Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 53.186 questões

Q1614741 Português
Vigilância em saúde

A Vigilância em Saúde é responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira.

Diante do novo contexto, em que diferentes estratégias e tecnologias são incorporadas às ações de saúde pública, a vigilância em saúde passa a ser entendida como um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde, que visa ao planejamento e à implementação de medidas de saúde pública para a proteção da saúde da população, a prevenção e controle de riscos, agravos e doenças, bem como para a promoção da saúde.

Dentro desse contexto, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), tem a função de coordenar programas de prevenção e controle de doenças transmissíveis de relevância nacional, como Aids, dengue, malária, hepatites virais, doenças imunopreveníveis, leishmaniose, hanseníase e tuberculose e do Programa Nacional de Imunizações (PNI); investigar surtos de doenças; coordenar a rede nacional de laboratórios de saúde pública; gestão de sistemas de informação de mortalidade, agravos de notificação obrigatória e nascidos vivos, realização de inquéritos de fatores de risco, coordenação de doenças e agravos não-transmissíveis e análise de situação de saúde, incluindo investigações e inquéritos sobre fatores de risco de doenças não transmissíveis, entre outras ações. Adaptado.

Disponível em: http://bit.ly/2Gh1imd 
Com base no texto 'Vigilância em saúde', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, a vigilância em saúde pode ser entendida como um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação e disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde. II. São exemplos de doenças transmissíveis de relevância nacional, de acordo com o texto, a Aids, a dengue, a malária, as hepatites virais, as doenças imunopreveníveis, a leishmaniose, a hanseníase e a tuberculose. III. O texto afirma, no último parágrafo, que a realização de inquéritos de fatores de risco e a coordenação de doenças e agravos não-transmissíveis são atividades realizadas exclusivamente pelos agentes do Ministério da Saúde, não havendo, de acordo com o autor, o compartilhamento de atividades ou processos com outros entes públicos nos níveis estadual ou municipal.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614664 Português

“O professor não alfabetiza uma criança sozinho”


    As disputas sobre a melhor maneira de alfabetizar já duram algumas décadas no Brasil. Não é de hoje que um método é posto em cheque, como o caso de Paulo Freire na atual gestão do Ministério da Educação (MEC). De um lado, há quem defenda o foco no ensino das relações entre os sons e as letras. Do outro, estão os partidários de uma abordagem que parta do uso de textos reais para fazer com que as próprias crianças desenvolvam o seu conhecimento sobre a escrita.

    Debatendo suas experiências em sala de aula no 3º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, em São Paulo, as professoras Ticiane Maria de Souza, especialista em Gestão Escolar e docente da Rede Municipal de Sobral, no Ceará, e Mirlene Barcelos, do Núcleo de Alfabetização e Letramento, um projeto da Secretaria de Educação da prefeitura Municipal de Lagoa Santa, concordam que a principal discussão não é o método ideal de alfabetização a ser aplicado, mas, sim, como englobar todos os alunos nesse processo.

    “A preocupação é fazer com que os alunos aprendam de forma lúdica, porque brincando também se aprende, e assim conseguimos atingir a todos”, explica Mirlene. A professora participa de projetos adequados à Base Comum Curricular (BNCC) em que alunos do Ensino Fundamental retomam conteúdos por meio de jogos. É o caso do Alfalendo, em que as crianças expõem trabalhos literários que o professor desenvolve em sala de aula, de leituras escolhidas por elas. Há ainda o Soletrando, em que diferentes escolas da rede competem entre si pelos maiores acertos em Língua Portuguesa.

    Essas experiências lúdicas nas escolas da cidade trazem resultados animadores para a aprendizagem. O Ideb 2017 nos anos iniciais da rede pública de Lagoa Santa atingiu a meta, cresceu e alcançou a nota 6,5, acima da média dos municípios do país, que foi 5,8.

    Para que os bons trabalhos continuem, a professora de Sobral, Ticiane de Souza, vê como imprescindível que as decisões em Educação sejam tomadas em rede. “O professor não alfabetiza sozinho, ele precisa de apoio da gestão da escola e da secretaria de sua rede de ensino”, defende. Nas escolas da cidade do Ceará, os professores fazem a escuta individual dos alunos, diagnosticando o que a criança ainda precisa aprender e como o professor e a coordenação podem intervir, além de visitar as famílias e compartilhar com elas essas avaliações.

