Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2352860 Português

Texto 2



Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas



    O Brasil é referência mundial em transplante de órgãos, já que possui o maior programa público do planeta direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18 eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para 16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados (ABTx), o número aumentou cerca de 30%.


    “Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki, presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem aguarda um transplante de pulmão ou de coração não consegue ficar na fila muito tempo.”


    O médico ressalta que o grande problema é a doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”, explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela (RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir a doação e iniciar uma nova vida.


    Patrícia explica que infelizmente esse assunto não é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já que é um momento delicado para a família, que por lei é quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com a fila de espera. 


Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado). 

Com base no texto “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, analise as afirmativas a seguir:



I. Segundo o texto, “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, uma das dificuldades para a doação de órgãos no Brasil está relacionada à ineficiência comunicativa por parte das UTIs e à falta de diálogo entre as famílias.  


II. De acordo com o texto, “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, compreende-se que o número de doadores de órgãos apresenta um crescimento inversamente proporcional ao crescimento da fila de pessoas que esperam por uma doação de órgãos. 



Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q2352752 Português

Leia o conto “Circuito fechado” e responda à questão.


Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço. Relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos, jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia. Água. Táxi, mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dentes, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.


RAMOS, Ricardo. Circuito fechado, Disponível em: https://revistamacondo.wordpress.com/2012/ 02/29/conto-circuito-fechado-ricardo-ramos/ acesso: agosto, 2023.

Sobre o conto “Circuito fechado”, não é possível afirmar que:
Alternativas
Q2352749 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://df1.com.br/charges/charge-impostode-renda/ acesso em: agosto, 2023


O humor da charge advém:

Alternativas
Q2352746 Português
Leia o trecho abaixo, reproduzido da carta enviada por Pero Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel e responda à questão. 

“Na noite seguinte, segunda-feira, ao amanhecer, se perdeu da frota Vasco de Ataíde com sua nau, sem haver tempo forte nem contrário para poder ser. Fez o capitão suas diligências para o achar, a umas e outras partes, mas não apareceu mais.

 E assim seguimos nosso caminho, ao longo deste mar, até terça-feira das Oitavas de Páscoa, que foram aos vinte e um dias de abril, que topamos com alguns sinais de terra, sendo da dita ilha, segundo os pilotos diziam, cerca de 660 ou 670 léguas. Estes sinais eram muita quantidade de ervas compridas, a que os marinheiros chamam botelho, assim como outras a que também chamam de rabo-de-asno. E na quarta-feira seguinte, pela manhã, topamos com aves, a que chamam fura-buchos.

E neste dia, ao final do dia, tivemos a visão de terra, seja, primeiramente de um grande monte, mui alto e redondo, e de outras serras mais baixas ao sul dele; e de terra plana, com grandes arvoredos; ao qual monte alto o capitão pôs nome – o Monte Pascoal, e à terra – a Terra de Vera Cruz.”

CAMINHA, Pero Vaz de. Carta ao rei Dom Manuel. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997, pp. 14-15. 
A Carta de Pero Vaz de Caminha narra a chegada dos portugueses ao Brasil. Com base no trecho acima, é possível afirmar que:
Alternativas
Q2352745 Português

Leia o excerto abaixo e responda à questão.


“Todos sabem que, no final, um herói de mangá está destinado a vencer, ou então perder dignamente. Sendo assim, a emoção vem de acompanhar como ele vence todos os desafios com determinação e honestidade. Um jogo de beisebol ou basquete pode se estender por centenas de páginas, com cada movimento dividido e o impacto maximizado por planos conflitantes, traços rápidos, onomatopeias e figuras fora de foco e escorçadas. A fórmula mais comum do gênero consiste em acompanhar um estreante de sucesso improvável, mas altamente talentoso, frequentemente o perdedor ou menor da turma, desde o treinamento rigoroso de seu mestre até o triunfo final contra todas as expectativas. Na verdade, essa fórmula tem sido aplicada ao mangá em todos os tipos de universos – de artes marciais a fantasia, ficção científica, grandes negócios, política e até mesmo a própria profissão de quadrinista.”


GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. São Paulo: editora Conrad, 2006, p. 58.

Observe a oração subordinada substantiva objetiva direta retirada do trecho: “Todos sabem que, no final, um herói de mangá está destinado a vencer, ou então perder dignamente”. Assinale a alternativa em que haja uma oração com a mesma classificação sintática:

 

Alternativas
Q2352744 Português

Leia o excerto abaixo e responda à questão.


“Todos sabem que, no final, um herói de mangá está destinado a vencer, ou então perder dignamente. Sendo assim, a emoção vem de acompanhar como ele vence todos os desafios com determinação e honestidade. Um jogo de beisebol ou basquete pode se estender por centenas de páginas, com cada movimento dividido e o impacto maximizado por planos conflitantes, traços rápidos, onomatopeias e figuras fora de foco e escorçadas. A fórmula mais comum do gênero consiste em acompanhar um estreante de sucesso improvável, mas altamente talentoso, frequentemente o perdedor ou menor da turma, desde o treinamento rigoroso de seu mestre até o triunfo final contra todas as expectativas. Na verdade, essa fórmula tem sido aplicada ao mangá em todos os tipos de universos – de artes marciais a fantasia, ficção científica, grandes negócios, política e até mesmo a própria profissão de quadrinista.”


GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. São Paulo: editora Conrad, 2006, p. 58.

Com base no trecho acima, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2352657 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao texto 4:
Alternativas
Q2352652 Português
TEXTO 2



Sonhei
Que estava sonhando um sonho sonhado
O sonho de um sonho
Magnetizado
As mentes abertas
Sem bicos calados
Juventude alerta
Os seres alados
Sonho meu
Eu sonhava que sonhava
Sonhei
Que eu era o rei que reinava como um ser comum
Era um por milhares, milhares por um
Como livres raios riscando os espaços
Ai de mim
Ai de mim, que mal sonhava

(Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. MARTINHO da
Vila. Quizombas, andanças, festanças. São Paulo: Record, 1999.)
Qual trecho retirado do texto demonstra uma situação de comparação? 
Alternativas
Q2352650 Português
TEXTO 2



Sonhei
Que estava sonhando um sonho sonhado
O sonho de um sonho
Magnetizado
As mentes abertas
Sem bicos calados
Juventude alerta
Os seres alados
Sonho meu
Eu sonhava que sonhava
Sonhei
Que eu era o rei que reinava como um ser comum
Era um por milhares, milhares por um
Como livres raios riscando os espaços
Ai de mim
Ai de mim, que mal sonhava

(Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. MARTINHO da
Vila. Quizombas, andanças, festanças. São Paulo: Record, 1999.)
É correto afirmar que no texto 2: 
Alternativas
Q2352649 Português
TEXTO 2



Sonhei
Que estava sonhando um sonho sonhado
O sonho de um sonho
Magnetizado
As mentes abertas
Sem bicos calados
Juventude alerta
Os seres alados
Sonho meu
Eu sonhava que sonhava
Sonhei
Que eu era o rei que reinava como um ser comum
Era um por milhares, milhares por um
Como livres raios riscando os espaços
Ai de mim
Ai de mim, que mal sonhava

(Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. MARTINHO da
Vila. Quizombas, andanças, festanças. São Paulo: Record, 1999.)
Assinale a afirmação verdadeira sobre o texto 2:
Alternativas
Q2352648 Português
TEXTO 1

Quem é Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do Brasil?


O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro. O atleta tem 27 medalhas paralímpicas: 14 ouros, 7 pratas e 6 bronzes.

Dias nasceu em Campinas (SP), com uma má-formação congênita dos membros. Aos 3 anos, o atleta passou por uma cirurgia para poder usar uma prótese andar.

