Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2531356 Português

Leia o texto a seguir:


Por que não dormir direito faz seu cérebro ‘comer ele mesmo’?


Estudos têm apontado consequências diretas de uma rotina de sono ruim em mecanismos fisiológicos do órgão e na sua estrutura


Para muitos, os benefícios de ter uma rotina adequada de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, podem ser restritos a uma maior disposição no dia a dia. Porém, a ciência tem apontado um número cada vez maior de impactos diretos de se dormir mal em mecanismos de diferentes órgãos do corpo humano, levando a riscos maiores de problemas como doenças cardiovasculares e até mesmo casos de Alzheimer.


A área que mais tem sido estudada é o cérebro, o que cientistas afirmam ser a parte mais afetada pela privação de sono. Um dos trabalhos mais marcantes, conduzido por pesquisadores do Laboratório de Neuroimagem dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), publicado no periódico PNAS, investigou justamente a relação com o Alzheimer – forma mais comum de demência.


Na pesquisa, foram recrutados 20 participantes saudáveis que tiveram imagens cerebrais feitas após duas noites: uma em que dormiram de forma normal e outra em que permaneceram acordados. Os resultados mostraram que apenas uma noite de sono ruim já foi suficiente para se observar um aumento da proteína beta-amiloide, cujo acúmulo no cérebro é um dos mecanismos associados à doença. O crescimento foi constatado na região do hipocampo, “que é considerada entre as áreas mais sensíveis à neuropatologia do Alzheimer”, escreveram os pesquisadores.


‘Comer a si mesmo’


Uma das causas para a proteína não ser devidamente eliminada na falta de sono, e passar a formar placas no cérebro, pode ser algo descoberto em outro estudo, de pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália.


Publicado no periódico Journal of Neuroscience, o trabalho analisou o cérebro de camundongos após três cenários: um sono de 6 a 8 horas, um de apenas 5 horas e uma noite de privação, em que os animais não dormiram. Os resultados mostraram que não ter o sono adequado levou a um aumento de um processo chamado fagocitose astrocítica.


Os astrócitos são células de sustentação dos neurônios, e a fagocitose é a absorção celular de moléculas biológicas. No dia a dia, esse mecanismo quebra as ligações entre os neurônios (sinapses), mas é positivo pois promove uma limpeza de circuitos desnecessários e favorece a reconstrução de conexões cerebrais.


No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas, levando o cérebro a “comer” a si mesmo. “Mostramos pela primeira vez que partes das sinapses são literalmente consumidas pelos astrócitos devido à perda de sono”, disse a neurocientista Michele Bellesi, responsável pelo estudo, ao portal New Scientist na época da divulgação.


Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo. Além disso, outros trabalhos mostraram ainda mais impactos da privação de sono no órgão.


Um deles, publicado no ano passado na revista científica Communications Biology, analisou dados de 37 mil britânicos e comparou o sono com a estrutura cerebral. Eles observaram que aqueles que dormiam menos de 6 a 8 horas apresentavam um volume significativamente menor de massa cinzenta em 46 de 139 regiões do cérebro analisadas. 


“Essas descobertas destacam a importante relação entre o fator de estilo de vida modificável da duração do sono e a cognição, bem como uma associação generalizada entre o sono e a saúde estrutural do cérebro”, escreveram os pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, no estudo.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/06/por-que-nao-dormir-direito-faz-seu-cerebro-comer-ele-mesmo.ghtml. Acesso em 22/06/2023

O texto tem como objetivo apresentar resultados de pesquisas científicas em linguagem mais acessível ao público, considerando o perfil dos leitores do jornal. Com base nessa informação, constata-se que o texto apresentado é predominantemente:
Alternativas
Q2531355 Português

Leia o texto a seguir:


Por que não dormir direito faz seu cérebro ‘comer ele mesmo’?


Estudos têm apontado consequências diretas de uma rotina de sono ruim em mecanismos fisiológicos do órgão e na sua estrutura


Para muitos, os benefícios de ter uma rotina adequada de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, podem ser restritos a uma maior disposição no dia a dia. Porém, a ciência tem apontado um número cada vez maior de impactos diretos de se dormir mal em mecanismos de diferentes órgãos do corpo humano, levando a riscos maiores de problemas como doenças cardiovasculares e até mesmo casos de Alzheimer.


