Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4342870 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A progressão das informações, no último parágrafo do texto, permite estabelecer, entre os estudos sobre o degelo e a investigação do desastre, uma relação de: 
Alternativas
Q4342869 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No trecho “as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana” (3º parágrafo), o emprego do termo em destaque contribui para: 
Alternativas
Q4342868 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A ideia central desenvolvida no primeiro parágrafo permite concluir que a reivindicação do ministro nepalês se fundamenta na relação entre:
Alternativas
Q4342850 Português
Em determinado momento, o narrador aproxima a justificativa das autoridades da possível justificativa de qualquer indivíduo que presencia uma situação semelhante. A construção desse raciocínio amplia o alcance da crítica presente no texto porque sugere que:
Alternativas
Q4342849 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Notícia de jornal - Fernando Sabino


Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa − não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15836/noticia-de-jornal

No desenvolvimento do texto, a repetição da informação sobre a causa da morte contribui para a construção de uma crítica social. Considerando o conjunto da narrativa, essa repetição enfatiza principalmente:
Alternativas
Q4342848 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Notícia de jornal - Fernando Sabino


Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa − não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15836/noticia-de-jornal

Ao descrever as diferentes formas pelas quais os passantes poderiam enxergar o homem caído na rua, o narrador constrói uma reflexão sobre a percepção social das pessoas marginalizadas. Nesse contexto, a enumeração de qualificações atribuídas ao homem revela:
Alternativas
Q4342654 Português

Considere a charge a seguir:


Q02.png (360×289)

Disponível em: http://fabianocartunista.blogspot.com.


Acesso em: 15 jul. 2026. É correto afirmar que o texto:

É correto afirmar que o texto:
Alternativas
Q4342653 Português

Considere o quadro a seguir:


Disponível em: https://www.instagram.com/p/DYmNmsLMvcC/. Acesso em: 15 jul. 2026.


Assinale a alternativa correta em relação ao quadro.

Assinale a alternativa correta em relação ao quadro.
Alternativas
Q4342190 Português

Leia o trecho:


"Nem toda informação relevante é imediatamente útil. Em determinadas situações, dados aparentemente secundários tornam-se decisivos quando relacionados a outros elementos do contexto. Uma informação, portanto, não pode ser avaliada apenas pelo que apresenta isoladamente, mas também pelo papel que assume na construção de uma interpretação ou conclusão. Desse modo, aquilo que inicialmente parece acessório pode adquirir importância quando novas relações são estabelecidas."


A partir da leitura e considerando a progressão das ideias no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: Quadrix Órgão: FMJ Prova: Quadrix - 2026 - FMJ - Enfermeiro |
Q4342015 Português
Texto para a questão.


   A história da enfermagem está sendo pesquisada continuamente e tem se concentrado, sobretudo, em eventos e processos importantes relacionados à profissionalização e pouco à práxis de enfermagem. No entanto, a teorização que sustenta a práxis e teve início com a divulgação do Livro de Florence Nightingale, “Notes on Nursing”, como marco histórico, foi desenvolvida em torno de conceitos complexos, transversais e tangenciais como o cuidado e o cuidar, que foram expressos, experienciados e comunicados de diferentes maneiras ao longo do tempo.

  Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.

 Muitas vezes, na prática de enfermagem, é preciso garantir suporte emocional, tranquilidade, delicadeza, amabilidade, simpatia, bom humor e paciência. Nesse contexto, cabe ao enfermeiro atuar na perspectiva das emoções, pois a emocionalidade intensa e o sofrimento são inerentes ao processo saúde‑doença, assim como tal perspectiva é requerida na experiência de cuidar. Desse modo, o cuidado emocional em pediatria ocorre quando há intencionalidade terapêutica na dádiva de afeto no cuidar e na gestão das emoções dos clientes, promovendo um ambiente seguro e afetuoso, bem como estabilidade na relação terapêutica. Esta só é possível quando se está emocionalmente disponível para cuidar.

  Diante dessas ponderações, uma reflexão sobre a evolução do cuidar em enfermagem pediátrica sob a perspectiva das emoções, desde as concepções pioneiras de Florence Nightingale até a atualidade, se faz necessária para melhor compreensão da ligação entre o cuidar e a dimensão emocional em enfermagem, visando às melhores práticas na atenção à saúde das crianças e de suas famílias.