Daniel Dias compete nas categorias S5, SM5 e SB5. Nessa classificação de paraesportes, as letras indicam a modalidade. O número mostra qual o grau de limitação. De 1 a 10, são limitações físicomotoras. Quanto menor o número, mais grave a deficiência. Em 2014, o nadador fundou o Instituto Daniel Dias, em Bragança Paulista (SP), para usar o esporte como ferramenta de inclusão social.
(https://www.netshoes.com.br/blog/esportes/post/quem-e-danieldias-maior-medalhista-paralimpico-do-brasil. Acesso em 02/01/2024)
Qual dos trechos abaixo faz referência a algo que já aconteceu?
Alternativas
Q2352644 Português
TEXTO 1

Quem é Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do Brasil?


O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro. O atleta tem 27 medalhas paralímpicas: 14 ouros, 7 pratas e 6 bronzes.

Dias nasceu em Campinas (SP), com uma má-formação congênita dos membros. Aos 3 anos, o atleta passou por uma cirurgia para poder usar uma prótese andar.

Daniel Dias compete nas categorias S5, SM5 e SB5. Nessa classificação de paraesportes, as letras indicam a modalidade. O número mostra qual o grau de limitação. De 1 a 10, são limitações físicomotoras. Quanto menor o número, mais grave a deficiência. Em 2014, o nadador fundou o Instituto Daniel Dias, em Bragança Paulista (SP), para usar o esporte como ferramenta de inclusão social.
(https://www.netshoes.com.br/blog/esportes/post/quem-e-danieldias-maior-medalhista-paralimpico-do-brasil. Acesso em 02/01/2024)
Segundo o texto:
Alternativas
Q2352643 Português
TEXTO 1

Quem é Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do Brasil?


O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro. O atleta tem 27 medalhas paralímpicas: 14 ouros, 7 pratas e 6 bronzes.

Dias nasceu em Campinas (SP), com uma má-formação congênita dos membros. Aos 3 anos, o atleta passou por uma cirurgia para poder usar uma prótese andar.

Daniel Dias compete nas categorias S5, SM5 e SB5. Nessa classificação de paraesportes, as letras indicam a modalidade. O número mostra qual o grau de limitação. De 1 a 10, são limitações físicomotoras. Quanto menor o número, mais grave a deficiência. Em 2014, o nadador fundou o Instituto Daniel Dias, em Bragança Paulista (SP), para usar o esporte como ferramenta de inclusão social.
(https://www.netshoes.com.br/blog/esportes/post/quem-e-danieldias-maior-medalhista-paralimpico-do-brasil. Acesso em 02/01/2024)
Na primeira frase do texto: “O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro”, a característica atribuída ao atleta expressa:
Alternativas
Q2352594 Português
Texto CG1A1

        A Pesquisa Saúde e Trabalho, feita pelo Serviço Social da Indústria (SESI), concluiu que 52% dos brasileiros raramente ou nunca praticam atividades físicas. Entre os que fazem atividades físicas, 22% se exercitam diariamente, 13%, pelo menos três vezes por semana, e 8%, pelo menos duas vezes semanais.
         Além da frequência da prática de atividades físicas, o estudo fez a associação entre a prática delas e o adoecimento. Segundo o levantamento, 72% das pessoas que praticam exercícios com frequência não tiveram problemas de saúde nos últimos doze meses. Porém, entre os que nunca praticam atividades físicas, 42% sofreram problemas de saúde em 2022.
         A relação entre trabalho e qualidade de vida também foi abordada na pesquisa. Nesse aspecto, 94% concordaram que um profissional com a saúde física e mental em dia é mais produtivo no seu trabalho. A pesquisa também apontou que 12% dos entrevistados têm hábito de realizar consultas regulares com psicólogo.
         A respeito de ambientes saudáveis para o trabalho, 66% dos trabalhadores disseram que as empresas em que trabalham estabelecem limites de horas de trabalho ou número de turnos, e 55% afirmaram que seus empregadores permitem flexibilidade e pausas para descanso ou prática de exercícios. E mais: 49% das empresas têm estrutura para prevenir violência, assédio e discriminação, além de dispor de ambiente livre do fumo e política de jornada de trabalho flexível, como home office.

         Para a grande maioria dos entrevistados, saúde não é somente a ausência de doenças ou enfermidades. Segundo 88% deles, a saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social.

Internet:<agenciabrasil.ebc.com.br>  (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto CG1A1,
Alternativas
Q2352566 Português
É possível afirmar que pela fala do segundo quadrinho, o personagem se mostra: 
Alternativas
Q2352559 Português
TEXTO 2


Obesidade infantil pode dobrar os riscos de morte antes dos 55 anos, diz estudo.



A obesidade infantil mais do que dobra os riscos de morte antes dos 55 anos de idade, segundo estudo publicado no New England Journal of Medicine. Acompanhando, em longo prazo, quase 5 mil crianças nascidas entre 1945 e 1984, os pesquisadores notaram que um quarto dos voluntários que apresentava maior índice de massa corporal (IMC) tinha duas vezes maior taxa de morte por causas naturais antes dos 55 anos do que o grupo de menor IMC. Entre essas causas, os especialistas consideraram doença hepática alcoólica, doença cardiovascular, infecções, câncer, diabetes e overdose de drogas.


“O ponto principal é que a obesidade em crianças é um sério problema que precisa ser abordado seriamente”, ressaltou o pesquisador William C. Knowler, do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais. “O que este estudo particular mostra é que a obesidade causará o excesso de morte prematura”, completou o especialista.

(https://escolakids.uol.com.br/portugues/texto-de-divulgacaocientifica.html)
Ainda sobre o texto 2: 
Alternativas
Q2352558 Português
TEXTO 2


Obesidade infantil pode dobrar os riscos de morte antes dos 55 anos, diz estudo.



A obesidade infantil mais do que dobra os riscos de morte antes dos 55 anos de idade, segundo estudo publicado no New England Journal of Medicine. Acompanhando, em longo prazo, quase 5 mil crianças nascidas entre 1945 e 1984, os pesquisadores notaram que um quarto dos voluntários que apresentava maior índice de massa corporal (IMC) tinha duas vezes maior taxa de morte por causas naturais antes dos 55 anos do que o grupo de menor IMC. Entre essas causas, os especialistas consideraram doença hepática alcoólica, doença cardiovascular, infecções, câncer, diabetes e overdose de drogas.


“O ponto principal é que a obesidade em crianças é um sério problema que precisa ser abordado seriamente”, ressaltou o pesquisador William C. Knowler, do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais. “O que este estudo particular mostra é que a obesidade causará o excesso de morte prematura”, completou o especialista.

(https://escolakids.uol.com.br/portugues/texto-de-divulgacaocientifica.html)
Assinale a alternativa correta quanto ao texto 2:
Alternativas
Q2352556 Português
TEXTO 1


Vez por outra, indo devolver um filme na locadora ou almoçar no árabe da rua de baixo, dobro uma esquina e tomo um susto. "Ué, cadê o quarteirão que estava aqui?". Onde, na véspera, havia casinhas geminadas, roseiras cuidadas por velhotas e janelas de adolescentes cheias de adesivos, há apenas uma imensa cratera cercada de tapumes. Em breve, do buraco brotará um prédio com grandes garagens e minúsculas varandas e será batizado de Arizona Hills ou Maison Lacroix ou Plaza de Marbella, e isso me entristece. Não só porque ficará mais feio meu caminho até a locadora ou até o árabe na rua de baixo, mas porque é meu bairro que morre devagarinho. Os bairros, como os homens, também têm um espírito. Às vezes, no fim da tarde, quando ouço o sino da igreja da Caiubi badalar seis vezes, quase acredito que estou numa cidade do interior. Aí saio para devolver os vídeos, olho para o lado, percebo que o quarteirão desapareceu e me dou conta de que estou em São Paulo e que eu mesmo tenho minha cota de responsabilidade: moro no segundo andar de um prédio. Ali embaixo, onde agora fica a garagem, já houve uma cratera e antes dela o jardim de uma velhota e a janela de um adolescente cheia de adesivos.


