Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto para o item.

Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
O texto permite concluir que o processo de regulamentação profissional dos técnicos industriais, como devido reconhecimento da sanção presidencial, durou aproximadamente cinco décadas.
— Onde está a bendita chave de fenda?
Ele pode estar fazendo uma crítica

Pode-se concluir dessa placa que
I. A definição de IMI5ª refere-se a uma síndrome que atinge somente os homens.
II. Pode-se dizer que o autor fez uso direto de ironia em várias passagens para construir seu texto.
III. Para tentar conferir veracidade ao que apresenta, o autor pretende apresentar opiniões de especialistas de outros países.
Quais estão corretas?
Leia o texto para responder à pergunta.
A apaixonante experiência da leitura
Por maiores que sejam os avanços da informática e os recursos das telecomunicações, o livro jamais perderá sua importância, como uma das maiores e mais extraordinárias invenções do homem. Nele, resume-se toda a trajetória da espécie humana, dos povos da antiguidade ao mundo contemporâneo, das grandes navegações à era espacial. Se os computadores tornam mais fácil a pesquisa e mais rápida a aquisição do conhecimento, nada substitui o prazer de ler um livro, de folhear suas páginas, de “curtir” a beleza da capa, de sentir, até, o cheiro da tinta e a textura do papel. Com uma grande vantagem, como observa o humorista Millôr Fernandes: “livro não enguiça”...
(Parte do prefácio do livro Assis, Machado, 1839-1908. Conto de escola e outras histórias curtas / Machado de Assis. –
2. ed. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2008. 115 p. (Série Prazer de ler ; n. 2), por Edmílson
Caminha, adaptado para essa prova.
https://www.google.com/search?q=MINI+CONTOS+MACHADO+DE+ASSIS&rlz=1C1GCEA_enBR861BR862&oq
=MINI+CONTOS+MACHADO+DE+ASSIS&gs_lcrp. Acesso em 16/Out/2023
Leia o texto para responder à pergunta.
Contém glúten
Diversos produtos alimentícios, principalmente salgadinhos e massas, apresentam no verso de suas embalagens o seguinte aviso: “Contém glúten”. Mas o que isso significa? Será que o glúten é tão perigoso assim?
O glúten é uma proteína presente no trigo e seus derivados. É importante na fabricação de pães, pois é a proteína que dá liga à massa, além de ajudar o pão a crescer. A farinha de trigo é a maior fonte de glúten para a nossa alimentação.
O fato de a embalagem de um produto alertar o consumidor sobre a presença ou não de glúten está ligado à doença celíaca. Os celíacos não produzem a peptidase, enzima responsável pela “quebra” do glúten. Assim, quando as pessoas com essa doença ingerem a proteína, as vilosidades do intestino delgado, que absorvem os nutrientes da alimentação se enfraquecem.
O enfraquecimento dessas vilosidades provoca irritabilidade, barriga dilatada, diarreia, anemia crônica, além de o doente perder bastante peso. Em razão dessa situação, foi aprovada no Brasil, em 1992, uma lei que obriga as empresas fabricantes de produtos que contêm glúten, a especificar em suas embalagens a presença da proteína.
(DANTAS, Tiago. "Contém Glúten"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude/contem-
gluten.htm. Acesso em 16/Out/2023)
Leia o texto para responder à pergunta.
Contém glúten
Diversos produtos alimentícios, principalmente salgadinhos e massas, apresentam no verso de suas embalagens o seguinte aviso: “Contém glúten”. Mas o que isso significa? Será que o glúten é tão perigoso assim?
O glúten é uma proteína presente no trigo e seus derivados. É importante na fabricação de pães, pois é a proteína que dá liga à massa, além de ajudar o pão a crescer. A farinha de trigo é a maior fonte de glúten para a nossa alimentação.
O fato de a embalagem de um produto alertar o consumidor sobre a presença ou não de glúten está ligado à doença celíaca. Os celíacos não produzem a peptidase, enzima responsável pela “quebra” do glúten. Assim, quando as pessoas com essa doença ingerem a proteína, as vilosidades do intestino delgado, que absorvem os nutrientes da alimentação se enfraquecem.
