Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3630751 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.
Assinale a alternativa que contenha somente nomes (substantivos) no feminino.
Alternativas
Q3630685 Português
O método simples que revela se você está envelhecendo bem


Levantar-se de uma cadeira parece uma ação trivial demais para merecer atenção, mas essa simples tarefa revela muito sobre a saúde de uma pessoa. Para avaliar essa capacidade, médicos utilizam o teste de sentar e levantar, que consiste em contar quantas vezes o indivíduo consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos.

Segundo especialistas da área da geriatria, o teste é extremamente útil por fornecer informações sobre força, equilíbrio e flexibilidade. Estudos indicam que ele ajuda a identificar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até aumento na probabilidade de morte.

Para realizar o teste, é necessário apenas uma cadeira com encosto reto e sem braços, além de um cronômetro. A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.

Embora direcionado especialmente a adultos com mais de sessenta anos, o teste também é aplicado a pessoas mais jovens. Instituições de saúde pública divulgaram médias de desempenho por faixa etária. Resultados abaixo desses valores indicam risco de desenvolver problemas de saúde, como quedas.

De maneira geral, adultos entre sessenta e sessenta e quatro anos costumam realizar entre doze e quatorze repetições. Entre os setenta e setenta e nove anos, a média varia de dez a doze repetições, e, a partir dos oitenta e cinco anos, a média cai para cerca de oito movimentos. Já para os que ultrapassam os noventa anos, os resultados são ainda mais baixos, com homens alcançando em torno de sete repetições e mulheres, cerca de quatro. Esses números, no entanto, não consideram aspectos individuais, como histórico de cirurgias ou lesões recentes.

Mesmo entre pessoas jovens e saudáveis, o teste é uma boa maneira de avaliar força e resistência muscular dos membros inferiores. Um estudo realizado com milhares de adultos verificou que, entre jovens na faixa dos vinte anos, a média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os homens e pouco menos que isso para as mulheres — sendo que alguns participantes superaram as setenta repetições. Outro levantamento, feito com voluntários saudáveis, identificou uma forte ligação entre o desempenho no teste e a capacidade aeróbica e de resistência física.

Pontuações mais baixas alertam os profissionais de saúde sobre o estado geral do paciente, indicando maior risco de recuperação lenta após cirurgias ou tratamentos médicos mais intensos. Também sinalizam comprometimento no funcionamento cardíaco e pulmonar, elevando a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, um resultado inferior à média para a faixa etária também representa maior risco de quedas.

O receio de cair afasta muitas pessoas do convívio social e das atividades do dia a dia, criando um ciclo vicioso que compromete a autonomia. Além disso, as quedas podem causar lesões graves, como fraturas no quadril, além de machucados e entorses. Um estudo apontou que uma variação do teste funcionava como indicador de mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos: os que obtiveram as piores pontuações tinham de cinco a seis vezes mais chances de falecer em um período de seis anos do que aqueles com melhor desempenho.

Apesar disso, os especialistas ressaltam que o teste não tem o objetivo de prever a expectativa de vida de ninguém. Os resultados funcionam como sinal de alerta e orientam intervenções para melhorar a qualidade de vida, a independência e o bem-estar da pessoa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpp8pkgp4o.adaptado.
A média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os "homens" e pouco menos que isso para as mulheres.
O diminutivo para o substantivo destacado, de acordo com os padrões da norma culta, é:
Alternativas
Q3630542 Português
O método simples que revela se você está envelhecendo bem


Levantar-se de uma cadeira parece uma ação trivial demais para merecer atenção, mas essa simples tarefa revela muito sobre a saúde de uma pessoa. Para avaliar essa capacidade, médicos utilizam o teste de sentar e levantar, que consiste em contar quantas vezes o indivíduo consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos.

Segundo especialistas da área da geriatria, o teste é extremamente útil por fornecer informações sobre força, equilíbrio e flexibilidade. Estudos indicam que ele ajuda a identificar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até aumento na probabilidade de morte.

Para realizar o teste, é necessário apenas uma cadeira com encosto reto e sem braços, além de um cronômetro. A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.

Embora direcionado especialmente a adultos com mais de sessenta anos, o teste também é aplicado a pessoas mais jovens. Instituições de saúde pública divulgaram médias de desempenho por faixa etária. Resultados abaixo desses valores indicam risco de desenvolver problemas de saúde, como quedas.

De maneira geral, adultos entre sessenta e sessenta e quatro anos costumam realizar entre doze e quatorze repetições. Entre os setenta e setenta e nove anos, a média varia de dez a doze repetições, e, a partir dos oitenta e cinco anos, a média cai para cerca de oito movimentos. Já para os que ultrapassam os noventa anos, os resultados são ainda mais baixos, com homens alcançando em torno de sete repetições e mulheres, cerca de quatro. Esses números, no entanto, não consideram aspectos individuais, como histórico de cirurgias ou lesões recentes.

