Questões de Concurso Sobre intertextualidade em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 655 questões

Q3153985 Português
Assinale a frase que foi construída com base em outra frase bastante conhecida, ou seja, com marcas de intertextualidade.
Alternativas
Q3153984 Português
Assinale a frase em que os dois termos sublinhados estão em adequada correspondência.
Alternativas
Q4208669 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.
    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.
    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete? 
     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar.
     Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto:
Alternativas
Q4208489 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.
    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.
    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete? 
     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar.
     Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto:
Alternativas
Q4208043 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.
    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.
    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete? 
     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar.
     Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto:
Alternativas
Q4207613 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.
    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.
    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete? 
     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar.
     Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto:
Alternativas
Q4206891 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto:
Alternativas
Q4206591 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

    Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

    A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 


    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.


Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto: 
Alternativas
Q4206461 Português
TEXTO II


Leia o texto a seguir.


Artifícios 


    Meia noite. O céu se colore pelas cores da despedida e pelos brindes e goles do espumante, pela chegada.

     Um se vai, outro chega. Abraços, beijos, cânticos saudando o convidado que adentra ao findar da contagem regressiva. As mãos se unem em orações e meditações diversas. Sorrisos, lágrimas pela despedida, pelo que se foi. Sim. Lágrimas de melancolia, de alívio, de "graças a Deus, já foi tarde". Entretanto outras, de gratidão.

    Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?

     A embriaguez toma conta de muitos, por satisfação, felicidade, mas também por pura e melancólica certeza de que é só mais uma noite e nada irá mudar. 

    Amanhece. O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo. E o novo nem parece ali estar mais. Mas está. Em seu sorriso, com certo sarcasmo, apenas deixa implícito para muitos, que deixam passar por despercebidos, entretanto explícito para outros que percebem que a rua é a mesma, que o tempo é o mesmo, que o dia é o mesmo, que nada mudou, ou mudará? Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação.

Tulius Mendonça
Ao ler o texto I, poema de Fernando Pessoa e o texto Artifícios, pode-se afirmar que o segundo texto: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: APS - SP Prova: VUNESP - 2024 - APS - SP - Guarda Portuário |
Q4197153 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Deus não escolhe os capacitados


   Conta certa lenda que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.

   A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo, por fim, quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: – Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

   Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:

   – Eu sei como ele conseguiu.

   Todos perguntaram:

   – Pode nos dizer como? – É simples. – respondeu o velho.

   – Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.


(sitecontabil.com.br. Atribuído a Albert Einstein. Acessado em 30 de abril de 2024)
Em relação ao primeiro texto da prova, de Luciana Garbin, é correto afirmar, quanto aos aspectos nele tratados, que esta narrativa, atribuída a Albert Einstein, vem
Alternativas
Q4160659 Português
Antídoto contra o bullying

Por Fabrício Carpinejar

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/03/antidoto-contra-o-bullying – texto adaptado especialmente para esta prova). 

 Considere a charge a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto anterior:



Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: www.blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/bullying/


I. O texto e a charge abordam o mesmo assunto: o bullying.


ALÉM DISSO,


II. As crianças da charge demonstram como a prática de esportes pode acabar com tal problema.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4159280 Português
Considerando o assunto exposto no texto anterior, analise a charge a seguir e assinale a alternativa que NÃO indica uma possível inferência a partir da leitura da imagem.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158892 Português
TEXTO 1
ECPHRASIS ou EKPHRASIS
Por definição ampla, trata-se da descrição literária ou pictórica de um objeto real ou imaginário. O termo foi delimitado por alguns estudiosos à descrição de objetos de arte, objetos esses que teriam detalhes visuais significativos. Seria, portanto, um exercício ou mecanismo de retórica que permitiria a relação direta entre um medium artístico com outro, isto é, funcionaria como um gênero de “ponte” entre duas esferas artísticas (como, por exemplo, pintura e literatura, pintura e escultura, literatura e escultura), definindo e descrevendo as respectivas essências e formas, de maneira a ilustrar um objeto artístico de forma vívida por meio de um medium distinto.
CEIA, C. E-Dicionário Eletrônico de Termos Literários. Disponível em: https://edtl.fcsh.unl.pt/encyclopedia/ecphrasis. Acesso em: 25 maio 2024 (adaptado).

TEXTO 2
Cansaram-se de caminhar
ou o caminho se cansou?
ANDRADE, C. D. de. Arte em exposição. In.: ANDRADE, C. D. de. Farewell. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Carlos Drummond de Andrade, em seu livro Farewell, apresenta o poema Arte em exposição, composto de micropoemas, ao modo de uma galeria de arte. Cada poema faz alusão a uma obra de arte de famoso artista da tradição da pintura. Entre os 32 poemetos que compõem a exposição, quatro poemas ecfrásticos foram dedicados a Van Gogh.

Com base nas informações apresentadas, assinale a opção que indica a pintura a que o Texto 2 faz referência.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158867 Português
Em Agosto, romance de Rubem Fonseca, há referência a personagens históricos. Em uma aula de Literatura Brasileira em uma turma de 2a série do Ensino Médio, uma professora apresentou a obra e orientou os alunos a identificar tais personagens. Em seguida, passou a coordenar os estudantes em uma pesquisa que lhes exigiria não só a leitura da obra, mas, também, uma consulta a referências da área de História.

A fim de que a pesquisa propiciasse a construção de conhecimentos interdisciplinares, seria adequado que a professora solicitasse aos estudantes identificar na obra
Alternativas
Q4152864 Português
Durante o período de regência do estágio supervisionado referente ao Ensino Médio, um acadêmico preparou um plano de aula cujo conteúdo envolvia os elementos da narrativa na literatura portuguesa. Como proposta de atividade, solicitou que os estudantes refletissem sobre a intertextualidade e a ironia presentes no fragmento abaixo, do autor português José Saramago:

Quanto ao senhor e às suas esporádicas visitas, a primeira foi para ver se adão e eva haviam tido problemas com a instalação doméstica, a segunda para saber se tinham beneficiado alguma coisa da experiência da vida campestre e a terceira para avisar que tão cedo não esperava voltar, pois tinha de fazer a ronda pelos outros paraísos existentes no espaço celeste. De facto, só viria a aparecer muito mais tarde, em data de que não ficou registo, para expulsar o infeliz casal do jardim do éden pelo crime nefando de terem comido do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Este episódio, que deu origem à primeira definição de um até aí ignorado pecado original, nunca ficou bem explicado.
SARAMAGO, J. Caim. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 12.

Com base nas informações apresentadas, é possível afirmar que há uma incoerência nessa proposta de atividade, pois
Alternativas
Q4152857 Português
Durante uma atividade envolvendo literatura brasileira, a professora propôs aos alunos a leitura de uma adaptação aos quadrinhos do conto Apólogo brasileiro sem véu de alegoria, de Alcântara Machado, cujo fragmento está a seguir.


Organizador: Djalma Moraes Cavalcante. Adaptadora: Célia Cristina Alves Lima. Ilustrador: José Rodrigues da Silva. Contos em quadros. Juiz de Fora: Editora UFJF; Musa Editora, 2002. p. 64.

Na sequência, abriu um diálogo sobre a história lida e passou-lhes o texto original do conto, solicitando que identificassem situações narradas no texto escrito que, eventualmente, não estariam presentes nos quadrinhos. Além disso, pediu que, depois, os discentes discutissem os efeitos dessa adaptação na apreensão do enredo.

Nessa situação, a importância da atividade está em
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152287 Português
TEXTO 1
Os Ainu, embora tenham sido os primeiros habitantes de Hokkaido, foram oprimidos e marginalizados pelo domínio japonês durante séculos. Tiveram uma história difícil. Alguns acadêmicos acreditam que sejam descendentes de uma população indígena que se espalhou pelo norte da Ásia. Recentemente, as coisas começaram a melhorar para os Ainu. Em abril de 2019, eles foram legalmente reconhecidos pelo governo como um povo indígena do Japão, após muitos anos de debate.
BBC. Ainu, o povo indígena do Japão que vivia com ursos. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/. Acesso em: 9 jun. 2024 (adaptado).

