Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3627728 Português
A palavra "um" pode exercer a função de artigo ou de numeral, dependendo do contexto. A frase que apresenta um numeral cardinal é: 
Alternativas
Q3626985 Português
Assinale a alternativa que identifica corretamente os processos de formação em “aguardente”, “desfazer”, “planalto” e “felizmente”, nessa ordem. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Português |
Q3626545 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global



Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.


Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.


Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.


É muito mais do que os cientistas imaginavam.


Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.


"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey. 


Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal


Animais pouco valorizados 


Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.


Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.


Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.


Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.


Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.


Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.


Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.


Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.


Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.


Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.


As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.


Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.


"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.


"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento


"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante, afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.""Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante, afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey."  

Dependendo do contexto, os vocábulos podem mudar o valor morfológico. Com base nisso, identifique a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função morfológica do termo em destaque no trecho acima.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Português |
Q3626534 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global



Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.


Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.


Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.


É muito mais do que os cientistas imaginavam.


Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.


"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey. 


Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal


Animais pouco valorizados 


Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.


Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.


Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.


Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.


Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.


Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.


Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.


Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.


Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.


Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.


As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.


Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.


"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.


"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento


"Uma nova pesquisa mostra que esses 'heróis anônimos', chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera..."
No que diz respeito às unidades linguísticas presentes no trecho, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Português |
Q3626529 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questão.



Quem Tem Amigo Tem Tudo: A Essência da Boa Saúde Mental



Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de que algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número surpreendente de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível da nossa saúde mental e bem-estar.


E inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e de ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.


Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.


Para além do impacto positivo na saúde e saúde mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os próprios relacionamentos familiares.


Amigos são aqueles que agem como o "grilo falante" do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como bússola moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.


Como Fazer Amigos e Mantê-los 


As relações de amizade não nascem nem florescem sem esforço de cada uma das partes. Eis algumas dicas para fazer novas amizades ou aprofundar as que você já tem.


Esteja preparado para ouvir: Nada tem sido tão difícil nesse mundo dominado pelas plataformas digitais do que parar e ouvir o que o outro tem a dizer e acolher as suas dores e angústias. Estar presente para o seu amigo, mesmo que você não se sinta preparado para responder ao desabafo dele, já é um grande passo e um ato de profunda conexão.


Aja com seu amigo do modo como gostaria que ele agisse com você: Esse é o princípio básico do colocar-se no lugar do outro e da empatia − a base de qualquer relação verdadeira.


Consistência é chave: Relações entre amigos exigem o mesmo cuidado que com plantas e animais. É preciso adubar, regar e dar alimento diariamente. Isso não significa que você precise falar com seus amigos todos os dias, mas que talvez seja necessário se fazer presente de forma consistente na vida deles.


No Dia do Amigo, 20 de julho, gostaria de passar a seguinte mensagem: amizades não se tratam de números, de quem tem mais ou menos, mas de cultivar o cuidado genuíno, de deixar-se ser cuidado pelo outro, abrir-se e estar verdadeiramente aberto para o outro.



https://forbes.com.br/coluna/2025/07/quem-tem-amigo-tem-tudo-a-esse ncia-da-boa-saude-mental/ 

"As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e de ansiedade."

Considerando os elementos linguísticos empregados no trecho, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q3626181 Português
Leia o trecho a seguir.
“A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos (...)” (Linhas 12 e 13).
No trecho acima, as palavras “compostura”, “humildade”, “contenção”, “gestos”, e “palavras” pertencem à mesma classe gramatical. Trata-se de:
Alternativas
Q3626180 Português
Observe o trecho abaixo.
“Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos (...)” (Linhas 33/34).
Com base nesse trecho, assinale a alternativa correta sobre a classificação e a função gramatical das palavras destacadas.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Nova Mutum - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Agente Administrativo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Consultório Dentário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala/Libras | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Contação de História e Teatro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Corte e Costura | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Artes - Artesanato | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Desenho e Grafite | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora de Danças - Gauchescas | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Mato Grossenses | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Danças - Ballet | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Bicicross (BMX) | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Desportivo Nível Médio - Judô | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Inclusão Digital | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Informática | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Oficina Interativa | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Percussão | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Teclado, Piano e Viola Caipira | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico e Ukulele | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico/ Contra-Baixo e Guitarra | SELECON - 2025 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnico em Laboratório |
Q3625931 Português

Leia o texto a seguir:



'Ainda Estou Aqui' é escolhido melhor filme do ano pela crítica internacional


Longa é a primeira produção brasileira a conquistar o prêmio Fipresci



    O longa-metragem "Ainda Estou Aqui" foi eleito o melhor filme do ano pela crítica internacional e recebeu o prestigiado Grand Prix da Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI). Esta é a primeira vez que uma produção brasileira vence o prêmio, concedido por 739 críticos de 75 países.


