saude/sorvete-banho-gelado-e-mais-o-qu e-voce-pode-estar-fazendo-de-errado-no-calor/
O que é recomendado em relação ao consumo de sorvetes nos dias quentes, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4356637 Português
Considere o fragmento abaixo:

"Em geral, afirmava Skinner, as interpretações contemporâneas acerca das idéias do passado tomavam conceitos e argumentos sem a devida consideração de seus significados originais, transformando os antigos em parceiros de um debate do qual jamais poderiam ter participado. Se para o âmbito genérico da história da filosofia o anacronismo já seria anátema,1 em relação à teoria política o erro estaria amplificado na medida em que, diferentemente de formas mais abstratas da elaboração filosófica os tratados de lógica são o caso mais extremo, os trabalhos da filosofia política seriam elaborados como atos de fala de atores particulares, em resposta a conflitos também particulares, em contextos políticos específicos e no interior de linguagens próprias ao tempo de sua formulação."

(Fonte: Jasmin, M. G.. (2005). História dos conceitos e teoria política e social: referências preliminares. Revista Brasileira De Ciências Sociais, 20(57), 27−38.)

Com base no texto, é possível afirmar sobre o conceito de anacronismo:
Alternativas
Q4356636 Português
Considere o texto abaixo:

"A crise social que se alastrou na sociedade hebraica após a morte de Salomão fez com que, no século VIII a.C., os profetas tivessem uma ação intensa na sociedade. Profetas eram as pessoas às quais eram atribuídos os dons de revelar os sonhos, prever o futuro, falar em nome de Deus, etc. Bastante respeitados pelo povo, eles criticavam principalmente a atitude dos hebreus ricos e poderosos. Argumentavam que, mais do que oferendas, cultos e adorações, Iavé desejava que as pessoas praticassem a justiça, fossem boas, ajudassem os pobres, os órfãos e os necessitados".

Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4353606 Português
Considere o texto abaixo:
Era uma vez, em um reino distante, um sistema de produção em que a terra era a base de toda a riqueza e poder. No topo da pirâmide social estavam os reis e os senhores, que detinham extensas áreas de terra. Esses senhores dividiam suas terras em pequenas porções menores e as concediam a pessoas sem terras. Em troca, essas pessoas prestavam serviços aos senhores quando necessário. 
Com base no texto, é correto afirmar que o modo de produção narrado é o:
Alternativas
Q4353602 Português
Considere o fragmento abaixo:
"O fenômeno da urbanização como processo histórico tem sido filiado ao crescimento econômico, à diminuição dos índices de fertilidade, a uma maior expectativa de vida, à maior longevidade da população e aos deslocamentos geoespaciais. O avanço da técnica e da ciência fez com que a informação ganhasse impulso e velocidade como nunca antes ocorrera e alcançando espaços de difícil acesso. O próprio fenômeno da urbanização e o seu decorrente processo de expansão urbana são fomentos e objetos dessa aceleração das tecnologias, principalmente como resultado do que trouxera a Revolução Industrial."
(Fonte: Cabral, L. N., & Cândido, G. A. (2019). Urbanização, vulnerabilidade, resiliência: relações conceituais e compreensões de causa e efeito. urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana, 11, e20180063.)

Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4353574 Português
Considere o texto abaixo:
"O uso das redes sociais, em vez dos veículos tradicionais de comunicação, também se comporta como elemento que aguça a comunicação bipartida. No vale-tudo da internet, não há tempo para a confirmação dos fatos, documentos e fontes, tampouco para a autoria intelectual, ou para a análise menos passional do que aquela feita no "calor da hora". [...] Politicamente, a intolerância se apresenta como uma conduta que busca apagar ou que simplesmente não aceita pontos de vista diferentes daqueles do próprio indivíduo. E tal comportamento, não raro, se utiliza do preconceito e da disseminação de estereótipos para a sua afirmação. Racismos, sexismos, misoginia, antissemitismo, homofobia, pragmatismo religioso ou político, horror aos estrangeiros, são formas conhecidas de intolerância social."
(Fonte: SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o Autoritarismo Brasileiro. Companhia das Letras, 2019).

