Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4353376 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Quais são algumas características de pessoas altamente sob controle, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q4353375 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental

Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional. 


Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores ontinuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Qual terapia foi desenvolvida por Thomas Lynch para tratar problemas de excesso de controle?
Alternativas
Q4353339 Português
Comer, dormir, escovar os dentes, cuidar do corpo, brincar. Atividades comuns, previstas para o dia a dia das crianças podem acontecer de maneira prazerosa, significativa ou de forma mecânica, arbitrária, automática, segundo Avila (2014).
Com base no texto acima, em relação à rotina alimentar, podemos afirmar:
Alternativas
Q4353308 Português
Reino Unido é primeiro país a aprovar tratamento que usa edição genética

O Reino Unido tornou-se o primeiro país a conceder aprovação regulamentar a um tratamento médico envolvendo uma ferramenta de edição genética: a CRISPR.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do país disse na quinta-feira que deu luz verde a um tratamento conhecido como Casgevy, que será usado para tratar doença falciforme e a talassemia beta.

Ambas as condições genéticas são causadas por erros nos genes da hemoglobina, que é usada pelos glóbulos vermelhos para transportar oxigênio pelo corpo. Ainda não existe tratamento bem-sucedido no mundo para nenhum dos distúrbios. A doença falciforme, que pode resultar em crises de dor debilitante, é mais comum em pessoas de origem familiar africana ou caribenha. A talassemia beta afeta principalmente pessoas de origem mediterrânea, do sul da Ásia, do sudeste asiático e do Oriente Médio, diz o comunicado.

"Tanto a doença falciforme como a β-talassemia são condições dolorosas que duram a vida toda e que, em alguns casos, podem ser fatais. Até o momento, um transplante de medula óssea − que deve vir de um doador compatível e apresenta risco de rejeição − tem sido a única opção de tratamento permanente", disse Julian Beach, diretor executivo interino de qualidade e acesso aos cuidados de saúde da MHRA, em um comunicado.

"Tenho o prazer de anunciar que autorizamos um tratamento inovador e pioneiro de edição genética chamado Casgevy, que, em testes, descobriu-se que restaura a produção saudável de hemoglobina na maioria dos participantes com doença falciforme e transfusão. -talassemia β-dependente, aliviando os sintomas da doença."

A promessa do CRISPR-Cas9

A técnica de edição genética CRISPR-Cas9 permite aos cientistas fazer alterações muito precisas no DNA. Os seus inventores — Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna — ganharam o Prêmio Nobel da Química em 2020.

Casgevy não é uma simples pílula ou injeção. O tratamento, fabricado pela Vertex Pharmaceuticals, é administrado retirando células-tronco da medula óssea de um paciente e editando um gene nas células em laboratório.

Os pacientes devem então ser submetidos a um "tratamento de condicionamento", que pode envolver um medicamento imunossupressor, radioterapia ou quimioterapia, para preparar a medula óssea antes que as células modificadas sejam infundidas de volta no paciente, de acordo com a MHRA.

"Depois disso, os pacientes podem precisar passar pelo menos um mês em um hospital enquanto as células tratadas fixam residência na medula óssea e começam a produzir glóbulos vermelhos com a forma estável de hemoglobina", segundo o comunicado. O órgão de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA está avaliando o mesmo tratamento e espera-se que tome uma decisão sobre a possibilidade de aceitá-lo ou não até 8 de dezembro.

"Este é um grande passo no avanço das abordagens médicas para combater doenças genéticas que nunca pensamos que seriam possíveis de curar", disse Alena Pance, professora sênior de genética na Universidade de Hertfordshire, em comunicado divulgado pelo Science Media Center, que fornece informações aos jornalistas.

"Modificar as células-tronco da medula óssea do paciente evita os problemas associados à compatibilidade imunológica, ou seja, procurar doadores compatíveis com o paciente e seguir a imunossupressão, constituindo uma verdadeira cura da doença e não um tratamento", acrescentou Pance.

