Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Cultura da leitura em declínio e o avanço
do analfabetismo funcional no Brasil
O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.
A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.
Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.
Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.
Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.
Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.
Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
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Cultura da leitura em declínio e o avanço
do analfabetismo funcional no Brasil
O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.
A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.
Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.
Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.
Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.
Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.
Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
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Cultura da leitura em declínio e o avanço
do analfabetismo funcional no Brasil
O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.
A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.
Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.
Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.
Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.
Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.
Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
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Inteligência artificial na Administração
Pública: mais tempo, mais resultado
A transformação digital já é uma realidade em diversos setores da sociedade. Na Administração Pública, o uso da inteligência artificial (IA) vem se consolidando como uma ferramenta promissora para modernizar a gestão, melhorar a entrega de serviços e valorizar a atuação do servidor público. Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.
A primeira grande vantagem da IA é o aumento da produtividade. Sistemas inteligentes são capazes de realizar tarefas repetitivas com muito mais agilidade e precisão. Essa otimização libera tempo e energia das equipes para se dedicarem ao que realmente importa: planejar, decidir, acompanhar e inovar.
Essa mudança impacta o dia a dia do servidor público. A IA redefine o papel do servidor, transferindo-o de funções operacionais para as mais estratégicas. Com a automação de rotinas burocráticas, abre-se espaço para o desenvolvimento de novas competências. Esse processo traz mais satisfação e maior reconhecimento profissional.
Além disso, a IA promove a otimização do tempo administrativo. Processos que antes levavam semanas agora podem ser concluídos em questão de minutos. Isso significa menos atrasos, menos retrabalho e mais previsibilidade para a gestão pública.
Do ponto de vista institucional, a IA contribui para a qualificação das decisões, pois algoritmos podem analisar bases extensas de dados, identificar padrões e fornecer recomendações com base em evidências, o que fortalece a tomada de decisões públicas.
Ademais, destaca-se o impacto na gestão dos recursos públicos. A IA pode detectar inconsistências, prever riscos e antecipar problemas em contratos. Tudo isso contribui para um uso mais racional e estratégico do orçamento, evitando desperdícios e agregando valor às políticas públicas.
Paralelamente, crescem a transparência e o controle social. Ferramentas inteligentes conseguem organizar grandes volumes de informações públicas, facilitar o acesso dos cidadãos e gerar relatórios mais claros, reforçando a confiança nas instituições.
Todavia, a implantação da IA exige responsabilidade, planejamento e capacitação. É preciso, portanto, garantir o respeito à legislação, à proteção de dados e aos princípios da Administração Pública.
Internet: <migallhas.com.br> (com adaptações).
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Inteligência artificial na Administração
Pública: mais tempo, mais resultado
A transformação digital já é uma realidade em diversos setores da sociedade. Na Administração Pública, o uso da inteligência artificial (IA) vem se consolidando como uma ferramenta promissora para modernizar a gestão, melhorar a entrega de serviços e valorizar a atuação do servidor público. Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.
A primeira grande vantagem da IA é o aumento da produtividade. Sistemas inteligentes são capazes de realizar tarefas repetitivas com muito mais agilidade e precisão. Essa otimização libera tempo e energia das equipes para se dedicarem ao que realmente importa: planejar, decidir, acompanhar e inovar.
Essa mudança impacta o dia a dia do servidor público. A IA redefine o papel do servidor, transferindo-o de funções operacionais para as mais estratégicas. Com a automação de rotinas burocráticas, abre-se espaço para o desenvolvimento de novas competências. Esse processo traz mais satisfação e maior reconhecimento profissional.
Além disso, a IA promove a otimização do tempo administrativo. Processos que antes levavam semanas agora podem ser concluídos em questão de minutos. Isso significa menos atrasos, menos retrabalho e mais previsibilidade para a gestão pública.
Do ponto de vista institucional, a IA contribui para a qualificação das decisões, pois algoritmos podem analisar bases extensas de dados, identificar padrões e fornecer recomendações com base em evidências, o que fortalece a tomada de decisões públicas.
Ademais, destaca-se o impacto na gestão dos recursos públicos. A IA pode detectar inconsistências, prever riscos e antecipar problemas em contratos. Tudo isso contribui para um uso mais racional e estratégico do orçamento, evitando desperdícios e agregando valor às políticas públicas.
Paralelamente, crescem a transparência e o controle social. Ferramentas inteligentes conseguem organizar grandes volumes de informações públicas, facilitar o acesso dos cidadãos e gerar relatórios mais claros, reforçando a confiança nas instituições.
Todavia, a implantação da IA exige responsabilidade, planejamento e capacitação. É preciso, portanto, garantir o respeito à legislação, à proteção de dados e aos princípios da Administração Pública.
Internet: <migallhas.com.br> (com adaptações).
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Inteligência artificial na Administração
Pública: mais tempo, mais resultado
A transformação digital já é uma realidade em diversos setores da sociedade. Na Administração Pública, o uso da inteligência artificial (IA) vem se consolidando como uma ferramenta promissora para modernizar a gestão, melhorar a entrega de serviços e valorizar a atuação do servidor público. Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.
A primeira grande vantagem da IA é o aumento da produtividade. Sistemas inteligentes são capazes de realizar tarefas repetitivas com muito mais agilidade e precisão. Essa otimização libera tempo e energia das equipes para se dedicarem ao que realmente importa: planejar, decidir, acompanhar e inovar.
Essa mudança impacta o dia a dia do servidor público. A IA redefine o papel do servidor, transferindo-o de funções operacionais para as mais estratégicas. Com a automação de rotinas burocráticas, abre-se espaço para o desenvolvimento de novas competências. Esse processo traz mais satisfação e maior reconhecimento profissional.
Além disso, a IA promove a otimização do tempo administrativo. Processos que antes levavam semanas agora podem ser concluídos em questão de minutos. Isso significa menos atrasos, menos retrabalho e mais previsibilidade para a gestão pública.
Do ponto de vista institucional, a IA contribui para a qualificação das decisões, pois algoritmos podem analisar bases extensas de dados, identificar padrões e fornecer recomendações com base em evidências, o que fortalece a tomada de decisões públicas.
Ademais, destaca-se o impacto na gestão dos recursos públicos. A IA pode detectar inconsistências, prever riscos e antecipar problemas em contratos. Tudo isso contribui para um uso mais racional e estratégico do orçamento, evitando desperdícios e agregando valor às políticas públicas.
Paralelamente, crescem a transparência e o controle social. Ferramentas inteligentes conseguem organizar grandes volumes de informações públicas, facilitar o acesso dos cidadãos e gerar relatórios mais claros, reforçando a confiança nas instituições.
Todavia, a implantação da IA exige responsabilidade, planejamento e capacitação. É preciso, portanto, garantir o respeito à legislação, à proteção de dados e aos princípios da Administração Pública.
Internet: <migallhas.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
Texto para o item.
Inteligência artificial na Administração
Pública: mais tempo, mais resultado
A transformação digital já é uma realidade em diversos setores da sociedade. Na Administração Pública, o uso da inteligência artificial (IA) vem se consolidando como uma ferramenta promissora para modernizar a gestão, melhorar a entrega de serviços e valorizar a atuação do servidor público. Em um cenário cada vez mais desafiador, é fundamental pensar a IA não como substituta de pessoas, mas, sim, como aliada estratégica para fazer mais e com mais qualidade.
A primeira grande vantagem da IA é o aumento da produtividade. Sistemas inteligentes são capazes de realizar tarefas repetitivas com muito mais agilidade e precisão. Essa otimização libera tempo e energia das equipes para se dedicarem ao que realmente importa: planejar, decidir, acompanhar e inovar.
Essa mudança impacta o dia a dia do servidor público. A IA redefine o papel do servidor, transferindo-o de funções operacionais para as mais estratégicas. Com a automação de rotinas burocráticas, abre-se espaço para o desenvolvimento de novas competências. Esse processo traz mais satisfação e maior reconhecimento profissional.
Além disso, a IA promove a otimização do tempo administrativo. Processos que antes levavam semanas agora podem ser concluídos em questão de minutos. Isso significa menos atrasos, menos retrabalho e mais previsibilidade para a gestão pública.
Do ponto de vista institucional, a IA contribui para a qualificação das decisões, pois algoritmos podem analisar bases extensas de dados, identificar padrões e fornecer recomendações com base em evidências, o que fortalece a tomada de decisões públicas.
Ademais, destaca-se o impacto na gestão dos recursos públicos. A IA pode detectar inconsistências, prever riscos e antecipar problemas em contratos. Tudo isso contribui para um uso mais racional e estratégico do orçamento, evitando desperdícios e agregando valor às políticas públicas.
Paralelamente, crescem a transparência e o controle social. Ferramentas inteligentes conseguem organizar grandes volumes de informações públicas, facilitar o acesso dos cidadãos e gerar relatórios mais claros, reforçando a confiança nas instituições.
Todavia, a implantação da IA exige responsabilidade, planejamento e capacitação. É preciso, portanto, garantir o respeito à legislação, à proteção de dados e aos princípios da Administração Pública.
Internet: <migallhas.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
A primeira Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, 32 anos atrás, contribuiu para popularizar o esporte entre o público do país. Agora, com uma liga nacional consolidada e investimentos americanos espalhados pelo futebol europeu, a expectativa é que seja dado um novo passo importante. “Em 1994, o mercado do futebol nos Estados Unidos estava começando. Hoje, contamos com pujantes ligas profissionais e alguns dos melhores estádios do mundo”, declarou à BBC Sport o diretor-executivo da Federação Americana de Futebol (US Soccer), J.T. Batson.
Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/o-mundial-maiscaro-e-mais-politizado-4-pontos-importantes-sobre-a-copa-do-mundo-de2026/ar-AA25plFS?ocid=BingNewsSerp. Acesso em: 20 jun. 2026.
O texto é um fragmento de notícia. O argumento destacado no trecho é um argumento de valor, pois reitera que o mercado do futebol se ampliou nos Estados Unidos. Qual estrutura gramatical foi utilizada em sua composição?
Leia o texto a seguir.

O texto é uma propaganda institucional da Prefeitura de Guaçuí sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra influenza. Levando em conta as características do gênero textual propaganda institucional, a principal função social desse texto é
Leia o texto a seguir.
[...]
— Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
— Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas?
Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
— Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
— Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
— Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
— Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
— Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
Disponível em: https://humanitas.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/02/OHomem-que-Sabia-Javanes.pdf. Acesso em: 23 jun. 2026.
O texto é um trecho extraído do conto O homem que falava Javanês, de Lima Barreto. O predomínio do diálogo em uma construção da narrativa como essa contribui para sua estrutura porque
Prezada Senhora:
Recebo com surpresa sua carta perguntando-me sobre vovó. Como descobriu o meu endereço? Vim para cá logo depois que presenciei aquela cena. Aqui ninguém sabe quem sou, mas, mesmo assim, estou atordoada. Sim, essa é a palavra certa, atordoada. A insônia me persegue. Sabe, fatos estranhos aconteceram enquanto morei naquela casa. "Foi ele quem pediu pra voltar", foi a última coisa que vovó disse. Tudo começou quando eu, papai e mamãe fomos despejados da nossa quitinete em Copacabana. Fui morar com vovó Olívia no subúrbio do Rio de Janeiro. Morávamos na Rua Major Mascarenhas, no Bairro de Todos os Santos. Eu devia ter uns onze anos na época. Apesar de mamãe ser a filha única de vovó, as duas eram geniosas. [...].
RIBEIRO, Esmeralda. Guarde Segredo. Literafro, 23 ago. 2021, Belo Horizonte. Disponível em: https://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/24-textosdas-autoras/961-esmeralda-ribeiro-guarde-segredo. Acesso em: 20 jun. 2026.
O texto é o trecho inicial do conto Guarde Segredo, de Esmeralda Ribeiro. Considerando a organização do texto, o fragmento apresenta características simultâneas do gênero carta e da narrativa literária porque
Leia a tirinha a seguir.

GONSALES, Fernando. Os anfíbios são todos iguais. Instagram: @niquelnausea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DXWerTnDqjs/?img_index=2. Acesso em: 20 jun. 2026.
Na tirinha, o humor e a crítica social se constroem por meio da
História da Música Sertaneja
A música sertaneja tem sua origem nas modas de viola, quando as pessoas se reuniam em roda para contar histórias – os chamados “causos” – comer e beber. A viola é um instrumento de cordas que chegou à América Portuguesa com os primeiros colonizadores. Os jesuítas o utilizaram para catequizar os indígenas, que tinham especial predileção pela música. A viola também era empregada em festas religiosas populares, como procissões, Folia de Reis, festas do padroeiro, rezas do rosário, etc. Daí surgiu o modo anasalado de cantar, onde a letra tem mais importância que a melodia e o canto mais parece um lamento.
BEZERRA, Juliana. História do Sertanejo: a música do nosso sertão. Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/musica-sertaneja/. Acesso em: 25 jun. 2026.
Os elementos destacados no texto são
O luto é uma coisa cruel, que nos desmantela. A gente descobre como ele é pesado, como é cheio de uma substância densa que afasta qualquer possibilidade de leveza. Descobre também como ele é solitário: as pessoas ao redor expressam simpatia, mas você habita um planeta totalmente diferente, onde a gravidade funciona de outro jeito.
ADICHIE, C.N. Notas sobre o luto. Trad. Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, p. 6.
As palavras destacadas no texto funcionam como
( ) Apenas as pessoas que realizam provas de corrida correm.
( ) O mundo em que se vive atualmente acaba pressionando as pessoas, e a corrida é uma forma de aliviar essa pressão.
( ) A Maratona do Rio mobiliza grande parte da cidade.
A dignidade dos pacientes mineiros sofre uma ameaça estrutural com a implantação sem limites de triagens automatizadas nas emergências hospitalares. O uso de inteligência artificial preditiva na saúde promete agilidade no diagnóstico de doenças graves e a otimização necessária na gestão de leitos. No entanto, o repasse dessas decisões vitais a softwares desenvolvidos fora do Brasil cria um ambiente propício para a exclusão estatística silenciosa e arbitrária. A legislação em debate no Congresso Nacional necessita proibir o bloqueio de tratamentos baseado exclusivamente em cálculos probabilísticos de código fechado. O adoecimento humano escapa à lógica binária e exige empatia soberana na linha de frente do atendimento. O controle das informações genéticas e dos prontuários médicos constitui o maior tesouro econômico das corporações de saúde no século XXI. O envio rotineiro do histórico clínico da nossa população para servidores privados de gigantes da tecnologia fere de morte a privacidade do paciente assistido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-ultima-palavradeve-ser-do-medico-os-limites-da-ia-na-saude1.1122373?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 26 jun. 2026.
Na leitura do excerto, observa-se que, na organização argumentativa do texto, a defesa da tese apoia-se predominantemente em
Leia a tirinha a seguir.

Disponível em: https://pt.scribd.com/document/836713001/As-Cobras-LuisFernando-Verissimo-Z-Library. Acesso em: 26 jun. 2026.
Tendo em conta os mecanismos de construção de sentidos presentes na tirinha, o efeito de humor decorre da
Leia a charge a seguir.

A partir da leitura integrada dos elementos verbais e não-verbais da charge, infere-se que o autor