Questões de Concurso Sobre intertextualidade em português

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Q2359875 Português

Leia a tirinha a seguir:



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Considerando a multiplicidade de fatores que constituem a coerência textual, assinale a alternativa INCORRETA.


Alternativas
Q2346627 Português
Assinale a alternativa correta:
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Q2344039 Português
A volta do filho pródigo


Meus pais não me compreendem, ele pensava sempre. As brigas, em casa, eram frequentes. Os pais reclamavam do som muito alto, das roupas estranhas, das tatuagens. Revoltado, decidiu fugir de casa. Sabia que, para seus velhos, aquilo seria uma dura prova: afinal, ele era filho único. Mas estava na hora de mostrar que não era mais criança. Estava na hora de dar a eles uma lição. Botou algumas coisas na mochila e, numa madrugada, deixou o apartamento. Tomou um ônibus e foi para uma cidade distante onde tinha amigos.

Ali ficou por vários meses. Não foi uma experiência gratificante, longe disso. Os amigos só o ajudaram na primeira semana. Depois disso ficou entregue à própria sorte. Teve de trabalhar como ajudante de cozinha, morava num barraco, foi assaltado várias vezes, até fome passou. Finalmente resolveu voltar. Mandou um e-mail, dizendo que estaria em casa daí a dois dias. E, lembrando que a mãe era uma grande leitora da Bíblia, assinou-se como “Filho Pródigo”.

Chegou de noite, cansado, e foi direto para o prédio onde morava. Como já não tinha a chave do apartamento, bateu à porta. E aí a surpresa, a terrível surpresa.

O homem que estava ali não era seu pai. Na verdade, ele nem sequer o conhecia. Mas o simpático senhor sabia quem era ele: você deve ser o Fábio, disse, e convidou-o a entrar. Explicou que tinha comprado o apartamento em uma imobiliária:

– Seus pais não moram mais aqui. Eles se separaram.

A causa da separação tinha sido exatamente a fuga do Fábio:

– Depois que você foi embora, eles começaram a brigar, um responsabilizando o outro por sua fuga. Terminaram se separando. Seu pai foi para o exterior. De sua mãe, não sei. Parece que também mudou de cidade, mas não sei qual.

Fábio não aguentou mais: caiu em prantos. O homem se aproximou dele, abraçou-o. Entre aqui no seu antigo quarto, disse, tenho uma coisa para lhe mostrar. Ainda soluçando, Fábio entrou. E ali estavam, claro, o pai e a mãe, ambos rindo e chorando ao mesmo tempo. Tinha sido tudo uma encenação. Abraçaram-se, Fábio jurando que nunca mais sairia de casa.

A verdade, porém, é que não gostou da brincadeira, mesmo que ela tenha lhe ensinado muita coisa. Os pais, ele acha, não podiam ter feito aquilo. Se fizeram, é por uma única razão: não o compreendem. Um dia, ele terá de sair de casa. Mais tarde, naturalmente, quando for homem, quando tiver sua própria casa. Só que aí levará os pais junto. Pais travessos como os que ele tem precisam ser controlados.


SCLIAR, Moacyr. A volta do filho pródigo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ ff0404200505.htm. Acesso em: 8 ago. 2023. 
A intertextualidade constitutiva no texto está na
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Q2328188 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1


    Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.
    Essa terminologia foi definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, sendo aprovado em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. O termo foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e promulgado pelo Decreto nº 6.949/2009.
   Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa.
    Esperamos que essa primeira Semente da Inclusão tenha sido útil para você. Acreditamos que o respeito à diversidade é solo fértil para o desenvolvimento de ideias inovadoras e garantia de uma Justiça acessível para todos.
    Para mais informações, procure o Núcleo de Inclusão do TJDFT.

