Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q4317260 Português
O texto abaixo foi elaborado pela professora Márcia Rebêlo. Leia-o, atentamente, pois ele servirá de base para a questão.


A importância da preservação da água


    A água é um dos recursos naturais mais importantes para a vida no planeta. Utilizamos a água para beber, preparar alimentos, cuidar da higiene, produzir alimentos e realizar diversas atividades do dia a dia. Apesar de sua importância, mui tas pessoas ainda desperdiçam água e não percebem que esse recurso pode se tornar cada vez mais escasso em algumas regiões.


    Preservar a água é uma responsabilidade de todos. Atitudes simples, tais como, fechar a torneira enquanto esco vamos os dentes, consertar vazamentos e evitar banhos muito demorados, podem contribuir para diminuir o desperdício. A água é também um tesouro da natureza: se cuidarmos dela hoje, ajudaremos a garantir vida e qualidade de vida para as futuras gerações.


    Além do desperdício, a poluição dos rios, lagos e oceanos também representa uma grande ameaça à disponibilida de de água de qualidade. O descarte inadequado de lixo, produtos químicos e outros resíduos pode contaminar os ambien tes aquáticos e prejudicar pessoas, animais e plantas. Por isso, cuidar da água significa também preservar a natureza, des cartar o lixo corretamente e participar de ações que contribuam para a conservação do meio ambiente. Portanto, cuide sempre do meio ambiente e faça a sua parte.
O trecho a seguir serve de referência para a próxima questão. Logo, analise-o, atentamente: “Além do desperdício, a poluição dos rios, lagos e oceanos também representa uma grande ameaça à disponibilidade de água de qualidade.” (3º parágrafo). Considerando a classificação morfológica e a flexão das palavras destacadas nas assertivas abaixo, assinale aquela que apresente uma análise inteiramente correta. 
Alternativas
Q4316469 Português
“Ah! Embora os resultados fossem promissores, a equipe decidiu continuar investigando, pois ainda havia evidências contraditórias.” Conforme o trecho acima assinale a alternativa correspondente:
Alternativas
Q4316465 Português
“Provavelmente, os pesquisadores somente divulgarão os resultados quando tiverem cuidadosamente analisado todas as variáveis envolvidas.” Assinale a alternativa correta sobre os termos destacados om base no trecho acima:
Alternativas
Q4316461 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão:


    O Brasil é o único país do mundo com Pix? Já existem sistemas similares em todo o mundo, mas não com esse nome. Conheça os países que criaram métodos próprios para facilitar transações financeiras

    O Pix, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos mais popular do Brasil, foi lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central. Apesar de existir há menos de 6 anos, o método se consagrou rápido entre os brasileiros: no segundo semestre de 2025, 54,7% de todas as transações comerciais foram feitas por Pix. Isso equivale a 78,4 bilhões de transações e R$ 68,2 trilhões movimentados.

    O Pix é exclusivo do Brasil no sentido de que esse nome e a regulamentação criada pelo Banco Central valem apenas aqui. Entretanto, outros países também têm suas ferramentas de pagamento instantâneo, com níveis variados de sucesso.

Victor Bianchin

Redação adaptada: Disponível<https://revistagalileu.globo.com>

No trecho “O Pix é exclusivo do Brasil no sentido de que esse nome e a regulamentação criada pelo Banco Central valem apenas aqui”, considerando os processos de formação de palavras, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4316165 Português

O texto abaixo foi escrito pela professora Márcia Rebêlo. Após a leitura atenta do mesmo, faça a questão.


Esperança: uma luz que nunca deve ser apagada de nossa vida


A esperança é como uma pequena luz que permanece acesa mesmo quando os dias são difíceis. Ela nos ajuda a acreditar que as situações podem melhorar e nos dá força para continuar caminhando. Quando enfrentamos problemas, podemos sentir medo e até mesmo tristeza, mas a esperança nos lembra que nenhum momento difícil dura para sempre.


Ter esperança não significa esperar que tudo aconteça sem esforço. É acreditar que podemos fazer a nossa parte para transformar a realidade que nos cerca. Por isso, devemos cultivar pensamentos positivos, ajudar as pessoas ao nosso redor e nunca desistir dos nossos sonhos. Quem mantém a esperança no coração encontra coragem para recomeçar e seguir em frente. 

Analise o trecho seguinte, retirado do 2º parágrafo: “...nunca desistir dos nossos sonhos...”. As palavras “nunca” e “sonhos” podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por, respectivamente, 
Alternativas
Q4315975 Português
À mesa não se envelhece nem se enrijece


    Estou em uma mesa de oito lugares onde se apinham doze pessoas. Todos conversam sem prestar atenção no meu silêncio repentino, nos meus olhos que descem pela toalha manchada de vinho, pelos pratos de cores diferentes, cada um de um jogo que foi se quebrando, pela comida que ficou levemente sem gosto, pelos copos que tivemos que usar no lugar das taças que se quebraram na mudança.

    Os quadros ainda não foram pregados nas paredes da sala. Não possuo as flores frescas que as influenciadoras dizem ser fundamentais para deixar a casa bonita. Não fiz o pudim ensinado por milhares de tutoriais porque sujaria ainda mais louça – comeremos os quindins que comprei na padaria.

    Se fosse há cinco ou seis anos, eu não teria promovido esse almoço. Eu teria me fiado pela sociedade da performance, que exige que tudo, até um almoço entre amigos, seja um evento perfeito. Instagramável. E, portanto, com pouca chance de acontecer.

    Ainda sentada à mesa, lembro das minhas avós, das velhas matriarcas de outras famílias. Não marcavam nada. Aos domingos, abriam as portas para quem chegasse. Sobre a mesa coberta com uma toalha puidinha, a garrafa térmica e o bolo. Ou a macarronada que se repetia por anos, sem que ninguém se constrangesse em servir aquele eterno prato único. E tudo bem, porque o intuito dos encontros não era oferecer uma experiência gastronômica, mas promover uma comunhão que pairava acima do estômago.

    “A tavola non si invecchia” meu pai sempre dizia, ditado italiano que afirma que à mesa não se envelhece.

    Vou além: à mesa também não se enrijece, porque é no encontro que dessalgamos certezas excessivas.

     Comendo de meus pratos coloridos e lascados, há amigos de esquerda, meu primo de direita e meu novo vizinho, que ainda não conheço bem e de quem desconheço totalmente a orientação ideológica. Um é vegetariano, outro entusiasta da proteína animal. Um é ateu, outro acredita em tudo, e mais um pouco.

    Que discordem no que tiverem que discordar, penso, desde que não lancem garfos sobre a minha cabeça.

    Como avançar se não conversando?

    É no diálogo – e não na monotonia temática do algoritmo – que as trocas mais produtivas acontecem. Que as mudanças de voto acontecem. Que as pequenas revoluções acontecem (não à toa, regimes autoritários adoravam investir na distância e na desconfiança entre vizinhos). Que as fofocas acontecem. Que mesmo as separações acontecem – onde uma mulher irá contar que vem sendo agredida pelo marido, senão em um em encontro íntimo, cercada de gente de sua confiança?

    Enquanto sirvo os quindins, escuto os papos. Lembro que meus amigos conhecem meu primo aqui desta mesa. Que se tornaram parceiros de pedalada a partir de um almoço servido aqui nesta mesa. Quantas conexões eu deixaria de ter feito se ficasse esperando pela louça adequada? Quantos conselhos eu perderia se ficasse na dependência de uma sobremesa instagramável? Quantas gargalhadas deixaria de dar se ficasse esperando cozinhar como um chef?

    Saúde, sugiro, levantando meu copo bico de jaca. Os outros levantam os seus, e celebro intimamente esse território de oito lugares em que apertando cabem doze, quem sabe até quatorze e para onde sei que sempre podemos voltar.


(Por: Giovana Madalosso. À mesa não se envelhece nem se enrijece. Jornal Folha de S. Paulo, 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Acesso em: julho de 2026.)
No 4º§, a autora menciona “uma toalha puidinha”. Considerando o sentido contextual do adjetivo destacado e sua contribuição para a construção da argumentação do texto, assinale a alternativa em que a substituição proposta e a respectiva justificativa preservam mais adequadamente o efeito de sentido produzido no texto.
Alternativas
Q4315507 Português
Leia o período:
“Os servidores responderam muito rapidamente às questões da prova.”
Considerando a classificação morfológica tradicional das palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FADCT Órgão: CONSUD - PR Prova: FADCT - 2026 - CONSUD - PR - Motorista |
Q4315314 Português
Assinale a alternativa em que a classificação dos artigos destacados está CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FADCT Órgão: CONSUD - PR Prova: FADCT - 2026 - CONSUD - PR - Motorista |
Q4315313 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação das palavras da língua portuguesa.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FADCT Órgão: CONSUD - PR Prova: FADCT - 2026 - CONSUD - PR - Motorista |
Q4315312 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FADCT Órgão: CONSUD - PR Prova: FADCT - 2026 - CONSUD - PR - Motorista |
Q4315310 Português
As palavras destacadas na frase apresentam antônimos. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os respectivos antônimos das palavras destacadas.