    Estrelado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro, o filme já havia sido coroado com Oscar na categoria Melhor Filme Internacional, o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Leão de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.


    Inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, a produção retrata a história de Eunice Paiva e sua luta após o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, durante a ditadura militar. A narrativa sensível conquistou público e crítica, acumulando prêmios em dezenas de festivais e premiações ao redor do mundo.


    Responsável por dirigir o longa, Walter Salles receberá o troféu em cerimônia de gala na abertura do Festival de San Sebastian, no dia 19 de setembro.



Fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/2025/09/7122760-ainda-estou-aquie-escolhido-melhor-fi lme-do-ano-pela-critica-internacional.html. Acesso em 02/09/2025 

“Estrelado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro, o filme já havia sido coroado com Oscar na categoria Melhor Filme Internacional [...]” (2º parágrafo). Nesse trecho, os termos destacados são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3624586 Português

Leia o texto abaixo e responda às questão. 


TEXTO I


Reflexões de um burro 


8 de abril


Quinta-feira à tarde, pouco mais de três horas, vi uma coisa tão interessante, que determinei logo de começar por ela esta crônica. Agora, porém, no momento de pegar na pena, receio achar no leitor menor gosto que eu para um espetáculo, que lhe parecerá vulgar, e porventura torpe. Releve-me a impertinência; os gostos não são iguais. 


Entre a grade do jardim da Praça Quinze de novembro e o lugar onde era o antigo passadiço, ao pé dos trilhos de bonds, estava um burro deitado. O lugar não era próprio para remanso de burros, donde concluí que não estaria deitado, mas caído. Instantes depois, vimos (eu ia com um amigo), vimos o burro levantar a cabeça e meio corpo. Os nossos furavam lhe a pele, os olhos meio mortos fechavam-se de quando em quando. O infeliz cabeceava, mas tão frouxamente, que parecia estar próximo do fim.


Diante do animal havia algum capim espalhado e uma lata com água. Logo, não foi abandonado inteiramente; alguma piedade houve no dono ou quem quer que é que o deixou na praça, com essa última refeição à vista. Não foi pequena ação. Se o autor dela é homem que leia crônicas, e acaso ler esta, receba daqui um aperto de mão. O burro não comeu do capim, nem bebeu da água; estava para outros capins e outras águas, em campos mais largos e eternos.


Meia dúzia de curiosos tinham parado ao pé do animal. Um deles, menino de dez anos, empunhava uma vara, e se não sentia o desejo de dar com ela na anca do burro para espertá-lo, então eu não sei conhecer meninos, porque ele não estava do lado do pescoço, mas justamente lado da anca. Diga-se a do verdade; não o fez — ao menos enquanto ali estive, que foram poucos minutos. Esses poucos minutos, porém, valeram por uma hora ou duas. Se há justiça na terra, valerão por um século, tal foi a descoberta que me pareceu fazer, e aqui deixo recomendada aos estudiosos. 


O que me pareceu, é que o burro fazia exame de consciência. Indiferente aos curiosos, como ao capim e à água, tinha no olhar a expressão dos meditativos. Era um trabalho interior e profundo. Este remoque popular: por pensar morreu um burro mostra que o fenômeno foi mal entendido dos que a princípio o viram; o pensamento não é a causa da morte, a morte é que o torna necessário. Quanto à matéria do pensamento, não há dúvida que é o exame da consciência. Agora, qual foi o exame da consciência daquele burro, é o que presumo ter lido no escasso tempo que ali gastei. Sou outro Champollion, porventura maior; não decifrei palavras escritas, más idéias íntimas de criatura que não podia exprimi-las verbalmente.


E diria o burro consigo:


“Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso. Não furtei, não menti, não matei, não caluniei, não ofendi nenhuma pessoa. Em toda a minha vida, se dei três coices, foi o mais, isso mesmo antes de haver aprendido maneiras de cidade e de saber o destino do verdadeiro burro, que é apanhar e calar. Quanto ao zurro, usei dele como linguagem. Ultimamente é que percebi que me não entendiam, e continuei a zurrar por ser costume velho, não com idéia de agravar ninguém. Nunca dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bond, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando a autoridade.


