Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 52.771 questões

Q4269550 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
 O que o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse sobre o sabor do Macallan 1926?
Alternativas
Q4269549 Português
Uísque mais procurado do mundo é vendido por R$ 13 milhões


Para aqueles que apreciam destilados refinados, uma garrafa do "uísque escocês mais procurado do mundo" foi vendida por mais de £2,1 milhões (R$ 13,2 milhões) no sábado (18), na Sotheby's em Londres.

O Macallan 1926 é está entre as únicas 40 garrafas retiradas após envelhecer em barris de xerez por 60 anos, tornando-o o mais antigo vintage Macallan já produzido, segundo a casa de leilões.

A Sotheby's esperava arrecadar entre £750.000 e £1,2 milhões (R$ 4,5 milhões e R$ 7,3 milhões), mas ficou chocada quando a garrafa valiosa alcançou £2.187.500 (R$ 13,3 milhões), estabelecendo "um novo recorde para qualquer garrafa de destilado ou vinho leiloada," disse a casa de leilões à agência de notícias AFP.

Esta garrafa do Macallan 1926 é uma das 12 com rótulos criados pelo pintor italiano Valerio Adami. Antes do leilão, o chefe de uísque da Sotheby's, Jonny Fowle, disse à AFP que provou uma pequena amostra.

"Provei uma gota pequena − uma gota pequena − disso. É muito rico, tem muita fruta seca como você esperaria, muito tempero, muita madeira," disse ele, chamando-o de uísque "incrível" que não deve ser subestimado.

Das 40 garrafas preenchidas em 1986, nenhuma estava disponível para compra, sendo que algumas foram oferecidas aos principais clientes da Macallan, um luxo que aumenta seu apelo, como evidenciado em vendas anteriores das garrafas, acrescentou sua descrição no site da Sotheby's.

Em 2019, a Sotheby's vendeu uma garrafa do Macallan 1926 adornada com um dos 14 rótulos Fine and Rare por £1,5 milhão (R$ 9,2 milhões), tornando-a na época a garrafa de vinho ou destilado mais cara já leiloada.

A venda de sábado foi de uma das 12 garrafas cobertas com um rótulo projetado pelo pintor italiano Valerio Adami, uma das quais também acredita-se ter sido destruída durante o terremoto japonês de 2011.

Esta garrafa também é a primeira das garrafas do Macallan 1926 a ter passado por recondicionamento, realizado pela destilaria Macallan na Escócia antes do leilão. Outras 12 foram rotuladas pelo artista pop Sir Peter Blake, enquanto as duas restantes foram lançadas sem rótulo.

Das não rotuladas, uma foi pintada à mão pelo artista irlandês Michael Dillon e se tornou a primeira garrafa de uísque a ultrapassar £1 milhão (R$ 6,8 milhões) quando foi vendida em 2018 por £1,2 milhão (R$ 7,3 milhões), disse a casa de leilões em seu site.


https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/uisquemais-procurado-do-mundo-e-vendido-por-r-13-milhoes/
Quanto a Sotheby's esperava arrecadar com a venda da garrafa do Macallan 1926, e quanto ela realmente alcançou no leilão?
Alternativas
Q4269547 Português
Curiosidades sobre a sucuri, uma das cobras mais populares do Brasil


Grandes, perigosas, temidas e populares. Os adjetivos que cercam as sucuris são vários, já que essa é uma espécie de serpente que se tornou bem conhecida no Brasil. Típica da região tropical da América do Sul, como explica a Encyclopædia Britannica (plataforma de conhecimento do Reino Unido), a sucuri é uma serpente do tipo Eunectes.

Muita gente pode achar que "anaconda" é uma outra serpente, também famosa (e que até virou até tema de filme), mas este é outro dos nomes pelos quais a sucuri é conhecida, entre várias outras denominações de origem indígena.

Segundo o Instituto Butantan (instituição brasileira de pesquisa científica e produção de imunobiológicos que pertence ao governo do estado de São Paulo e estuda répteis, anfíbios e outros animais desde desde 1901), as sucuris pertencem ao gênero Eunectes e fazem parte da família Boidae, grupo que também engloba as jiboias, salamantas e periquitamboias (também conhecida como cobra-papagaio).

