Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Analise as seguintes propostas de alteração do texto:
1. A supressão do pronome indefinido “alguns” na linha 01.
2. A supressão da preposição “por” na linha 14.
3. A inserção de “umas” antes de “certas coisas” na linha 15.
4. A substituição de “nunca” por “jamais” na linha 19.
O resultado da somatória dos números correspondentes às alterações que NÃO acarretam alterações significativas de sentido ou incorreções é:
Leia o texto abaixo e responda à questão.
TEXTO II

Disponível em: https://www.vestibulandoweb.com.br/enem/simulado-enemtirinhas-charges/
“A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali.”
No trecho acima, a palavra destacada exerce a função de:


Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Releia o trecho do texto:
“Aí, encantada com a beleza da música”
No trecho acima, a preposição destacada traz o sentido de:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia o trecho:
“Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas:
I. O adjetivo “gostosas” está no gênero feminino e número plural, concordando com o substantivo “melodias”.
II. As palavras “melodias” e “instrumentos” são substantivos comuns de dois gêneros, que flexionam apenas em número.
III. O substantivo “música” é feminino, abstrato e invariável em gênero, mas flexiona em número, podendo aparecer no plural
IV. O adjetivo “gostosas” pode ser flexionado em grau e gênero, mantendo a concordância com o substantivo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta,
2008.
Leia a frase adaptada do texto:
“A experiência da beleza é planejada para estimular a curiosidade da criança.”
Assinale a alternativa que substitui CORRETAMENTE o termo destacado, sem mudança de sentido:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO II
A Canoa
Em um largo rio, de difícil travessia, havia um
barqueiro que atravessava
as pessoas de um lado para o outro.
Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora. Como quem gosta de
falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:
- Companheiro, você entende de leis?
- Não, respondeu o barqueiro.
E o advogado, compadecido: – É uma pena, você
perdeu metade da vida.
- A professora, muito social, entra na conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não, respondeu o barqueiro.
- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu
metade de sua vida!
Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O barqueiro, preocupado, pergunta :
- Vocês sabem nadar?
- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,
rapidamente.
- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!
moral da história:
” Não há saber maior ou menor “.
” Há saberes diferentes”.
- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais
tenha contato -
cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.
Texto atribuído à Paulo Freire
Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html
No trecho:
“Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.”
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um adjetivo:



O vocábulo 'mais', nas duas ocorrências no trecho, é classificado morfológica e respectivamente como:
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
“inclusive a metade de roupas que não vou usar”.
I. A oração “que não vou usar” é adjetiva e qualifica o substantivo “roupas”.
II. A forma do trecho, reescrito na voz passiva, sem alteração de seu sentido original, é: “inclusive a metade de roupas que não seriam usadas por mim”.
III. O advérbio “inclusive”, nesta situação de ocorrência, equivale, em sentido, a “também”.
Quais estão corretas?
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
“não segurarei as lágrimas quando ele disser que se apaixonou por outra”.
• Há apenas um pronome pessoal no trecho? • Todos os verbos estão flexionados no modo indicativo? • Há a ocorrência de um advérbio no trecho?
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