“Passando a ordem mais elevada de ações, não acho em mim a menor lembrança de haver pensado sequer na perturbação da paz pública. Além de ser a minha índole contrária a arruaças, a própria reflexão me diz que, não havendo nenhuma revolução declarando os direitos do burro, tais direitos não existem. Nenhum golpe de Estado foi dado em favor dele; nenhuma coroa os obrigou. Monarquia, democracia, oligarquia, nenhuma forma de governo, teve em conta os interesses dá minha espécie. Qualquer que seja o regímen, ronca o pau. O pau é a minha instituição um pouco temperada pela teima, que é, em resumo, o meu único defeito. Quando não teimava, mordia freio, dando assim um bonito exemplo de submissão e conformidade. Nunca perguntei por sóis nem chuvas; bastava sentir o freguês o tílburi ou o apito do bond, para sair logo. Até aqui os males que não fiz; vejamos os bens que pratiquei.


“A mais de uma aventura amorosa terei servido, levando depressa tílburi e o namorado à casa da namorada — ou simplesmente empacando em lugar onde o moço que ia no bond podia mirar a moça que estava na janela. Não poucos devedores terei conduzido para longe de um credor importuno. Ensinei filosofia a muita gente, esta filosofia que consiste na gravidade do porte e na quietação dos sentidos. Quando algum homem, desses que chamam patuscos, queria fazer rir os amigos, fui sempre em auxílio dele, deixando que me desse tapas e punhadas na cara. Enfim…”


Não percebi o resto, e fui andando, não menos alvoroçado que pesaroso. Contente da descoberta, não podia furtar-me à tristeza de que um burro tão bom pensador ia morrer. A consideração, porém, de que todos os burros devem ter os mesmos dotes principais, fez-me ver que os que ficavam, não seriam menos exemplares que esse. Por que se não investigará mais profundamente o moral do burro? Da abelha já se escreveu que é superior ao homem, e da formiga também, coletivamente falando, isto é, que as suas instituições políticas são superiores às nossas, mais racionais. Por que não sucederá o mesmo ao burro, que é maior? 


Sexta-feira, passando pela Praça Quinze de novembro, achei o animal já morto.


Dois meninos, parados, contemplavam o cadáver, espetáculo repugnante; mas a infância, como a ciência, é curiosa sem asco. De tarde já não havia cadáver nem nada. Assim passam os trabalhos desse mundo. Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite. Já é alguma coisa neste final de século. 



Requiescat in pace.


Machado de Assis – “A Semana” (crônicas 1892-1900) Disponível em: https://revistamacondo.wordpress.com/2012/01/13/cronica-machado-de-assis-reflexoes-de-um-burro/




Releia:

"Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite." (último parágrafo)

No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:  
Alternativas
Q3624582 Português

Leia o texto abaixo e responda às questão. 


TEXTO I


Reflexões de um burro 


8 de abril


Quinta-feira à tarde, pouco mais de três horas, vi uma coisa tão interessante, que determinei logo de começar por ela esta crônica. Agora, porém, no momento de pegar na pena, receio achar no leitor menor gosto que eu para um espetáculo, que lhe parecerá vulgar, e porventura torpe. Releve-me a impertinência; os gostos não são iguais. 


Entre a grade do jardim da Praça Quinze de novembro e o lugar onde era o antigo passadiço, ao pé dos trilhos de bonds, estava um burro deitado. O lugar não era próprio para remanso de burros, donde concluí que não estaria deitado, mas caído. Instantes depois, vimos (eu ia com um amigo), vimos o burro levantar a cabeça e meio corpo. Os nossos furavam lhe a pele, os olhos meio mortos fechavam-se de quando em quando. O infeliz cabeceava, mas tão frouxamente, que parecia estar próximo do fim.


Diante do animal havia algum capim espalhado e uma lata com água. Logo, não foi abandonado inteiramente; alguma piedade houve no dono ou quem quer que é que o deixou na praça, com essa última refeição à vista. Não foi pequena ação. Se o autor dela é homem que leia crônicas, e acaso ler esta, receba daqui um aperto de mão. O burro não comeu do capim, nem bebeu da água; estava para outros capins e outras águas, em campos mais largos e eternos.


Meia dúzia de curiosos tinham parado ao pé do animal. Um deles, menino de dez anos, empunhava uma vara, e se não sentia o desejo de dar com ela na anca do burro para espertá-lo, então eu não sei conhecer meninos, porque ele não estava do lado do pescoço, mas justamente lado da anca. Diga-se a do verdade; não o fez — ao menos enquanto ali estive, que foram poucos minutos. Esses poucos minutos, porém, valeram por uma hora ou duas. Se há justiça na terra, valerão por um século, tal foi a descoberta que me pareceu fazer, e aqui deixo recomendada aos estudiosos. 


O que me pareceu, é que o burro fazia exame de consciência. Indiferente aos curiosos, como ao capim e à água, tinha no olhar a expressão dos meditativos. Era um trabalho interior e profundo. Este remoque popular: por pensar morreu um burro mostra que o fenômeno foi mal entendido dos que a princípio o viram; o pensamento não é a causa da morte, a morte é que o torna necessário. Quanto à matéria do pensamento, não há dúvida que é o exame da consciência. Agora, qual foi o exame da consciência daquele burro, é o que presumo ter lido no escasso tempo que ali gastei. Sou outro Champollion, porventura maior; não decifrei palavras escritas, más idéias íntimas de criatura que não podia exprimi-las verbalmente.


E diria o burro consigo:


“Por mais que vasculhe a consciência, não acho pecado que mereça remorso. Não furtei, não menti, não matei, não caluniei, não ofendi nenhuma pessoa. Em toda a minha vida, se dei três coices, foi o mais, isso mesmo antes de haver aprendido maneiras de cidade e de saber o destino do verdadeiro burro, que é apanhar e calar. Quanto ao zurro, usei dele como linguagem. Ultimamente é que percebi que me não entendiam, e continuei a zurrar por ser costume velho, não com idéia de agravar ninguém. Nunca dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bond, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando a autoridade.


“Passando a ordem mais elevada de ações, não acho em mim a menor lembrança de haver pensado sequer na perturbação da paz pública. Além de ser a minha índole contrária a arruaças, a própria reflexão me diz que, não havendo nenhuma revolução declarando os direitos do burro, tais direitos não existem. Nenhum golpe de Estado foi dado em favor dele; nenhuma coroa os obrigou. Monarquia, democracia, oligarquia, nenhuma forma de governo, teve em conta os interesses dá minha espécie. Qualquer que seja o regímen, ronca o pau. O pau é a minha instituição um pouco temperada pela teima, que é, em resumo, o meu único defeito. Quando não teimava, mordia freio, dando assim um bonito exemplo de submissão e conformidade. Nunca perguntei por sóis nem chuvas; bastava sentir o freguês o tílburi ou o apito do bond, para sair logo. Até aqui os males que não fiz; vejamos os bens que pratiquei.


“A mais de uma aventura amorosa terei servido, levando depressa tílburi e o namorado à casa da namorada — ou simplesmente empacando em lugar onde o moço que ia no bond podia mirar a moça que estava na janela. Não poucos devedores terei conduzido para longe de um credor importuno. Ensinei filosofia a muita gente, esta filosofia que consiste na gravidade do porte e na quietação dos sentidos. Quando algum homem, desses que chamam patuscos, queria fazer rir os amigos, fui sempre em auxílio dele, deixando que me desse tapas e punhadas na cara. Enfim…”


Não percebi o resto, e fui andando, não menos alvoroçado que pesaroso. Contente da descoberta, não podia furtar-me à tristeza de que um burro tão bom pensador ia morrer. A consideração, porém, de que todos os burros devem ter os mesmos dotes principais, fez-me ver que os que ficavam, não seriam menos exemplares que esse. Por que se não investigará mais profundamente o moral do burro? Da abelha já se escreveu que é superior ao homem, e da formiga também, coletivamente falando, isto é, que as suas instituições políticas são superiores às nossas, mais racionais. Por que não sucederá o mesmo ao burro, que é maior? 


Sexta-feira, passando pela Praça Quinze de novembro, achei o animal já morto.


Dois meninos, parados, contemplavam o cadáver, espetáculo repugnante; mas a infância, como a ciência, é curiosa sem asco. De tarde já não havia cadáver nem nada. Assim passam os trabalhos desse mundo. Sem exagerar o mérito do finado, força é dizer que, se ele não inventou a pólvora, também não inventou a dinamite. Já é alguma coisa neste final de século. 



Requiescat in pace.


Machado de Assis – “A Semana” (crônicas 1892-1900) Disponível em: https://revistamacondo.wordpress.com/2012/01/13/cronica-machado-de-assis-reflexoes-de-um-burro/




No trecho: “Nunca  dei com homem no chão. Quando passei do tílburi ao bond, houve algumas vezes homem morto ou pisado na rua, mas a prova de que a culpa não era minha, é que nunca segui o cocheiro na fuga; deixava-me estar aguardando a autoridade.”, as palavras destacadas pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:

Assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q3624548 Português
Cuidado com os especialistas da ciência

        “Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”

        Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que ratificado por experts.

        Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica, quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.

        O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia. Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade duvidosa a falsos especialistas.

        Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido visitado por extraterrestres.

        Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário, ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade. No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.

        Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.

        Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?

        Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.

        Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento. Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.

        A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.

        A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.

(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
O único advérbio destacado que NÃO foi utilizado como um modalizador de opinião se encontra em:
Alternativas
Q3624318 Português

Leia e interprete a tirinha a seguir, para responder à questão: 



Imagem associada para resolução da questão



A qual classe gramatical pertence a palavra “Ufa”? 

Alternativas
Q3623595 Português
Leia o texto a seguir:

Brasil ultrapassa Europa em número de marcas de cerveja

Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento

    O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SindCerv) informou que o Brasil ultrapassou a Europa no ano passado no número de marcas de cerveja registradas.

    De acordo com o levantamento da associação, o gigante sulamericano registrou 55 mil marcas, contra 50 mil dos países da União Europeia.

    Além disso, a pesquisa apontou que o Brasil possui atualmente 1.949 cervejarias em atividade em 790 cidades, ante apenas 40 no início dos anos 2000.

    "As empresas entenderam que o mercado demanda inovação. O resultado é essa explosão de marcas, que geram emprego e presença em todos os estados. Atualmente, há uma cervejaria para cada 109 mil habitantes", afi rmou o presidente do SindCerv, Márcio Maciel, em entrevista ao Poder360.

    O gestor acrescentou que o setor acompanha as tendências globais: as cervejas sem álcool tiveram um salto de 500% na produção em poucos anos, atingindo 757 milhões de litros anuais, enquanto as sem glúten, introduzidas em 2020, devem mais que dobrar de produção. Apesar desse crescimento, questões críticas permanecem.

    "Três grandes grupos industriais respondem por 96% da produção nacional, limitando o espaço competitivo para as cervejarias artesanais", diz Maciel.

    O setor, ressalta o chefe do SindCerv, aguarda a partir de agora a regulamentação da reforma tributária, o que pode impactar a competitividade. "Se o novo imposto não for cuidadosamente calibrado, o impacto será signifi cativo sobre um produto tão popular e sensível ao preço", alertou, pedindo regras alinhadas aos padrões internacionais e alíquotas baseadas no teor alcoólico. (com Ansa)


Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2025/09/1056757-brasil-ultrapassa-europaem-numero-de-marcas-de-cerveja.html. Acesso em 02/09/2025
“Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento”. Se o verbo em destaque estivesse conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, teríamos: 
Alternativas
Q3623384 Português
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classe de palavras dos vocábulos sublinhados no trecho a seguir, retirado do texto:

Todos carregamos coisas mal resolvidas dentro de nós”. 
Alternativas
Q3623381 Português
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os advérbios sublinhados às ideias por eles expressas.


Coluna 1
1. “Talvez eu não estaria aqui escrevendo” (l. 04). 2. “Somos tão cheios de impossibilidades” (l. 12). 3. “flertamos com o que não tem mais vida” (l. 17).

Coluna 2
( ) Tempo. ( ) Intensidade. ( ) Dúvida.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3623020 Português
Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “punhado” (l. 17):

I. Apresenta o mesmo radical que a palavra “punho”. II. Um sinônimo possível para este vocábulo é “porção”. III. É um adjetivo formado a partir do particípio de um verbo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3623018 Português
Analise as assertivas a seguir sobre a palavra “engraçado” (l. 14), assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra foi empregada como um substantivo.
( ) O vocábulo poderia ser substituído por “divertido” sem alteração do sentido original do trecho.
( ) Trata-se de uma palavra formada por derivação prefixal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3623015 Português
Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “despretensioso” (l. 04), assinalando V, verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Considerando o contexto em que ocorre, a palavra poderia ser substituída por “singular” sem causar alterações significativas ao sentido original do texto.
( ) “Despretensioso” é um adjetivo uniforme no que tange à flexão de gênero e foi formado pelo processo de derivação parassintética.
( ) Tanto a palavra “despretensioso” quanto a expressão “coisa rápida” (l. 04) referem-se a “passeio” (l. 04).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
4181: C
4182: B
4183: C
4184: B
4185: A
4186: A
4187: E
4188: C
4189: C
4190: B
4191: A
4192: B
4193: C
4194: C
4195: B
4196: C
4197: B
4198: C
4199: B
4200: C