    A rede também foca na leitura como gancho para a Alfabetização e o envolvimento subjetivo e familiar dos alunos. “Os pais participam de contação de histórias na escola, os professores fazem cafés e cirandas da leitura, descobrindo o que desperta a curiosidade das crianças”. Essa atuação coletiva faz da cidade o destaque nacional em Educação. Sobral atingiu resultados acima da meta estipulada desde a criação do Ideb, em 2007. De lá para cá, o município cearense se manteve em curva crescente e no Ideb 2017 conseguiu a nota 9,1, quando a meta estabelecida para o ano era 5,6.

    “O método de Alfabetização bom é aquele que o professor conhece, é uma mistura de estratégias diferentes, é o desafio de cativar os alunos, sem deixar ninguém para trás”, afirma Mirlene Barcelos. Segundo a professora, para replicar boas experiências, é preciso dar autonomia ao professor para trabalhar com a sua turma. De acordo com ela, ainda é necessário aproveitar a idade certa da Alfabetização. “Dos 4 aos 6 anos, as crianças aprendem muito”, diz. “Usar essa facilidade a favor do letramento é ideal”.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18211/o-professor-nao-alfabetiza-uma-crianca-sozinho

Um hipônimo da palavra destacada em “o município cearense se manteve em curva crescente e no Ideb 2017” é:
Alternativas
Q1614660 Português

“O professor não alfabetiza uma criança sozinho”


    As disputas sobre a melhor maneira de alfabetizar já duram algumas décadas no Brasil. Não é de hoje que um método é posto em cheque, como o caso de Paulo Freire na atual gestão do Ministério da Educação (MEC). De um lado, há quem defenda o foco no ensino das relações entre os sons e as letras. Do outro, estão os partidários de uma abordagem que parta do uso de textos reais para fazer com que as próprias crianças desenvolvam o seu conhecimento sobre a escrita.

    Debatendo suas experiências em sala de aula no 3º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, em São Paulo, as professoras Ticiane Maria de Souza, especialista em Gestão Escolar e docente da Rede Municipal de Sobral, no Ceará, e Mirlene Barcelos, do Núcleo de Alfabetização e Letramento, um projeto da Secretaria de Educação da prefeitura Municipal de Lagoa Santa, concordam que a principal discussão não é o método ideal de alfabetização a ser aplicado, mas, sim, como englobar todos os alunos nesse processo.

    “A preocupação é fazer com que os alunos aprendam de forma lúdica, porque brincando também se aprende, e assim conseguimos atingir a todos”, explica Mirlene. A professora participa de projetos adequados à Base Comum Curricular (BNCC) em que alunos do Ensino Fundamental retomam conteúdos por meio de jogos. É o caso do Alfalendo, em que as crianças expõem trabalhos literários que o professor desenvolve em sala de aula, de leituras escolhidas por elas. Há ainda o Soletrando, em que diferentes escolas da rede competem entre si pelos maiores acertos em Língua Portuguesa.

    Essas experiências lúdicas nas escolas da cidade trazem resultados animadores para a aprendizagem. O Ideb 2017 nos anos iniciais da rede pública de Lagoa Santa atingiu a meta, cresceu e alcançou a nota 6,5, acima da média dos municípios do país, que foi 5,8.

    Para que os bons trabalhos continuem, a professora de Sobral, Ticiane de Souza, vê como imprescindível que as decisões em Educação sejam tomadas em rede. “O professor não alfabetiza sozinho, ele precisa de apoio da gestão da escola e da secretaria de sua rede de ensino”, defende. Nas escolas da cidade do Ceará, os professores fazem a escuta individual dos alunos, diagnosticando o que a criança ainda precisa aprender e como o professor e a coordenação podem intervir, além de visitar as famílias e compartilhar com elas essas avaliações.

    A rede também foca na leitura como gancho para a Alfabetização e o envolvimento subjetivo e familiar dos alunos. “Os pais participam de contação de histórias na escola, os professores fazem cafés e cirandas da leitura, descobrindo o que desperta a curiosidade das crianças”. Essa atuação coletiva faz da cidade o destaque nacional em Educação. Sobral atingiu resultados acima da meta estipulada desde a criação do Ideb, em 2007. De lá para cá, o município cearense se manteve em curva crescente e no Ideb 2017 conseguiu a nota 9,1, quando a meta estabelecida para o ano era 5,6.

    “O método de Alfabetização bom é aquele que o professor conhece, é uma mistura de estratégias diferentes, é o desafio de cativar os alunos, sem deixar ninguém para trás”, afirma Mirlene Barcelos. Segundo a professora, para replicar boas experiências, é preciso dar autonomia ao professor para trabalhar com a sua turma. De acordo com ela, ainda é necessário aproveitar a idade certa da Alfabetização. “Dos 4 aos 6 anos, as crianças aprendem muito”, diz. “Usar essa facilidade a favor do letramento é ideal”.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18211/o-professor-nao-alfabetiza-uma-crianca-sozinho

Com relação aos preceitos sobre ética profissional que os professores devem exercer, as formas de alfabetizar apontadas no texto, são:
Alternativas
Q1614657 Português

“O professor não alfabetiza uma criança sozinho”


    As disputas sobre a melhor maneira de alfabetizar já duram algumas décadas no Brasil. Não é de hoje que um método é posto em cheque, como o caso de Paulo Freire na atual gestão do Ministério da Educação (MEC). De um lado, há quem defenda o foco no ensino das relações entre os sons e as letras. Do outro, estão os partidários de uma abordagem que parta do uso de textos reais para fazer com que as próprias crianças desenvolvam o seu conhecimento sobre a escrita.

    Debatendo suas experiências em sala de aula no 3º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, em São Paulo, as professoras Ticiane Maria de Souza, especialista em Gestão Escolar e docente da Rede Municipal de Sobral, no Ceará, e Mirlene Barcelos, do Núcleo de Alfabetização e Letramento, um projeto da Secretaria de Educação da prefeitura Municipal de Lagoa Santa, concordam que a principal discussão não é o método ideal de alfabetização a ser aplicado, mas, sim, como englobar todos os alunos nesse processo.

    “A preocupação é fazer com que os alunos aprendam de forma lúdica, porque brincando também se aprende, e assim conseguimos atingir a todos”, explica Mirlene. A professora participa de projetos adequados à Base Comum Curricular (BNCC) em que alunos do Ensino Fundamental retomam conteúdos por meio de jogos. É o caso do Alfalendo, em que as crianças expõem trabalhos literários que o professor desenvolve em sala de aula, de leituras escolhidas por elas. Há ainda o Soletrando, em que diferentes escolas da rede competem entre si pelos maiores acertos em Língua Portuguesa.

    Essas experiências lúdicas nas escolas da cidade trazem resultados animadores para a aprendizagem. O Ideb 2017 nos anos iniciais da rede pública de Lagoa Santa atingiu a meta, cresceu e alcançou a nota 6,5, acima da média dos municípios do país, que foi 5,8.

    Para que os bons trabalhos continuem, a professora de Sobral, Ticiane de Souza, vê como imprescindível que as decisões em Educação sejam tomadas em rede. “O professor não alfabetiza sozinho, ele precisa de apoio da gestão da escola e da secretaria de sua rede de ensino”, defende. Nas escolas da cidade do Ceará, os professores fazem a escuta individual dos alunos, diagnosticando o que a criança ainda precisa aprender e como o professor e a coordenação podem intervir, além de visitar as famílias e compartilhar com elas essas avaliações.

    A rede também foca na leitura como gancho para a Alfabetização e o envolvimento subjetivo e familiar dos alunos. “Os pais participam de contação de histórias na escola, os professores fazem cafés e cirandas da leitura, descobrindo o que desperta a curiosidade das crianças”. Essa atuação coletiva faz da cidade o destaque nacional em Educação. Sobral atingiu resultados acima da meta estipulada desde a criação do Ideb, em 2007. De lá para cá, o município cearense se manteve em curva crescente e no Ideb 2017 conseguiu a nota 9,1, quando a meta estabelecida para o ano era 5,6.

