Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Coluna 1:
1. anualmente (5° parágrafo). 2. estáveis (2º parágrafo). 3. quarta edição (5º parágrafo).
Coluna 2:
() Adjetivo com função de predicativo do sujeito composto no período.
() Adjunto adverbial de tempo com valor de frequência regular.
() Locução substantiva qualificada por numeral ordinal que funciona como sujeito.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
I. O termo indisponibilidade é formado pelo processo de derivação prefixal e sufixal, a partir da junção independente dos afixos in- e -idade ao radical de base.
II. O vocábulo enfrentamento constitui um caso de derivação parassintética, pois a remoção do prefixo en- ou do sufixo -mento gera palavras inexistentes.
III. Ambos os termos são substantivos formados a partir de bases verbais ou adjetivas na evolução histórica do léxico da Língua Portuguesa.
Está CORRETO o que se afirma em:
“Ontem, os alunos dedicados resolveram duas atividades com muita atenção.”
Assinale a alternativa que NÃO exemplifica esta definição:
Derivação sufixal é o processo de formação de palavras em que se acrescenta um sufixo ao final de uma base, gerando uma nova palavra, com possível alteração de sentido e, em alguns casos, de classe gramatical.
Leia o texto a seguir.
Eterno
Carlos Drummond de Andrade
Eterno
E como ficou chato ser moderno.
Agora serei eterno.
Eterno! Eterno!
O Padre Eterno,
a vida eterna,
o fogo eterno.
(Le silence éternel de ces espaces infinis m’effraie.)
— O que é eterno, Yayá Lindinha?
— Ingrato! é o amor que te tenho.
Eternalidade eternite eternaltivamente
eternuávamos
eternissíssimo
A cada instante se criam novas categorias do eterno.
Eterna é a flor que se fana
se soube florir
é o menino recém-nascido
antes que lhe deem nome
e lhe comuniquem o sentimento do efêmero
é o gesto de enlaçar e beijar
na visita do amor às almas
eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo
mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma
[força o resgata
é minha mãe em mim que a estou pensando
de tanto que a perdi de não pensá-la
é o que se pensa em nós se estamos loucos
é tudo que passou, porque passou
é tudo que não passa, pois não houve
eternas as palavras, eternos os pensamentos; e
[passageiras as obras.
Eterno, mas até quando? é esse marulho em nós de um
[mar profundo.
Naufragamos sem praia; e na solidão dos botos
[afundamos.
É tentação a vertigem; e também a pirueta dos ébrios.
Eternos! Eternos, miseravelmente.
O relógio no pulso é nosso confidente.
Mas eu não quero ser senão eterno.
Que os séculos apodreçam e não reste mais do que uma
[essência
ou nem isso.
E que eu desapareça mas fique este chão varrido onde
[pousou uma sombra
e que não fique o chão nem fique a sombra
mas que a precisão urgente de ser eterno bóie como uma
[esponja no caos
e entre oceanos de nada
gere um ritmo.
Carlos Drummond de Andrade. Eterno. In.: Fazendeiro do ar. 15. ed. Rio de Janeiro: Record, 2023.
No poema, o autor cria novas palavras a partir de uma base, como em “eternuávamos, eternissíssimo, eternite e eternaltivamente”. Trata-se de formação de palavras resultante do processo concebido como derivação
A palavra destacada no pensamento acima é sinônima de:
Em relação ao pensamento acima, assinale a palavra ou expressão que tem natureza adjetiva.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma análise correta da palavra destacada no pensamento acima.
Leia o texto III para responder à questão.
Texto III

Leia o texto III para responder à questão.
Texto III