Internet: <scielo.br> (com adaptações).
Ao caracterizar a transformação histórica do cuidado em enfermagem, o texto estabelece uma relação semântica entre a concepção tradicional do cuidado e a sua concepção científica contemporânea. Considerando essa relação, assinale a opção que apresenta a interpretação correta do sentido produzido pela oposição construída no parágrafo “Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.”.  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Quadrix Órgão: FMJ Prova: Quadrix - 2026 - FMJ - Enfermeiro |
Q4342014 Português
Texto para a questão.


   A história da enfermagem está sendo pesquisada continuamente e tem se concentrado, sobretudo, em eventos e processos importantes relacionados à profissionalização e pouco à práxis de enfermagem. No entanto, a teorização que sustenta a práxis e teve início com a divulgação do Livro de Florence Nightingale, “Notes on Nursing”, como marco histórico, foi desenvolvida em torno de conceitos complexos, transversais e tangenciais como o cuidado e o cuidar, que foram expressos, experienciados e comunicados de diferentes maneiras ao longo do tempo.

  Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.

 Muitas vezes, na prática de enfermagem, é preciso garantir suporte emocional, tranquilidade, delicadeza, amabilidade, simpatia, bom humor e paciência. Nesse contexto, cabe ao enfermeiro atuar na perspectiva das emoções, pois a emocionalidade intensa e o sofrimento são inerentes ao processo saúde‑doença, assim como tal perspectiva é requerida na experiência de cuidar. Desse modo, o cuidado emocional em pediatria ocorre quando há intencionalidade terapêutica na dádiva de afeto no cuidar e na gestão das emoções dos clientes, promovendo um ambiente seguro e afetuoso, bem como estabilidade na relação terapêutica. Esta só é possível quando se está emocionalmente disponível para cuidar.

  Diante dessas ponderações, uma reflexão sobre a evolução do cuidar em enfermagem pediátrica sob a perspectiva das emoções, desde as concepções pioneiras de Florence Nightingale até a atualidade, se faz necessária para melhor compreensão da ligação entre o cuidar e a dimensão emocional em enfermagem, visando às melhores práticas na atenção à saúde das crianças e de suas famílias.


Internet: <scielo.br> (com adaptações).
Considerando que o texto seja predominantemente argumentativo, assinale a opção em que os argumentos que sustentam a tese estão corretamente apresentados.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Quadrix Órgão: FMJ Prova: Quadrix - 2026 - FMJ - Enfermeiro |
Q4342013 Português
Texto para a questão.


   A história da enfermagem está sendo pesquisada continuamente e tem se concentrado, sobretudo, em eventos e processos importantes relacionados à profissionalização e pouco à práxis de enfermagem. No entanto, a teorização que sustenta a práxis e teve início com a divulgação do Livro de Florence Nightingale, “Notes on Nursing”, como marco histórico, foi desenvolvida em torno de conceitos complexos, transversais e tangenciais como o cuidado e o cuidar, que foram expressos, experienciados e comunicados de diferentes maneiras ao longo do tempo.

  Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.

 Muitas vezes, na prática de enfermagem, é preciso garantir suporte emocional, tranquilidade, delicadeza, amabilidade, simpatia, bom humor e paciência. Nesse contexto, cabe ao enfermeiro atuar na perspectiva das emoções, pois a emocionalidade intensa e o sofrimento são inerentes ao processo saúde‑doença, assim como tal perspectiva é requerida na experiência de cuidar. Desse modo, o cuidado emocional em pediatria ocorre quando há intencionalidade terapêutica na dádiva de afeto no cuidar e na gestão das emoções dos clientes, promovendo um ambiente seguro e afetuoso, bem como estabilidade na relação terapêutica. Esta só é possível quando se está emocionalmente disponível para cuidar.

  Diante dessas ponderações, uma reflexão sobre a evolução do cuidar em enfermagem pediátrica sob a perspectiva das emoções, desde as concepções pioneiras de Florence Nightingale até a atualidade, se faz necessária para melhor compreensão da ligação entre o cuidar e a dimensão emocional em enfermagem, visando às melhores práticas na atenção à saúde das crianças e de suas famílias.