O comunicado da MHRA não informou quanto custaria o tratamento, mas é provável que seja caro.

O CRISPR-Cas9 teve um grande impacto na pesquisa biomédica, na medicina clínica e na agricultura e é amplamente utilizado em laboratórios de todo o mundo.

A tecnologia de ponta foi marcada por controvérsia depois que o cientista chinês He Jiankui anunciou em 2018 que havia criado os primeiros bebês geneticamente editados do mundo.

Os cientistas dizem que esta poderosa técnica não deve ser usada para manipular genes humanos que serão transmitidos de uma geração para outra.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reino-unido-e-primeiro-pais-a-aprov ar-tratamento-que-usa-edicao-genetica/
Quais são as condições genéticas que o tratamento visa tratar?
Alternativas
Q4353305 Português
Reino Unido é primeiro país a aprovar tratamento que usa edição genética

O Reino Unido tornou-se o primeiro país a conceder aprovação regulamentar a um tratamento médico envolvendo uma ferramenta de edição genética: a CRISPR.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do país disse na quinta-feira que deu luz verde a um tratamento conhecido como Casgevy, que será usado para tratar doença falciforme e a talassemia beta.

Ambas as condições genéticas são causadas por erros nos genes da hemoglobina, que é usada pelos glóbulos vermelhos para transportar oxigênio pelo corpo. Ainda não existe tratamento bem-sucedido no mundo para nenhum dos distúrbios. A doença falciforme, que pode resultar em crises de dor debilitante, é mais comum em pessoas de origem familiar africana ou caribenha. A talassemia beta afeta principalmente pessoas de origem mediterrânea, do sul da Ásia, do sudeste asiático e do Oriente Médio, diz o comunicado.

"Tanto a doença falciforme como a β-talassemia são condições dolorosas que duram a vida toda e que, em alguns casos, podem ser fatais. Até o momento, um transplante de medula óssea − que deve vir de um doador compatível e apresenta risco de rejeição − tem sido a única opção de tratamento permanente", disse Julian Beach, diretor executivo interino de qualidade e acesso aos cuidados de saúde da MHRA, em um comunicado.

"Tenho o prazer de anunciar que autorizamos um tratamento inovador e pioneiro de edição genética chamado Casgevy, que, em testes, descobriu-se que restaura a produção saudável de hemoglobina na maioria dos participantes com doença falciforme e transfusão. -talassemia β-dependente, aliviando os sintomas da doença."

A promessa do CRISPR-Cas9

A técnica de edição genética CRISPR-Cas9 permite aos cientistas fazer alterações muito precisas no DNA. Os seus inventores — Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna — ganharam o Prêmio Nobel da Química em 2020.

Casgevy não é uma simples pílula ou injeção. O tratamento, fabricado pela Vertex Pharmaceuticals, é administrado retirando células-tronco da medula óssea de um paciente e editando um gene nas células em laboratório.

Os pacientes devem então ser submetidos a um "tratamento de condicionamento", que pode envolver um medicamento imunossupressor, radioterapia ou quimioterapia, para preparar a medula óssea antes que as células modificadas sejam infundidas de volta no paciente, de acordo com a MHRA.

"Depois disso, os pacientes podem precisar passar pelo menos um mês em um hospital enquanto as células tratadas fixam residência na medula óssea e começam a produzir glóbulos vermelhos com a forma estável de hemoglobina", segundo o comunicado. O órgão de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA está avaliando o mesmo tratamento e espera-se que tome uma decisão sobre a possibilidade de aceitá-lo ou não até 8 de dezembro.

"Este é um grande passo no avanço das abordagens médicas para combater doenças genéticas que nunca pensamos que seriam possíveis de curar", disse Alena Pance, professora sênior de genética na Universidade de Hertfordshire, em comunicado divulgado pelo Science Media Center, que fornece informações aos jornalistas.