“A sala estava limpa e organizada. Após a reforma, ficou _______________ e _______________”. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FADCT Órgão: CONSUD - PR Prova: FADCT - 2026 - CONSUD - PR - Motorista |
Q4315308 Português
"Os alunos entregaram os trabalhos no devido prazo."

Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical da palavra “alunos”:
Alternativas
Q4312884 Português
Assinalar a alternativa em que as palavras destacadas nas frases estabelecem uma relação de homonímia.
Alternativas
Q4312590 Português

STF dá 2 anos para Congresso regulamentar mineração em terra indígena

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou em agosto deste ano o prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei e regulamentar a participação de indígenas na exploração mineral legal de seu território. A Corte referendou uma decisão individual do ministro Flávio Dino, que, em fevereiro deste ano, reconheceu a omissão constitucional do Legislativo para tratar da matéria.

A decisão foi motivada por uma ação protocolada pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga (PATJAMAAJ) para que o Supremo reconheça a falta de aprovação de uma lei para que os indígenas tenham participação nos resultados do aproveitamento dos recursos hídricos e minerais presentes no território indígena, que está localizado em Rondônia. A entidade alegou que os cinta larga sofrem constantes ameaças de invasão por garimpeiros e com conflitos violentos relacionados à exploração ilegal de minerais, fatores que provocam a falta de renda e a exclusão econômica dos indígenas.

Ao referendar a decisão de Dino, o plenário também definiu balizas para a exploração mineral, que deverão ser seguidas enquanto o Congresso não editar a lei. A exploração deverá contar com a autorização dos indígenas. A autorização para mineração não poderá ultrapassar o uso de 1% da Terra Indígena Cinta Larga. Estudos de impacto e planos de manejo sustentável também serão obrigatorios. A fiscalização deverá ser feita pelo Ministério Público Federal (MPF).

No ano passado, Dino determinou que comunidades indígenas afetadas pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, localizada no Pará, tenham participação nos lucros da usina. Conforme a liminar, as comunidades deverão receber 100% do valor que é repassado pela concessionária para a União. O ministro também deu prazo de 24 meses para o Congresso aprovar uma lei específica para tratar do assunto.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.blustica/noricia/2026-08/stf-da2 -a nos- pa ra -cong resso-reg u lamentar- mineracao- em -terra -ind ig ena (adaptado)

No terceiro parágrafo, lê-se que, além de definir limites, a exploração mineral deverá contar com a autorização dos indígenas. Caso substituíssemos o substantivo sublinhado, qual alternativa apresenta um termo equivalente que preserva o sentido original de permissão? 
Alternativas
Q4312483 Português

Comunicação no trânsito é fundamental

Sou da comunicação. Amo rádio e tenho uma paixão por televisão. Também sou o "carpinteiro" que, por ter como únicas ferramentas o martelo e o serrote, pensa que todos os problemas são prego e madeira. Analogias à parte, vejo o mundo pela ótica da educação e da comunicação. Eis minhas ferramentas. Dedico-me integralmente aos assuntos que interligam valores, conhecimentos e comportamentos. Eis minha oficina cheia de pedaços de madeira pedindo aparos e pregos à espera de marteladas.

Neste cenário, saltam aos olhos os tropeços que todos vivenciamos nesta jornada de uma humanidade que ainda perde a saúde, a qualidade de vida e até encontra antecipadamente a morte por motivos toscos. De todas as barbaridades que ainda nos permitimos, como sociedade, penso que posso ajudar com algumas marteladas nas áreas de promoção à saúde, segurança no trabalho, meio ambiente e, claro, trânsito. O que eles têm em comum? Todos podem melhorar muito com a melhora da percepção de riscos e com educação. E tudo começa com uma melhora na comunicação.

Um dos maiores problemas que enfrentamos no trânsito é a intolerância, geralmente resultante de uma combinação do perfil de cada pessoa com o tanto que ela sabe, ou pensa que sabe. As pessoas, no geral, subestimam os perigos potenciais do trânsito. Não existe segurança absoluta quando o assunto é mobilidade, já que o trânsito é um imprevisível festival de diversidades. Perceber, reconhecer e respeitar isso é fundamental para a segurança. Ah, como faz falta a educação para o trânsito! 

Por fim, agradeço a todos, jornalistas ou não, que dividem comigo a tarefa de "serrar e pregar" mais comunicação e educação para o trânsito.

MARIANO, Celso. Comunicação no trânsito é fundamental - III. Portal do Trânsito, Curitiba, 28 jun. 2016. Fragmento adaptado. Disponível em: https://portaldotransito.com.br/opiniao/comunicacao-no-transito-e-funda mental-iii. Acesso em: 25 jul. 2026. 

Relacione a Coluna I, que apresenta classes de palavras, à Coluna II, que traz termos empregados no artigo, considerando o valor de cada termo no contexto em que aparece.
Coluna I
1.Substantivo. 2.Adjetivo. 3.Verbo. 4.Advérbio.
Coluna II
(__)"geralmente", em "geralmente resultante de uma combinação do perfil de cada pessoa". (__)"ferramentas", em "por ter como únicas ferramentas o martelo e o serrote". (__)"subestimam", em "As pessoas, no geral, subestimam os perigos potenciais do trânsito". (__)"imprevisível", em "o trânsito é um imprevisível festival de diversidades".
A sequência que expressa a associação correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4312302 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Reflexões críticas sobre o capacitismo recreativo no Brasil



    O capacitismo recreativo consiste em uma expressão tomada de empréstimo do racismo recreativo, mas que na prática não tem sido estudada ou abordada enquanto tal. O capacitismo recreativo sugere que pessoas com deficiência são coisificadas para o riso de outras pessoas. A Lei nº 14.532, de 2023, especifica a criminalização destas práticas, porém expressa termos muito genéricos para distinguir o preconceito, a fala desqualificante, ofensiva, do humor praticado por pessoas com deficiência em nome do seu próprio empoderamento, cuja fala expressa críticas às formas de discriminação que devem ser combatidas por uma sociedade inclusiva.

    Considerando esse cenário, é preciso examinar conceitualmente o significado do capacitismo recreativo para que seja possível identificar os casos em que a lei se aplica. Se nas Ciências Sociais termos como racismo, preconceito, exclusão e discriminação são debatidos e combatidos à exaustão, o mesmo não se pode afirmar quando o embate se dá na área jurídica.

    O capacitismo recreativo consiste em fazer uso de discursos visuais ou textuais para fazer rir, ofendendo, desumanizando, reificando pessoas com deficiência, de modo aproximado ao que acontece com o racismo recreativo. Nesse sentido, a compreensão do capacitismo recreativo também exige considerar os processos históricos e sociais de racialização, exclusão e subalternização que fundamentam práticas discriminatórias.

    A racialização e exclusão de grupos e indivíduos, determinada pela origem, etnia, características físicas e culturais, ocorrem quando determinadas construções, invenções supremacistas, que estabelecem o que é o belo, o civilizado, o desenvolvido, o legítimo, se estabelecem em determinado território. São práticas discriminatórias aquelas direcionadas contra negros, homossexuais, grupos religiosos minoritários, estrangeiros ou, dentro da mesma nacionalidade, grupos e indivíduos que ocupam o lugar da perda.

    O grupo relativo às pessoas com deficiência, ainda que não configure identidade, marca étnica ou cultural evidente, também se encontra entre essa miríade de subalternos e excluídos, em que características endêmicas justificam humilhações, segregações e, amiúde, a eliminação. Trata-se de eliminar em nome de uma suposta saúde do corpo do povo, conforme proposto pelo pensamento higienista, cuja força discursiva ganha ou perde poder, em razão direta da força de convencimento de discursos com caracteres fascistas e ultranacionalistas.

     A Lei nº 14.532, de 2023, foi sancionada em 12 de janeiro, tornando a injúria racial crime de racismo, portanto imprescritível e inafiançável. A injúria racial não foi apenas igualada ao racismo, mas reconhece o caráter recreativo, na sua prática, como um elemento discriminatório, com aumento da pena quando "ocorrerem em contexto ou com intuito de descontração, diversão ou recreação". Além disso, reconhece pena específica para os casos de utilização de elementos sobre a condição da pessoa idosa ou com deficiência.

    Para o pensamento jurídico, seria fácil considerar estas leis como vitórias anticapacitistas por reprimir severamente discursos contra a inclusão de pessoas por raça, idade, deficiência entre outras condições. Porém, a perspectiva da teoria social da deficiência, em contato com discursos de humor realizados por quem tem deficiência, torna possível atestar que não há medidas eficientes que se possam esperar como resposta social a partir da mudança legal realizada.



Fonte: SANTOS, S. C.; JÚNIOR W. L. M. Reflexões críticas sobre o capacitismo recreativo no Brasil: do palco ao litígio. Revista de Direitos Humanos Fundamentais, Osasco, v.21, n. 1, p.11-24, jan./jun.2021, publicado em 2024 (com adaptações). 

Considere o seguinte trecho: é preciso examinar conceitualmente o significado do capacitismo recreativo para que seja possível identificar os casos em que a Iei se aplica. Morfologicamente, a palavra sublinhada pertence à classe dos:
Alternativas
Q4312183 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo

Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo

 

O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano de 2025, em 34 (71o/o) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.

Índices de saúde – como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação - como queda do analfabetismo; e segurança – como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão: ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; agravamento da concentração da renda; tributação menor conforme a renda é maior; condições mais desfavoráveis à população negra; aumento da concentração dos piores indicadores sociais no Norte e Nordeste.

Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.

“O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades históricas de renda, gênero, raça e território”, destaca o relatório.

O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (lnaf), divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.

Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as edições anteriores do relatório.

“Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios”.

No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.

“Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais”, destaca.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025 (adaptado)

As palavras podem ser formadas por diferentes processos de combinação de radicais e afixos. Diante disso, analise a estrutura morfológica dos vocábulos indisponibilidade (6º parágrafo) e enfrentamento (1º parágrafo) e avalie as seguintes assertivas:
I. O termo indisponibilidade é formado pelo processo de derivação prefixal e sufixal, a partir da junção independente dos afixos in- e -idade ao radical de base.
II. O vocábulo enfrentamento constitui um caso de derivação parassintética, pois a remoção do prefixo en- ou do sufixo -mento gera palavras inexistentes.
III. Ambos os termos são substantivos formados a partir de bases verbais ou adjetivas na evolução histórica do léxico da Língua Portuguesa.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4312012 Português
Texto para o item.

Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal”, os vocábulos “bem” e “mal.” exercem, no período, o papel de adjetivos, caracterizando os efeitos da aplicação tecnológica.
Alternativas
Q4312008 Português
Texto para o item.

Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves

     Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”.
    Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
    A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Em “Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial”, a oração que atua como sujeito da forma verbal “é” apresenta um núcleo representado pelo substantivo “ética”.
Alternativas
Q4311893 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para bets em 2025

As famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões para as bets no ano de 2025. O montante corresponde ao valor líquido, ou seja, à diferença entre o dinheiro apostado e o devolvido em forma de prêmio. Este valor equivale a uma média de R$ 4,7 bilhões por mês, considerando o período de outubro de 2024 a março de 2026. As perdas correspondem a 0,68% da Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias e consideram as transferências feitas por Pix para as casas de apostas. No mesmo período, as bets movimentaram quase R$ 351 bilhões em transações via Pix. Os dados constam do Boletim Fiscal dos Estados, divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), com base em estatísticas de pagamentos do Banco Central.

O estudo mostra que, desde a regulamentação das bets, em janeiro do ano passado, houve mudança no volume de transferências via Pix destinadas ao setor de artes, cultura, esporte e recreação, indicando maior comprometimento da renda das famílias com as apostas. A lei que regulamentou as bets determina que as empresas bloqueiem o acesso de usuários identificados como compulsivos. Segundo o advogado Júlio Leone, porém, isso não tem ocorrido.

“Quando é detectado que a pessoa tem ludopatia, que é viciada, compulsiva em apostas, o algoritmo deveria travar a conta dela. Mas faz o contrário: manda mais bônus, mais vouchers, mais incentivos para que ela continue apostando. É aí que ela perde todo o capital.”

O boletim mostra ainda que, desde outubro do ano passado, quando entrou em vigor a proibição de apostas para beneficiários do Bolsa Família, houve desaceleração no ritmo das transações. Segundo o Comsefaz, o resultado indica que a medida teve efeitos concretos sobre o volume agregado de transações, sugerindo que as famílias de menor renda tinham participação significativa no mercado de apostas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025 (adaptado)

As palavras do texto pertencem a famílias morfológicas que compartilham a mesma origem de significado. Sobre o substantivo perda (derivado do verbo perder e citado no título) e outros termos da mesma família, julgue as afirmativas abaixo em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) O vocábulo perdedor pertence à mesma família de palavras do termo perda, pois compartilha o mesmo radical e origem morfológica.
( ) Na norma padrão escrita do português, a expressão foi uma grande perca financeira é considerada correta, sendo perca um substantivo equivalente a perda.
( ) A palavra perdido (como em dinheiro perdido) também é um elemento cognato que pertence à mesma família morfológica de perder.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Respostas
341: B
342: B
343: D
344: C
345: A
346: C
347: A
348: C
349: D
350: A
351: B
352: A
353: D
354: C
355: D
356: C
357: C
358: E
359: E
360: D