Com base no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353572 Português
Considere o texto abaixo:
"A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) notificou a Prefeitura de São Gonçalo, na Região Metropolitana, por intolerância religiosa. Pais e mães de santo dos terreiros da cidade relatam que, pelo segundo ano consecutivo, o poder municipal afirma não ter verbas para a realização da Semana da Umbanda. A religião completa 115 anos em 2023. Nasceu em São Gonçalo e, por isso, dizem os umbandistas, deveria ser muito celebrada e apoiada pelo município. Existe, inclusive, uma Lei Municipal de 2020 instituindo a data da Semana da Umbanda, em novembro, como parte do calendário oficial Gonçalense."
(Fonte: Danilo Vieira. Comissão de Intolerância Religiosa da Alerj notifica a Prefeitura de São Gonçalo por 'descaso' com Semana da Umbanda. G1. Rio de Janeiro, 2023. Disponível em: <https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro /noticia/2023/10/18/comissao-de-intolerancia-religiosa-da-alerj-notifica-a-prefeitura-de-sao-goncalo-por-descaso-com-semana-da-umbanda.ghtml>Acesso em: 14 de nov. de 2023.).

Com base no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353569 Português
Considere o texto abaixo:
"O ciberespaço ampliou o leque de possibilidades para expressão e comunicação do indivíduo possibilitando ainda uma infinidade de formas de manifestações religiosas. De forma geral, entretanto, a verdade religiosa assumida pelos grupos ou indivíduos é comunicada nesses espaços de acordo com a concepção que o próprio indivíduo ou grupo religioso tem do que seja sua mensagem ou verdade religiosa. Há quem a veja como uma verdade objetiva, pronta, acabada, válida em todo tempo e lugar e, por isso, sua manifestação religiosa tende a ser um tipo de manifestação Informativa ou Direta que simplesmente visa transmitir informações religiosas ou proposições acerca da divindade. Outros concebem sua verdade religiosa como uma verdade subjetiva, íntima e pessoal e, por isso, tendem a manifestar-se nas redes mais como uma forma de testemunho. Trata-se de uma forma de comunicação Indireta que considera também o contexto vivencial como importante em todo o processo de comunicação de sua mensagem religiosa."
(Fonte: FIGUR, E. N. MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS NA INTERNET: COMUNICAÇÃO DA VERDADE RELIGIOSA NO CIBERESPAÇO. Último Andar, [S. l.], n. 30, p. 223−239, 2017. DOI: 10.23925/1980- 8305.2017.i30p223-239. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/ index.php/ultimoandar/article/view/34820. Acesso em: 13 nov. 2023.).

Com base no texto é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353567 Português
Considere o texto abaixo:
"Estudar sobre as religiões leva a uma maior reflexão sobre a essência do ser. E, principalmente, a ordem social, que advém muito mais das crenças religiosas que do poder jurídico. Dessa forma, ao se utilizar de mecanismos que serão usados como valores para garantia da coesão e igualdade no comportamento do agir e do pensar, os dogmas direcionam os sujeitos para uma conduta ética. Assim, o homem é levado a aceitar a si mesmo e aos outros dentro do universo social. Logo, são os valores que o direcionam ao padrão estabelecido pela sociedade. Somos premiados por cumprir as normas e punidos quando não as cumprimos."
(Fonte: Ernani José Antunes. A religiosidade e as manifestações religiosas através da história humana. 7 (2019): Revista Babilônia.)

Com base no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353564 Português
Considere o fragmento abaixo:
"Há mais de cem anos, toda noite do dia 24 de setembro é marcada por uma manifestação religiosa em Porto Nacional: a procissão de Nossa Senhora das Mercês, a santa padroeira da cidade. O percurso é realizado nas ruas e avenidas, em sua maioria no centro histórico. As pessoas caminham entoando cânticos e orações no cair da noite em meio às luminosidades das velas. A procissão pressupõe, para muitos, uma relação de término do novenário e o trajeto representa uma relação de fé e agradecimento. Em 2016, a pesquisadora Rosane Balsan realizou sua pesquisa de pós-doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Juiz de Fora, tendo a manifestação como objeto de estudo. Como produtos da pesquisa, foram publicados um informativo turístico e um documentário. Rosane é professora no curso de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGeo) da Universidade Federal do Tocantins, Câmpus de Porto Nacional. Segundo Rosane, o objetivo da pesquisa iniciada em 2016 e encerrada em fevereiro de 2017 foi analisar o que permanece e o que foi alterado na manifestação.
(Fonte: SANTOS, Daniel dos. Manifestação religiosa em Porto Nacional é tema de pesquisa e documentário. Cultura e Memória. Universidade Federal do Tocantins, 2017. Disponível em:<https://ww2.uft.edu.br/index.php/ultimas-noticias/18123- manifestacao-religiosa-em-porto-nacional-e-tema-de-pesquisa-e-documentario >   Acesso em: 13 de nov. de 2023.).
Com base no texto é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4353555 Português
Considere o texto abaixo:
"Uma adolescente de 14 anos sofreu a humilhação de ser barrada na entrada da escola, em Sobradinho (DF), porque usava um colar ritualístico da umbanda. A modelo Letticia Muniz, por sua vez, foi xingada nas redes sociais e perdeu 5 mil seguidores depois de postar um vídeo do seu batismo na mesma religião. A mãe de uma criança de um colégio de Salvador escreveu diversos ataques às religiões afro-brasileiras num exemplar do livro infantil Amoras, do rapper Emicida, que passou de mão em mão na sala de aula. Nas páginas que tratam dos orixás, ela acusou o autor de disseminar 'blasfêmia' e 'ideologia' de 'religiões anticristãs'".

(Fonte: Agência Senado. Disponível em: <https://www12. senado.leg.br/noticias/infomaterias/2023/03/racismoreligioso-cresce-no-pais-prejudica-negros-e-corroidemocracia>Acesso em: 14 de nov. de 2023.).

Com base no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353376 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Quais são algumas características de pessoas altamente sob controle, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q4353375 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Qual terapia foi desenvolvida por Thomas Lynch para tratar problemas de excesso de controle?
Alternativas
Q4353339 Português
Comer, dormir, escovar os dentes, cuidar do corpo, brincar. Atividades comuns, previstas para o dia a dia das crianças podem acontecer de maneira prazerosa, significativa ou de forma mecânica, arbitrária, automática, segundo Avila (2014).
Com base no texto acima, em relação à rotina alimentar, podemos afirmar:
Alternativas
Q4353308 Português
Reino Unido é primeiro país a aprovar tratamento que usa edição genética

O Reino Unido tornou-se o primeiro país a conceder aprovação regulamentar a um tratamento médico envolvendo uma ferramenta de edição genética: a CRISPR.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do país disse na quinta-feira que deu luz verde a um tratamento conhecido como Casgevy, que será usado para tratar doença falciforme e a talassemia beta.

Ambas as condições genéticas são causadas por erros nos genes da hemoglobina, que é usada pelos glóbulos vermelhos para transportar oxigênio pelo corpo. Ainda não existe tratamento bem-sucedido no mundo para nenhum dos distúrbios. A doença falciforme, que pode resultar em crises de dor debilitante, é mais comum em pessoas de origem familiar africana ou caribenha. A talassemia beta afeta principalmente pessoas de origem mediterrânea, do sul da Ásia, do sudeste asiático e do Oriente Médio, diz o comunicado.