Internet: <scielo.br> (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta, de forma sintetizada, a ideia central do texto.
Alternativas
Q4341933 Português
Leia o texto e responda a questão:

 Mulheres leem mais, mas homens ainda dominam as listas de mais vendidos

Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres ainda são minoria nas listas de mais vendidos As mulheres representam a maioria dos consumidores de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total, enquanto os homens respondem por apenas 39%. Apesar disso, quando se observam as listas de livros mais vendidos, são os escritores homens que dominam — uma contradição que revela desigualdades enraizadas no mercado editorial e na própria formação cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são direcionados para atividades físicas e de ação, que acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura. Esse condicionamento precoce contribui para que, na vida adulta, muitos homens demonstrem resistência em ingressar no universo da literatura, especialmente no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também associada a questões de masculinidade. Para Pedro Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco estimulados a lidar com seus sentimentos e com histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso gerou uma visão equivocada de que a leitura de romances e ficção seria uma atividade associada ao universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro, sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o diferente", e isso, como se destaca, não tem relação com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar esse cenário. Como as mulheres são o público consumidor predominante, as estratégias de marketing são majoritariamente voltadas para elas, deixando de lado iniciativas que poderiam atrair o público masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros mais utilitários, com temáticas como empreendedorismo, liderança e biografias de grandes empresários. A literatura e a ficção ficam frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e com homens superando o preconceito em relação aos romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a análise, dificilmente se encontra em obras de caráter puramente utilitarista.

(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q4341884 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE

Q1_5.png (447×607)
Q1_5_.png (442×346)

Adaptado de: PAULA, Eduardo Loula Novais de. Reforma Administrativa: novos princípios da Administração Pública. Revista do TCU, n. 146, 2020, p. 45-46. Disponível em: <https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/issue/view/91>. Acesso em: 07 jul. 2026.
Abaixo são feitas algumas afirmações acerca de ideias veiculadas pelo texto.

I - Segundo o texto, o princípio da responsabilidade relaciona-se ao compromisso do agente público com o interesse público e com a relevância da função que exerce.
II - Segundo o texto, a construção de um ambiente de integridade na Administração Pública depende exclusivamente de mecanismos de repressão aos atos de corrupção.
III - Segundo o texto, a ocupação de cargos públicos por influência política fortalece a impessoalidade e privilegia o mérito profissional.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4341834 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bom dia, solidão

-

Que eu sou fã da Tamara Klink não é nenhuma novidade. Como não ser? Corajosa, inteligente, determinada — mas um modelo a não ser seguido: essa coisa de passar oito meses sozinha em um barco, com temperaturas abaixo de zero, isolada no fim do mundo, não é para o nosso bico. Melhor continuar sonhando em ser um BBB, porque Tamara é de outra natureza.

Acabei de ler Bom dia, inverno, o diário de bordo da expedição de Tamara pelo Ártico, durante o período mais hostil da região. Já havia lido Nós, também de sua autoria, e mais uma vez fiquei encantada e apavorada: como é que os pais dela não prendem essa garota ao pé da cama? Tamara é uma profissional da navegação, se prepara obstinadamente e tem a aventura no DNA, mas são muitos os inimigos: as nevascas, as tempestades, os icebergs, os animais selvagens, os enguiços mecânicos, sem falar no próprio corpo, que pode dar defeito de uma hora para outra. Ela ainda não fez 30 anos e enfrenta tudo isso com um prazer desavergonhado e um autocontrole de Buda. Alguém aí deve estar pensando: faltou falar na solidão, pior inimigo de todos.

Essa é a parte em que Tamara brilha ainda mais. A despeito de toda a palpitação que seus relatos provocam, vê-la falar sobre solidão nos acalma. Ela desestigmatiza esse estado que é natural e intrínseco a todos. Sempre defendi a importância de ter amigos íntimos e amores que façam bem à saúde, mas a relação que precisa, mesmo, dar certo, a gente sabe qual é. Se não tolerarmos nossa própria companhia, se não formos capazes de nos entretermos a sós por longos períodos, o resto desanda.

A necessidade de estar com os outros a qualquer custo, para fugir de si, é uma síndrome ainda pouco debatida e que se alimenta da desonestidade social. Casados gastam mais que solteiros, e ter filhos duplica a conta. Apoiados pela religião, nações enchem os cofres tentando nos convencer de que viver sozinho é triste e perigoso. Ora, perigoso é conviver com pessoas falsas, perigoso é se deixar guiar por convenções que nos desviam de nós mesmos. "Estar sozinha diminui as dificuldades, não aumenta". Não sou eu, é a moça do barco que diz, aquela que passava semanas sem ouvir a própria voz, mas que não parava de conversar com seus pensamentos. Em tempos de conexão frenética com desconhecidos pelas redes sociais, em que todos têm um pitaco para dar e uma verdade para vender, você confia que seus pensamentos têm sido, de fato, seus?