Mesmo entre pessoas jovens e saudáveis, o teste é uma boa maneira de avaliar força e resistência muscular dos membros inferiores. Um estudo realizado com milhares de adultos verificou que, entre jovens na faixa dos vinte anos, a média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os homens e pouco menos que isso para as mulheres — sendo que alguns participantes superaram as setenta repetições. Outro levantamento, feito com voluntários saudáveis, identificou uma forte ligação entre o desempenho no teste e a capacidade aeróbica e de resistência física.

Pontuações mais baixas alertam os profissionais de saúde sobre o estado geral do paciente, indicando maior risco de recuperação lenta após cirurgias ou tratamentos médicos mais intensos. Também sinalizam comprometimento no funcionamento cardíaco e pulmonar, elevando a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, um resultado inferior à média para a faixa etária também representa maior risco de quedas.

O receio de cair afasta muitas pessoas do convívio social e das atividades do dia a dia, criando um ciclo vicioso que compromete a autonomia. Além disso, as quedas podem causar lesões graves, como fraturas no quadril, além de machucados e entorses. Um estudo apontou que uma variação do teste funcionava como indicador de mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos: os que obtiveram as piores pontuações tinham de cinco a seis vezes mais chances de falecer em um período de seis anos do que aqueles com melhor desempenho.

Apesar disso, os especialistas ressaltam que o teste não tem o objetivo de prever a expectativa de vida de ninguém. Os resultados funcionam como sinal de alerta e orientam intervenções para melhorar a qualidade de vida, a independência e o bem-estar da pessoa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpp8pkgp4o.adaptado.
A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos estejam no masculino ou no feminino.
Alternativas
Q3630493 Português
A correta conjugação verbal é essencial para a normapadrão da Língua Portuguesa, garantindo que o verbo concorde em pessoa, número e tempo com o sujeito da oração.

Analise as alternativas abaixo e assinale aquela em que o verbo está corretamente conjugado de acordo com a norma culta. 
Alternativas
Q3630415 Português
Na análise morfológica da língua portuguesa, cada termo da oração desempenha uma classe gramatical específica. Considere a frase: “Ele correu rapidamente para a escola.”

O vocábulo “rapidamente”, por indicar o modo como a ação foi realizada, classifica-se como:
Alternativas
Q3630317 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe


Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q3629773 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca.
Assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.
Alternativas
Q3629771 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

[...] potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que "deveria" ser seguro.
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q3629770 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde.
Assinale a alternativa que contenha apenas substantivos. 
Alternativas
Q3629769 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas.
Assinale a alternativa que contenha adjetivo pátrio.
Alternativas
Q3629768 Português
Como simples hábito de tirar sapatos ao entrar em casa pode trazer enormes benefícios à saúde


A limpeza, em geral, é associada à sujeira visível. No entanto, quando se fala de calçados, o perigo vai além do que se pode ver: sob a superfície, escondem-se microrganismos e partículas potencialmente mais prejudiciais do que barro ou grama seca.

Sapatos usados na rua transportam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas, muitas delas associadas a sérios problemas de saúde. Basta pensar nos locais por onde eles passam diariamente: banheiros públicos, calçadas, corredores de hospitais e gramados tratados com herbicidas e pesticidas.

Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis a germes, tanto pelo sistema imunológico em desenvolvimento quanto pelo hábito de levarem as mãos à boca, provocando infecções graves na pele, nos pulmões ou na corrente sanguínea.

Os riscos, porém, não se limitam a germes. Sapatos carregam também substâncias químicas e alérgenos. Pesquisas apontam que calçados usados externamente contêm pesticidas, herbicidas e metais pesados como chumbo, altamente nocivos, sobretudo para crianças e animais domésticos. A exposição ao chumbo, comum na poeira ou no solo urbano, prejudica o desenvolvimento cerebral infantil e causa danos cognitivos permanentes.

Além disso, alérgenos como pólen aderem às solas, potencializando crises alérgicas e problemas respiratórios dentro de um ambiente que deveria ser seguro.

Outro fator preocupante é que selantes à base de alcatrão, utilizados no asfalto, contêm compostos cancerígenos. Um estudo norte-americano revelou que essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até trinta e sete vezes superiores às detectadas do lado de fora. Crianças e animais, que passam mais tempo próximos ao chão, acabam mais expostos: crianças engatinham, brincam e levam as mãos à boca, enquanto animais lambem as patas após caminharem sobre superfícies contaminadas.