"Tanto a doença falciforme como a β-talassemia são condições dolorosas que duram a vida toda e que, em alguns casos, podem ser fatais. Até o momento, um transplante de medula óssea − que deve vir de um doador compatível e apresenta risco de rejeição − tem sido a única opção de tratamento permanente", disse Julian Beach, diretor executivo interino de qualidade e acesso aos cuidados de saúde da MHRA, em um comunicado.

"Tenho o prazer de anunciar que autorizamos um tratamento inovador e pioneiro de edição genética chamado Casgevy, que, em testes, descobriu-se que restaura a produção saudável de hemoglobina na maioria dos participantes com doença falciforme e transfusão. -talassemia β-dependente, aliviando os sintomas da doença."

A promessa do CRISPR-Cas9

A técnica de edição genética CRISPR-Cas9 permite aos cientistas fazer alterações muito precisas no DNA. Os seus inventores — Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna — ganharam o Prêmio Nobel da Química em 2020.

Casgevy não é uma simples pílula ou injeção. O tratamento, fabricado pela Vertex Pharmaceuticals, é administrado retirando células-tronco da medula óssea de um paciente e editando um gene nas células em laboratório.

Os pacientes devem então ser submetidos a um "tratamento de condicionamento", que pode envolver um medicamento imunossupressor, radioterapia ou quimioterapia, para preparar a medula óssea antes que as células modificadas sejam infundidas de volta no paciente, de acordo com a MHRA.

"Depois disso, os pacientes podem precisar passar pelo menos um mês em um hospital enquanto as células tratadas fixam residência na medula óssea e começam a produzir glóbulos vermelhos com a forma estável de hemoglobina", segundo o comunicado. O órgão de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA está avaliando o mesmo tratamento e espera-se que tome uma decisão sobre a possibilidade de aceitá-lo ou não até 8 de dezembro.

"Este é um grande passo no avanço das abordagens médicas para combater doenças genéticas que nunca pensamos que seriam possíveis de curar", disse Alena Pance, professora sênior de genética na Universidade de Hertfordshire, em comunicado divulgado pelo Science Media Center, que fornece informações aos jornalistas.

"Modificar as células-tronco da medula óssea do paciente evita os problemas associados à compatibilidade imunológica, ou seja, procurar doadores compatíveis com o paciente e seguir a imunossupressão, constituindo uma verdadeira cura da doença e não um tratamento", acrescentou Pance.

O comunicado da MHRA não informou quanto custaria o tratamento, mas é provável que seja caro.

O CRISPR-Cas9 teve um grande impacto na pesquisa biomédica, na medicina clínica e na agricultura e é amplamente utilizado em laboratórios de todo o mundo.

A tecnologia de ponta foi marcada por controvérsia depois que o cientista chinês He Jiankui anunciou em 2018 que havia criado os primeiros bebês geneticamente editados do mundo.

Os cientistas dizem que esta poderosa técnica não deve ser usada para manipular genes humanos que serão transmitidos de uma geração para outra.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reino-unido-e-primeiro-pais-a-aprov ar-tratamento-que-usa-edicao-genetica/
Quais são as condições genéticas que o tratamento visa tratar?
Alternativas
Q4353305 Português
Reino Unido é primeiro país a aprovar tratamento que usa edição genética

O Reino Unido tornou-se o primeiro país a conceder aprovação regulamentar a um tratamento médico envolvendo uma ferramenta de edição genética: a CRISPR.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do país disse na quinta-feira que deu luz verde a um tratamento conhecido como Casgevy, que será usado para tratar doença falciforme e a talassemia beta.

Ambas as condições genéticas são causadas por erros nos genes da hemoglobina, que é usada pelos glóbulos vermelhos para transportar oxigênio pelo corpo. Ainda não existe tratamento bem-sucedido no mundo para nenhum dos distúrbios. A doença falciforme, que pode resultar em crises de dor debilitante, é mais comum em pessoas de origem familiar africana ou caribenha. A talassemia beta afeta principalmente pessoas de origem mediterrânea, do sul da Ásia, do sudeste asiático e do Oriente Médio, diz o comunicado.