MORAGAS, Vicente Junqueira. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território. Disponível em:<https://www.tjdft.jus.br/acessibilidade/publicacoes/sementes-da-inclusao/como-se-referir-a-pessoas-que-possuem-deficiencia>. Acesso em: 10 nov. 2023. [Adaptado].
Considerando o propósito comunicativo, o fator de textualidade que se destaca no penúltimo parágrafo é a
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Q2320174 Português

Considere a seguinte peça para responder a questão.




O recurso estilístico utilizado na produção do anúncio publicitário foi
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Q2315668 Português

Observe a imagem a seguir:


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(BUTTI, Cassiano. Educação linguística na formação do professor de língua portuguesa: reflexões para a pedagogia léxico-gramatical. 2020. No prelo.)



Considerando o conhecimento sobre a competência léxico-gramatical e a representação anterior, pode-se afirmar que:

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Q2315667 Português
A linguagem, vista como atividade humana cultural, pode diferenciar-se em diferentes planos: universal; histórico; e, individual. Relacione adequadamente os planos citados e os itens a seguir.

1. Histórico. 2. Universal. 3. Individual.
( ) Atividade: discurso. ( ) Produto: texto (obras). ( ) Atividade: falar em geral. ( ) Atividade: língua particular. ( ) Produto: totalidade das manifestações.

A sequência está correta em
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Q2310203 Português
Leia o texto abaixo e depois responda à pergunta.

Acredite: caranguejo na pista do
Aeroporto de Vitória faz avião arremeter



Fonte: Imagem extraída do Instagram de A Gazeta. (Publicado em 21 de março de 2023 às 21:51)

Na noite desta segunda (20), o comandante de um voo da GOL comunicou (rindo) aos passageiros que na pista haviam crustáceos. (sic)
Na aviação, é comum aviões arremeterem por diversos motivos: vento, mau tempo, presença de animais na pista e muitos outros. Especificamente no Aeroporto de Vitória, incursões de bichos já foram registradas, mas nada parecido até então com o que ocorreu na noite desta segunda-feira (20).
Em algumas ocasiões, as operações haviam sido momentaneamente suspensas pela presença de capivaras, cachorros e até aves. Entretanto, o bicho da vez que obrigou ao menos uma aeronave a arremeter foi um… caranguejo! Vale lembrar que o terminal da Capital capixaba está situado em uma área onde a presença de crustáceos não é incomum.
Por volta das 23h, o comandante da aeronave da GOL, voo G32094, reportou a presença de "muitos deles" na pista. O fato para lá de inusitado teria sido reportado à torre de comando por outro piloto de uma aeronave que desceu momentos antes e avistou o crustáceo. A gravação do áudio foi feita por um passageiro enquanto a aeronave realizava a manobra de arremetida e reaproximação.
Procurada pela reportagem de A Gazeta, a assessoria do Aeroporto de Vitória confirmou o fato, mas explicou que não foram vários, e sim um caranguejo. "A Zurich Airport Brasil informa que foi verificada a presença de 1 caranguejo na pista. A equipe de fauna do aeroporto foi acionada. Este é o procedimento padrão previsto para esses casos. Logo após a retirada do animal, as operações seguiram regularmente.

Fonte: (https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/acredite-caranguejo-na-pista-do-aeroporto-devitoria-faz-aviao-arremeter-0323) – acesso em 29/08. (com adaptações)
Para que um texto seja considerado como tal, ele precisa, entre outras coisas, ser constituído de elementos pragmáticos da textualidade como: intencionalidade, aceitabilidade, informatividade, situcionalidade e intertextualidade. No texto (notícia) acima, levando-se em consideração o verbal e o não verbal (imagem), é correto afirmar que estão presentes pelo menos três destes elementos pragmáticos da textualidade:
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Q2305196 Português
Em relação ao trabalho com gramática reflexiva na escola, assinalar a alternativa CORRETA: 
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Q2298938 Português
É a coerência que faz com que uma sequência linguística qualquer seja vista como um texto, porque é a coerência, através de vários fatores, que permite estabelecer relações entre os elementos da sequência. Para o processo de criação de um texto coerente ser efetivado, é importante:
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Q2291752 Português
TEXTO I

O que é ser “assim”?

        Já faz algum tempo, eu ganhei o livro A oração de Jabez. Nele, o autor Bruce Wilkinson discorre sobre o sentido de cada trecho da prece, considerada, por muitos, milagrosa. Então, movida mais pela curiosidade do que pela fé, fiz questão de conhecê-la e, por ter apenas cinco frases, aqui a transcrevo: Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!
        Achei a oração bonita, e levei adiante a minha leitura, até que me deparei com a seguinte frase: Não é sempre que você pode se dar ao luxo de ser o segundo colocado. A menção feita ao segundo lugar, ainda mais o destacando como posição grandiosa, atraiu minha atenção. Sou a segunda filha do segundo casamento do meu pai. [...] Portanto, na minha posição de herdeira nata, herdei objetos, roupas, livros de escola. Quando fui matriculada no curso primário, tive medo de ir à escola, temerosa de, por ser segunda, não dar continuidade ao brilhantismo familiar que me precedia. Criança sofre, viu? Eu era uma aluna comum,[...] a professora aproveitou a minha desatenção para perguntar quanto seria 9x9, mas, antes, exigiu que eu colocasse as duas mãos abertas sobre a carteira para que não contasse nos dedos. Evidente, não fui capaz de responder. Com visível impaciência, ela me fez a seguinte pergunta: Por que você é “assim”? Mais uma vez, não soube responder, entretanto, juro, eu voltei para casa muito intrigada e me perguntando: o que é ser “assim”?! A vida continuou... com essa pergunta me alfinetando de vez em quando.
        Passados quase quarenta anos, apresentaram-me o poeta Manoel de Barros. A aproximação foi imediata. Só pelos títulos dos seus livros, é possível entender. E foi quando eu li o seu poema O Provedor, que descobri o que era ser “assim”. O poema diz: Andar à toa é coisa de ave. Meu avô andava à toa. Não prestava pra quase nunca. Mas sabia o nome dos ventos. E todos os assobios para chamar passarinhos... [...]
        Hoje, sem titubear, sem constrangimento de ser a segunda e já recuperada da minha ignorância tímida por não saber explicar o que é ser “assim”, eu simplesmente responderia àquela professora: Eu não sabia, naquele tempo, o quanto é bonito ser “assim”!

(BORGES,HELOÍSA HELENA DE CAMPOS. As fomes do mundo & outras crônicas. Ed.Kelps, Goiânia, 2018. pp.111-114. Texto adaptado).
Analise o fragmento presente no primeiro parágrafo do texto: “Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!”. Marque a alternativa que apresenta o tipo de relação transtextual com o referido fragmento no qual está inserido:
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Q2291593 Português
TEXTO I

O poeta

                                                                         O poeta vai tirando da vida
                                                                         Os seus poemas
                                                                         Como pássaros desobedientes
                                                                         E amestrados.

                                                                         A palavra é o seu castelo,
                                                                         Sua árvore encantada,
                                                                         Abracadabra construindo o universo.

(MURRAY, ROSEANA. Artes e ofícios. 3ª ed. São Paulo: FTD, 1994. P.52)
Intertextualidade é a presença de um texto ou termos de um texto em outro texto. Marque a alternativa que apresenta um exemplo de intertextualidade no texto “O poeta”:
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Q2291355 Português
Saudade


   Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles.
    A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais.
    Gostaria de ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova.
    Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir.
     E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos.
       Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade – mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo – e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes.
     Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos.
      E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.

(QUEIROZ, Rachel de. Um alpendre, uma rede, um açude. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. Adaptado.)
“E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. [...] De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência.” (1º§) Pelo processo da intertextualidade a alternativa que contém uma citação com o mesmo valor semântico do período evidenciado é: 
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Q2291244 Português
Atente aos dois textos a seguir para responder à questão.