    “O método de Alfabetização bom é aquele que o professor conhece, é uma mistura de estratégias diferentes, é o desafio de cativar os alunos, sem deixar ninguém para trás”, afirma Mirlene Barcelos. Segundo a professora, para replicar boas experiências, é preciso dar autonomia ao professor para trabalhar com a sua turma. De acordo com ela, ainda é necessário aproveitar a idade certa da Alfabetização. “Dos 4 aos 6 anos, as crianças aprendem muito”, diz. “Usar essa facilidade a favor do letramento é ideal”.

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18211/o-professor-nao-alfabetiza-uma-crianca-sozinho

Uma assertiva incorreta, segundo o texto, a respeito da alfabetização, é a de que:
Alternativas
Q1614075 Português
094 paisagem com remédios

Na Baixada do Glicério um prédio inacabado foi conquistado por sofás velhos, encerados puídos, cachorros e pessoas vira-latas. Muito perto, o entreposto do Inamps bafeja uma fumaça de remédios vencidos. Filas e filas de receitas médicas encardidas, empunhadas as orações. Gosmentos de vergonha das suas sujeiras, os engenheiros cobrem o Tamanduateí com placas de concreto. Deixarão correr uma autoestrada moderníssima por cima. Os meninos vão rachar a cabeça nessas pistas lisinhas. Quem viver verá na TV.
(São Paulo - Brasil - 1993) (Fernando Bonassi. Passaporte. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. p. 94.)

“um prédio inacabado foi conquistado por sofás velhos, encerados puídos, cachorros e pessoas vira-latas” Acerca do trecho acima, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1614033 Português
Comparando o texto 02 ao texto 01, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1614032 Português
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=tirinha+mafalda>. Acesso em: 2 set. 2019.

Sobre o texto 02, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2019 - UFAM - Enfermeiro |
Q1613881 Português

Leia o poema “O apanhador de desperdícios”, de Manoel de Barros:


Imagem associada para resolução da questão

Imagem associada para resolução da questão



Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre o texto:


I. O poeta não se sente à vontade no mundo contemporâneo, repleto de tecnologia.


II. O poeta considera que a Ciência é um valor maior que a Natureza,lastimando não poder entendê-la.


III. O poeta, por não se integrar ao mundo, se sente desprezível, daí se comparar às moscas.


IV. A poesia é uma linguagem que usa as palavras do cotidiano, mas sem a finalidade de informar.


V. No verso 25 (“Só uso a palavra para compor meus silêncios”) observa-se a figura de linguagem conhecida como paradoxo.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1613862 Português

Analise os textos a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y4uwaymm>. Acesso em: 17 jul. 2019.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y4rvzcr2>. Acesso em: 17 jul. 2019.


Quanto ao gênero de ambos os textos, analise as afirmativas a seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) O texto I objetiva instruir o leitor, por meio de argumentação detalhada passo a passo, a realizar uma ação.


( ) O texto II intenciona convencer o leitor a consumir o produto que ele anuncia, e a repetição da oração “peça baton” constitui uma estratégia para tal.


( ) Ambos os textos utilizam verbos no imperativo, objetivando estimular uma ação no leitor, no caso do texto I, seguir as etapas de um preparo e, no caso do texto II, adquirir um produto.


( ) É correto afirmar que ambos os textos pertencem ao mesmo gênero textual.



Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1613855 Português

Analise a tirinha a seguir

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y5yrqe79>. Acesso em: 23 jul. 2019.


A respeito da linguagem utilizada nesse texto, é correto afirmar:

Alternativas
Q1613447 Português
Leia o trecho a seguir.
“Além de comemorar sua indicação na categoria de melhor ator por sua atuação na série Chernobyl, Jared Harris falou sobre o que o atraiu para a trágica história, assim como sua opinião sobre as pessoas que usaram o local do desastre para tirar fotos para o Instagram.”
Disponível em: <https://tinyurl.com/y2my2tna>. Acesso em: 18 jul. 2019 (Adaptação).
A respeito do termo destacado, é correto afirmar que se trata de um 
Alternativas
Q1613442 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder.

Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não

Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
Ao realizar a seguinte pergunta retórica: “Porém, fica a pergunta.Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?”, é correto afirmar que o objetivo da autora é
Alternativas
Q1613440 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder.

Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não

Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
Em certos trechos do texto, a autora traz sua experiência como estratégia argumentativa, no intuito de convencer o leitor a respeito de uma ideia. Tal ideia está corretamente resumida em:
Alternativas
Q1613108 Português
A ciência da procrastinação

    A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
    Todo mundo (todo mundo mesmo) já ______________ alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
    A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda ___ pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
    Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
    As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não _________ nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.

https://super.abril.com.br... - adaptado.
A conjunção sublinhada na sentença “Embora ela tenha me deixado, mantenho-me feliz.” pode ser substituída, sem alteração de sentido ou incorreção gramatical, pela seguinte conjunção:
Alternativas
Q1613100 Português
A ciência da procrastinação

    A briga do ser humano com prazos é ancestral. Em 800 a.C., o poeta grego Hesíodo achou importante registrar que não se deve “deixar o trabalho para amanhã e depois de amanhã”, e o senador romano Cícero tachou de “odiosa” a mania de os políticos deixarem tudo para depois. Até hoje é assim.
    Todo mundo (todo mundo mesmo) já ______________ alguma vez. E estudos mostram que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos – um batalhão de 20 milhões de pessoas só no Brasil. A procrastinação é “o atraso intencional e frequente no início ou no término de uma tarefa que causa desconforto subjetivo, como ansiedade ou arrependimento”, de acordo com Joseph Ferrari, professor da Universidade DePaul, de Chicago.
    A origem dessa conduta está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram em momentos distintos da evolução humana. São o córtex pré-frontal, que está ligado à consciência e nos ajuda ___ pensar no futuro, e o sistema límbico, inconsciente, que só quer saber dos prazeres imediatos.
    Emoções e memórias são coordenadas pelo sistema límbico, também chamado de cérebro primitivo. Ele se desenvolveu privilegiando recompensas de curto prazo, como comidas que contêm muita energia – doces e gorduras, por exemplo.
    As recompensas imediatas não são só importantes. São boas. Cada vez que consumimos algo açucarado, uma cascata de dopamina, um dos neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, é lançada no sistema nervoso. Ao receber esse reforço da dopamina, nosso cérebro foi sendo “ensinado” a favorecer as recompensas de curto prazo. Ações de longo prazo, como estocar comida para o inverno, não _________ nenhuma gota de dopamina no cérebro. Por isso são chatas – não dão prazer.

https://super.abril.com.br... - adaptado.

Considerando-se o texto, analisar a sentença abaixo:


A procrastinação na vida humana é algo recente (1ª parte). Não mais que 20% dos adultos no Brasil já deixaram alguma tarefa para fazer mais tarde (2ª parte). A origem da procrastinação está numa batalha interna entre duas áreas cerebrais que se desenvolveram simultaneamente (3ª parte).


A sentença está:

Alternativas
Q1612693 Português
A ampliação do acesso à atenção básica no Brasil pode ser constatada por meio da grande expansão do número de equipes de saúde da família implantadas nos últimos 20 anos, que, segundo dados do Departamento de Atenção Básica, passaram de 2.054 em julho de 1998 para 41.619 em outubro de 2017. Se considerarmos o mesmo critério de que uma equipe é responsável por volta de 3.450 pessoas, a cobertura de pessoas cadastradas pelas unidades participantes da Estratégia de Saúde da Família nesse período passou de 4,4% (sete milhões de brasileiros) para 70% (correspondendo a aproximadamente 143 milhões). Destacam-se os municípios do interior do País, que passaram no mesmo período de 4,4% para 76,5% de cobertura, enquanto as capitais ampliaram de 4,2% para 45,5%. Estas estimativas são consoantes com resultados do inquérito populacional da Pesquisa Nacional de Saúde que em 2013 constatou cobertura da ESF de 56,2%, ano em que estavam implantadas 35 mil ESF no país.
(Pinto, L. F.; Giovanella, L. (2018). Do Programa à Estratégia Saúde da Família: expansão do acesso e redução das internações por condições sensíveis à atenção básica (ICSAB). Ciência & Saúde Coletiva, 23(6), 1903-1914. https://doi.org/10.1590/1413- 81232018236.05592018)
Leia as assertivas abaixo:
I. A quantidade de pessoas atendidas pelo programa Estratégia de Saúde da Família subiu de aproximadamente 2 mil para 40 mil pessoas por mês de 1998 até 2017. II. Cada equipe é responsável por cerca de 3.500 pessoas, de forma que no final dos anos 1990 os 7 milhões de brasileiros cobertos pelo programa eram atendidos por aproximadamente 2 mil equipes de saúde da família. III. Em 2017, cerca de 143 milhões de brasileiros já estavam cadastrados no programa ESF. IV. Apesar do crescimento bastante significativo da atenção à saúde através da ESF, esta cresceu muito mais nas capitais, chegando a uma cobertura de 76,5%.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q1612691 Português

Veja a tabela a seguir:


Participação percentual média das despesas municipais com ações e serviços públicos de saúde segundo o porte populacional municipal – 2002-2010


Imagem associada para resolução da questão


(Costa, N. R. (2016). A Estratégia de Saúde da Família, a atenção

primária e o desafio das metrópoles brasileiras. Ciência & Saúde

Coletiva, 21(5), 1389-1398. https://dx.doi.org/10.1590/1413-

81232015215.24842015)


De acordo com a tabela acima, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1612690 Português

Uma segunda linha argumentativa sobre menor adesão ao programa ESF em grandes centros concluiu que os incentivos federais anteriores à Emenda Constitucional n. 29 (regulamentando que os recursos aplicados nas ações e serviços de saúde não sofressem desvio de finalidade)ainda eram insuficientes, e a necessidade de contrapartida financeira municipal para o custeio da ESF representou um fator de inibição da sua expansão nos grandes municípios. O crescimento da cobertura populacional da ESF dependeria exclusivamente da capacidade econômica do município.


(Costa, N. R. (2016). A Estratégia de Saúde da Família, a atenção primária e o desafio das metrópoles brasileiras. Ciência & Saúde Coletiva, 21(5), 1389-1398. https://dx.doi.org/10.1590/1413- 81232015215.24842015)


De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q1612689 Português
As análises sobre as dificuldades de adesão ao programa Estratégia de Saúde da Família nas grandes cidades e metrópoles se dividiram em três perspectivas. Uma primeira linha de argumento concluiu que nos municípios de grande porte que implantaram a ESF privilegiou-se a focalização nos grupos populacionais vulneráveis e com maior risco social. A focalização respondeu à necessidade de ampliação da oferta de serviços de saúde aos pobres e à especialização da oferta pública em serviços de menor complexidade tecnológica para a estabilização das despesas com saúde.
(Costa, N. R. (2016). A Estratégia de Saúde da Família, a atenção primária e o desafio das metrópoles brasileiras. Ciência & Saúde Coletiva, 21(5), 1389-1398. https://dx.doi.org/10.1590/1413- 81232015215.24842015)
I. A ESF é realizada nos postos das UBS existentes nos municípios mais pobres. II. A Estratégia de Saúde da Família é um programa que tem como objetivo desonerar o SUS dos serviços mais complexos e caros. III. ESF é a sigla de um programa de saúde que se preocupa principalmente com pessoas de baixa renda.
De acordo com a leitura do texto acima, assinale a alternativa que correta:
Alternativas
Q1611835 Português

SOUSA, Cruz e. "Broquéis, Faróis e Últimos sonetos". 2a. ed. reform., São Paulo: Ediouro, 2002. p. 39-40. (Coleção super prestígio).
No texto, o poeta
Alternativas
Respostas
30681: C
30682: B
30683: D
30684: C
30685: B
30686: A
30687: D
30688: A
30689: B
30690: D
30691: A
30692: C
30693: C
30694: B
30695: E
30696: B
30697: C
30698: A
30699: B
30700: D