O enfraquecimento dessas vilosidades provoca irritabilidade, barriga dilatada, diarreia, anemia crônica, além de o doente perder bastante peso. Em razão dessa situação, foi aprovada no Brasil, em 1992, uma lei que obriga as empresas fabricantes de produtos que contêm glúten, a especificar em suas embalagens a presença da proteína.
(DANTAS, Tiago. "Contém Glúten"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude/contem-
gluten.htm. Acesso em 16/Out/2023)
Leia o texto para responder à pergunta.
Soro e vacina: tem diferença?
O soro é um conjunto de anticorpos já prontos, utilizado para combater ou impedir a progressão de uma doença já instalada. Uma pessoa picada por uma jararaca, por exemplo, pode receber soro anti-botrópico. Se o contato for com o vírus da raiva, o soro é o antirrábico.
O Instituto Butantan, em São Paulo, produz soros injetando substâncias, como toxinas animais e vírus inativados, em cavalos. As quantidades são muito pequenas, incapazes de prejudicar o animal. O sistema imunológico do cavalo reconhece estas substâncias como não próprias e gera anticorpos contra elas, que se concentram no sangue do animal. Esse material é coletado, processado, e usado para tratar pessoas que tiverem contato com o agente com o qual o soro foi preparado.
No caso da vacina, o objetivo é a prevenção. Humanos e outros animais recebem uma dose contendo um antígeno, ou seja, um micro-organismo causador de doença, ou parte dele, normalmente inativo ou incapaz de causar a doença. Então, o organismo reconhece o agente como estranho, e o sistema imunológico reage, produzindo anticorpos e desenvolvendo memória contra ele. A memória imunológica faz com que o corpo esteja pronto para se defender se houver um novo contato com o microrganismo causador daquela doença.
(Ana Marisa Chudzinski-Tavassi. Centro de Desenvolvimento e Inovação Instituto Butantan
https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-347/. Acesso em16/Out/2023.)
Leia o texto para responder à pergunta.
Soro e vacina: tem diferença?
O soro é um conjunto de anticorpos já prontos, utilizado para combater ou impedir a progressão de uma doença já instalada. Uma pessoa picada por uma jararaca, por exemplo, pode receber soro anti-botrópico. Se o contato for com o vírus da raiva, o soro é o antirrábico.
O Instituto Butantan, em São Paulo, produz soros injetando substâncias, como toxinas animais e vírus inativados, em cavalos. As quantidades são muito pequenas, incapazes de prejudicar o animal. O sistema imunológico do cavalo reconhece estas substâncias como não próprias e gera anticorpos contra elas, que se concentram no sangue do animal. Esse material é coletado, processado, e usado para tratar pessoas que tiverem contato com o agente com o qual o soro foi preparado.
No caso da vacina, o objetivo é a prevenção. Humanos e outros animais recebem uma dose contendo um antígeno, ou seja, um micro-organismo causador de doença, ou parte dele, normalmente inativo ou incapaz de causar a doença. Então, o organismo reconhece o agente como estranho, e o sistema imunológico reage, produzindo anticorpos e desenvolvendo memória contra ele. A memória imunológica faz com que o corpo esteja pronto para se defender se houver um novo contato com o microrganismo causador daquela doença.
(Ana Marisa Chudzinski-Tavassi. Centro de Desenvolvimento e Inovação Instituto Butantan
https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-347/. Acesso em16/Out/2023.)
Leia o texto para responder à pergunta.
Soro e vacina: tem diferença?
O soro é um conjunto de anticorpos já prontos, utilizado para combater ou impedir a progressão de uma doença já instalada. Uma pessoa picada por uma jararaca, por exemplo, pode receber soro anti-botrópico. Se o contato for com o vírus da raiva, o soro é o antirrábico.
O Instituto Butantan, em São Paulo, produz soros injetando substâncias, como toxinas animais e vírus inativados, em cavalos. As quantidades são muito pequenas, incapazes de prejudicar o animal. O sistema imunológico do cavalo reconhece estas substâncias como não próprias e gera anticorpos contra elas, que se concentram no sangue do animal. Esse material é coletado, processado, e usado para tratar pessoas que tiverem contato com o agente com o qual o soro foi preparado.