"Modificar as células-tronco da medula óssea do paciente evita os problemas associados à compatibilidade imunológica, ou seja, procurar doadores compatíveis com o paciente e seguir a imunossupressão, constituindo uma verdadeira cura da doença e não um tratamento", acrescentou Pance.

O comunicado da MHRA não informou quanto custaria o tratamento, mas é provável que seja caro.

O CRISPR-Cas9 teve um grande impacto na pesquisa biomédica, na medicina clínica e na agricultura e é amplamente utilizado em laboratórios de todo o mundo.

A tecnologia de ponta foi marcada por controvérsia depois que o cientista chinês He Jiankui anunciou em 2018 que havia criado os primeiros bebês geneticamente editados do mundo.

Os cientistas dizem que esta poderosa técnica não deve ser usada para manipular genes humanos que serão transmitidos de uma geração para outra.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reino-unido-e-primeiro-pais-a-aprov ar-tratamento-que-usa-edicao-genetica/
Como é administrado o tratamento?
Alternativas
Q4335656 Português
Qual é o principal objetivo da leitura crítica em um texto?
Alternativas
Q4335041 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM


        Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


        Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



        Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no arcondicionado pode fazer mal à saúde?


        Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.


        - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.


        Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.


        Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.


        - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.


        Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.


        - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.


        Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


Período e temperatura


        O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.


        - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.


        Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.


        - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.


        Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente.

        

        À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.


        - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Quais são as pessoas mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado?
Alternativas
Q4333507 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

De acordo com o texto, qual é a temperatura mínima indicada para o uso do ar-condicionado?
Alternativas
Q4333506 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Por que é recomendada a limpeza periódica e a troca de filtros nos equipamentos de ar-condicionado?
Alternativas
Q4333505 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Quais são as pessoas mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de arcondicionado? 
Alternativas
Q4333504 Português

Leia o texto a seguir:



ONDA DE CALOR: AR-CONDICIONADO EM EXCESSO PODE FAZER MAL? ESPECIALISTAS EXPLICAM



Para refrescar o ambiente, é um tipo de equipamento ressecado ou ar, que pode aumentar o risco de doenças e problemas respiratórios


Por Juliana Vidale - São Paulo em 15/11/2023



    Uma casa com ar-condicionado certamente é um dos itens mais solicitados do momento. Para enfrentar a onda de calor que assola o Brasil, com temperaturas que chegam a 40ºC, muita gente não dispensa esse item e, quem não tem, quer um. Mas, afinal, ficar muito tempo no ar condicionado pode fazer mal à saúde?

    Especialistas ouvidos pelo GLOBO afirmam que sim. Para o otorrinolaringologista Danilo Sguillar, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, a maior consequência do uso abusivo do ar-condicionado é o ressecamento das mucosas das vias aéreas superiores, como narinas e garganta.

    - Uma pessoa fica mais propensa a ter infecções causadas por vírus e bactérias e quadros resistentes a alérgicos.

    Pessoas que já têm rinite e asma são as mais vulneráveis aos problemas causados pelo excesso de ar-condicionado, segundo o médico Pedro Bianchi, membro do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). Por outro lado, o especialista afirma que se essas condições estiverem bem controladas, o risco de problemas diminui.

    Muita gente usa bacias de água ou umidificadores de ar para tentar resolver o ressecamento do ar. Entretanto, os especialistas pedem cautela ao fazer isso.

    - Se usado por um período curto, o umidificador pode ajudar a melhorar a umidade do ar. Mas o uso prolongado pode criar um efeito rebote e favorecer o acúmulo de fungos e outros microrganismos relacionados à saúde, o que aumenta a propensão a quadros de rinite e outros problemas de infecções - diz Sguillar.

    Além do ressecamento do ar causado pelo equipamento, a manutenção incluída também pode disseminar partículas de ácaro e outros alérgenos que podem desencadear crises de asma e rinite.

    - A periodicidade da limpeza e troca de filtros varia de acordo com o equipamento e o tempo de uso, mas uma vez por semestre é uma boa base - orienta Bianchi.

    Ingerir bastante água ao longo do dia e lavar o nariz diariamente com soro fisiológico também ajuda a evitar o ressecamento causado pelo uso constante do ar-condicionado e pelos riscos associados a isso.


    Período e temperatura


    O otorrinolaringologista João Vianney, secretário do Departamento de Alergia da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) afirma que o maior problema na verdade é a forma como se usa o ar-condicionado.

    - O ideal é não ficar no ar-condicionado por longos períodos nem usar uma temperatura muito baixa - orienta.

    Segundo Vianney, a temperatura mínima recomendada é de 22ºC.

    - Quanto mais baixa a temperatura, menor a umidade relativa do ar e maior o ressecamento. Outro ponto é que ainda há risco de choque térmico, o que pode levar a um desequilíbrio imunológico do indivíduo - explica.

    Em relação ao período, durante o dia, ele recomenda abrir uma janela para ventilar o ambiente a cada duas horas. Se isso não for possível, uma opção é ligar apenas a ventilação do equipamento, sem a função de resfriar o ambiente. 

    À noite, não é necessário - muito menos recomendado - acordar para desligar o ar ou ventilar o ambiente. Nesse caso, uma opção é programar o equipamento para desligar sozinho ou ainda utilizá-lo a noite toda, em uma temperatura agradável, não muito fria.

    - Durante o dia, a temperatura corporal é de 36 a 37ºC, dependendo do indivíduo. Quando dormimos, essa temperatura cai cerca de 1 grau. Um ambiente muito frio ou muito quente pode causar pré-concepções no sono.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/11/15/onda-de-calor-ar-condicionadoem-excesso-pode-fazer-mal-especialistas-explicam.ghtml



Com base no texto anterior, responda à questão.

Pode-se dizer que a principal consequência do uso abusivo do ar-condicionado?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAURGS Órgão: HCPA Prova: FAURGS - 2023 - HCPA - Analista I (Hotelaria) |
Q4327860 Português
No livro Se Disney administrasse seu hospital (LEE, 2008), o autor traz um exemplo de uma funcionária que foi treinada pelo seu gerente: “Ela coloca a eficiência acima da cortesia porque ela foi treinada assim pelo seu gerente, que só está interessado no quanto ela conseguirá executar em um tempo alocado e nunca perguntou com quantas pessoas ela foi ______, nem a auxiliou no processo de execução de seu trabalho”.

Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto acima. 
Alternativas
Q4326614 Português
Leia o trecho abaixo: "Era uma vez uma pequena vila onde todos os habitantes se conheciam. Certo dia, algo estranho aconteceu, e ninguém sabia explicar. O povo ficou preocupado, mas logo encontrou uma solução." Qual é a principal ideia do texto acima?
Alternativas
Q4308628 Português
A tirinha a seguir ilustra um diálogo entre Mafalda e Susanita. Durante o diálogo, Mafalda apresenta uma crítica. Após a leitura, é possível concluir que: 
Imagem associada para resolução da questão


Fonte:https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/36433279761/mafalda-por-quinohttpwwwquinocomar?is_related_post=1#notes
Alternativas
Q4308626 Português

Vivemos em uma sociedade letrada, onde quase todas as relações são permeadas pela linguagem escrita. Participar ativamente desta sociedade significa conhecer e fazer uso eficiente da leitura e da escrita – práticas complexas quando levamos em conta o próprio conceito de escrita como sistema associado a um patrimônio cultural e social. Desta forma, ler e escrever não significam dominar simplesmente o código, mas perceber as implicações políticas/sociais/culturais e, sobretudo, os conteúdos ideológicos constitutivos dos textos orais e escritos.

AMARAL, C. W. do. Alfabetização numa perspectiva crítica: análise das práticas pedagógicas. Dissertação. (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Campinas, 2002.Página 91.