Adoro namorar, ser mãe, ser filha e fazer parte de turmas reais (em vez de grupos de WhatsApp), mas eu sei, ninguém me contou: a solidão escolhida é a conexão mais profunda e fértil que se pode ter na vida. Não impede outras, mas as outras serão simulacros se ela não vier primeiro.
No trecho "mas um modelo a não ser seguido", a autora afirma admirar Tamara Klink, mas recusa tomá-la como modelo direto de comportamento. Considerando o contexto, essa aparente contradição revela que a cronista:
Alternativas
Q4341833 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bom dia, solidão

-

Que eu sou fã da Tamara Klink não é nenhuma novidade. Como não ser? Corajosa, inteligente, determinada — mas um modelo a não ser seguido: essa coisa de passar oito meses sozinha em um barco, com temperaturas abaixo de zero, isolada no fim do mundo, não é para o nosso bico. Melhor continuar sonhando em ser um BBB, porque Tamara é de outra natureza.

Acabei de ler Bom dia, inverno, o diário de bordo da expedição de Tamara pelo Ártico, durante o período mais hostil da região. Já havia lido Nós, também de sua autoria, e mais uma vez fiquei encantada e apavorada: como é que os pais dela não prendem essa garota ao pé da cama? Tamara é uma profissional da navegação, se prepara obstinadamente e tem a aventura no DNA, mas são muitos os inimigos: as nevascas, as tempestades, os icebergs, os animais selvagens, os enguiços mecânicos, sem falar no próprio corpo, que pode dar defeito de uma hora para outra. Ela ainda não fez 30 anos e enfrenta tudo isso com um prazer desavergonhado e um autocontrole de Buda. Alguém aí deve estar pensando: faltou falar na solidão, pior inimigo de todos.

Essa é a parte em que Tamara brilha ainda mais. A despeito de toda a palpitação que seus relatos provocam, vê-la falar sobre solidão nos acalma. Ela desestigmatiza esse estado que é natural e intrínseco a todos. Sempre defendi a importância de ter amigos íntimos e amores que façam bem à saúde, mas a relação que precisa, mesmo, dar certo, a gente sabe qual é. Se não tolerarmos nossa própria companhia, se não formos capazes de nos entretermos a sós por longos períodos, o resto desanda.

A necessidade de estar com os outros a qualquer custo, para fugir de si, é uma síndrome ainda pouco debatida e que se alimenta da desonestidade social. Casados gastam mais que solteiros, e ter filhos duplica a conta. Apoiados pela religião, nações enchem os cofres tentando nos convencer de que viver sozinho é triste e perigoso. Ora, perigoso é conviver com pessoas falsas, perigoso é se deixar guiar por convenções que nos desviam de nós mesmos. "Estar sozinha diminui as dificuldades, não aumenta". Não sou eu, é a moça do barco que diz, aquela que passava semanas sem ouvir a própria voz, mas que não parava de conversar com seus pensamentos. Em tempos de conexão frenética com desconhecidos pelas redes sociais, em que todos têm um pitaco para dar e uma verdade para vender, você confia que seus pensamentos têm sido, de fato, seus?

Adoro namorar, ser mãe, ser filha e fazer parte de turmas reais (em vez de grupos de WhatsApp), mas eu sei, ninguém me contou: a solidão escolhida é a conexão mais profunda e fértil que se pode ter na vida. Não impede outras, mas as outras serão simulacros se ela não vier primeiro.
No texto, a admiração da autora por Tamara Klink não se constrói como simples exaltação heroica. Ao longo da crônica, essa admiração é modulada por comentários que aproximam a experiência extrema da navegadora da vida comum do leitor. Nesse movimento argumentativo, a solidão passa a ser compreendida como:
Alternativas
Q4341767 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

A referência aos estados menos populosos, após a apresentação de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, produz no texto o efeito de: 
Alternativas
Q4341766 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

No trecho “Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes” (3º parágrafo), a expressão em destaque contribui para indicar a:
Alternativas
Q4341765 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

A sequência das informações apresentadas nos dois primeiros parágrafos permite concluir que o texto:
Alternativas
Q4341764 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

Ao afirmar que os dados reforçam “a tendência de avanço mais moderado da população brasileira” (2º parágrafo), o texto permite completar corretamente a ideia de que o(a):
Alternativas
Respostas
341: B
342: A
343: A
344: A
345: A
346: C
347: D
348: B
349: C
350: A
351: A
352: E
353: D
354: A
355: D
356: B
357: D
358: A
359: A
360: B