Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de
respondê-la.

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de
respondê-la.

Leia:
Noturno
O mar soprava sinos
os sinos secavam as flores
as flores eram cabeças de santos
Minha memória cheia de palavras
meus pensamentos procurando fantasmas
”meus pesadelos atrasados de muitas noites
De madrugada, meus pensamentos soltos
”voaram como telegramas
e nas janelas acesas toda a noite
o retrato da morta
fez esforços desesperados para fugir
(João Cabral de Melo Neto)
Sobre o poema, é CORRETO afirmar que:
A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Sobre o texto e seu contexto, analise:
I- Assim como as terapias já usadas atualmente, a meditação também pode ser eficaz.
II- O estresse pós-traumático pode ocorrer depois que uma pessoa vive uma experiência traumática.
III- A morte, a violência ou uma agressão sexual são exemplos experiências traumáticas.
Dos itens acima:

Disponível em: <encurtador.com.br/ryCV1>. Acesso em: 23 maio 2019.
A partir da análise dessa propaganda, pode-se inferir que
Cajá-manga / família / humildes / saboneteira / sagradas / tamareira / tempo / __________ / tombadas
Considerando as regras de ordem alfabética, assinale a alternativa que completa corretamente essa sequência.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: https://www.bluebus.com.br/cartunista-andre-dahmer-lanca-charges-em-parceria-com-anistia-internacional/ Acesso em:
10.08.19.
TEXTO 2
O garçom, o cão e os direitos humanos
A cena inusitada se deu em um restaurante. Eu acabara de pedir a conta e, enquanto esperava, fazia anotações em uma caderneta. O garçom, velho conhecido, me pergunta:
– E aí? Preparando uma reportagem?
– Não – eu disse, explicando que estava listando tópicos para um debate sobre direitos humanos para o qual fora convidado.
– Direitos humanos? Sou contra! – exclamou o garçom, com o cenho franzido.
Eu levei um susto. Perguntei a ele como alguém pode ser contra os direitos humanos. E só então percebi o tamanho do mal-entendido:
– Esse pessoal dos direitos humanos vive defendendo os bandidos sem se importar com as pessoas de bem!
A reação amarga e mal-humorada do garçom, sujeito boa-praça e brincalhão, é a prova de um tipo de corrupção que se tornou praga no Brasil: a da linguagem. A expressão "direitos humanos" foi destituída de seu sentido original para virar um aparato, um grupo, uma instituição – uma "coisa" talvez seja a palavra mais adequada – que existe "para ir lá e defender os bandidos".
[...] Eu trabalho com linguagem. Defendê-la contra sua distorção, portanto, é também uma tarefa minha como jornalista.
Imbuído dessa missão, e ciente de que precisava de mais e melhores argumentos para convencer meu amigo garçom de que ele estava sendo enganado pela corrupção da linguagem, peguei meu celular, dei uma busca no Google até achar uma conhecida charge do cartunista André Dahmer. Chamei meu camarada e mostrei o desenho: era um cachorrinho falando para outro simplesmente o seguinte: "sou contra os direitos dos animais!".
– Que cusco burro! – divertiu-se o garçom, de supetão, para depois cair em si e coçar a careca.
Paguei a conta e fui embora feliz de ter ao menos lhe deixado uma pulga atrás da orelha.
Marcelo Canellas. Disponível em: https://diariosm.com.br/cultura/cr%C3%B4nica-o-gar%C3%A7om-o-c%C3%A3o-e-os-direitos-humanos-1.2126493Acesso em: 10.08.19.
Direitos humanos são de todos
[...] Faço um desabafo diante do crescente pensamento que, de forma simplista e perigosa, vem desconsiderando conquistas históricas da humanidade. É comum ouvir que os direitos humanos servem para defender bandidos. Essa falaciosa afirmação, que encontra eco em diversos setores sociais, rasga uma história de luta permanente pela dignidade da pessoa humana, pela proteção dos indivíduos contra regimes autoritários e pela consolidação das liberdades individuais. Os direitos humanos estão presentes no nosso cotidiano, algumas vezes de forma quase imperceptível. Estão na liberdade de ir e vir, na liberdade de expressão e manifestação (assegurando, inclusive, o direito de criticar os próprios direitos humanos) e no direito de eleger representantes políticos. Também ocorrem quando exigimos do poder público bons serviços de saúde, educação e segurança. Manifestam-se no direito ao trabalho, bem como na garantia de lutar contra a intervenção excessiva do Estado nas nossas vidas. Revelam-se no combate às formas de preconceito e no direito à acessibilidade [...]. Eles são amplos, universais e inalienáveis. Os direitos humanos não pertencem a partidos, ideologias ou determinados grupos de pessoas. Portanto não é crível que possamos ser contra essas garantias que foram conquistadas – e continuam sendo! – à custa de muitos esforços individuais e coletivos. A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação, e não da negação, dos direitos humanos. Que construamos uma nova sociedade, mas não esqueçamos das barbáries do passado. E que, também, não façamos tábula rasa da história e das conquistas de toda a humanidade. SANTOS, Luiz Fernando Barbosa dos.