(PRATA, N. A. Perdizes. In: Meio intelectual, meio de esquerda. São Paulo: Editora 34, 2010.) 
Ao descrever a paisagem antes das modificações no bairro, o autor conclui que:
Alternativas
Q2352555 Português
TEXTO 1


Vez por outra, indo devolver um filme na locadora ou almoçar no árabe da rua de baixo, dobro uma esquina e tomo um susto. "Ué, cadê o quarteirão que estava aqui?". Onde, na véspera, havia casinhas geminadas, roseiras cuidadas por velhotas e janelas de adolescentes cheias de adesivos, há apenas uma imensa cratera cercada de tapumes. Em breve, do buraco brotará um prédio com grandes garagens e minúsculas varandas e será batizado de Arizona Hills ou Maison Lacroix ou Plaza de Marbella, e isso me entristece. Não só porque ficará mais feio meu caminho até a locadora ou até o árabe na rua de baixo, mas porque é meu bairro que morre devagarinho. Os bairros, como os homens, também têm um espírito. Às vezes, no fim da tarde, quando ouço o sino da igreja da Caiubi badalar seis vezes, quase acredito que estou numa cidade do interior. Aí saio para devolver os vídeos, olho para o lado, percebo que o quarteirão desapareceu e me dou conta de que estou em São Paulo e que eu mesmo tenho minha cota de responsabilidade: moro no segundo andar de um prédio. Ali embaixo, onde agora fica a garagem, já houve uma cratera e antes dela o jardim de uma velhota e a janela de um adolescente cheia de adesivos.


(PRATA, N. A. Perdizes. In: Meio intelectual, meio de esquerda. São Paulo: Editora 34, 2010.) 
O autor atribui a si responsabilidade em relação à transformação de seu bairro no trecho em que afirma que: 
Alternativas
Q2352554 Português
TEXTO 1


Vez por outra, indo devolver um filme na locadora ou almoçar no árabe da rua de baixo, dobro uma esquina e tomo um susto. "Ué, cadê o quarteirão que estava aqui?". Onde, na véspera, havia casinhas geminadas, roseiras cuidadas por velhotas e janelas de adolescentes cheias de adesivos, há apenas uma imensa cratera cercada de tapumes. Em breve, do buraco brotará um prédio com grandes garagens e minúsculas varandas e será batizado de Arizona Hills ou Maison Lacroix ou Plaza de Marbella, e isso me entristece. Não só porque ficará mais feio meu caminho até a locadora ou até o árabe na rua de baixo, mas porque é meu bairro que morre devagarinho. Os bairros, como os homens, também têm um espírito. Às vezes, no fim da tarde, quando ouço o sino da igreja da Caiubi badalar seis vezes, quase acredito que estou numa cidade do interior. Aí saio para devolver os vídeos, olho para o lado, percebo que o quarteirão desapareceu e me dou conta de que estou em São Paulo e que eu mesmo tenho minha cota de responsabilidade: moro no segundo andar de um prédio. Ali embaixo, onde agora fica a garagem, já houve uma cratera e antes dela o jardim de uma velhota e a janela de um adolescente cheia de adesivos.


(PRATA, N. A. Perdizes. In: Meio intelectual, meio de esquerda. São Paulo: Editora 34, 2010.) 
O autor menciona que os bairros têm um espírito. Quando ele ouve o sino da igreja badalar seis vezes, o que ele quase acredita?
Alternativas
Respostas
13181: A
13182: D
13183: D
13184: D
13185: C
13186: C
13187: B
13188: D
13189: D
13190: C
13191: A
13192: D
13193: B
13194: D
13195: E
13196: C
13197: D
13198: B
13199: E
13200: B