TEXTO 2
Cultura, humor e violência. É neste entrelaçamento que o anime Golden Kamuy traz referências históricas e consegue mesclar fatos com ficção. O campo ético dos homens é ameaçado por catástrofes naturais amenizadas pela sabedoria da guerreira Ainu, que ensina métodos de sobrevivência na selva. Na trama, o povo Ainu está em busca de 75 quilos de ouro, que representam 800 milhões de ienes, ouro este que os Ainus estavam juntando para formar um exército com o objetivo de lutar contra os japoneses que haviam tomado suas terras.
BARRO, B. Análise – Golden Kamuy. Disponível em: https://artejaponesaunifesp.medium.com/. Acesso em: 9 jun. 2024 (adaptado).

Uma professora de Língua Portuguesa de uma turma do Ensino Médio pretende elaborar uma proposta didática que relacione a literatura brasileira com a história do povo indígena japonês chamado Ainu (apresentada no Texto 1) e com o anime Golden Kamuy (resenhado no Texto 2), que tem como referência essa tribo pouco conhecida. Seu objetivo é que os alunos adaptem o anime com base em uma obra literária brasileira que guarde semelhanças com o confronto travado entre os japoneses e o povo Ainu.

Para alcançar seu objetivo, a professora deve propor a atividade de adaptação do anime tomando como base
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152286 Português
Ao tratar de organização tipológica do texto e sua textualização, uma professora de Língua Portuguesa do 7º ano do Ensino Fundamental propôs à turma a leitura do livro O Menino Maluquinho, de Ziraldo. Na sequência, apresentou a página da obra que serviu de texto-fonte (Texto 1) para a elaboração de uma charge (Texto 2), produzida por um cartunista em homenagem a Ziraldo, por ocasião de seu falecimento.

TEXTO 1

ZIRALDO. O menino maluquinho. Edição comemorativa do 1º milhão de exemplares. São Paulo: Melhoramentos, 2008.

TEXTO 2

Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/. Acesso em: 9 maio 2024. 

Considerando-se a intertextualidade explícita que constrói coerentemente a textualidade da charge, é correto afirmar que o intertexto realiza uma
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152282 Português
TEXTO 1
Poeminha do Contra

Todos estes que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

QUINTANA, M. Poesia completa: Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005.
TEXTO 2

Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://www.facebook.com/mentirinhas/photos/. Acesso em: 7 jun. 2024.

TEXTO 3

Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://denisemiletto.blogspot.com/2014/05/eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 7 jun. 2024.

A respeito da relação estabelecida entre o Texto 1 e os Textos 2 e 3, os quais apresentam uma releitura do poema, assinale a opção correta. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152269 Português
TEXTO 1
Redes sociais: varrendo o desrespeito para debaixo do tapete

“A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.” (Marina Colasanti).
Da mesma forma como Marina Colasanti, em sua crônica, nos faz refletir, estamos acostumados a ler ofensas, humilhações e falta de respeito nas redes sociais e, uma vez acostumados, passamos a achar tudo normal.
A má educação e o sentimento de “posso tudo” nas redes sociais estão cada vez mais nítidos e só refletem o que a própria sociedade vem vivendo: pessoas cada vez mais centradas nos seus problemas e nas suas opiniões. “O meu certo é o certo e o seu certo é o errado”.
Um cidadão entra para ofender uma empresa, uma marca, um político, uma figura pública, e não só achamos normal como, muitas vezes, até nos divertimos, achando tudo isso muito engraçado.
Não podemos nos acostumar com o errado e pensar que é normal ofender. Mesmo que a ofensa ou o desrespeito sejam direcionados a alguém de quem também não gostamos. Respeitar o próximo é uma premissa básica para a convivência humana.
Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/. Acesso em: 10 jun. 2024 (adaptado).

TEXTO 2

Disponível em: https://x.com/Karolconka/status/. Acesso em: 10 jun. 2024 (adaptado).

Considerando a relação entre as ideias expostas no Texto 1 e a postagem ilustrada no Texto 2, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
141: A
142: E
143: B
144: B
145: B
146: B
147: B
148: B
149: B
150: B
151: C
152: A
153: A
154: D
155: D
156: B
157: A
158: C
159: C
160: D