"Tanto a doença falciforme como a β-talassemia são condições dolorosas que duram a vida toda e que, em alguns casos, podem ser fatais. Até o momento, um transplante de medula óssea − que deve vir de um doador compatível e apresenta risco de rejeição − tem sido a única opção de tratamento permanente", disse Julian Beach, diretor executivo interino de qualidade e acesso aos cuidados de saúde da MHRA, em um comunicado.

"Tenho o prazer de anunciar que autorizamos um tratamento inovador e pioneiro de edição genética chamado Casgevy, que, em testes, descobriu-se que restaura a produção saudável de hemoglobina na maioria dos participantes com doença falciforme e transfusão. -talassemia β-dependente, aliviando os sintomas da doença."

A promessa do CRISPR-Cas9

A técnica de edição genética CRISPR-Cas9 permite aos cientistas fazer alterações muito precisas no DNA. Os seus inventores — Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna — ganharam o Prêmio Nobel da Química em 2020.

Casgevy não é uma simples pílula ou injeção. O tratamento, fabricado pela Vertex Pharmaceuticals, é administrado retirando células-tronco da medula óssea de um paciente e editando um gene nas células em laboratório.

Os pacientes devem então ser submetidos a um "tratamento de condicionamento", que pode envolver um medicamento imunossupressor, radioterapia ou quimioterapia, para preparar a medula óssea antes que as células modificadas sejam infundidas de volta no paciente, de acordo com a MHRA.

"Depois disso, os pacientes podem precisar passar pelo menos um mês em um hospital enquanto as células tratadas fixam residência na medula óssea e começam a produzir glóbulos vermelhos com a forma estável de hemoglobina", segundo o comunicado. O órgão de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA está avaliando o mesmo tratamento e espera-se que tome uma decisão sobre a possibilidade de aceitá-lo ou não até 8 de dezembro.

"Este é um grande passo no avanço das abordagens médicas para combater doenças genéticas que nunca pensamos que seriam possíveis de curar", disse Alena Pance, professora sênior de genética na Universidade de Hertfordshire, em comunicado divulgado pelo Science Media Center, que fornece informações aos jornalistas.

"Modificar as células-tronco da medula óssea do paciente evita os problemas associados à compatibilidade imunológica, ou seja, procurar doadores compatíveis com o paciente e seguir a imunossupressão, constituindo uma verdadeira cura da doença e não um tratamento", acrescentou Pance.

O comunicado da MHRA não informou quanto custaria o tratamento, mas é provável que seja caro.

O CRISPR-Cas9 teve um grande impacto na pesquisa biomédica, na medicina clínica e na agricultura e é amplamente utilizado em laboratórios de todo o mundo.

A tecnologia de ponta foi marcada por controvérsia depois que o cientista chinês He Jiankui anunciou em 2018 que havia criado os primeiros bebês geneticamente editados do mundo.

Os cientistas dizem que esta poderosa técnica não deve ser usada para manipular genes humanos que serão transmitidos de uma geração para outra.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reino-unido-e-primeiro-pais-a-aprov ar-tratamento-que-usa-edicao-genetica/
Como é administrado o tratamento?
Alternativas
Q4335656 Português
Qual é o principal objetivo da leitura crítica em um texto?
Alternativas
Q4335041 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM


        Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


        Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



        Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no arcondicionado pode fazer mal à saúde?


        Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.


        - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.


        Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.


        Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.


        - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.


        Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.


        - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.


        Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


Período e temperatura


        O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.


        - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.


        Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.


        - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.


        Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente.

        

        À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.


        - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Quais são as pessoas mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado?
Alternativas
Respostas
13241: A
13242: B
13243: D
13244: D
13245: C
13246: A
13247: D
13248: C
13249: C
13250: D
13251: E
13252: B
13253: C
13254: E
13255: B
13256: D
13257: A
13258: E
13259: B
13260: B