Qual alternativa descreve corretamente a habilidade necessária para uma participação eficaz na sociedade letrada, de acordo com o texto? 

Alternativas
Q4300957 Português
TEXTO 2

Captura_de tela 2026-09-14 161601.png (300×173)

Disponível em: https://www.teoeominimundo.com.br/tirinhas-sobre-politica. Acesso em 12 set. 23.
O Texto 2 objetiva
Alternativas
Q4300911 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Com quantas pautas se faz o ‘BBB’?

Reality da Globo trouxe, neste ano, temas como racismo e relacionamento tóxico que repercutiram do lado de fora da casa

Por Alex Bessas

    Na 21ª edição do “Big Brother Brasil”, a mais longa de toda história do reality e que chegou ao fim no último dia 4, foram muitas as discussões que se iniciaram na casa e que reverberaram para muito além dela. Cancelamento, racismo, LBGTfobia, relações tóxicas, capacitismo e manipulação foram alguns dos temas debatidos e que, ao se infiltrarem em milhões de lares Brasil afora, ganharam novas camadas e foram se constituindo coletivamente.  
    E, dessa vez, a própria Globo, responsável pela atração, parece ter compreendido a necessidade de encarar as discussões que emergiram durante esses cem dias de “BBB”. Trata-se de uma significativa mudança de postura, que contraria opiniões expressas há dez anos pelo diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho. À época, ele havia classificado o programa como apenas um “jogo cruel”, rechaçando que aquele fosse um espaço apropriado para o debate de pautas sociais. Atual apresentador do formato, Tiago Leifert também já criticou participantes por levantarem bandeiras – em 2018, por exemplo, fez um duro discurso de eliminação direcionado a sister Nayara, que se percebia como representante da comunidade negra. 
    Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality –, a verdade é que o “BBB”, desde as primeiras edições, se mostrou um eficiente meio para a popularização das mais variadas causas. “Felizmente, desde 2020, os debates têm sido incorporados na construção narrativa e na abordagem do apresentador junto ao público”, observa Pablo Moreno Fernandes Viana, doutor em comunicação e professor de comunicação social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele avalia que, se comparada a abordagem de anos anteriores, a produção do “BBB” tratou os temas que foram aparecendo na casa, neste 2021, de uma maneira mais interessante e interessada. “E creio que, em edições futuras, será impossível escapar desses debates, visto que a sociedade aceitou participar desse processo de discussão e enfrentamento dessas opressões, dentro daquilo que chamamos de desconstrução”, opina. 

Armadilhas e potenciais distorções dificultam debate

     Também pesquisadora da comunicação, Sophia Mendonça lembra que, por ser um programa de entretenimento com grande repercussão, tanto em termos de audiência na televisão quanto nessa ampliação por outras mídias, o “BBB” tem papel importante ao levantar debates que ajudam na construção da memória da sociedade, sobretudo em relação a assuntos com os quais muitas pessoas não têm contato sem ser pela representação midiática. “Não se trata de um processo de causa e efeito, porque são diversos os fatores que constroem essa memória, mas, a partir do momento em que uma figura pública personifica essas características e essas informações vão sendo difundidas, esses exemplos das mídias se tornam emblemáticos”, pontua.

[...]

Fonte: https://www.otempo.com.br/interessa/com-quantaspautas-se-faz-o-bbb-1.2482376  
A ideia central do texto é:  
Alternativas
Q4300910 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Com quantas pautas se faz o ‘BBB’?