Disponível em: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/03/opiniao/617565- direitos-humanos-sao-de-todos.html Acesso em: 10.08.1
Comparando os textos 1 e 2, assinale a alternativa que apresenta o que é comum nos dois textos.
TEXTO 1
Direitos humanos são de todos
[...] Faço um desabafo diante do crescente pensamento que, de forma simplista e perigosa, vem desconsiderando conquistas históricas da humanidade. É comum ouvir que os direitos humanos servem para defender bandidos. Essa falaciosa afirmação, que encontra eco em diversos setores sociais, rasga uma história de luta permanente pela dignidade da pessoa humana, pela proteção dos indivíduos contra regimes autoritários e pela consolidação das liberdades individuais.
Os direitos humanos estão presentes no nosso cotidiano, algumas vezes de forma quase imperceptível. Estão na liberdade de ir e vir, na liberdade de expressão e manifestação (assegurando, inclusive, o direito de criticar os próprios direitos humanos) e no direito de eleger representantes políticos. Também ocorrem quando exigimos do poder público bons serviços de saúde, educação e segurança. Manifestam-se no direito ao trabalho, bem como na garantia de lutar contra a intervenção excessiva do Estado nas nossas vidas. Revelam-se no combate às formas de preconceito e no direito à acessibilidade [...].
Eles são amplos, universais e inalienáveis. Os direitos humanos não pertencem a partidos, ideologias ou determinados grupos de pessoas. Portanto não é crível que possamos ser contra essas garantias que foram conquistadas – e continuam sendo! – à custa de muitos esforços individuais e coletivos. A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação, e não da negação, dos direitos humanos. Que construamos uma nova sociedade, mas não esqueçamos das barbáries do passado. E que, também, não façamos tábula rasa da história e das conquistas de toda a humanidade.
SANTOS, Luiz Fernando Barbosa dos. Disponível em: https://www.jornaldocomercio. com/_conteudo/2018/03/opiniao/617565-direitos-humanos-sao-de-todos.html Acesso em: 10.08.19.
TEXTO 1
Direitos humanos são de todos
[...] Faço um desabafo diante do crescente pensamento que, de forma simplista e perigosa, vem desconsiderando conquistas históricas da humanidade. É comum ouvir que os direitos humanos servem para defender bandidos. Essa falaciosa afirmação, que encontra eco em diversos setores sociais, rasga uma história de luta permanente pela dignidade da pessoa humana, pela proteção dos indivíduos contra regimes autoritários e pela consolidação das liberdades individuais.
Os direitos humanos estão presentes no nosso cotidiano, algumas vezes de forma quase imperceptível. Estão na liberdade de ir e vir, na liberdade de expressão e manifestação (assegurando, inclusive, o direito de criticar os próprios direitos humanos) e no direito de eleger representantes políticos. Também ocorrem quando exigimos do poder público bons serviços de saúde, educação e segurança. Manifestam-se no direito ao trabalho, bem como na garantia de lutar contra a intervenção excessiva do Estado nas nossas vidas. Revelam-se no combate às formas de preconceito e no direito à acessibilidade [...].
Eles são amplos, universais e inalienáveis. Os direitos humanos não pertencem a partidos, ideologias ou determinados grupos de pessoas. Portanto não é crível que possamos ser contra essas garantias que foram conquistadas – e continuam sendo! – à custa de muitos esforços individuais e coletivos. A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação, e não da negação, dos direitos humanos. Que construamos uma nova sociedade, mas não esqueçamos das barbáries do passado. E que, também, não façamos tábula rasa da história e das conquistas de toda a humanidade.
SANTOS, Luiz Fernando Barbosa dos. Disponível em: https://www.jornaldocomercio. com/_conteudo/2018/03/opiniao/617565-direitos-humanos-sao-de-todos.html Acesso em: 10.08.19.