No caso da vacina, o objetivo é a prevenção. Humanos e outros animais recebem uma dose contendo um antígeno, ou seja, um micro-organismo causador de doença, ou parte dele, normalmente inativo ou incapaz de causar a doença. Então, o organismo reconhece o agente como estranho, e o sistema imunológico reage, produzindo anticorpos e desenvolvendo memória contra ele. A memória imunológica faz com que o corpo esteja pronto para se defender se houver um novo contato com o microrganismo causador daquela doença.
(Ana Marisa Chudzinski-Tavassi. Centro de Desenvolvimento e Inovação Instituto Butantan
https://chc.org.br/artigo/mundo-de-curiosidades-347/. Acesso em16/Out/2023.)
I. É um texto explicativo sobre como produzir soro em cavalos.
II. É um texto explicativo que diferencia soro de vacina.
III. É um texto que explica qual soro usar, dependendo da situação.
Está(ao) correta(s):
Leia o texto para responder à pergunta.
Conto Familiar
Era um velho que estava na família há noventa e nove anos, há mais tempo que os velhos móveis, há mais tempo até que o velho relógio de pêndulo. Por isso estava ele farto dela, e não o contrário, como poderiam supor. A família o apresentava aos forasteiros, com insopitado orgulho: “Olhem! vocês estão vendo como ‘nós’duramos?!”
Caduco? Qual nada! Tinha lá as suas ideias. Tanto que, numa dessas grandes comemorações domésticas, o pobre velho envenenou o barril de chope.
No entanto, como era obviamente impraticável — a não ser em novelas policiais — deitar veneno nas bebidas engarrafadas, apenas sobreviveram os inveterados bebedores de coca-cola.
— Mas como é possível — lamentava-se agora tardiamente o pobre velho —, como é possível passar o resto da vida com esses? Com gente assim? Porque a coca-cola não é verdadeiramente uma bebida — concluiu ele —, a coca-cola é um estado de espírito…
E, assim pensando, o sábio ancião se envenenou também.
( https://arararevista.com/conto-familiar-mario-quintana/)
Leia o texto para responder à pergunta.
Conto Familiar
Era um velho que estava na família há noventa e nove anos, há mais tempo que os velhos móveis, há mais tempo até que o velho relógio de pêndulo. Por isso estava ele farto dela, e não o contrário, como poderiam supor. A família o apresentava aos forasteiros, com insopitado orgulho: “Olhem! vocês estão vendo como ‘nós’duramos?!”
Caduco? Qual nada! Tinha lá as suas ideias. Tanto que, numa dessas grandes comemorações domésticas, o pobre velho envenenou o barril de chope.
No entanto, como era obviamente impraticável — a não ser em novelas policiais — deitar veneno nas bebidas engarrafadas, apenas sobreviveram os inveterados bebedores de coca-cola.
— Mas como é possível — lamentava-se agora tardiamente o pobre velho —, como é possível passar o resto da vida com esses? Com gente assim? Porque a coca-cola não é verdadeiramente uma bebida — concluiu ele —, a coca-cola é um estado de espírito…
E, assim pensando, o sábio ancião se envenenou também.
( https://arararevista.com/conto-familiar-mario-quintana/)
I. O velho estava farto da família.
II. O velho estava farto dos velhos móveis, do velho relógio de pêndulo.
III. O velho não envenenou a coca-cola, porque também tomava a bebida.
VI. O velho se envenenou, porque não envenenou a coca-cola. Estão corretas:
Leia a tirinha e assinale a alternativa correta.

Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/42271340086/garfield-por-jim-davishttpwwwgarfieldcom. Acesso em 18/01/2023.