Portanto, o nome popular "sucuri" não engloba uma única espécie, mas, sim, um conjunto de quatro espécies que habitam as regiões tropicais da América do Sul (sendo que três delas vivem em território brasileiro). Elas têm hábitos semiaquáticos, por isso costumam viver próximas de rios, brejos e pântanos, conforme explica o site Animal Diversity Web (ADW) − enciclopédia online mantida pelo Museu de Zoologia da Universidade de Michigan, dos Estados Unidos.

Considerando outras cobras e serpentes, o gênero das sucuris (Eunectes) possui poucas espécies. São quatro diferentes sucuris existentes na natureza: Eunectes murinus (sucuri-verde), Eunectes notaeus (sucuri-amarela), Eunectes beniensis (sucuri-de-beni) e Eunectes deschauenseei (sucuri-malhada). Dentre essas espécies, a única que nunca foi observada no Brasil é a sucuri-de-beni. A que é mais comumente encontrada, tem maior tamanho e é a mais estudada pela ciência é justamente a sucuri-verde, a Eunectes murinus, como explica o Butantan.

Segundo a Encyclopædia Britannica a sucuri-verde é encontrada em todas as planícies tropicais da América do Sul, sendo comum na bacia do rio Amazonas, no Brasil, na bacia do Orinoco, no leste da Colômbia, e nas pastagens sazonalmente inundadas de Llanos, na Venezuela.

Outros países onde elas podem ser vistas são Equador, Paraguai, Bolívia, Argentina, Guianas, Peru, Suriname e Trinidad e Tobago. Existe também no estado da Flórida, nos Estados Unidos.

Todas as sucuris possuem grande porte, mas a sucuri-verde, em especial, é considerada a maior serpente em massa corporal do mundo, conforme explica o Instituto Butantan.

Já em relação ao comprimento, a sucuri-verde só perde para a píton-reticulada (Malayopython reticulatus), que habita o sudeste asiático.

A grande e impressionante sucuri-verde pode atingir até sete metros de comprimento e pesar mais de 130 quilos. No entanto, animais com mais de cinco metros são raros de serem encontrados.

Essa espécie de serpente é perigosa e pode matar sua presa, mas não por inocular veneno − como faz a surucucu, por exemplo. Apesar de ter uma picada bem dolorida, a sucuri não é peçonhenta. Elas são predadores oportunistas, alimentando-se de qualquer presa que possam matar e engolir.

É uma espécie carnívora que caça suas presas próximo de seu habitat natural: à beira da água. Quando encontra um animal para se alimentar, ela enrola seu grande corpo ao redor da presa e aperta com força sua vítima até a morte. Sua dieta inclui vertebrados aquáticos e terrestres, como peixes, répteis, anfíbios, aves e mamíferos, como conta o site ADW.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/as-4-curiosi dades-sobre-a-sucuri-uma-das-cobras-mais-populares-do-brasil
Por que a sucuri é considerada uma predadora perigosa, apesar de não ser peçonhenta?
Alternativas
Q4269416 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Por que ter um "melhor amigo do trabalho" é destacado como benéfico no texto?
Alternativas
Q4269415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Como as mudanças no ambiente profissional devido à pandemia impactaram as relações de amizade no trabalho, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q4269414 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como ter um "melhor amigo do trabalho" pode ajudar a sua carreira


Passamos cerca de 90.000 horas no trabalho ao longo da vida. No debate sobre socializar com colegas de trabalho, existem extremos: alguns veem as amizades no local de trabalho como desnecessárias, enquanto outros socializam principalmente dentro de seu círculo profissional. Ambas as abordagens têm suas limitações.

Embora seja benéfico criar uma rede de contatos (e ser amigável) com seus colegas, ter um grande círculo de amigos no trabalho pode complicar as dinâmicas profissionais devido a possíveis conflitos de interesse e ao desafio de manter inúmeras conexões profundas. É por isso que é importante priorizar a qualidade em vez de quantidade no contexto de amizades no trabalho. Uma abordagem focada nos relacionamentos no ambiente profissional, como ter um "melhor amigo do trabalho", pode oferecer uma combinação única de apoio e compreensão, contribuindo positivamente para a carreira e a satisfação geral no trabalho.

A seguir, veja duas maneiras em que ter um amigo próximo no trabalho ajuda não apenas a lidar com dias difíceis, mas também ativamente pode aprimorar seu crescimento profissional.

A síndrome do impostor, um fenômeno psicológico no qual as pessoas duvidam de suas realizações e temem ser expostas como "fraudes", é comum no ambiente de trabalho. Um estudo de 2019 mostra que a condição afeta um amplo número de pessoas, desde adolescentes até profissionais em cargos avançados, e muitas vezes está relacionada à depressão e à ansiedade. Sentir-se deslocado entre colegas pode prejudicar significativamente o desempenho no trabalho, a satisfação profissional e levar ao esgotamento.

Uma pessoa próxima em quem você confia e que conhece seu local de trabalho tão bem quanto você pode ser fundamental para combater esses sentimentos. Ao oferecer um espaço de apoio para compartilhar suas realizações, marcos ou desafios, o amigo no trabalho pode ajudá-lo a reconhecer e internalizar seus sucessos e contextualizar suas falhas.

Bons confidentes possuem duas características marcantes, ambas capazes de ajudá-lo a navegar no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, são excelentes ouvintes com forte intuição, o que os ajuda a perceber sua saúde emocional. Se você estiver mostrando sinais de esgotamento, ansiedade ou pensamentos depressivos, pode ter certeza de que um melhor amigo do trabalho será seu fiel sistema de alerta. Isso permitirá que você tome medidas para enfrentar esses desafios antes que eles se agravem. Ter um aliado tão confiável e empático não apenas aumenta sua confiança, mas também o incentiva a adotar uma abordagem mais resiliente em relação à sua carreira e bem-estar pessoal.

Em segundo lugar, excelentes confidentes conseguem equilibrar entre ser assertivos e dar apoio, fornecendo feedbacks honestos e construtivos, ao mesmo tempo em que incentivam suas habilidades e conquistas. Esse equilíbrio é crucial em um ambiente de trabalho, onde o crescimento muitas vezes advém de interações desafiadoras, mas solidárias.

Eles podem incentivá-lo a ampliar suas habilidades e assumir novos desafios, garantindo ao mesmo tempo que você se sinta valorizado e capaz. Essa combinação de assertividade e apoio de um melhor amigo do trabalho pode ser um poderoso catalisador para o desenvolvimento profissional, ajudando-o a evoluir em sua carreira com confiança e clareza.

As mudanças no local profissional devido à pandemia destacaram o valor de ter amizades próximas no trabalho. Dados recentes da Gallup mostram que os funcionários com um melhor amigo consistentemente relatam níveis mais altos de satisfação no emprego em todos os aspectos.

Em 2020, o ano de significativas disrupções no ambiente profissional, a presença de um melhor amigo do trabalho correspondia a um aumento de 6% na satisfação no emprego, passando de 33% em 2019 para 39%.

Para aqueles sem tal relacionamento no trabalho, os dados da Gallup refletem uma diminuição na satisfação no trabalho de 23% em 2021 para 15% em 2022. Esse declínio sugere que a ausência de uma amizade profissional pode ter se tornado mais sentida à medida que os locais de trabalho se ajustavam às novas normas.

Tudo isso para dizer que ter um confidente próximo no trabalho é importante. Essa pessoa pode ajudar a manter e potencialmente aumentar a satisfação no trabalho durante momentos desafiadores.

A evidência é clara: cultivar um relacionamento de "melhor amigo do trabalho" é mais do que apenas um benefício — é uma estratégia de carreira que gera retornos.

Desde mitigar os impactos da síndrome do impostor até melhorar significativamente a satisfação no trabalho durante momentos de mudança, uma amizade dessa natureza pode ser sua arma secreta no ambiente profissional.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/como-ter-um-melhor-amigo-do-trabalho-pode-ajudar-a-sua-carreira/
Quais são as características de bons confidentes mencionadas no texto?
Alternativas
Q4269413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Por que as abóboras são usadas para representar o Halloween, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4269412 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?


O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração.

O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.

A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta), como explica um artigo da National Geographic Estados Unidos intitulado "The twisted transatlantic tale of American jack-o'-lanterns" ("A distorcida história transatlântica das abóboras", em tradução livre).


Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos de quem já morreu iriam se misturar com os vivos. Em resposta ao medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas, por exemplo, segundo o artigo.

Outra história associada à escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis "passar a perna" no diabo e acabou castigado por isso.

De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, há uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o demônio com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.

No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma.

Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. 

Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico das comemorações do Halloween.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/11/napoleao-bo naparte-e-josephine-a-verdade-por-tras-de-uma-turbulenta-historia-de-amor
Qual é o significado histórico por trás da prática de esculpir rostos aterrorizantes em abóboras durante o Halloween?
Alternativas
Q4267749 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a tecnologia em constante evolução impacta o uso do automóvel


Estamos prestes a observar uma mudança de grande magnitude na tecnologia automotiva. Hoje, as formas de entretenimento e de uso de celular, comuns entre as pessoas minimamente conectadas, começam a fazer parte do passado. Esses recursos são uma pequena parte do que poderemos ver no futuro próximo. A recém-lançada tecnologia 5G tende a introduzir possibilidades como veículos autônomos, comunicação entre os automóveis, interação de carros com as seguradoras, rodovias, concessionários etc.

Os ganhos em segurança são inegáveis. Imagine, por exemplo, um acidente em uma estrada após uma curva fechada. Toda conectada, essa via impedirá que novos acidentes aconteçam. Ou a possibilidade de diferenciar seguros em função das maneiras de dirigir de cada motorista, ou, por fim, a capacidade de seu veículo avisar ao concessionário que a pastilha de freios deverá ser trocada em duas semanas. A tecnologia vai acionar o fornecedor, agendar o serviço e disparar uma mensagem para seu celular com as informações necessárias.

A velocidade vinte vezes maior do que a tecnologia 4G, o menor tempo de transferência de um pacote de dados e o envio de informações e recebimento de dados ao servidor local tornarão a internet ainda melhor e com mais qualidade, permitindo que novas tecnologias funcionem melhor na aplicação da Internet das Coisas (IoT) mais prática.

Para isso, investimentos deverão ser feitos para construir uma nova infraestrutura. Não basta um celular 5G para tudo acontecer. Estima-se que 20% dos investimentos em 5G serão destinados, direta ou indiretamente, à indústria automotiva.

Os novos equipamentos obrigatórios por lei serão uma realidade a partir de 2024 e trarão a obrigatoriedade do teste de impacto lateral, do alerta de colisão, de repetidores laterais de seta, do alerta de cinto de segurança solto, de luzes de rodagem diurna e do controle de estabilidade.

E outros a serem incluídos gradativamente até 2030, como a proteção de impacto ao pedestre, câmera ou sensor sonoro de ré e a proteção para impacto lateral contra postes. Vale ressaltar também que esses equipamentos elevarão o preço médio do veículo nacional, que, em março, era de R$ 150.893,27, segundo a Jato do Brasil.

Outro tema refere-se aos carros elétricos. Para mim, o Brasil ainda não está preparado para eles. Isso não significa dizer que não sejam o futuro. Ano a ano, observamos um aumento expressivo de veículos eletrificados no Brasil, atingindo participação próxima a 3,5% do mercado nacional.

Infelizmente, estamos defasados de dois a quatro anos em relação à Europa, onde a presença dos elétricos é de 12% do mercado. Portanto, não vamos pensar que nossas ruas serão tomadas por elétricos no curto prazo. Ainda falta muito, desde a legislação para tratar do assunto, passando por uma infraestrutura adequada até chegar na ampliação dos investimentos, hoje concentrados nas grandes cidades.


https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/11/como-a-tecnologi a-em-constante-evolucao-impacta-o-uso-do-automovel/
Por que os novos equipamentos serão obrigatórios por lei a serem implementados a partir de  2024?
Alternativas
Q4267748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a tecnologia em constante evolução impacta o uso do automóvel


Estamos prestes a observar uma mudança de grande magnitude na tecnologia automotiva. Hoje, as formas de entretenimento e de uso de celular, comuns entre as pessoas minimamente conectadas, começam a fazer parte do passado. Esses recursos são uma pequena parte do que poderemos ver no futuro próximo. A recém-lançada tecnologia 5G tende a introduzir possibilidades como veículos autônomos, comunicação entre os automóveis, interação de carros com as seguradoras, rodovias, concessionários etc.

Os ganhos em segurança são inegáveis. Imagine, por exemplo, um acidente em uma estrada após uma curva fechada. Toda conectada, essa via impedirá que novos acidentes aconteçam. Ou a possibilidade de diferenciar seguros em função das maneiras de dirigir de cada motorista, ou, por fim, a capacidade de seu veículo avisar ao concessionário que a pastilha de freios deverá ser trocada em duas semanas. A tecnologia vai acionar o fornecedor, agendar o serviço e disparar uma mensagem para seu celular com as informações necessárias.