A área que mais tem sido estudada é o cérebro, o que cientistas afirmam ser a parte mais afetada pela privação de sono. Um dos trabalhos mais marcantes, conduzido por pesquisadores do Laboratório de Neuroimagem dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), publicado no periódico PNAS, investigou justamente a relação com o Alzheimer – forma mais comum de demência.


Na pesquisa, foram recrutados 20 participantes saudáveis que tiveram imagens cerebrais feitas após duas noites: uma em que dormiram de forma normal e outra em que permaneceram acordados. Os resultados mostraram que apenas uma noite de sono ruim já foi suficiente para se observar um aumento da proteína beta-amiloide, cujo acúmulo no cérebro é um dos mecanismos associados à doença. O crescimento foi constatado na região do hipocampo, “que é considerada entre as áreas mais sensíveis à neuropatologia do Alzheimer”, escreveram os pesquisadores.


‘Comer a si mesmo’


Uma das causas para a proteína não ser devidamente eliminada na falta de sono, e passar a formar placas no cérebro, pode ser algo descoberto em outro estudo, de pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália.


Publicado no periódico Journal of Neuroscience, o trabalho analisou o cérebro de camundongos após três cenários: um sono de 6 a 8 horas, um de apenas 5 horas e uma noite de privação, em que os animais não dormiram. Os resultados mostraram que não ter o sono adequado levou a um aumento de um processo chamado fagocitose astrocítica.


Os astrócitos são células de sustentação dos neurônios, e a fagocitose é a absorção celular de moléculas biológicas. No dia a dia, esse mecanismo quebra as ligações entre os neurônios (sinapses), mas é positivo pois promove uma limpeza de circuitos desnecessários e favorece a reconstrução de conexões cerebrais.


No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas, levando o cérebro a “comer” a si mesmo. “Mostramos pela primeira vez que partes das sinapses são literalmente consumidas pelos astrócitos devido à perda de sono”, disse a neurocientista Michele Bellesi, responsável pelo estudo, ao portal New Scientist na época da divulgação.


Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo. Além disso, outros trabalhos mostraram ainda mais impactos da privação de sono no órgão.


Um deles, publicado no ano passado na revista científica Communications Biology, analisou dados de 37 mil britânicos e comparou o sono com a estrutura cerebral. Eles observaram que aqueles que dormiam menos de 6 a 8 horas apresentavam um volume significativamente menor de massa cinzenta em 46 de 139 regiões do cérebro analisadas. 


“Essas descobertas destacam a importante relação entre o fator de estilo de vida modificável da duração do sono e a cognição, bem como uma associação generalizada entre o sono e a saúde estrutural do cérebro”, escreveram os pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, no estudo.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/06/por-que-nao-dormir-direito-faz-seu-cerebro-comer-ele-mesmo.ghtml. Acesso em 22/06/2023

Considerando as informações do texto, o cérebro humano é:
Alternativas
Q2531354 Português

Leia o texto a seguir:


Por que não dormir direito faz seu cérebro ‘comer ele mesmo’?


Estudos têm apontado consequências diretas de uma rotina de sono ruim em mecanismos fisiológicos do órgão e na sua estrutura


Para muitos, os benefícios de ter uma rotina adequada de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, podem ser restritos a uma maior disposição no dia a dia. Porém, a ciência tem apontado um número cada vez maior de impactos diretos de se dormir mal em mecanismos de diferentes órgãos do corpo humano, levando a riscos maiores de problemas como doenças cardiovasculares e até mesmo casos de Alzheimer.


A área que mais tem sido estudada é o cérebro, o que cientistas afirmam ser a parte mais afetada pela privação de sono. Um dos trabalhos mais marcantes, conduzido por pesquisadores do Laboratório de Neuroimagem dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), publicado no periódico PNAS, investigou justamente a relação com o Alzheimer – forma mais comum de demência.


Na pesquisa, foram recrutados 20 participantes saudáveis que tiveram imagens cerebrais feitas após duas noites: uma em que dormiram de forma normal e outra em que permaneceram acordados. Os resultados mostraram que apenas uma noite de sono ruim já foi suficiente para se observar um aumento da proteína beta-amiloide, cujo acúmulo no cérebro é um dos mecanismos associados à doença. O crescimento foi constatado na região do hipocampo, “que é considerada entre as áreas mais sensíveis à neuropatologia do Alzheimer”, escreveram os pesquisadores.


‘Comer a si mesmo’


Uma das causas para a proteína não ser devidamente eliminada na falta de sono, e passar a formar placas no cérebro, pode ser algo descoberto em outro estudo, de pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália.


Publicado no periódico Journal of Neuroscience, o trabalho analisou o cérebro de camundongos após três cenários: um sono de 6 a 8 horas, um de apenas 5 horas e uma noite de privação, em que os animais não dormiram. Os resultados mostraram que não ter o sono adequado levou a um aumento de um processo chamado fagocitose astrocítica.


Os astrócitos são células de sustentação dos neurônios, e a fagocitose é a absorção celular de moléculas biológicas. No dia a dia, esse mecanismo quebra as ligações entre os neurônios (sinapses), mas é positivo pois promove uma limpeza de circuitos desnecessários e favorece a reconstrução de conexões cerebrais.


No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas, levando o cérebro a “comer” a si mesmo. “Mostramos pela primeira vez que partes das sinapses são literalmente consumidas pelos astrócitos devido à perda de sono”, disse a neurocientista Michele Bellesi, responsável pelo estudo, ao portal New Scientist na época da divulgação.


Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo. Além disso, outros trabalhos mostraram ainda mais impactos da privação de sono no órgão.


Um deles, publicado no ano passado na revista científica Communications Biology, analisou dados de 37 mil britânicos e comparou o sono com a estrutura cerebral. Eles observaram que aqueles que dormiam menos de 6 a 8 horas apresentavam um volume significativamente menor de massa cinzenta em 46 de 139 regiões do cérebro analisadas. 


“Essas descobertas destacam a importante relação entre o fator de estilo de vida modificável da duração do sono e a cognição, bem como uma associação generalizada entre o sono e a saúde estrutural do cérebro”, escreveram os pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, no estudo.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/06/por-que-nao-dormir-direito-faz-seu-cerebro-comer-ele-mesmo.ghtml. Acesso em 22/06/2023

Com base na leitura do texto, pode-se concluir que a privação de sono: 
Alternativas
Q2531321 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
O avesso da pele – Jeferson Tenório

    Um romance sobre identidade e as complexas relações raciais, sobre violência e negritude, O avesso da pele é uma obra contundente no panorama da nova ficção literária brasileira. Vencedor do Prêmio Jabuti na categoria “Romance Literário”.
     O avesso da pele é a história de Pedro, que, após a morte do pai, assassinado numa desastrosa abordagem policial, sai em busca de resgatar o passado da família e refazer os caminhos paternos. Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, Jeferson Tenório traz à superfície um país marcado pelo racismo e por um sistema educacional falido, e um denso relato sobre as relações entre pais e filhos.
    O que está em jogo é a vida de um homem abalado pelas inevitáveis fraturas existenciais da sua condição de negro em um país racista, um processo de dor, de acerto de contas, mas também de redenção, superação e liberdade. Com habilidade incomum para conceber e estruturar personagens e de lidar com as complexidades e pequenas tragédias das relações familiares, Jeferson Tenório se consolida como uma das vozes mais potentes e estilisticamente corajosas da literatura brasileira contemporânea.
   “Não é de graça que Tenório, além de autor premiado, é tão bem acolhido pelo público e pela crítica. Ele não faz turismo, safári social, na desgraça geral do país, não faz da crítica à desigualdade um truque, um atalho apelativo e barato, panfletário, para ter mais aceitação, reconhecimento. Estamos diante de um escritor que, correndo todos os riscos, sabe arquitetar uma boa trama e encantar o leitor. Por muitas vezes durante a leitura eu disse para mim mesmo: como ele consegue construir personagens tão reais e fáceis de serem amados? Eu agradeço, a literatura brasileira agradece.” ― Paulo Scott.
     “Através de um profundo mergulho em seus personagens, ‘O avesso da pele’ consegue abordar as questões centrais da sociedade brasileira. E o mais potente nisso tudo é que, aqui, o real e as reflexões partem sempre de dentro pra fora.” ― Geovani Martins.

Disponível em: <https://www.amazon.com.br/avesso-pele-JefersonTen%C3%B3rio/dp/8535933395>. Acesso em: 03 set. 2023.
Na passagem “Ele não faz turismo, safári social, na desgraça geral do país”, a expressão “safári social” pode ser entendida como
Alternativas
Q2531319 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
O avesso da pele – Jeferson Tenório

    Um romance sobre identidade e as complexas relações raciais, sobre violência e negritude, O avesso da pele é uma obra contundente no panorama da nova ficção literária brasileira. Vencedor do Prêmio Jabuti na categoria “Romance Literário”.
     O avesso da pele é a história de Pedro, que, após a morte do pai, assassinado numa desastrosa abordagem policial, sai em busca de resgatar o passado da família e refazer os caminhos paternos. Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, Jeferson Tenório traz à superfície um país marcado pelo racismo e por um sistema educacional falido, e um denso relato sobre as relações entre pais e filhos.
    O que está em jogo é a vida de um homem abalado pelas inevitáveis fraturas existenciais da sua condição de negro em um país racista, um processo de dor, de acerto de contas, mas também de redenção, superação e liberdade. Com habilidade incomum para conceber e estruturar personagens e de lidar com as complexidades e pequenas tragédias das relações familiares, Jeferson Tenório se consolida como uma das vozes mais potentes e estilisticamente corajosas da literatura brasileira contemporânea.
   “Não é de graça que Tenório, além de autor premiado, é tão bem acolhido pelo público e pela crítica. Ele não faz turismo, safári social, na desgraça geral do país, não faz da crítica à desigualdade um truque, um atalho apelativo e barato, panfletário, para ter mais aceitação, reconhecimento. Estamos diante de um escritor que, correndo todos os riscos, sabe arquitetar uma boa trama e encantar o leitor. Por muitas vezes durante a leitura eu disse para mim mesmo: como ele consegue construir personagens tão reais e fáceis de serem amados? Eu agradeço, a literatura brasileira agradece.” ― Paulo Scott.
     “Através de um profundo mergulho em seus personagens, ‘O avesso da pele’ consegue abordar as questões centrais da sociedade brasileira. E o mais potente nisso tudo é que, aqui, o real e as reflexões partem sempre de dentro pra fora.” ― Geovani Martins.

Disponível em: <https://www.amazon.com.br/avesso-pele-JefersonTen%C3%B3rio/dp/8535933395>. Acesso em: 03 set. 2023.
O texto é uma resenha do livro O avesso da pele, escrita por Jeferson Tenório. O gênero resenha tem por intuito apresentar, descrever, avaliar e recomendar (ou não) a leitura de uma obra. Com base nestas informações, é possível afirmar que o trecho “Com uma narrativa sensível e por vezes brutal, Jeferson Tenório traz à superfície um país marcado pelo racismo e por um sistema educacional falido, e um denso relato sobre as relações entre pais e filhos” se configura enquanto uma
Alternativas
Q2531317 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão. 


Texto 2




Disponível em: <https://twitter.com/mdassisonline/status/1696920653394329633?t=YkA1e IlSAg6PDXGHhuycKw&s=08>. Acesso em: 03 set. 2023.

Na descrição do produto anunciado, “Bromil”, é possível reconhecer a escrita na variedade
Alternativas
Q2531316 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão. 


Texto 2




Disponível em: <https://twitter.com/mdassisonline/status/1696920653394329633?t=YkA1e IlSAg6PDXGHhuycKw&s=08>. Acesso em: 03 set. 2023.

O texto em questão é um tweet, um gênero próprio da esfera digital, publicado na plataforma X (antigo Twitter). O responsável pela conta “Machado de Assis Online” (@mdeassisonline) chama de “publi” o anúncio de uma medicação contra bronquite estrelada pelo poeta brasileiro Olavo Bilac. A partir destas informações, o tweet
Alternativas
Q2531014 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



Sobre a interpretação do Texto, depreende-se que:

I- A pílula será mais rápida, além de possibilitar respostas muito melhores;
II- A pílula, diferentemente dos antidepressivos disponíveis atualmente, leva de duas a três semanas para fazer efeito;
III- Perda do apetite, do sono e da concentração são sintomas causados pela depressão pós-parto.

Dos itens acima:
Alternativas
Q2530925 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Na rota do hidrogênio sustentável

O Brasil está entre os países mais bem posicionados para a produção em larga escala de hidrogênio de baixa emissão de carbono, combustível com alto poder calorífico apontado como importante vetor para a transição energética. O país tem potencial técnico para gerar 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo por volta de 90% desse volume com uso de energias renováveis. Os dados integram o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).
O estudo identifica diversas fontes e rotas tecnológicas para a produção de hidrogênio de baixo carbono, considerado por muitos especialistas o combustível do futuro, por sua capacidade de auxiliar na descarbonização do planeta. É esperado que ele venha a substituir o uso de combustíveis fósseis em setores da economia como o de transportes e de indústrias intensivas em energia (siderúrgicas, metalúrgicas e cimenteiras). Os combustíveis fósseis são responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa (GEE), associados ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
Hidrogênio de baixa emissão de carbono é a nova terminologia empregada pela Agência Internacional de Energia (IEA) para designar o hidrogênio (H2) produzido por diferentes rotas com emissão nula ou reduzida de dióxido de carbono (CO2). Integram esse grupo o hidrogênio produzido a partir da reforma do etanol e de outros biocombustíveis ou biomassas (resíduos agrícolas ou florestais); o hidrogênio gerado a partir da eletrólise da água com uso de fontes renováveis (eólica, solar, hidráulica) ou de energia nuclear; o hidrogênio resultante do processo de reforma térmica do gás natural com captura, sequestro e uso de carbono (CCUS); o hidrogênio natural, que pode ser extraído do solo, entre outros.
De acordo com o Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), do governo federal, os projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já anunciados somam cerca de US$ 30 bilhões. Analistas e pesquisadores do setor energético consultados por Pesquisa FAPESP mostram-se otimistas quanto ao protagonismo do país nesse novo mercado. "O Brasil reúne as condições necessárias para ser um dos líderes globais do setor", avalia o especialista em energias renováveis Ricardo Ruther, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de uma recém-inaugurada usina experimental de produção de hidrogênio verde (H2V) − o produzido por meio da eletrólise da água − da instituição.
"Temos abundância de fontes renováveis de energia eólica e solar, essenciais para a produção de hidrogênio sustentável; um mercado organizado, competitivo e dinâmico de geração de energia elétrica por fontes renováveis; um parque industrial que pode absorver a produção em larga escala de hidrogênio; e relativa proximidade com o mercado europeu, para onde o combustível será exportado", afirma.
A atenção que se dá ao hidrogênio combustível se explica pelo fato de seu poder calorífico ser cerca de três vezes superior ao do gás natural, da gasolina ou do diesel. Embora abundante no Universo, o hidrogênio raramente é achado de forma isolada, mas está presente no etanol (C2H6O), no metano (CH4) e em outros combustíveis fósseis, além da água (H2O). Para isolar a molécula de hidrogênio e utilizá-la como energia para mover veículos automotores ou em procedimentos industriais, esses compostos precisam ser submetidos a processos químicos.

Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Na rota do
hidrogênio sustentável. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível
em: https://revistapesquisa.fapesp.br/na-rota-do-hidrogenio-
sustentavel/ Acesso em: 08 nov., 2023.
A partir da leitura atenta de "Na rota do hidrogênio sustentável", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A Universidade Federal de Santa Catariana está confiante na produção de hidrogênio natural.
(__) Embora tenha alto valor calorífico, o hidrogênio é muito raramente encontrado na natureza.
(__) Já há proposições de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono que somam bilhões de reais.
(__) Existem variados tipos de hidrogênio de baixa emissão. O que os diferencia entre si é a forma como são os meios de distribuição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q2530674 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Fome estrutural: uma ameaça cada vez mais presente

    Em 2019, 47,7 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe viviam com fome, o equivalente a 7,4% da população. Até 2030, de acordo com a FAO, organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura, a fome poderá afetar 67 milhões de pessoas em nosso continente. Com a pandemia, a fome estrutural (ou fome crônica) aumentou 5 vezes em todo o mundo. [...].
    Esse tipo de fome está conectada com a pobreza e a extrema pobreza, já que as pessoas simplesmente não têm dinheiro suficiente para comer, ter acesso a água potável ou cuidados com a saúde. [...].
    No final de 2020, organizações alertaram que mais de 120 milhões de pessoas poderiam ser colocadas em situação de insegurança alimentar, consequência direta da conjuntura social e econômica causada pela pandemia. Dentre os países com maior índice de fome estão Brasil, Índia e África do Sul. [...].
    A fome estrutural também pode ser chamada de insegurança alimentar grave. [...]. Mas também há preocupação com as inseguranças alimentares leves e moderadas, especialmente em momentos de maiores instabilidades econômicas e sociais – caso da pandemia.
     A insegurança leve acontece quando a família não tem certeza se terá acesso a alimentos no futuro, e quando a qualidade da comida já é ruim. Nesses casos, os moradores precisam elencar estratégias para terem uma quantidade mínima de alimentos disponíveis, como por exemplo trocar um alimento por outro mais barato.
    Já a insegurança moderada surge quando os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos, com menos comida armazenada do que o necessário.
    De acordo com o IBGE, a insegurança alimentar grave no Brasil é registrada principalmente em áreas rurais: 23,3% da população urbana passa fome, enquanto 40,1% da população rural atravessa a mesma situação.
     Os dados mostram que, em setembro de 2020, 10,3 milhões de brasileiros passavam fome, com um aumento de 3 milhões de pessoas sem acesso normal a refeições em 5 anos. [...].

Disponível em: <https://www.childfundbrasil.org.br/blog/fome-estruturalo-que-e>. Acesso em: 01 abr. 2023.
Os índices de fome estrutural no Brasil evidenciam
Alternativas
Q2530672 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Fome estrutural: uma ameaça cada vez mais presente

    Em 2019, 47,7 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe viviam com fome, o equivalente a 7,4% da população. Até 2030, de acordo com a FAO, organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura, a fome poderá afetar 67 milhões de pessoas em nosso continente. Com a pandemia, a fome estrutural (ou fome crônica) aumentou 5 vezes em todo o mundo. [...].
    Esse tipo de fome está conectada com a pobreza e a extrema pobreza, já que as pessoas simplesmente não têm dinheiro suficiente para comer, ter acesso a água potável ou cuidados com a saúde. [...].
    No final de 2020, organizações alertaram que mais de 120 milhões de pessoas poderiam ser colocadas em situação de insegurança alimentar, consequência direta da conjuntura social e econômica causada pela pandemia. Dentre os países com maior índice de fome estão Brasil, Índia e África do Sul. [...].
    A fome estrutural também pode ser chamada de insegurança alimentar grave. [...]. Mas também há preocupação com as inseguranças alimentares leves e moderadas, especialmente em momentos de maiores instabilidades econômicas e sociais – caso da pandemia.
     A insegurança leve acontece quando a família não tem certeza se terá acesso a alimentos no futuro, e quando a qualidade da comida já é ruim. Nesses casos, os moradores precisam elencar estratégias para terem uma quantidade mínima de alimentos disponíveis, como por exemplo trocar um alimento por outro mais barato.
    Já a insegurança moderada surge quando os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos, com menos comida armazenada do que o necessário.
    De acordo com o IBGE, a insegurança alimentar grave no Brasil é registrada principalmente em áreas rurais: 23,3% da população urbana passa fome, enquanto 40,1% da população rural atravessa a mesma situação.
     Os dados mostram que, em setembro de 2020, 10,3 milhões de brasileiros passavam fome, com um aumento de 3 milhões de pessoas sem acesso normal a refeições em 5 anos. [...].

Disponível em: <https://www.childfundbrasil.org.br/blog/fome-estruturalo-que-e>. Acesso em: 01 abr. 2023.
A insegurança alimentar grave resulta da
Alternativas
Q2530670 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 


Texto 1


Faces da escravidão contemporânea


         Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.

        Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.

          Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.

         Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.

         Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.

          Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.

        Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.


GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea. Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].

Em relação às mulheres resgatadas do trabalho análogo à escravidão, os dados expõem a
Alternativas
Q2530669 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 


Texto 1


Faces da escravidão contemporânea


         Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.

        Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.

          Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.

         Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.

         Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.

          Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.

        Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.


GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea. Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].

O projeto argumentativo do texto é desenvolvido a partir da
Alternativas
Q2530611 Português

Charge para responder à questão. Leia-a atentamente.




(Disponível em: https//emtempo.com.br/charges/81247/charge-do-em-tempo. Acesso em: 30/09/2023.)