TEXTO 1
Direitos humanos são de todos
[...] Faço um desabafo diante do crescente pensamento que, de forma simplista e perigosa, vem desconsiderando conquistas históricas da humanidade. É comum ouvir que os direitos humanos servem para defender bandidos. Essa falaciosa afirmação, que encontra eco em diversos setores sociais, rasga uma história de luta permanente pela dignidade da pessoa humana, pela proteção dos indivíduos contra regimes autoritários e pela consolidação das liberdades individuais.
Os direitos humanos estão presentes no nosso cotidiano, algumas vezes de forma quase imperceptível. Estão na liberdade de ir e vir, na liberdade de expressão e manifestação (assegurando, inclusive, o direito de criticar os próprios direitos humanos) e no direito de eleger representantes políticos. Também ocorrem quando exigimos do poder público bons serviços de saúde, educação e segurança. Manifestam-se no direito ao trabalho, bem como na garantia de lutar contra a intervenção excessiva do Estado nas nossas vidas. Revelam-se no combate às formas de preconceito e no direito à acessibilidade [...].
Eles são amplos, universais e inalienáveis. Os direitos humanos não pertencem a partidos, ideologias ou determinados grupos de pessoas. Portanto não é crível que possamos ser contra essas garantias que foram conquistadas – e continuam sendo! – à custa de muitos esforços individuais e coletivos. A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação, e não da negação, dos direitos humanos. Que construamos uma nova sociedade, mas não esqueçamos das barbáries do passado. E que, também, não façamos tábula rasa da história e das conquistas de toda a humanidade.
SANTOS, Luiz Fernando Barbosa dos. Disponível em: https://www.jornaldocomercio. com/_conteudo/2018/03/opiniao/617565-direitos-humanos-sao-de-todos.html Acesso em: 10.08.19.
(Adaptado de: Barbosa, M. (10 out.2019). Criminalização de desastre ambiental avança no Senado. Disponível: https://congressoemfoco.uol.com.br/especial/noticias/criminalizacao-de-desastre-ambiental-avanca-no-senado/. Acesso: 1/11/2019)
Leia as afirmações a seguir:
I. A lei de ecocídio, recentemente aprovada pelo Senado e já em vigor, pune responsáveis por desastres ambientais. II. Os resultados dos desastres de Brumadinho e do Nordeste fizeram com que o Governo Federal tomasse medidas de urgência para mitigar os efeitos ambientais. III. Os desastres ambientais de Brumadinho e de derramamento de óleo no Nordeste provocaram movimentação política para a aprovação de uma lei que puna os responsáveis. IV. Aprovada pela Comissão de Meio Ambiente, o projeto de lei que tipifica o ecocídio inclui penas de reclusão de multas.
Assinale a alternativa que melhor se aplica, de acordo com o texto:
(Adaptado de: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/ educacaoambiental/2019/01/14/educatrilha-na-escola-um-programa-de-educacao-ambiental-envolvendo-areas-protegidas-e-escolas/ Acesso: 1/11/2019)
Leia as afirmações a seguir:
I. As atividades realizadas em projetos escolares sobre o meio ambiente podem contemplar todas as disciplinas de diferentes formas II. Um resultado das visitas guiadas a trilhas em espaços de proteção ambiental é a construção e a manutenção de hortas comunitárias pelos alunos e professores tanto nas escolas quanto em suas comunidades. III. Jogos de perguntas e respostas, dinâmica de grupo e peças de teatro são exemplos de metodologias participativas. IV. A questão quilombola é discutida, assim com a questão da demarcação das reservas indígenas.
Assinale a alternativa que se aplica, de acordo com a leitura do texto:
(Adaptado de: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/ educacaoambiental/2019/01/14/educatrilha-na-escola-um-programa-de-educacao-ambiental-envolvendo-areas-protegidas-e-escolas/ Acesso: 1/11/2019)
Leia as afirmações a seguir:
I. As atividades a serem desenvolvidas nas escolas sobre a preservação da natureza devem ser mais que meras visitas de passeio a áreas de preservação ambiental. II. Políticas de educação ambiental também são construídas a partir de atividades de educação ambiental nas escolas. III. É possível usar a natureza para ensinar aos estudantes a refletir sobre o meio ambiente e participar de ações ambientais. IV. Passeios em áreas de preservação ambiental não deveriam fomentar a reflexão sobre os temas socioambientais, mas sim incentivar a participação escolar em ações de preservação.
De acordo com o texto, se pode inferir que: