Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 27.550 questões
I.O menino alegre participou da apresentação da escola.
II.Amanhã visitaremos o museu com a turma animada.
III.A professora explicou o conteúdo atenciosamente.
IV.Os alunos estudaram durante toda a tarde para a avaliação.
V.Ontem todos chegaram ao ginásio antes da partida iniciar.
Em quais afirmativas há o emprego de um termo da classe dos adjetivos?
I.A sala permaneceu clara durante a manhã, mas ficou escura após o desligamento da energia.
II.O cachorro era manso e permaneceu calmo durante toda a consulta veterinária.
III.O atleta mostrou-se forte e resistente ao longo da competição.
IV.A estrada estava larga, permitindo a passagem segura dos veículos.
V.O jardim apresentava flores coloridas e muito perfumadas.
Em quais afirmativas há o emprego de adjetivos que são antônimos entre si?
I. O substantivo subsecretária (4º parágrafo) é formado por derivação prefixal, mediante anexação de afixo de valor hierárquico inÍerior à base.
II. O vocábulo escolaridade (5º parágrafo) provém de derivação sufixal a partir do adjetivo escolar, com acréscimo de sufixo nominalizador.
III. A forma verbal acumulou (2º parágrafo) é classificada como exemplo clássico de composição por hibridismo greco-latino.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. O substantivo subsecretária (4° paragrafo) é formado por derivação prefixal, mediante anexação de afixo de valor hierárquico inferior a base.
II.. O vocábulo escolaridade (5° paragrafo) provém de derivação sufixal a partir do adjetivo escolar, com acréscimo de sufixo nominalizador.
III. A forma verbal acumulou (2° paragrafo) é classificada como exemplo clássico de composição por hibridismo greco-latino.
Está CORRETO o que se afirma em:

“Depois, em outro experimento, os pesquisadores mostraram diferentes fotos da mesma pessoa”.

“Além disso, o estudo não testou a capacidade dos cachorros de diferenciar emoções positivas nos humanos. .... levou em consideração cachorros de rua que tiveram pouco convívio próximo com humanos”.
( ) É possível preencher a lacuna pontilhada com a palavra “Tampouco”, assim grafada.
( ) A lacuna pode ser preenchida por palavras de diferentes classes gramaticais.
( ) É possível preencher a lacuna com “nem”, alterando-se a pontuação do trecho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.

“Com o nervo exposto, eles escreveram sobre a toxicidade de se conviver com um pai narcisista”.

“É lamentável que não haja cura, mas sempre se pode atenuar a dor quando se sabe de onde vêm as nossas perturbações”.

“É alguém consumido pela ideia de perfeição, um devoto de si mesmo”.
Rir e chorar
Leila aprendeu a rir cedo, e todos na sua casa são assim. O humor os salvou. Riem uns dos outros, riem de si próprios, e, a cada vez que o sofrimento aperta, fazem uma espécie de mutirão para descobrir algo que os faça rir naquele momento. No cotidiano da família de Leila, a tragédia sempre foi prima--irmã do humor. E, pensando bem, a distância que separa os dois é milimétrica, às vezes quase imperceptível.
Leila se lembra de uma tia-avó materna adorável que se chamava Florispina e tinha o apelido de Tia Pipina. Na reali dade, eram quatro irmãs: Cardolina, Florispina, Isoldina e a avó de Leila, chamada Luíza, uma ilha de normalidade em relação aos nomes extravagantes das irmãs.
A Tia Pipina misturava riso e choro com uma desenvol tura espantosa. Chorar de rir é algo que se vê a toda hora – a pessoa vai das gargalhadas às lagrimas, mas não para de rir. Tia Pipina, não. Ela passava do riso ao choro convulsivo, choro sentido, de soluçar. E então as pessoas ficavam sem saber o que fazer. As gargalhadas de todos iam parando, desconcertadas, e todos começavam a consolar Tia Pipina sem saber exatamente por que ela chorava, já que, aparen temente, era um choro sem motivo.
Da mesma forma, quando ela se sentia muito triste, começava a chorar silenciosamente, as lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enrugado e contraído. As pessoas iam consolá-la, desta vez sabendo a razão do choro, mas não dava tempo. De repente, Tia Pipina desatava a rir, incontro lavelmente, e todos, mais uma vez sem saber o que fazer, acabavam rindo com ela, fazendo naufragar a tristeza. O cho ro abortado, provavelmente, era o mesmo que vinha depois, com os acessos de riso. Porque choro adiado, sabemos bem, não é choro acabado.
(Leila Ferreira; Cris Guerra. Que ninguém nos ouça. São Paulo: Planeta do Brasil, 2016. Adaptado)