( ) Já existiam povos que se organizavam e ocuparam o território com suas culturas próprias desde antes de 1500 e até hoje permanecem. ( ) Os índios se subordinaram de forma pacífica aos colonizadores ao longo de todo processo de ocupação do território brasileiro. ( ) Os europeus trouxeram consigo doenças contagiosas e letais para os indígenas que até então não haviam tido contato com tais enfermidades, doenças como a varíola, o sarampo, a tuberculose, a gripe e a coqueluche. ( ) No processo de expansão da coroa portuguesa no Brasil, alguns indígenas, com a ilusão de que suas vidas, de alguma forma, seriam facilitadas, aliançaram-se aos portugueses, auxiliando até mesmo nas guerras contra outros povos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
"Mulher biônica": sueca recupera sensibilidade com mão robótica controlada pela mente
Houve uma época em que a mão biônica de Luke Skywalker em "Star Wars" parecia uma coisa completamente distante, uma "viagem" mesmo. Mas agora, uma mulher sueca de 50 anos tem pelo menos uma coisa em comum com o Mestre Jedi − ou quase isso.
Karin perdeu a mão direita há mais de 20 anos em um acidente agrícola. Durante essas duas décadas, ela fez uso das próteses tradicionais, mas sempre precisou lidar com a dor fantasma "insuportável" e o desconforto.
Segundo ela, a sensação era de que sua mão estava "constantemente em um moedor de carne, o que causava muito estresse" e que, por isso, "precisava tomar várias doses e diferentes analgésicos".
Ela concordou em fazer parte de um experimento que lhe daria uma mão biônica − e agora é a primeira pessoa no mundo com uma amputação abaixo do cotovelo que consegue conectar com sucesso a prótese com o seu sistema neuro musculoesquelético.
Girar maçanetas, cozinhar e realizar outras atividades cotidianas voltou a fazer parte da vida da sueca. Os engenheiros e médicos responsáveis são do Center for Bionics and Pain Research, uma colaboração multidisciplinar entre diversas organizações internacionais.
O estudo, publicado na Science Robotics, afirma que Karin consegue realizar 80% do que costumava fazer com as duas mãos e ainda sentir algumas sensações no braço artificial.
Para isso, a equipe incorporou um controlador, uma bateria em forma de pulso e um acoplador mecatrônico (um dispositivo usado para transmitir energia) que se conecta à interface neuro musculoesquelética. Eles reorganizaram músculos e nervos que restavam no braço, além de eliminar os neuromas (um dos responsáveis pela dor fantasma quando alguém perde um membro, segundo Max Ortiz Catalan, coautor do estudo e chefe de pesquisa em próteses neurais do Bionics Institute da Austrália).
Para transmitir os sinais do cérebro à mão biônica, enviar os comandos e proporcionar uma sensação de tato, os médicos transferiram um enxerto muscular da perna de Karin para o braço − assim, os nervos puderam se conectar novamente com um alvo natural.
Com um eletrodo nos músculos, um sinal elétrico do cérebro para mão é impulsionado e algoritmos de inteligência artificial dentro da prótese interpretam o comando, permitindo que ela movimente o membro.
Ortiz Catalan disse à CNN que as dores podem ser reduzidas de forma significativa. Para Karin, o nível caiu de 5 para 3, tanto que ela não precisa mais de analgésicos para dormir.
"Ainda estamos longe das mãos de Luke Skywalker", disse Catalan. "E não estamos perto de todas as funções de uma mão biológica, mas definitivamente demos um passo considerável".
Essa é só uma das boas notícias que o CNN Good News traz nesta semana. O programa digital vai ao ar toda sexta-feira, no canal do YouTube da CNN Pop, e fica disponível para rever sempre que quiser dar um respiro na semana.
Parceria com o AdoteViCa
O programa de boas notícias da CNN Brasil conta com cachorrinhos que estão a espera de uma nova família. Todo programa, o "elenco" pode ser adotado no AdoteViCa, um centro que recebe animais resgatados ou em situação de risco de ONGs parceiras.
É possível encontrar todos os bichinhos para adoção na página do Instagram do Adote ViCa, além de informações sobre idade, raça, vacinas e idade.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/tecnologia/mulher-bionica-sueca-recupera-sensibilidade-e-com-mao-robotica-controlada-pela-mente/
