Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Analise o texto abaixo para responder a próxima questão:
Como incentivar a leitura na sala de aula? 4 dicas!
Aprender a ler é uma das principais conquistas do início da vida. O contato com a literatura favorece todo o desenvolvimento da criança, sendo capaz de melhorar a comunicação, fortalecer os laços afetivos e instigar o raciocínio lógico e a concentração. Saber como incentivar a leitura na sala de aula então é fundamental como exemplo e estímulo para adquirir esse hábito.
Em qualquer momento da vida, ler é prazeroso e educativo. Se para as crianças e adolescentes faz parte das tarefas e da descoberta do mundo, para adultos e idosos pode ser uma bela companhia para relaxar. O importante é que esta atividade nunca desapareça da sua rotina!
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Por que investir na leitura
Ler é uma atividade com múltiplos benefícios: ativa o cérebro, desperta a criatividade, melhora a capacidade de interpretação, traz conhecimento, exercita a memória e trabalha a concentração. Sobretudo para o desenvolvimento infantil, é um exercício completo que ainda proporciona o aumento do vocabulário da criança, facilitando a sua comunicação e diversos outros aprendizados.
A leitura em sala de aula reforça diariamente a aprendizagem, além de ajudar a criar esse hábito. Apesar de o período escolar ser cheio de conteúdos e livros didáticos a serem devorados, é importante estimular a criança a ler nas suas horas vagas assuntos de seu interesse, que lhe tragam prazer, informação e lazer.
Como incentivar a leitura na sala de aula
Talvez um dos grandes desafios de um professor seja saber como incentivar a leitura na sala de aula e fazer uma criança se apaixonar por esse hábito. Não é incomum ouvir que, nessa fase, eles preferem brincar, praticar algum esporte, jogar videogame ou se dedicar a outras atividades.
A leitura em sala de aula pode ser o ponto de partida para adquirir esse hábito, principalmente se dentro de casa não há muitos estímulos. Estar atento aos pequenos costumes faz toda a diferença no resultado final, confira algumas dicas de como incentivar a leitura na sala de aula.
Sinalize a importância da leitura
O passo primordial é demonstrar sempre a importância da leitura como fonte de informação, imaginação, cultura, vocabulário, valores. Incentive o contato e o respeito pelo livro e faça com que este não seja um objeto distante, mas sim parte do seu cotidiano. Essas são boas atividades para incentivar a leitura.
Facilite o acesso às obras
A criação de um espaço lúdico e propício para a leitura, onde os estudantes tenham acesso às unidades literárias, também deve ser uma preocupação da instituição e é também um ponto fundamental de como incentivar a leitura na sala de aula.
Atualmente, isso pode ser facilitado e viabilizado até mesmo pela internet, reduzindo custos de aquisição de material, armazenamento ou problemas como perdas. As bibliotecas digitais permitem que todo o grupo de alunos consiga acessar diversos títulos, sem limitações de tempo ou unidades.
Promova eventos
O teatro, a música, a dança e até a culinária podem ser bons aliados em como incentivar a leitura na sala de aula. Declamar poesias, representar romances ou comédias, testar receitas e diversos outros tipos de apresentações, ajudam a movimentar o ambiente escolar utilizando bases literárias e os talentos de cada um.
Você ainda pode sugerir a criação de um jornal ou revista da turma. Para isso, divida produção do conteúdo entre os alunos e programe um evento para o lançamento.
Diversifique os temas e os gêneros
Muitas crianças não se dedicam a ler as mesmas histórias que os outros colegas, mas gostam de ler enciclopédias, livros sobre animais, mapas ou outras curiosidades. Essa é uma maneira generosa de como incentivar a leitura na sala de aula. O essencial é não deixar que esse prazer seja perdido ou visto como uma obrigação, apresentando diversos gêneros e formas de praticar a leitura até que cada uma encontre a que mais lhe agrada.
Observe a tirinha abaixo e leia as assertivas:

I. O objetivo da tirinha é fazer uma crítica à desigualdade social escancarada no Brasil.
II. Os elementos da materialidade imagética demonstram que a tirinha está contextualizada em uma realidade recente.
III. No último quadrinho, os termos empregados expressam ideia de concessão.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:
Mergulhei numa comprida manhã de inverno. O açude apojado, a roça verde, amarela e vermelha, os caminhos estreitos mudados em riachos, ficaram-me na alma. Depois veio a seca. Árvores pelaram-se, bichos morreram, o sol cresceu, bebeu as águas, e ventos mornos espalharam na terra queimada uma poeira cinzenta. Olhando-me por dentro, percebo com desgosto a segunda paisagem. Devastação, calcinação.