Texto I

Imagem associada para resolução da questão


Texto II

Imagem associada para resolução da questão


Disponíveis em: < https://www.google.com/search?q=monalisa+parodias&rlz=1C1GCEA_enBR1042BR1042&oq=monalisa+parodias&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCTExMzQxajBqN6gCALACAA&sourceid=chrome&ie=UTF-8#imgrc=6HiJp439eaeUhM>. Data da consulta: 23/06/2023.

A discussão, análise e eventual produção de texto, em uma sala de aula de 9º ano de uma escola pública, provocadas a partir das imagens acima, certamente apontaria prioritariamente para a necessidade de lançar mão, como ponto de partida, para o desenvolvimento de qual das habilidades a seguir apresentadas, de acordo com a BNCC (2017)?
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Q2283923 Português
   O dia primeiro de maio é uma data internacional dedicada ao trabalhador. O surgimento desta data comemorativa vincula-se aos movimentos trabalhistas que aconteciam na cidade de Chicago nos EUA, no final do século XIX.
   As condições precárias impostas aos trabalhadores, como jornadas de 12 horas diárias, sem nenhuma folga, além de baixos salários e condições ____________ e inseguras, levaram a uma mobilização que aconteceu no dia primeiro de maio de 1886. Esta data só passaria a se tornar feriado quando a França, em 1919, ratificou em lei a jornada de oito horas diárias de trabalho.
  No Brasil, o feriado neste dia só começa a partir de 1924, no governo do então Presidente da República, Artur Bernardes.
   A partir de 1940, sob o governo de Getúlio Vargas, a data ganha impulso tendo em vista o projeto político do governante que passa a utilizar o 1º de Maio para divulgar obras voltadas às classes trabalhadoras, destacando-se, entre elas, a Consolidação das Leis do Trabalho — CLT, o salário mínimo e as férias remuneradas.
  Certamente que a comemoração do Dia Internacional do Trabalho em 1º de Maio tem valor histórico face às conquistas que representa, mas também deixa evidente a importância de se acompanhar o desempenho e a dinâmica do mercado de trabalho, especialmente nas interfaces com os negócios de cada empresa.
   Quando se pensa em consumo, em especial no Brasil, uma série de estudos aponta que, além de outros fatores, este é diretamente proporcional à confiança do consumidor, à renda média e à taxa de desocupação ou desemprego. Os dois últimos indicadores são fruto direto da dinâmica do mercado de trabalho, razão pela qual é fundamental que esta seja compreendida e que se possa incorporar elementos importantes e impactantes para a análise de negócios, especialmente aqueles voltados ao consumo.
   O Brasil apresenta o comportamento destes indicadores extremamente variável ao longo do tempo, o que reforça a necessidade de as empresas estarem atentas a como isso pode afetar seu desempenho.
  Conhecer qual a renda disponível em determinada região, cidade ou setor ____________, conhecer o número de pessoas que trabalha nesta área e qual a natureza de sua ocupação, identificar a composição de gênero ou mesmo o tipo de produto consumido são variáveis fundamentais para implementar estudos de ____________, de implantação de novos negócios, abertura de novas unidades, lançamento de produtos, etc. 

(Fonte: Cognatis — adaptado.)
Nas orações “Quando se pensa em consumo, [...]” (6º parágrafo) e “[...] mas também deixa evidente a importância [...]” (5º parágrafo), as expressões sublinhadas expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
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Q2267483 Português

Leia os textos apresentados a seguir.



TEXTO I 

Imagem associada para resolução da questão



COALA, Fábio. Mentirinhas #1966. 15 de março de 2023. Disponível em: https://mentirinhas.com.br/mentirinhas-1966/. Acesso em: 24 mar. 2023.


 

TEXTO II

“Bruce Wayne é um bilionário americano, magnata de negócios, filantropo e dono da corporação Wayne Enterprises. Sua história teve início após testemunhar o assassinato de seus pais ainda quando criança, o que o fez jurar vingança contra os criminosos e treinar todos os dias sozinho, além de criar um personagem baseado em um morcego para combater o crime. Foi aí que surgiu Batman, o super-herói da cidade de Gotham.”


BRUCE Wayne. Canaltech, s/d. Celebridade. Disponível em: https://canaltech.com.br/celebridade/bruce-wayne/. Acesso em: 20 mar. 2023.


Observando-se o texto I, percebe-se que ele faz referência a um personagem do imaginário popular de super-heróis da contemporaneidade. Em termos de texto, esse tipo de referência é chamado de

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Q2254676 Português

Observe a Figura 1, leia o Texto II e responda a questão. 


 




No Texto II, o autor 
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Q2253717 Português


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Instituto Federal de Minas Gerais. Guia de estruturas organizacionais e regimentos do IFMG. Belo Horizonte: IFMG, 2021, p.21. Disponível em: https://www.ifmg.edu.br/portal/diretoria-de-desenvolvimento-institucionalddi/estruturaseregimentos/estruturas/guia-de-estruturas-organizacionais-regimentos.pdf. Acesso em: 09/08/2023



Analise as assertivas a seguir sobre o trecho do Guia de estruturas organizacionais e regimentos do IFMG.


I- Há intertextualidade implícita, pois há citação do Manual de Estruturas Organizacionais do Poder Executivo Federal.

II- É utilizada uma linguagem coloquial no intuito de instruir os servidores da instituição.

III- O guia pode ser definido como um gênero textual predominantemente narrativo.


Assinale a alternativa correta.


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Q2253332 Português
Leia atentamente o texto I, parte de um artigo científico, e o texto II, trecho do conto “Famigerado” do livro Primeira estórias.
TEXTO I
        A submissão de um artigo, como destaca Guimarães (2018a), exige um conjunto de cuidados que devem ser tomados por ocasião da escolha do periódico para submissão do artigo, conforme exposto a seguir. Uma primeira atenção a ser tomada refere-se ao prestígio científico da revista a partir de indicadores nacionais e internacionais, como é o caso de sua indexação em bases de dados como Web of Science, Scopus, SciELO entre outras.
GUIMARÃES, J. A. C.; HAYASHI, M. C. P. I. Revistas predatórias: um inimigo a ser combatido na comunicação científica. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, SP, v. 21, n. 00, p.03. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8671811. Acesso em: 10 ago. 2023.
TEXTO II
        Só tinha de desentalar-me. O homem queria estrito o caroço: o verivérbio.         — Famigerado é inóxio, é “célebre”, “notório”, “notável”…        — “Vosmecê mal não veja em minha grossaria no não entender. Mais me diga: é desaforado? É caçoável? É de arrenegar? Farsância? Nome de ofensa?”         — Vilta nenhuma, nenhum doesto. São expressões neutras, de outros usos…         — “Pois… e o que é que é, em fala de pobre, linguagem de em dia-de-semana?”          — Famigerado? Bem. É: “importante”, que merece louvor, respeito…
Famigerado. In: ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988, p. 15.

Assinale a opção correta.
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Q2253328 Português

A questão refere-se aos dois textos apresentados a seguir. O primeiro diz respeito à Mafalda, personagem icônica criada pelo argentino Quino, em conversa com o amigo Filipe. O segundo texto trata-se de uma criação do jornalista e escritor uruguaio Eduardo Galeano, que compõe a obra intitulada O Livro dos Abraços.


TEXTO 1 





TEXTO 2


Função da arte/1


       Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul.

           Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.

           Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.

           E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:

           — Me ajuda a olhar!


GALEANO, Eduardo. In: O livro dos abraços. 2ª ed. Porto Alegre: L&PM, 2009, p. 15.

Uma análise intertextual dos dois textos permite afirmar que: 
Alternativas
Respostas
241: E
242: A
243: A
244: B
245: A
246: A
247: B
248: D
249: B
250: C
251: B
252: D
253: A
254: D
255: B
256: D
257: C
258: E
259: B
260: A