As charges retratam temas da atualidade, com a capacidade de transmitir informações com poucas palavras. Nesta charge há uma crítica quanto
I. ao uso excessivo do celular pelas crianças.
II. à quantidade de crianças que as famílias possuem atualmente.
III. à falta de diálogo nas famílias.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2529894 Português
Leia o seguinte trecho:
“Na penumbra da noite, o vento uivava de forma melancólica, e a solidão do protagonista era palpável. Ele buscava se recuperar do que tinha ocorrido.”
Qual era o sentimento predominante da história?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q2529865 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.

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Também de acordo com o texto, a ação da deputada se deveu ao fato de
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Bagre - PA
Q2529864 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.

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De acordo com o texto, Filó foi devolvida a Agenor para
Alternativas
Q2521512 Português
Existe, entre colchetes, um morfema corretamente identificado em
Alternativas
Q2521505 Português

       

A matriz de referência de língua portuguesa do SAEB no ensino fundamental apresenta seis tópicos e seus respectivos descritores. Nesse sentido, atente para as seguintes afirmações:

I. Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros é um descritor do tópico Relações entre recursos expressivos e efeitos de sentido.
II. Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa é um descritor do tópico Relação entre textos.
III. O tópico Variação linguística é o que apresenta um maior número de descritores.
IV. Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato e localizar informações explícitas em um texto são descritores do tópico Procedimentos de leitura.

Está correto o que se afirma somente em
Alternativas
Q2515803 Português
BH em Pauta: Descarte de resíduos sólidos é tema de blitz


Com o objetivo de orientar o cidadão a colaborar para uma cidade mais limpa e organizada e de reduzir o descarte incorreto de resíduos sólidos, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) realiza, três vezes por semana, blitz educativas em vias de trânsito de circulação de transportadores de resíduos sólidos, como caminhões e carroças. O trabalho é executado e coordenado pela Secretaria Municipal Adjunta de Fiscalização e conta com as parcerias da Guarda Municipal e da Polícia Militar Ambiental.

Durante a blitz, o fiscal explica sobre a importância do correto descarte de resíduos e os problemas que a deposição clandestina pode causar ao meio ambiente e à cidade. Além disso, é verificado se o veículo, a caçamba e a empresa possuem licença de autorização da PBH, o tipo de resíduo sólido que está transportando, se o material está devidamente coberto por lona para impedir a queda do resíduo sólido nas vias públicas e se o veículo está no trajeto de destinação de despejo.

Transportador de resíduos, Aloísio Machado Matos foi abordado pela operação e já tinha todos os documentos em mãos. “Tráfego por aqui várias vezes na semana e mantenho sempre a documentação em dia. Procuro fazer o correto, pensando na preservação do meio ambiente”, relatou. Valdemar Quintas trabalha em uma empresa prestadora de serviço para a PBH e conta que nesses dois anos tem aprendido bastante. “Acho muito importante esse tipo de blitz, pois ajuda a conscientizar as pessoas sobre o seu papel de cidadão participativo”, frisou.

Coordenadora do trabalho e fiscal, Beatriz Campos explica que jogar lixo e entulho em áreas públicas, privadas e sem autorização, é crime, conforme prevê as legislações municipais 8.616/2003, 10.522/2012 e 10.534/2012. “É importante lembrar que os bota-foras causam degradação ambiental e assoreamento de cursos d’água. Além disso, os materiais podem acumular água e se tornar criadouros dos vetores de enfermidades”. [...] Ela acrescentou ainda que, para a eliminação dos bota-foras clandestinos, a colaboração da população é fundamental. “O cidadão ou empresa deve contratar somente serviços licenciados pela Prefeitura e exigir o seu comprovante de despejo para garantir que o resíduo teve a destinação ambientalmente correta”, alertou.


Disponível em: https://prefeitura.pbh.gov.br/noticias/bh-em-pauta-descarte-de-residuos-solidos-e-tema-de-blitz Acesso em: 12 de abril de 2023.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que as blitz educativas:
Alternativas
Respostas
13141: A
13142: D
13143: C
13144: D
13145: C
13146: B
13147: A
13148: B
13149: D
13150: C
13151: B
13152: D
13153: B
13154: C
13155: C
13156: D
13157: A
13158: A
13159: D
13160: B