Assim, retirar os sapatos antes de entrar em casa não apenas preserva a limpeza do ambiente, mas também reduz significativamente a exposição da família a microrganismos e substâncias nocivas.

A adoção desse hábito é fácil: basta reservar um local próximo à porta para deixá-los, como um sapateiro, uma cesta ou pares de chinelos para visitantes. Embora pedir que alguém tire os sapatos possa causar certo estranhamento inicial, é importante lembrar que um gesto tão simples previne riscos invisíveis e contribui para um lar mais saudável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqj4wz5l9ywo.ADAPTADO.

Essas substâncias são encontradas no interior das casas, presentes no pó doméstico em concentrações até "trinta e sete" vezes superiores às detectadas do lado de fora.
Morfologicamente, o termo destacado trata-se de:
Alternativas
Q3629743 Português
O método simples que revela se você está envelhecendo bem


Levantar-se de uma cadeira parece uma ação trivial demais para merecer atenção, mas essa simples tarefa revela muito sobre a saúde de uma pessoa. Para avaliar essa capacidade, médicos utilizam o teste de sentar e levantar, que consiste em contar quantas vezes o indivíduo consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos.

Segundo especialistas da área da geriatria, o teste é extremamente útil por fornecer informações sobre força, equilíbrio e flexibilidade. Estudos indicam que ele ajuda a identificar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até aumento na probabilidade de morte.

Para realizar o teste, é necessário apenas uma cadeira com encosto reto e sem braços, além de um cronômetro. A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.

Embora direcionado especialmente a adultos com mais de sessenta anos, o teste também é aplicado a pessoas mais jovens. Instituições de saúde pública divulgaram médias de desempenho por faixa etária. Resultados abaixo desses valores indicam risco de desenvolver problemas de saúde, como quedas.

De maneira geral, adultos entre sessenta e sessenta e quatro anos costumam realizar entre doze e quatorze repetições. Entre os setenta e setenta e nove anos, a média varia de dez a doze repetições, e, a partir dos oitenta e cinco anos, a média cai para cerca de oito movimentos. Já para os que ultrapassam os noventa anos, os resultados são ainda mais baixos, com homens alcançando em torno de sete repetições e mulheres, cerca de quatro. Esses números, no entanto, não consideram aspectos individuais, como histórico de cirurgias ou lesões recentes.

Mesmo entre pessoas jovens e saudáveis, o teste é uma boa maneira de avaliar força e resistência muscular dos membros inferiores. Um estudo realizado com milhares de adultos verificou que, entre jovens na faixa dos vinte anos, a média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os homens e pouco menos que isso para as mulheres — sendo que alguns participantes superaram as setenta repetições. Outro levantamento, feito com voluntários saudáveis, identificou uma forte ligação entre o desempenho no teste e a capacidade aeróbica e de resistência física.

Pontuações mais baixas alertam os profissionais de saúde sobre o estado geral do paciente, indicando maior risco de recuperação lenta após cirurgias ou tratamentos médicos mais intensos. Também sinalizam comprometimento no funcionamento cardíaco e pulmonar, elevando a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, um resultado inferior à média para a faixa etária também representa maior risco de quedas.

O receio de cair afasta muitas pessoas do convívio social e das atividades do dia a dia, criando um ciclo vicioso que compromete a autonomia. Além disso, as quedas podem causar lesões graves, como fraturas no quadril, além de machucados e entorses. Um estudo apontou que uma variação do teste funcionava como indicador de mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos: os que obtiveram as piores pontuações tinham de cinco a seis vezes mais chances de falecer em um período de seis anos do que aqueles com melhor desempenho.

Apesar disso, os especialistas ressaltam que o teste não tem o objetivo de prever a expectativa de vida de ninguém. Os resultados funcionam como sinal de alerta e orientam intervenções para melhorar a qualidade de vida, a independência e o bem-estar da pessoa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpp8pkgp4o.adaptado.
Para realizar o teste, é necessário apenas uma "cadeira" com encosto reto e sem braços.
O aumentativo para o substantivo destacado, de acordo com os padrões a norma culta, é:
Alternativas
Q3629549 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que apresenta um trecho sublinhado que NÃO seja uma indicação de lugar. 
Alternativas
Q3629546 Português

Reaprender a ouvir estrelas

Por Helô Bacichette



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helobacichette/noticia/2025/08/reaprender-a-ouvir-estrelas-cme39dcd50121012xflmy2iw5.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o vocábulo “fa...ínio” (l. 05), analise as assertivas a seguir:

I. A lacuna pontilhada deve ser preenchida com “c” para que a grafia da palavra esteja correta.
II. Trata-se de um substantivo simples, comum e abstrato.
III. Um sinônimo possível para a palavra seria “encantamento”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3629360 Português

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens a seguir.

I Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, o termo “como” (linha 5) poderia ser substituído por quanto.
II Mantendo-se os sentidos originais e a correção gramatical do texto, o trecho “Em relação” (linha 15) poderia ser substituído por Sobre.
III No primeiro período do texto, a forma verbal “é” (linha 2) concorda com o vocábulo “pergunta” (linha 1), o que justifica a flexão no singular.
IV Na linha 22, a forma verbal “devem” expressa ideia de obrigação.  

Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3629357 Português

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Moacyr Scliar. A difícil arte do prognóstico. In: Revista Ser Médico, ed. 50, jan./fev./mar. 2010 (com adaptações).

No texto, pertencem à mesma classe de palavras os vocábulos 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2025 - UFSM - Assistente em Administração |
Q3628780 Português

A música popular brasileira se caracteriza por possuir uma infinidade de gêneros, como o pagode, o poprock, o rock, o sertanejo, o sertanejo universitário, o samba, o axé, sem falar nos inúmeros estilos musicais regionais, como o vanerão, o carimbó, o maxixe, entre outros. Desses gêneros, um dos preferidos do brasileiro é o pagode.


Surgido no Rio de Janeiro na década de 1970, origina-se do samba e do partido alto, estilo de samba cantado, caracterizado pela improvisação de versos. Primeiramente, pagode designava as reuniões que ocorriam nos fundos de quintal. Posteriormente, passou a designar, também, o gênero musical. Entre os cantores de pagode de maior sucesso, encontra-se Xande de Pilares (ex-vocalista do grupo Revelação).


Para responder à questão, considere o refrão da música “Tá escrito”, imortalizado na voz de Xande de Pilares.



Fonte: GRUPO REVELAÇÃO. Tá escrito. Compositores: Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini). In: Ao Vivo no Morro. Rio de Janeiro: Deskdisc, 2009. 1CD. Faixa 1. (Adaptado)

Para compor os versos do refrão da música “Tá Escrito”, os autores usaram, majoritariamente, verbos no modo imperativo.


Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativas a seguir sobre o uso do imperativo em versos retirados do cancioneiro popular.



( ) Em “Ouça-me bem amor, preste atenção, o mundo é um moinho (...)”, famosos versos da canção “O mundo é um moinho”, de Lupi cínio Rodrigues, há verbos no imperativo de 3ª pessoa do singular.


( ) Em “Não quero lhe falar, meu grande amor, das coisas que aprendi nos discos (...)”, célebres versos da canção “Como nossos pais”, do cantor e compositor Belchior, “não quero” está no imperativo negativo.


( ) Em “E se eu calei foi de tristeza, você cala por calar (...)”, presente na canção “Avôhai”, de Zé Ramalho, “você cala” indica um uso do imperativo comum nos registros orais.



A sequência correta é

Alternativas
Q3628756 Português

Durante uma aula sobre formação de palavras, o professor Rodrigo propôs que os alunos identificassem os diferentes processos de derivação presentes em um pequeno trecho narrativo:


"O garoto amanheceu calado, mas seu silêncio dizia muito. Era um não firme, um não carregado de dor. No quarto escurecido , ele mantinha-se imóvel, imóvel como um retrato."


Ao corrigir os exercícios, Rodrigo percebeu que muitos alunos confundiram os processos de derivação de algumas palavras. Para ajudá-los, ele decidiu propor uma atividade de revisão, pedindo que cada aluno classificasse corretamente um vocábulo do trecho com base nos processos de formação por derivação.


Considerando os conceitos de derivação prefixal, sufixal, parassintética, imprópria e regressiva, qual alternativa apresenta a associação correta entre palavra e tipo de derivação?

Alternativas
Q3628685 Português

É ou não é bacana ver o mundo mudar?

Por Martha Medeiros



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/08/e-ou-naoe-bacana-ver-o-mundo-mudar-cmed0zxh100ss01703ern8vx1.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a expressão “lugares ermos” (l. 20), analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra “ermos” é um adjetivo flexionado no masculino e no plural.
( ) Um sinônimo possível para “ermos” seria a palavra “desabitados”.
( ) A palavra “lugares” é um substantivo abstrato e composto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3628199 Português
Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:

Escárnio Perfumado

Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,

Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…

E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,

Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…

Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
Na palavra VERME, o elemento mórfi co em destaque classifica-se como: 
Alternativas
Respostas
4141: C
4142: A
4143: A
4144: A
4145: E
4146: D
4147: A
4148: D
4149: A
4150: A
4151: A
4152: C
4153: C
4154: D
4155: A
4156: C
4157: D
4158: D
4159: A
4160: C