A velocidade vinte vezes maior do que a tecnologia 4G, o menor tempo de transferência de um pacote de dados e o envio de informações e recebimento de dados ao servidor local tornarão a internet ainda melhor e com mais qualidade, permitindo que novas tecnologias funcionem melhor na aplicação da Internet das Coisas (IoT) mais prática.

Para isso, investimentos deverão ser feitos para construir uma nova infraestrutura. Não basta um celular 5G para tudo acontecer. Estima-se que 20% dos investimentos em 5G serão destinados, direta ou indiretamente, à indústria automotiva.

Os novos equipamentos obrigatórios por lei serão uma realidade a partir de 2024 e trarão a obrigatoriedade do teste de impacto lateral, do alerta de colisão, de repetidores laterais de seta, do alerta de cinto de segurança solto, de luzes de rodagem diurna e do controle de estabilidade.

E outros a serem incluídos gradativamente até 2030, como a proteção de impacto ao pedestre, câmera ou sensor sonoro de ré e a proteção para impacto lateral contra postes. Vale ressaltar também que esses equipamentos elevarão o preço médio do veículo nacional, que, em março, era de R$ 150.893,27, segundo a Jato do Brasil.

Outro tema refere-se aos carros elétricos. Para mim, o Brasil ainda não está preparado para eles. Isso não significa dizer que não sejam o futuro. Ano a ano, observamos um aumento expressivo de veículos eletrificados no Brasil, atingindo participação próxima a 3,5% do mercado nacional.

Infelizmente, estamos defasados de dois a quatro anos em relação à Europa, onde a presença dos elétricos é de 12% do mercado. Portanto, não vamos pensar que nossas ruas serão tomadas por elétricos no curto prazo. Ainda falta muito, desde a legislação para tratar do assunto, passando por uma infraestrutura adequada até chegar na ampliação dos investimentos, hoje concentrados nas grandes cidades.


https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/11/como-a-tecnologi a-em-constante-evolucao-impacta-o-uso-do-automovel/
Qual é uma das possibilidades mencionadas no texto que a tecnologia 5G tende a introduzir no setor automotivo?
Alternativas
Q4267747 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O país que proibiu TikTok para 'preservar a harmonia social'


O Nepal proibiu o TikTok, da China, porque o conteúdo da rede social "era prejudicial à harmonia social".

A decisão surge dias após o país ter aprovado uma nova regra que exige que as empresas de redes sociais criem escritórios no país.

O TikTok, que tem cerca de um bilhão de usuários mensais, foi banido por vários países, incluindo a Índia.

No início deste ano, Montana tornou-se o primeiro Estado americano a bani-lo, enquanto o Parlamento do Reino Unido o bloqueou da sua rede.

A Ministra das Comunicações e Tecnologia da Informação, Rekha Sharma, disse à BBC Nepali, o serviço da BBC no Nepal, que a plataforma divulgou conteúdo impróprio.

Ela acrescentou que "a proibição entraria em vigor imediatamente. As autoridades de telecomunicações foram instruídas a respeitá-la".

Mas Gagan Thapa, um líder sênior do Congresso do Nepal, que faz parte do governo de coligação, questionou a decisão do governo de impor uma proibição ao TikTok.

Ele disse que essa era uma tentativa de restringir a liberdade de expressão e que as autoridades deveriam se concentrar na regulamentação da plataforma.

O TikTok está sob escrutínio de autoridades de todo o mundo devido à preocupação de que os dados dos usuários possam ser repassados ao governo chinês.

Sua controladora, ByteDance, já rejeitou a alegação. O TikTok não respondeu ao pedido da BBC para comentar a última proibição do governo do Nepal.

Embora o TikTok esteja atrás do Facebook e Instagram em número de usuários, seu crescimento entre os jovens supera em muito o de seus concorrentes.

Mais de 1.600 casos de crimes cibernéticos relacionados ao TikTok foram registrados nos últimos quatro anos no Nepal, de acordo com relatos da imprensa local.

De acordo com o relatório da BBC Media Action sobre o uso da rede no Nepal, o TikTok é a terceira plataforma mais usada nacionalmente. 

Embora o YouTube e o Facebook sejam populares entre os usuários da internet de todas as faixas etárias, o TikTok é altamente popular entre os grupos etários mais jovens, com mais de 80% dos usuários com idades entre 16 e 24 anos que usam a plataforma.

O Paquistão baniu temporariamente o aplicativo pelo menos quatro vezes desde outubro de 2020, enquanto o serviço de compras online na plataforma foi fechado na Indonésia no último mês.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz52vkd7ln7o 
Qual foi a justificativa dada pelo governo do Nepal para proibir o TikTok?
Alternativas
Q4267746 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O país que proibiu TikTok para 'preservar a harmonia social'


O Nepal proibiu o TikTok, da China, porque o conteúdo da rede social "era prejudicial à harmonia social".

A decisão surge dias após o país ter aprovado uma nova regra que exige que as empresas de redes sociais criem escritórios no país.

O TikTok, que tem cerca de um bilhão de usuários mensais, foi banido por vários países, incluindo a Índia.

No início deste ano, Montana tornou-se o primeiro Estado americano a bani-lo, enquanto o Parlamento do Reino Unido o bloqueou da sua rede.

A Ministra das Comunicações e Tecnologia da Informação, Rekha Sharma, disse à BBC Nepali, o serviço da BBC no Nepal, que a plataforma divulgou conteúdo impróprio.

Ela acrescentou que "a proibição entraria em vigor imediatamente. As autoridades de telecomunicações foram instruídas a respeitá-la".

Mas Gagan Thapa, um líder sênior do Congresso do Nepal, que faz parte do governo de coligação, questionou a decisão do governo de impor uma proibição ao TikTok.

Ele disse que essa era uma tentativa de restringir a liberdade de expressão e que as autoridades deveriam se concentrar na regulamentação da plataforma.

O TikTok está sob escrutínio de autoridades de todo o mundo devido à preocupação de que os dados dos usuários possam ser repassados ao governo chinês.

Sua controladora, ByteDance, já rejeitou a alegação. O TikTok não respondeu ao pedido da BBC para comentar a última proibição do governo do Nepal.

Embora o TikTok esteja atrás do Facebook e Instagram em número de usuários, seu crescimento entre os jovens supera em muito o de seus concorrentes.

Mais de 1.600 casos de crimes cibernéticos relacionados ao TikTok foram registrados nos últimos quatro anos no Nepal, de acordo com relatos da imprensa local.

De acordo com o relatório da BBC Media Action sobre o uso da rede no Nepal, o TikTok é a terceira plataforma mais usada nacionalmente. 

Embora o YouTube e o Facebook sejam populares entre os usuários da internet de todas as faixas etárias, o TikTok é altamente popular entre os grupos etários mais jovens, com mais de 80% dos usuários com idades entre 16 e 24 anos que usam a plataforma.

O Paquistão baniu temporariamente o aplicativo pelo menos quatro vezes desde outubro de 2020, enquanto o serviço de compras online na plataforma foi fechado na Indonésia no último mês.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz52vkd7ln7o 
Por que o TikTok está sob escrutínio de autoridades de todo o mundo, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q4267745 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O país que proibiu TikTok para 'preservar a harmonia social'


O Nepal proibiu o TikTok, da China, porque o conteúdo da rede social "era prejudicial à harmonia social".

A decisão surge dias após o país ter aprovado uma nova regra que exige que as empresas de redes sociais criem escritórios no país.

O TikTok, que tem cerca de um bilhão de usuários mensais, foi banido por vários países, incluindo a Índia.

No início deste ano, Montana tornou-se o primeiro Estado americano a bani-lo, enquanto o Parlamento do Reino Unido o bloqueou da sua rede.

A Ministra das Comunicações e Tecnologia da Informação, Rekha Sharma, disse à BBC Nepali, o serviço da BBC no Nepal, que a plataforma divulgou conteúdo impróprio.

Ela acrescentou que "a proibição entraria em vigor imediatamente. As autoridades de telecomunicações foram instruídas a respeitá-la".

Mas Gagan Thapa, um líder sênior do Congresso do Nepal, que faz parte do governo de coligação, questionou a decisão do governo de impor uma proibição ao TikTok.

Ele disse que essa era uma tentativa de restringir a liberdade de expressão e que as autoridades deveriam se concentrar na regulamentação da plataforma.