Naquele tempo a escuridão se ia dissipando, vagarosa. Acordei, reuni pedaços de pessoas e de coisas, pedaços de mim mesmo que boiavam no passado confuso, articulei tudo, criei o meu pequeno mundo incongruente. Às vezes as peças se descolocavam — e surgiam estranhas mudanças. Os objetos se tornavam irreconhecíveis, e a humanidade, feita de indivíduos que me atormentavam e indivíduos que não me atormentavam, perdia os característicos.
(Guimarães Rosa. “Infância”. 17ª ed. 1981, p.19-20.)
I. Os elementos da narrativa indicam que se trata de um texto autobiográfico, conferindo-lhe um teor memorialístico.
II. O trecho reuni pedaços de pessoas e de coisas, pedaços de mim mesmo que boiavam no passado confuso apresenta vocábulos que expressam sentido conotativo.
III. No primeiro parágrafo, há destaque para a caracterização da natureza do sertão.
A sequência correta é:
Leia o texto abaixo:
Na mesma velocidade em que as soluções financeiras avançam também surgem ameaças sofisticadas que visam roubar não só o dinheiro como também os dados pessoais dos usuários. E com o PIX não é diferente. Desde que começaram a ser feitos os cadastros das chaves, no último dia 5 de outubro, logo nas primeiras horas, especialistas em segurança da Kaspersky identificaram o registro de 30 domínios fraudulentos com o termo “pix” para captura de dados. Agora já são mais de 100. O rápido interesse dos cibercriminosos não surpreendeu o especialista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil, Fabio Assolini. “Quando o governo federal anunciou o cadastro do auxílio emergencial, no dia 3 de abril, até o dia 8 já tínhamos identificamos 100 domínios falsos”, diz. O registro de um domínio é o primeiro estágio de um golpe.
(Anna França. Revista IstoÉ. “Os riscos da nova
tecnologia”. Adaptado. 30 de outubro de 2020. Edição
nº 2651.)
Com base nas ideias do texto, pode-se afirmar que:
Um ambiente ideal para fazer as refeições é sem dúvida aquele harmônico e tranquilo. O prazer de se sentar à mesa e desfrutar esse momento com a família é tão importante quanto o valor nutricional que a refeição contempla. O estresse gera a liberação de determinados hormônios que em nada ajudam na absorção e assimilação dos nutrientes ingeridos. Alguns estudos mostram que o estresse está diretamente relacionado a riscos cardíacos, dificuldade de concentração, baixa na resistência do organismo, propiciando o aparecimento de outras doenças como asma, alergia e algumas doenças gastrointestinais. Portanto, se você está começando a introdução alimentar do seu bebê, procure ajuda, informação e orientação para não entrar no estresse e acabar desandando o que pode ser uma experiência deliciosa.
(Gabriela Kapim. “O estresse e suas consequências durante a
introdução alimentar”. Adaptado. Revista Isto É. 2021).
De maneira que o trigo que caiu na boa terra, nasceu e frutificou; o trigo que caiu na má terra, não frutificou, mas nasceu; porque a palavra de Deus é tão funda, que nos bons faz muito fruto e é tão eficaz que nos maus ainda que não faça fruto, faz efeito; lançada nos espinhos, não frutificou, mas nasceu até nos espinhos; lançada nas pedras, não frutificou, mas nasceu até nas pedras.
(Pe. Antônio Vieira. “Sermão da Sexagésima”. Pregado na Capela Real, no ano de 1655).
Considerando os termos sublinhados no texto, pode-se afirmar que a construção de sentidos perpassa pelo emprego de:
I. A postura das pessoas não muda entre uma rede social e outra. II. O desenho dos espaços públicos não afeta a interação das pessoas. III. Nos espaços públicos as pessoas criam um senso de pertencimento e de identidade.
Pode-se afirmar que:
I. A tese que a autora defende pode ser identificada na primeira frase do texto. II. Não há, no texto, nenhum argumento convincente que reforce a tese defendida pela autora. III. Na última frase do texto, a autora utiliza um tom de diálogo com o seu interlocutor.
Pode-se afirmar que:
Sertão, argúem te cantô, Eu sempre tenho cantado E ainda cantando tô, Pruquê, meu torrão amado, Munto te prezo, te quero E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá. A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá. (Patativa do Assaré. “Eu e o Sertão”).
I. Com base na linguagem utilizada no poema, o eu lírico se apresenta como falante de uma variedade linguística específica de determinada região brasileira. II. O registro dos termos arguém, Pruquê e decifrá representam e caracterizam a pronúncia do sertanejo e do nordestino. III. O emprego de uma linguagem simples e específica permite uma maior identificação do povo sertanejo com o texto e com a obra do autor.
Pode-se afirmar que: