Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4303979 Português
Texto 1


Em defesa da comida de verdade

Com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, foram anunciadas diretrizes alimentares que tratam como venenos os ultraprocessados e os açúcares adicionados.


Quando se fala em alimentação de qualidade, que promova a manutenção da saúde, não tem muito jeito de contrariar a sabedoria popular nem aqueles conhecimentos passados de pais para filhos. Dar preferência a comidas de verdade, descascar mais e desembalar menos podem ser entendidas como as principais práticas das refeições saudáveis.
E isso até mesmo nos Estados Unidos, tradicionalmente conhecidos como “a terra do fast-food” devido ao estilo de vida ligado à comida calórica e rica em gorduras hidrogenadas, açúcar e sódio. O país anunciou nesta semana um novo conjunto de diretrizes alimentares que, com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, tratam os ultraprocessados e os açúcares adicionados como venenos.
Entre as principais recomendações está a de reduzir drasticamente a ingestão de carboidratos refinados altamente processados, alimentos como pão branco, tortilhas com farinha refinada e biscoitos salgados – justamente o que se desembala. Ainda foi elevado o rigor em relação ao consumo de açúcares adicionados, que deve ser feito somente por crianças com 10 anos ou mais – a referência, até então, eram os 2 anos. A recomendação é evitar bebidas açucaradas.
As novas diretrizes alimentares destacam também a importância de dar prioridade à ingestão de frutas, vegetais e proteínas, de fontes animais, como carne vermelha, aves, frutos do mar, ovos e laticínios; e vegetais, aquilo que se descasca, como leguminosas, nozes, sojas e sementes. Isso, lá nos Estados Unidos, que têm uma das mais altas taxas de obesidade e diabetes 2 do mundo desenvolvido.
Por aqui, uma nação ainda em desenvolvimento, as contradições são enormes também quando falamos de alimentação de qualidade – enquanto 600 mil crianças passam fome, 400 mil enfrentam obesidade. Crianças e adolescentes consomem mais ultraprocessados, presentes entre 77% e 89% no padrão alimentar de menores, do que verduras e legumes (de 64% a 73%), mostrou estudo recente da USP.
Ou seja, o Brasil está na contramão do que é saudável e, por isso, também precisa desembalar menos e descascar mais para comer melhor.


Editorial “O Tempo”. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/2026/1/9/em-defesa-da-comidade-verdade. Acesso em: 6 jul. 2026. 
O editorial é um gênero que circula no âmbito da esfera jornalística. Considerando as marcas linguísticas do texto, a característica que marca o gênero é a
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Q4303943 Português
Texto 4


O quanto da sua vida é baseado na internet?

Thiarlley Valadares


WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa "de gente velha". Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessa interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade. Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. "A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né" disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseada no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories?
Falando por mim mesma – e eu adoro essa frase, pois, por quem mais eu poderia falar? – sou um completo desastre. Minha conta no twitter, por exemplo, é o maior livro aberto da minha vida. Passo horas analisando meu perfil do Instagram e pensando: "Será que as fotos combinam? Se uma pessoa que não me conhece olhar o meu perfil, o que ela vai achar? Que eu sou legal? Que pareço capenga?". Passo horas na conta do blog buscando novos seguidores, novas curtidas e visualizações, com a desculpa que é um investimento de tempo, buscando o crescimento do Apenas.
Mas... será?
Analisando o meu próprio consumo com um olhar social e, por que não, pós-moderno, percebi que falhei como ser humano enquanto ser social, inserido na internet. Afinal, o que faz de um perfil adequado para ser acessado? Por que eu devo almejar um perfil com X seguidores? Se as minhas fotos não combinam, então eu falhei como usuária daquela rede? Tudo da minha vida deve ser, mesmo, publicado no twitter? Eu devo alguma satisfação aos meus seguidores?
As respostas para cada uma dessas perguntas são óbvias e nós sabemos, mas fingimos que não. Guardamos lá no fundo da consciência que não devemos nada a ninguém e que não deveria importar quantos nos seguem, quantos nos curtem, quantos nos veem.
E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo?
Porque nos foi dito que a vida não para. Que enquanto "eles dormem" precisamos garantir nosso diferencial. Então nos iludimos, com aplicativos, sites e cursos on-line para crescimento pessoal e profissional quando, na verdade, só perdemos tempo.
Não vou concluir dizendo o que você deve ou não fazer. Usando o meu exemplo, irei continuar refletindo nos conselhos que dei a mim mesma, deixando o aplicativo do notas do celular, onde escrevi inicialmente essa crônica, de lado para um tempo de ócio ao lado do meu namorado.
Parece hipocrisia toda essa narrativa enquanto ele joga no celular à espera que eu termine? Parece.
Porque é.


Disponível em: https://www.apenasfugindo.com/2020/01/cronica-o-quanto-dasua-vida-e-baseado.html. Acesso em: 5 jul. 2026. 
No texto, a autora desenvolve uma argumentação que mescla experiências pessoais e questionamentos sobre o comportamento digital. Considerando o encadeamento das ideias, a tese central defendida é a de 
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Q4303942 Português
Texto 4


O quanto da sua vida é baseado na internet?

Thiarlley Valadares


WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa "de gente velha". Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessa interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade. Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. "A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né" disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseada no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories?
Falando por mim mesma – e eu adoro essa frase, pois, por quem mais eu poderia falar? – sou um completo desastre. Minha conta no twitter, por exemplo, é o maior livro aberto da minha vida. Passo horas analisando meu perfil do Instagram e pensando: "Será que as fotos combinam? Se uma pessoa que não me conhece olhar o meu perfil, o que ela vai achar? Que eu sou legal? Que pareço capenga?". Passo horas na conta do blog buscando novos seguidores, novas curtidas e visualizações, com a desculpa que é um investimento de tempo, buscando o crescimento do Apenas.
Mas... será?
Analisando o meu próprio consumo com um olhar social e, por que não, pós-moderno, percebi que falhei como ser humano enquanto ser social, inserido na internet. Afinal, o que faz de um perfil adequado para ser acessado? Por que eu devo almejar um perfil com X seguidores? Se as minhas fotos não combinam, então eu falhei como usuária daquela rede? Tudo da minha vida deve ser, mesmo, publicado no twitter? Eu devo alguma satisfação aos meus seguidores?
As respostas para cada uma dessas perguntas são óbvias e nós sabemos, mas fingimos que não. Guardamos lá no fundo da consciência que não devemos nada a ninguém e que não deveria importar quantos nos seguem, quantos nos curtem, quantos nos veem.
E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo?
Porque nos foi dito que a vida não para. Que enquanto "eles dormem" precisamos garantir nosso diferencial. Então nos iludimos, com aplicativos, sites e cursos on-line para crescimento pessoal e profissional quando, na verdade, só perdemos tempo.
Não vou concluir dizendo o que você deve ou não fazer. Usando o meu exemplo, irei continuar refletindo nos conselhos que dei a mim mesma, deixando o aplicativo do notas do celular, onde escrevi inicialmente essa crônica, de lado para um tempo de ócio ao lado do meu namorado.
Parece hipocrisia toda essa narrativa enquanto ele joga no celular à espera que eu termine? Parece.
Porque é.


Disponível em: https://www.apenasfugindo.com/2020/01/cronica-o-quanto-dasua-vida-e-baseado.html. Acesso em: 5 jul. 2026. 
A crônica é um gênero textual que, em geral, parte de situações comuns do dia a dia. Sua função social é 
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Q4303939 Português
Leia o texto a seguir.

Emoção em família: mãe e filha se formam juntas na faculdade
As britânicas Vicki Lawlor, de 43 anos, e sua filha Hannah, de 21, se formaram juntas na Universidade de Stirling, na Escócia, nessa semana (06/2021). A emoção de receber o diploma ao mesmo tempo levou mãe e filha a planejar uma festa no jardim de sua casa para comemorar a dupla conquista. Em entrevista ao Daily Mail, Vicki disse: “É uma coincidência estarmos nos formando juntas. Levei um pouco mais de tempo do que Hannah para concluir meu curso e não foi uma jornada fácil, mas tê-la ao meu lado e compartilhar experiências semelhantes de cumprimento de prazos e conclusão de tarefas foi muito gratificante”. Vicki concluiu o bacharelado em Ciências, enquanto Hannah se formou como bacharel em Artes.
Disponível em: https://entretenimento.r7.com/virtz/fotos/emocao-emfamilia-mae-e-filha-se-formam-juntas-na-faculdade-25062021/. Acesso em: 4 jul. 2026.


Considerando a estrutura e a linguagem empregadas no texto, a finalidade da mensagem é a de 
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Q4303938 Português
Texto 2

O Brasil descobriu, finalmente, o problema da Educação. O que, até dois anos atrás, era uma “nota só” de um político está aos poucos se transformando na nota principal de todos. É uma boa notícia, e um enorme desafio: como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação, quando o próprio conceito de Educação está em mutação. Com os novos avanços, tanto científicos sobre o cérebro como tecnológicos sobre a teleinformática, os velhos sistemas de pedagogia entraram em crise. Antes que cirurgias neuroinformacionais sejam capazes de implantar chips de conhecimento no cérebro, será preciso mudar a escola e o principal desafio é inventar o professor das primeiras décadas do século XXI. [...]

BUARQUE, Cristovam. A invenção do professor. Profissão Mestre, nov. 2008.
No trecho “como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação”, a palavra destacada possui relação com a pauta educacional abordada no texto. Sem prejuízo do sentido original, a palavra que pode ser substituir o termo em destaque é
Alternativas
Q4303937 Português
Texto 2

O Brasil descobriu, finalmente, o problema da Educação. O que, até dois anos atrás, era uma “nota só” de um político está aos poucos se transformando na nota principal de todos. É uma boa notícia, e um enorme desafio: como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação, quando o próprio conceito de Educação está em mutação. Com os novos avanços, tanto científicos sobre o cérebro como tecnológicos sobre a teleinformática, os velhos sistemas de pedagogia entraram em crise. Antes que cirurgias neuroinformacionais sejam capazes de implantar chips de conhecimento no cérebro, será preciso mudar a escola e o principal desafio é inventar o professor das primeiras décadas do século XXI. [...]

BUARQUE, Cristovam. A invenção do professor. Profissão Mestre, nov. 2008.
No texto, o autor desenvolve uma argumentação que articula constatações e desafios. Considerando o encadeamento das ideias, o ponto de vista central defendido pelo autor é o de que o(a) 
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Q4303936 Português
Leia o texto a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-da-turma-do-snoopy-ajudam-a-trabalharhabilidades-socioemocionais/. Acesso em: 4 jul. 2026.


Considerando o diálogo entre os personagens, o ponto de interrogação, no último painel, 
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Q4303935 Português
Texto 1


A princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso, foi viajar pelo mundo afora para encontrar uma, mas havia sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas. Havia sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar como devia ser. Por fim, regressou à casa, muito abatido, porque queria uma princesa verdadeira.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes; era apavorante. Chovia desabaladamente. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus! o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.


Hans Christian Andersen Disponível em: https://niveasalgado.com.br/a-princesa-e-a-ervilha-uma-otimahistorinha-para-dormir/#google_vignette. [Adaptado]. Acesso em: 4 jul. 2026.
A palavra destacada em “Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras” é empregada pela princesa para descrever uma consequência visível do desconforto que ela sentiu ao dormir. Mantendo o sentido original do texto, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por
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Q4303934 Português
Texto 1


A princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso, foi viajar pelo mundo afora para encontrar uma, mas havia sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas. Havia sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar como devia ser. Por fim, regressou à casa, muito abatido, porque queria uma princesa verdadeira.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em torrentes; era apavorante. Chovia desabaladamente. No meio disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus! o estado em que ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que me encheu de nódoas negras. Foi horrível.


Hans Christian Andersen Disponível em: https://niveasalgado.com.br/a-princesa-e-a-ervilha-uma-otimahistorinha-para-dormir/#google_vignette. [Adaptado]. Acesso em: 4 jul. 2026.
No trecho a seguir, a repetição do ponto de exclamação em “Mas, meu Deus! o estado em que ela estava!” é um recurso expressivo empregado pelo narrador. Esse recurso tem a finalidade de
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Q4303902 Português
Imagem associada para resolução da questão

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DXCUJU_IsPb/>.

Nas falas dos personagens da tirinha acima, as expressões "estar chegando" e "estar se afastando" se referem a ações:
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Q4303896 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A lição da carroça vazia


   Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

   - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

   Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

   - Estou ouvindo um barulho de carroça.

   - Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

   Perguntei ao meu pai:

   - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

   - Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

   Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é "a dona da razão e da verdade absoluta", tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

   - Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.


BOUDAKIAN, Luiz. A lição da carroça vazia.
Aprendendo a viver. Disponível em
<https://www.aprendendoaviver.com.br/artigo/a-licaoda-carroca-vazia>.
"Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz."

No final do texto “A lição da carroça vazia”", о ensinamento acima corresponde à seguinte ideia:
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Q4303895 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A lição da carroça vazia


   Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

   - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

   Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

   - Estou ouvindo um barulho de carroça.

   - Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

   Perguntei ao meu pai:

   - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

   - Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

   Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é "a dona da razão e da verdade absoluta", tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

   - Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.


BOUDAKIAN, Luiz. A lição da carroça vazia.
Aprendendo a viver. Disponível em
<https://www.aprendendoaviver.com.br/artigo/a-licaoda-carroca-vazia>.

"Ele se deteve numa clareira"



A expressão destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4303894 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A lição da carroça vazia


   Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

   - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

   Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

   - Estou ouvindo um barulho de carroça.

   - Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

   Perguntei ao meu pai:

   - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

   - Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

   Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é "a dona da razão e da verdade absoluta", tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

   - Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.


BOUDAKIAN, Luiz. A lição da carroça vazia.
Aprendendo a viver. Disponível em
<https://www.aprendendoaviver.com.br/artigo/a-licaoda-carroca-vazia>.
O narrador do texto "A lição da carroça vazia" é:
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Q4303827 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.



Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4  

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta dos elementos conectivos.  
Alternativas
Q4303826 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.



Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4  

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do fragmento acima.  
Alternativas
Q4303825 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.



Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4  

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA do fragmento acima.  
Alternativas
Q4303824 Português

Considere o fragmento a seguir para a questão:


A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.



Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4  

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do fragmento acima.  
Alternativas
Q4303753 Português
Texto 4


O fim do livro de papel


       Só 122 livros. Era o que a Universidade de Cambridge tinha em 1427. Eram manuscritos lindos, que valiam cada um o preço de uma casa. Isso foi três décadas antes de a Bíblia de Gutenberg chegar às ruas. Depois dela, os livros deixaram de ser obras artesanais exclusivas de milionários e viraram o que viraram. Graças a uma novidade: a prensa de tipos móveis, que era capaz de fazer milhares de cópias no tempo que um monge levava para terminar um manuscrito.

      Foi uma revolução sem igual na história e blá, blá, blá. Só que uma revolução que já acabou. Há 10 anos, pelo menos. Quando a internet começou a crescer para valer, ficou claro que ela passaria uma borracha na história do papel impresso e começaria outra. Mas aconteceu justamente o que ninguém esperava: nada. A internet nunca arranhou o prestígio nem as vendas dos livros. Muito pelo contrário. O segundo negócio on-line que mais deu certo (depois do Google) é uma livraria, a Amazon. Se um extraterrestre pousasse na Terra hoje, acharia que nada disso faz sentido. Por que o livro não morreu? Como uma plataforma que, se comparada à internet, é tão arcaica quanto folhas de pergaminho ou tábuas de argila continua firme?

       Você sabe por quê. Ler um livro inteiro no computador é insuportável. A melhor tecnologia para uma leitura profunda e demorada continua sendo tinta preta em papel branco. Tudo embalado num pacote portátil e fácil de manusear. Igual à Bíblia de Gutenberg. Isso sem falar em outro ingrediente: quem gosta de ler sente um afeto físico pelos livros. Curte tocar neles, sentir o fluxo das páginas, exibir a estante cheia. Uma relação de fetiche. Amor até.

      Mas esse amor só dura porque ainda não apareceu nada melhor que um livro para a atividade de ler um livro. Se aparecer… Se aparecer, não: quando aparecer. Depois do CD, que já morreu, e do DVD, que está respirando com a ajuda de aparelhos, o livro impresso é o próximo da lista.  


VERSIGNASSI, Alexandre. O fim do livro de papel. Superinteressante, 23 mar.
2010. Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/o-fim-do-livro-depapel/. Acesso em: 06 jul. 2026.
No texto, a afirmação de que “o livro impresso é o próximo da lista” não entra em contradição com a defesa de que o papel ainda constitui o suporte mais adequado para a leitura profunda porque o autor sustenta que a
Alternativas
Q4303751 Português




BECK, Alexandre. Armandinho. [Tirinha]. 2017. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/2457406454304646. Acesso em: 06 jul. 2026
A construção de sentido do texto decorre principalmente da
Alternativas
Q4303750 Português




BECK, Alexandre. Armandinho. [Tirinha]. 2017. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/posts/2457406454304646. Acesso em: 06 jul. 2026
O texto permite inferir que Pudim
Alternativas
Respostas
1961: A
1962: A
1963: D
1964: A
1965: A
1966: D
1967: B
1968: C
1969: A
1970: E
1971: B
1972: D
1973: B
1974: C
1975: B
1976: E
1977: A
1978: C
1979: C
1980: D