Reality da Globo trouxe, neste ano, temas como racismo e relacionamento tóxico que repercutiram do lado de fora da casa

Por Alex Bessas

    Na 21ª edição do “Big Brother Brasil”, a mais longa de toda história do reality e que chegou ao fim no último dia 4, foram muitas as discussões que se iniciaram na casa e que reverberaram para muito além dela. Cancelamento, racismo, LBGTfobia, relações tóxicas, capacitismo e manipulação foram alguns dos temas debatidos e que, ao se infiltrarem em milhões de lares Brasil afora, ganharam novas camadas e foram se constituindo coletivamente.  
    E, dessa vez, a própria Globo, responsável pela atração, parece ter compreendido a necessidade de encarar as discussões que emergiram durante esses cem dias de “BBB”. Trata-se de uma significativa mudança de postura, que contraria opiniões expressas há dez anos pelo diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho. À época, ele havia classificado o programa como apenas um “jogo cruel”, rechaçando que aquele fosse um espaço apropriado para o debate de pautas sociais. Atual apresentador do formato, Tiago Leifert também já criticou participantes por levantarem bandeiras – em 2018, por exemplo, fez um duro discurso de eliminação direcionado a sister Nayara, que se percebia como representante da comunidade negra. 
    Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality –, a verdade é que o “BBB”, desde as primeiras edições, se mostrou um eficiente meio para a popularização das mais variadas causas. “Felizmente, desde 2020, os debates têm sido incorporados na construção narrativa e na abordagem do apresentador junto ao público”, observa Pablo Moreno Fernandes Viana, doutor em comunicação e professor de comunicação social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele avalia que, se comparada a abordagem de anos anteriores, a produção do “BBB” tratou os temas que foram aparecendo na casa, neste 2021, de uma maneira mais interessante e interessada. “E creio que, em edições futuras, será impossível escapar desses debates, visto que a sociedade aceitou participar desse processo de discussão e enfrentamento dessas opressões, dentro daquilo que chamamos de desconstrução”, opina. 

Armadilhas e potenciais distorções dificultam debate

     Também pesquisadora da comunicação, Sophia Mendonça lembra que, por ser um programa de entretenimento com grande repercussão, tanto em termos de audiência na televisão quanto nessa ampliação por outras mídias, o “BBB” tem papel importante ao levantar debates que ajudam na construção da memória da sociedade, sobretudo em relação a assuntos com os quais muitas pessoas não têm contato sem ser pela representação midiática. “Não se trata de um processo de causa e efeito, porque são diversos os fatores que constroem essa memória, mas, a partir do momento em que uma figura pública personifica essas características e essas informações vão sendo difundidas, esses exemplos das mídias se tornam emblemáticos”, pontua.

[...]

Fonte: https://www.otempo.com.br/interessa/com-quantaspautas-se-faz-o-bbb-1.2482376  
No trecho “Mas, ainda que tentasse “fugir de seus ‘BOs’” – para usar uma expressão muito comum no próprio reality”, a expressão destacada no contexto quer dizer: 
Alternativas
Q4284899 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Q6_10.png (447×692)
Q6_10_.png (447×346)


Adaptado de: ISOLA, N. J. O profissionalismo muda tudo. Disponível em: . Acesso em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nicolas-jose-isola/2023/04/o-profissionalismo-mudatudo.shtml>. Acesso em: 9 maio 2023. 

A expressão não passava a mão na cabeça das pessoas (l. 15-16) tem, no contexto em que ocorre, um sentido de 
Alternativas
Q4284897 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Q6_10.png (447×692)
Q6_10_.png (447×346)


Adaptado de: ISOLA, N. J. O profissionalismo muda tudo. Disponível em: . Acesso em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nicolas-jose-isola/2023/04/o-profissionalismo-mudatudo.shtml>. Acesso em: 9 maio 2023. 

Considere as seguintes afirmações acerca de palavras do texto.

I - A palavra escassos (l. 01) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por acanhados.
II - A palavra genuinamente (l. 13) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por ingenuamente.
III - A palavra meticulosidade (l. 30) poderia ser substituída, sem alteração do sentido contextual, por minuciosidade.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
13221: E
13222: B
13223: D
13224: A
13225: E
13226: B
13227: B
13228: C
13229: C
13230: B
13231: D
13232: E
13233: B
13234: C
13235: E
13236: D
13237: D
13238: C
13239: E
13240: C