O TikTok está sob escrutínio de autoridades de todo o mundo devido à preocupação de que os dados dos usuários possam ser repassados ao governo chinês.

Sua controladora, ByteDance, já rejeitou a alegação. O TikTok não respondeu ao pedido da BBC para comentar a última proibição do governo do Nepal.

Embora o TikTok esteja atrás do Facebook e Instagram em número de usuários, seu crescimento entre os jovens supera em muito o de seus concorrentes.

Mais de 1.600 casos de crimes cibernéticos relacionados ao TikTok foram registrados nos últimos quatro anos no Nepal, de acordo com relatos da imprensa local.

De acordo com o relatório da BBC Media Action sobre o uso da rede no Nepal, o TikTok é a terceira plataforma mais usada nacionalmente. 

Embora o YouTube e o Facebook sejam populares entre os usuários da internet de todas as faixas etárias, o TikTok é altamente popular entre os grupos etários mais jovens, com mais de 80% dos usuários com idades entre 16 e 24 anos que usam a plataforma.

O Paquistão baniu temporariamente o aplicativo pelo menos quatro vezes desde outubro de 2020, enquanto o serviço de compras online na plataforma foi fechado na Indonésia no último mês.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz52vkd7ln7o 
O que o líder sênior do Congresso do Nepal, Gagan Thapa, criticou em relação à proibição do TikTok?
Alternativas
Q4267524 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após 20 anos, mulher volta a falar com transplante de laringe na França


Pouco mais de 20 anos após perder a habilidade de falar, uma mulher recuperou sua voz graças a um transplante de laringe, na França.

Karine, que hoje tem 49 anos, perdeu a fala por complicações relacionadas a uma entubação feita após ter sofrido uma parada cardíaca em 1996. Ela desenvolveu estenose de laringe, um "aperto" gradual da garganta que dificulta a passagem de ar para os pulmões.

O quadro dela foi piorando e, há mais de duas décadas, Karine respirava apenas por traqueostomia — procedimento que realiza uma abertura frontal na traqueia para permitir a passagem do ar — e não conseguia falar.

A cirurgia de transplante de laringe foi realizada no início de setembro por uma equipe de 12 cirurgiões em um hospital de Lyon, na França, e durou cerca de 27 horas.

Poucos dias depois do transplante, Karine já conseguiu falar algumas palavras. Ela segue fazendo exercícios de recuperação das cordas vocais e da respiração, e os médicos preveem que, em alguns meses, ela deve conseguir se comunicar com uma voz normal.

"Eu queria fazer um transplante, há cerca de dez anos, para voltar à vida normal, para poder fazer atividades com os meus filhos, para poder comunicar, para ser independente. Hoje parece estranho falar novamente. Minhas filhas nunca tinham me ouvido! Quanto ao meu marido, ele havia esquecido o som da minha voz!", disse Karine.

O transplante de laringe feito em Karine foi apenas o quarto procedimento do tipo realizado no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/apos-20-anos-mulher-volta-a-falarcom-transplante-de-laringe-na-franca/
Quantos transplantes de laringe foram realizados no mundo até o momento do texto?
Alternativas
Q4267523 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Após 20 anos, mulher volta a falar com transplante de laringe na França


Pouco mais de 20 anos após perder a habilidade de falar, uma mulher recuperou sua voz graças a um transplante de laringe, na França.

Karine, que hoje tem 49 anos, perdeu a fala por complicações relacionadas a uma entubação feita após ter sofrido uma parada cardíaca em 1996. Ela desenvolveu estenose de laringe, um "aperto" gradual da garganta que dificulta a passagem de ar para os pulmões.

O quadro dela foi piorando e, há mais de duas décadas, Karine respirava apenas por traqueostomia — procedimento que realiza uma abertura frontal na traqueia para permitir a passagem do ar — e não conseguia falar.

A cirurgia de transplante de laringe foi realizada no início de setembro por uma equipe de 12 cirurgiões em um hospital de Lyon, na França, e durou cerca de 27 horas.

Poucos dias depois do transplante, Karine já conseguiu falar algumas palavras. Ela segue fazendo exercícios de recuperação das cordas vocais e da respiração, e os médicos preveem que, em alguns meses, ela deve conseguir se comunicar com uma voz normal.

"Eu queria fazer um transplante, há cerca de dez anos, para voltar à vida normal, para poder fazer atividades com os meus filhos, para poder comunicar, para ser independente. Hoje parece estranho falar novamente. Minhas filhas nunca tinham me ouvido! Quanto ao meu marido, ele havia esquecido o som da minha voz!", disse Karine.

O transplante de laringe feito em Karine foi apenas o quarto procedimento do tipo realizado no mundo.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/apos-20-anos-mulher-volta-a-falarcom-transplante-de-laringe-na-franca/
Qual foi o motivo que levou Karine a perder a capacidade de falar, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4267522 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.

Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.

Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.

E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.

Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).

Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo
Qual é a principal razão apresentada no texto para o interesse crescente nas microverduras?
Alternativas
Q4267521 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.

Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.

Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.

E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.

Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).

Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo
O que diferencia as microverduras das plantas adultas, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4267520 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que você deveria incluir microverduras na dieta


Embora a dieta mediterrânea tenha sido tradicionalmente o principal padrão alimentar em inúmeros países, nos últimos 50 anos sofremos uma ocidentalização que foi refletida nos nossos pratos.

Todos conhecemos os benefícios das frutas e vegetais, mas apenas 40 países (representando 36% da população mundial) têm capacidade para consumir esses alimentos regularmente.

Diante do crescente interesse em seguir estilos de vida mais saudáveis, a indústria alimentar e a comunidade científica estão desenvolvendo novas opções que permitem diversificar o consumo e tornar esses alimentos saudáveis mais acessíveis.

E uma dessas alternativas são as microverduras (também conhecidas como microverdes ou "microgreens"), que estão cada vez mais em destaque. Embora antes estivessem disponíveis apenas em lojas especializadas ou online, agora podem ser encontradas cada vez mais em grandes lojas.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

As microverduras são obtidas de plantas aráveis, como vegetais ou cereais. São chamadas assim porque são coletadas entre o 7º e o 21º dia após a germinação da semente. Medem entre 3 e 10 centímetros e possuem apenas uma porção do caule, os cotilédones (folhas embrionárias) e as primeiras folhas verdadeiras da planta.

Porque as microverduras não só são carregadas de micronutrientes como ferro, zinco, potássio, cálcio, manganês ou selênio, mas também contêm moléculas com capacidade bioativa (fitoquímicos), ou seja, com efeitos benéficos à saúde do consumidor. Os fitoquímicos mais abundantes nesses alimentos são ácido ascórbico, filoquinonas, alfa-tocoferol, betacaroteno, antioxidantes fenólicos, carotenóides, antocianinas e glucosinolatos.

Embora também possamos encontrar esses compostos em plantas adultas (as que normalmente consumimos), as quantidades presentes na fase microverdura são muito maiores. Por exemplo, o repolho roxo na versão "micro" possui 260 vezes mais betacaroteno e 6 vezes mais ácido ascórbico que a planta madura (quantidades por 100 gramas de alimento).

Outro dos aspectos nutricionais mais interessantes das microverduras é o seu conteúdo em antioxidantes fenólicos. Esses metabolitos secundários têm sido relacionados com uma melhoria da atividade metabólica (normalmente alterada em casos de desnutrição), uma vez que evitam o desencadeamento de reações de oxidação dos radicais livres e reduzem a inflamação. Nesse aspecto, o brócolis parece ser o vencedor, pois multiplica por 10 a quantidade de antioxidantes fenólicos presentes em outros vegetais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp0x995llo
Por que as microverduras são destacadas no texto como uma opção interessante para melhorar a atividade metabólica?
Alternativas
Q4266246 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil

O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."

Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.

"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.

Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.

Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos. 

Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.

A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.

"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.

Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.

"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.

Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.

Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.

"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.

"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.
Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.

O número de artigos presentes na frase é de:
Alternativas
Q4266241 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil

O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."

Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.

"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.

Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.

Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos. 

Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.

A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.

"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.

Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.

"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.

Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.

Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.

"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.

"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.
Por sete milênios, a costa litorânea do que viria a ser conhecido como Brasil foi habitada pelos sambaquieiros, povos construtores dos sambaquis.

Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Respostas
13281: B
13282: D
13283: A
13284: B
13285: A
13286: D
13287: D
13288: B
13289: C
13290: C
13291: A
13292: B
13293: C
13294: A
13295: A
13296: B
13297: B
13298: D
13299: C
13300: C